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Águas Subterrâneas
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ISSN (Print) 0101-7004 - ISSN (Online) 2179-9784
Published by ABAS - ASsociação Brasileira de Águas Subterrâneas Homepage  [1 journal]
  • Modelamento Hidrogeoquímica da Interação Água/Rocha Carbonática do
           Sistema Aquífero Salitre, Bacia Sedimentar de Irecê, Bahia, Brasil

    • Authors: Manuel Vitor Portugal Gonçalves, Mônica Pringsheim Cunha, Manoel Jerônimo Moreira Cruz, Luis Alexandre Dias Freitas
      Pages: 30184
      Abstract: Este artigo apresenta os resultados do modelamento hidrogeoquímica experimental que simulou a interação entre a água e a rocha em aquífero cárstico. Coletou-se 10 Kg de rochas do Aquífero Salitre, na Bacia Sedimentar de Irecê, Bahia, Brasil, e quantificou-se os minerais por Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV) e Espectroscopia por Energia Dispersiva (EDS). Realizou-se análises de elementos principais e traço por Espectrometria de Emissão Ótica, com Plasma Acoplado Indutivamente (ICP-OES) e dos ânions principais, nitrato, fluoreto, físico-químicas, índice de saturação e da especiação das lixiviações de amostras de rochas de Melancias (M), Segredo (S), São José (SJ) e Palmeiras (P) pelos métodos cinéticos de Ensaios com Reatores Fechados (RF). Quantificou-se vinte e cinco minerais nas rochas (calcita, dolomita, barita, o quartzo, willemita e feldspato alcalino); e os minerais secundários (<1%) (berlinita, copiapita, fluorita, gipsita, jamesonita, óxidos de Zn, Pb e Mn). As amostras de rochas de M e SJ apresentaram-se mineralizadas em sulfatos e sulfetos e as amostras de S e P mineralizadas em calcita, silicatos e pirita. Obteve-se lixiviações subsaturadas em aragonita e calcita ou subsaturadas em dolomita no Ensaio I, em equilíbrio no Ensaio II e supersaturadas (em aragonita, calcita e dolomita) no Ensaio III. As lixiviações das rochas de M, SJ e P estiveram subsaturadas em gipsita, anidrita e fluorita e supersaturadas em hematita, goetita e Fe (OH)3 e as lixiviações de S subsaturadas ou em equílibrio em gipsita, anidrita e fluorita. Obteve-se as seguintes espécies químicas nas lixiviações: HCO3-, Ca2+, Mg2+, Na+, K+, Fe(OH)3, Fe(OH)2+ e SO42-. A análise multivariada explicitou as origens do bário (barita ou de feldspatos alcalinos), a relevância do SO42- e Ca2+ na mineralização, da gipsita como fonte de Ca2+ e SO42- e o controle do SO42- sobre a dissolução da barita ou oxidação da galena. As lixiviações do RF pertenceram as classes sulfatadas cálcicas ou magnesiana (58%), bicarbonatadas cálcica ou magnesiana (25%) e sulfatadas mistas (17%) e diferiram da hidroquímica do Aquífero Salitre de pesquisas anteriores e não se identificou o nitrato nas lixiviações e o nitrogênio nos minerais.
      PubDate: 2022-11-12
      DOI: 10.14295/ras.v36i2.30184
      Issue No: Vol. 36, No. 2 (2022)
       
  • Aplicação de uma ferramenta de Business Intelligence para o diagnóstico
           do uso de água subterrâneas no estado do Paraná e em seus municípios

    • Authors: Bruna Forestieri Bolonhez, Jhonathan Yoshiaki Namba
      Pages: 30144
      Abstract: No Brasil, e no Paraná, o direito de utilização dos recursos hídricos é concedido por meio de outorgas de direito de uso. Considerando a crescente demanda pelo uso das águas subterrâneas, esse trabalho adotou como material de pesquisa os documentos de outorgas concedidas para captações em poços no estado do Paraná. Com o emprego dos bancos de dados do Instituto Água e Terra do Paraná, e realizando a modelagem de dados com a ferramenta de Business Intelligence, gerou-se um relatório interativo detalhado sobre a situação das outorgas vigentes de poços no Estado do Paraná e seus municípios até fevereiro de 2022. Com o sistema criado, tornou-se possível a rápida análise da situação de cada município e do estado como um todo, facilitando a tomada de decisão e adoção de novas medidas públicas para a melhor gestão do recurso. Demostrando a sua aplicabilidade, avaliou-se a situação geral do estado. Neste, os poços outorgados no estado captavam um total de 617,90 milhões de m³ano-1, sendo o Saneamento a principal finalidade dessas captações. Houve, em 2018, um crescimento no volume total outorgado no estado, tendo seu ápice em 2019. Em relação ao número de outorgas emitidas, o uso para fins agropecuários é o principal solicitante desde 2004. Comparando-se todos os municípios do estado, o município de Cascavel teve a maior demanda de água subterrânea (24,97 Mi m³ano-1), com os novos poços apresentando uma tendência de níveis estáticos cada vez mais profundos. Assim, a aplicação dos sistemas de Business Intelligence demonstrou a sua versatilidade para análises de dados qualitativos, quantitativos e espaciais, tornando-se um recurso de grande valia para a gestão das águas.
      PubDate: 2022-11-12
      DOI: 10.14295/ras.v36i2.30144
      Issue No: Vol. 36, No. 2 (2022)
       
  • Análise Físico-Química e Microbiológica da Água Subterrânea em um
           Município da Região Sul do Brasil

    • Authors: Ana Lúcia de Castilhos Müller, Lennon Gabriel Ribas Severo, Brenda Silveira de Souza, Cleisson Guimarães Bueno, Daniela Montanari Migliavacca Osório, Daiane Bolzan Berlese
      Pages: 30182
      Abstract: Este estudo apresenta uma análise da qualidade da água de poços tubulares de uma região rural do município de Novo Hamburgo – RS, que não é abastecida pelo sistema municipal, sendo os poços fontes únicas de abastecimento local. Para esta pesquisa foi aplicado o mapeamento por zona e utilizado o processo de territorialização considerando 3 áreas distintas denominadas A, B e C. Em cada área foram selecionados três poços e as coletas realizadas nos meses de maio e junho de 2019 e janeiro e fevereiro de 2020. Os parâmetros analisados foram: pH, Cloro livre, cor aparente, turbidez, dureza, Ferro, sólidos dissolvidos totais, Bário, Cádmio, Chumbo, Cobre, Cromo Fluoreto, Mercúrio, Níquel, Nitrato, Nitritos e Coliformes totais e Escherichia Coli (E. coli). As análises foram realizadas na Central Analítica da Universidade Feevale-RS e resultados comparados com a Portaria de Consolidação nº 5, do Ministério da Saúde (2017). Achados microbiológicos com presença de coliformes totais e Escherichia coli nas três áreas analisadas e nas análises físico-químicas foi constatada presença de cádmio, chumbo, ferro, níquel, nitrato e turbidez. Diante desses resultados concluímos que nenhuma das áreas analisada teve a água dentro dos limites de potabilidade estabelecidos na portaria. Diante dos resultados, é urgente a necessidade de monitoramento contínuo da água consumida nesta localidade e bem como medidas de controle sanitário, pelos dos órgãos competentes
      PubDate: 2022-10-13
      DOI: 10.14295/ras.v36i2.30182
      Issue No: Vol. 36, No. 2 (2022)
       
  • Estimando a Potencialidade Hidrogeológica da Bacia Cárstica do Rio
           Vieira, Região Hidrográfica do Verde Grande, MG

    • Authors: Rafaela Assunção Gurita, Paulo Henrique Ferreira Galvão, Maria Antonieta Alcântara Mourão, Pedro Henrique da Silva Assunção
      Pages: 30156
      Abstract: Na bacia do rio Vieira, norte de Minas Gerais, onde há o predomínio de três domínios hidrogeológicos (granular, fissural e cárstico-fissural), questões sobre ineficiência da gestão dos recursos hídricos, aliadas ao clima semiárido e escassez de estudos locais, agravam as condições de disponibilidade hídrica, principalmente na estiagem. O objetivo deste artigo foi aplicar e adaptar um método de delimitação de potencial hidrogeológico em uma região cárstica, associando dados geológicos e morfoestruturais com testes de bombeamento de poços profundos (capacidade específica, Q/s, e transmissividade, T), bem como geofísica e sensoriamento remoto. O método foi validado com a calibração dos pesos de mapas temáticos com valores de T e Q/s, indicando que as regiões potencialmente mais produtivas estão relacionadas a quatro fatores: 1) densidade de lineamentos (morfoestruturais e geofísicos) e de feições cársticas, nas direções principais NE-SW e NNE-SSW; 2) tipos de sistemas aquíferos locais (granular, fissural e cárstico-fissural); 3) baixas declividades e proximidades com drenagens; e 4) recarga. Em toda a área, é notável a distribuição espacial de poços com alta variabilidade de produtividade (Q/s variando de 0,01 a 60 m³/h/m e T variando de 10-5 a 10-3 m2/h), o que indica que o aquífero cárstico na região é anisotrópico e heterogêneo.
      PubDate: 2022-10-13
      DOI: 10.14295/ras.v36i2.30156
      Issue No: Vol. 36, No. 2 (2022)
       
  • Prospecção de águas subterrâneas em Morfoestruturas Anelares que
           controlam os Sistemas Aquíferos da Bacia do Paraná, no Rio Grande do Sul
           (RS)

    • Authors: Nelson Amoretti Lisboa, Norberto Dani, Pedro Antonio Roehe Reginato
      Pages: 30174
      Abstract: A interpretação visual de pares estereoscópicos obtidos a partir da imagem Google Earth Pro, em diferentes escalas, propiciou o reconhecimento de diversas morfoestruturas anelares na Bacia do Paraná, no Rio Grande do Sul cuja geometria é essencial para a locação de sítios favoráveis à captação de água subterrânea. O estudo efetuado resultou no reconhecimento de cinco megadomos e sete morfoestrutuas anelares com diâmetros entre 10 e 20km. Estas morfoestruturas foram analisadas em função de padrões de drenagem e mapeamento de “dipslopes”, visando a identificação de sítios positivos ou negativos para a acumulação de água subterrânea. A metodologia foi testada através de dados de poços localizados em três morfoestruturas (duas localizadas na região de Quaraí, uma na região de Muitos Capões) para validação da metodologia proposta. Os resultados encontrados indicaram que em domos e antiformes, o centro da estrutura e suas proximidades são negativos para a captação de água subterrânea, enquanto que em bacias e sinclinais o centro e proximidades da estrutura são sítios positivos. Também as bordas das morfoestruturas com padrão de drenagem anelar, tanto domos como bacias, delimitadas por padrão de drenagem anelar, consistem em sítios positivos.
      PubDate: 2022-09-14
      DOI: 10.14295/ras.v36i2.30174
      Issue No: Vol. 36, No. 2 (2022)
       
  • O contato entre derrames vulcânicos como condicionante da ocorrência e
           da produtividade de aquíferos fraturados

    • Authors: Amanda Sanferari, Pedro Antonio Roehe Reginato, Sofia Dalmaz Quillfeldt
      Pages: 30137
      Abstract: Sistema Aquífero Serra Geral, fraturado e de potencial hídrico intensamente variado, representa o principal reservatório subterrâneo do nordeste do estado do Rio Grande do Sul e é controlado principalmente pelo sistema estrutural das rochas, através da ocorrência de fraturas e zonas de fraturas. Com isso, esse trabalho teve como objetivo avaliar o contato entre derrames vulcânicos como possível condicionante de aquíferos fraturados e sua influência na produtividade de poços tubulares. A pesquisa decorre de um levantamento de dados iniciais, obtidos a partir das informações cedidas pela CORSAN, SIAGAS e dados coletados em campo. Com essas informações, e através de descrições, análises estatísticas e gráficos, foi caracterizada a geologia e hidrogeologia do polígono de estudo. Os resultados permitiram descrever a Formação Gramado como predominante na região, composta por rochas basálticas, com estruturas de contato que não exibe erosão acentuada, mantendo o topo preservado. A Formação Palmas/Caxias diferencia-se por ser composta de rochas ácidas, com contatos de superfície irregular causados por uma estrutura erosiva e localizados em altitudes superiores, geralmente acima dos 539 m. A avaliação da produtividade foi realizada com base na análise dos parâmetros capacidade específica e vazão. O contato entre as formações é marcado pela sobreposição das rochas ácidas através de uma estrutura erosiva e bem definida, preferencialmente localizada entre 500 e 550 m. A avaliação hidrogeológica identificou que poços com entradas de água em altitudes menores que 550 m, possivelmente cruzando a zona de contato entre estas formações, apresentaram maior vazão média que poços associados exclusivamente às rochas da Formação Palmas/Caxias, localizados acima dos 550 m. Quanto a produtividade, os parâmetros indicam classes mais produtivas quando as entradas de água estão localizadas entre 550 e 650m de altitude. Da mesma forma, entradas de água em poços de alta vazão (maiores que 25 m³/h) ocorrem entre 600 e 650 m, e poços que não alcançam zonas de contato entre derrames possuem vazões inferiores ou são improdutivos. Por fim, a avaliação das áreas mais produtivas, através da análise de seções geológicas, indicou que as estruturas de contato estão associadas a entradas de água nos poços, tendo influência na circulação da água e produtividade dos poços.
      PubDate: 2022-09-14
      DOI: 10.14295/ras.v36i2.30137
      Issue No: Vol. 36, No. 2 (2022)
       
 
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