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Equatorial : Revista do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social
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ISSN (Online) 2446-5674
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  • “Umbanda Sem Paredes”

    • Authors: Mariana Andreotti Dias
      Pages: 1 - 27
      Abstract: “Umbanda sem paredes” foi a consideração de um espírito para os rumos que a Umbanda viria a tomar frente ao período problemático do vírus e doença, Sars-CoV-2 e covid-19, em 2019. “Sem paredes”, refere-se as estruturas físicas da casa sagrada e aos seus limites espirituais. Intenta-se expor as estratégias desenvolvidas pelo Terreiro de Umbanda do Pai Maneco, localizado em Curitiba/PR, para a consequente impossibilidade do exercício religioso presencial. As estratégias do Terreiro visaram atender a demanda física e espiritual dos membros e consulentes, por meio do desenvolvimento e adaptação tecnológica e a abertura da maioria das atividades do sagrado para as mídias. Vislumbrou-se perspectivas acerca do que se pensava e sentia sobre o espiritual e fazer religioso, ponderando que a pandemia provocou transformações nas relações sociais, espirituais e ritualísticas, específico da Umbanda, impregnando de outros sentimentos e modulações, algo que, historicamente, fora construído e tido como intocável.
      PubDate: 2022-03-22
      DOI: 10.21680/2446-5674.2022v9n16ID26492
      Issue No: Vol. 9, No. 16 (2022)
       
  • Estratégias de devotos e brincantes para a religiosidade em tempos de
           pandemia

    • Authors: Cicera Tayane Soares da Silva, José Felipe de Lima Alves, Itamara Freires de Meneses
      Pages: 1 - 9
      Abstract: As manifestações populares e religiosas tiveram suas dinâmicas modificadas com o surgimento da pandemia do Coronavírus, instaurada no Brasil em março de 2020, mas vivenciada por alguns países antes disso. A partir de uma conjuntura que trouxe consequências a nível mundial, observamos transformações nos aspectos: econômicos, sanitários, políticos e culturais. Devido a necessidade do isolamento social para conter as infecções causadas pelo vírus, as celebrações, algumas centenárias, tiveram que aderir ao processo de distanciamento social, provocando o cancelamento de romarias, eventos religiosos e festivos, comprometendo assim toda a agenda de diversos acontecimentos que caracterizam a cultura popular no Nordeste brasileiro.
      PubDate: 2022-03-19
      DOI: 10.21680/2446-5674.2022v9n16ID27928
      Issue No: Vol. 9, No. 16 (2022)
       
  • O ano em que a folia não saiu

    • Authors: Dora Motta dos Santos
      Pages: 1 - 22
      Abstract: Este artigo tem como objetivo abordar a cantoria do grupo carioca Céu na Terra (manifestação baseada na Folia de Reis), dando destaque ao ciclo natalino de 2020/2021, em que a manifestação cultural foi amplamente impactada pela pandemia de covid-19 e acompanhar as formas escolhidas pelo grupo para passar por este período, abordando o fato de pela primeira vez em 20 anos de tradição, o grupo ter deixado sua bandeira guardada, não saindo para as ruas e realizando o festejo apenas através de celebrações online. Nesta pesquisa, busco trazer também outros casos de coletivos populares que sofreram impactos devido à situação sanitária do país e abordar quais as estratégias escolhidas por eles para celebrar seus rituais em meio a tudo isso.
      PubDate: 2022-03-19
      DOI: 10.21680/2446-5674.2022v9n16ID26476
      Issue No: Vol. 9, No. 16 (2022)
       
  • “No tempo que se podia festejar” a cultura popular na Festa de
           Santo Antônio

    • Authors: Cicera Tayane Soares da Silva
      Pages: 1 - 16
      Abstract: A Festa de Santo Antônio ocorre anualmente na cidade de Barbalha, começando no último domingo do mês de maio ou no primeiro domingo do mês de junho. O evento abre o ciclo festivo na região do Cariri, iniciando-se com o corte da árvore que, posteriormente, será conhecido como o pau de Santo Antônio. Na abertura da festividade, tem-se o cortejo do Pau da Bandeira, momento onde o tronco de uma árvore percorre as principais ruas da cidade. Esse momento é considerado pelos brincantes e devotos como sendo a ocasião mais significativa da festa, pois é hora de hastear a bandeira do santo casamenteiro, anunciando para todo o Cariri que os festejos a Santo Antônio começaram. Após sua abertura inicia-se a Trezena a Santo Antônio, momento onde são realizadas missas em louvor ao Santo. Durante esse período também há a presença de festividades dançantes, quermesses e apresentações artísticas. No ano de 2015, a festa foi registrada como patrimônio cultural imaterial do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), tendo sua imagem ligada a cultura popular. A festa costuma receber um público de 250 mil pessoas, aproximadamente. No ano de 2020, a celebração, que ocorre desde 1928, foi adiada para o mês de outubro, que depois veio a ser totalmente cancelada, ocorrendo, apenas, em formato virtual. Frente ao contexto pandêmico vivenciado, o presente ensaio busca ofertar ao leitor uma visão sobre a Festa de Santo Antônio amparada nos grupos populares e como estes foram impactados pela pandemia do Coronavírus.
      PubDate: 2022-03-19
      DOI: 10.21680/2446-5674.2022v9n16ID25751
      Issue No: Vol. 9, No. 16 (2022)
       
  • “Omolu quer todo mundo no Olubaje”

    • Authors: Emília Guimarães Mota
      Pages: 1 - 25
      Abstract: O texto reúne material do trabalho de campo realizado para pesquisa de mestrado apresentada em 2019 com reflexões e observações a partir das experiências vividas durante o ano de 2020, em meio à pandemia de covid-19. A partir da expressão “ser com o outro” utilizada pela Iyalorixá da Casa de Oya, que permite conhecer o modo relacional das religiões de matriz africana (RMAs), o objetivo é apresentar como os desdobramentos da pandemia impactaram o cotidiano do terreiro. Enquanto filha desse terreiro de candomblé goiano e pesquisadora, proponho reflexões sobre as especificidades das RMAs bem como sobre algumas adaptações realizadas na rotina do terreiro, sobre o pedido de Omolu, para todos comparecerem ao Olubajé. Como continuar “sendo com os outros” se as orientações sanitárias impedem contato e proximidade, justamente características das práticas de convivência e ritualísticas dos terreiros'
      PubDate: 2022-03-19
      DOI: 10.21680/2446-5674.2022v9n16ID26154
      Issue No: Vol. 9, No. 16 (2022)
       
  • Romarias e práticas devocionais ao Padre Cícero e à Mãe das Dores em
           tempos de pandemia

    • Authors: Yslia Batista Alencar, Renata Marinho Paz
      Pages: 1 - 22
      Abstract: Neste artigo, analisamos os impactos da pandemia da Covid-19 sobre as crenças e práticas religiosas dos devotos do Padre Cícero e de Nossa Senhora das Dores, bem como percepções dos romeiros sobre a pandemia. A pesquisa, desenvolvida entre setembro de 2020 e março de 2021, baseou-se na interação junto a grupos de romeiros em redes sociais na internet. Apresentamos uma reflexão sobre o processo de realização de pesquisa, com seus limites e possibilidades, bem como sobre as visões dos nossos interlocutores sobre a pandemia, e como vêm sendo desenvolvidas suas práticas religiosas, especialmente aquelas relacionadas à devoção ao Padre Cícero. Trazemos também uma análise acerca das impressões dos romeiros sobre a pandemia e suas associações às prédicas escatológicas do Padre Cícero. Por fim, apresentamos percepções sobre o processo constante de recriação das romarias, agudizado neste cenário pandêmico.
      PubDate: 2022-03-19
      DOI: 10.21680/2446-5674.2022v9n16ID26138
      Issue No: Vol. 9, No. 16 (2022)
       
  • Pau-de-arara digital

    • Authors: Ribamar José de Oliveira Junior, Itamara Freires de Meneses
      Pages: 1 - 26
      Abstract: De cima de um pau-de-arara digital, analisamos como as manifestações religiosas e culturais da cidade de Juazeiro do Norte, região do Cariri, no interior do Ceará, enfrentaram os efeitos da pandemia da Covid-19 nos últimos dois anos. Ao lado das preces das romarias e das brincadeiras dos reisados, analisamos através da etnografia de tela duas lives realizadas em torno da materialidade de práticas devotas. No caso, consideramos os eventos virtuais “Encontro com os Romeiros”, da Romaria de Finados em 2020, e o “Dia de Reis”, do Reisado dos Irmãos em 2021, diante dos seus processos rituais. Por meio das estéticas do ritual na transmissão ao vivo do streaming, observamos como, das ruas para as telas, os fiéis e brincantes se transformam em um corpo coletivo engajado que devota nas redes sociais como uma das estratégias populares de pertencer à promessa do amanhã.
      PubDate: 2022-03-19
      DOI: 10.21680/2446-5674.2022v9n16ID25549
      Issue No: Vol. 9, No. 16 (2022)
       
  • Incertidumbre y miedo

    • Authors: Carolina Castellitti
      Pages: 1 - 26
      Abstract: O objetivo deste texto é propor uma reflexão sobre a incerteza, uma questão social contemporânea que adquiriu um sentido de urgência no contexto da pandemia de covid-19, traçando um diálogo entre campos de formação recente nas ciências sociais latino-americanas: a antropologia das emoções e o futuro como tópico de pesquisa. Em primeiro lugar, introduzimos o campo semântico desta noção a partir de uma definição de dicionário, onde emerge o vínculo entre incerteza e medo, projetado a partir do clássico dualismo corpo/mente. Longe de ser uma questão de racionalidade, a falta de segurança é colocada em perspectiva como um instrumento de governamentalidade à escala global. Em segundo lugar, referimo-nos a estudos empíricos que abordam experiências de alteração das marcas temporais e dos sentidos da passagem do tempo produzidos por situações de crise de um ponto de vista subjetivo e biográfico. Finalmente, introduzimos um exercício exploratório de investigação digital em redes sociais, que nos permitiu identificar a prevalência do “campo económico” e do “campo psi” nos diagnósticos da crise atual e na oferta de respostas. Concluímos sistematizando algumas reflexões sobre o papel das emoções nas formas de imaginar e forjar futuros, apontando possíveis caminhos para a investigação.
      PubDate: 2022-03-08
      DOI: 10.21680/2446-5674.2022v9n16ID26715
      Issue No: Vol. 9, No. 16 (2022)
       
  • Podcasts em sala de aula

    • Authors: Pedro Ribas, Ana Noronha
      Pages: 1 - 17
      Abstract: O presente artigo parte de dados etnográficos coletados pela equipe Mundaréu, um podcast de antropologia produzido em colaboração entre o Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília (DAN-UnB) e o Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Universidade Estadual de Campinas (Labjor-Unicamp). Apresentamos o projeto "O que faz a Antropologia' Desenvolvimento e estruturação de um podcast como um recurso digital de apoio ao ensino e à aprendizagem". Com isso, exploramos como podcasts podem ser usados em projetos educativos voltados para o ensino da antropologia. Além disso, debateremos o contexto de ensino em que o uso de tecnologias digitais vem crescendo e transformando as relações pedagógicas. Por fim, apontamos diferentes formas de como o projeto utilizou o podcast para incluir o áudio e a oralidade no ensino de antropologia. O objetivo do artigo é elencar argumentos que reflitam a oralidade sendo um elemento essencial nas relações de ensino e aprendizagem.
      PubDate: 2022-03-07
      DOI: 10.21680/2446-5674.2022v9n16ID25414
      Issue No: Vol. 9, No. 16 (2022)
       
  • Examinando um poderoso efeito de cura através de uma lente cultural,
           e encontrando significado

    • Authors: Daniel Elis Moerman, Matheus Cervo
      Pages: 1 - 23
      Abstract: Neste artigo, argumento que o "efeito placebo" não existe; placebos existem, mas eles são inertes, portanto não têm efeitos (é isso que "inerte" significa). No entanto, sabemos que muitas vezes acontecem coisas após a administração de placebo. Dentre as várias causas para tal mudança, atribuo alguns efeitos aos significados que os placebos transmitem aos participantes do evento médico - os médicos, enfermeiras, pacientes, família, comunidade, etc., do paciente. Chamo isso de "respostas significativas" e pesquiso aqui algumas das maneiras como elas ocorrem (com ou sem a presença de placebos). Em seguida, descrevo alguns estudos recentes que complicam dramaticamente a interpretação dos ensaios clínicos randomizados e nossos entendimentos que, talvez, sejam excessivamente simplistas acerca da natureza da eficácia médica.
      PubDate: 2022-01-21
      DOI: 10.21680/2446-5674.2022v9n16ID25760
      Issue No: Vol. 9, No. 16 (2022)
       
  • A fartura do desperdício

    • Authors: Ana Thaís Vasconcelos Santos, Jorge Luis Pereira Cavalcante
      Pages: 1 - 12
      Abstract: O caju é uma fruta nativa das regiões do Norte e Nordeste brasileiro. Possui um pseudofruto, pedúnculo, que é desperdiçado devido à valorização da castanha. Ele serve como matéria prima para diversas receitas regionais. O trabalho fotográfico teve como objetivo registrar imagens de um momento de desvalorização do aproveitamento do caju como um dos expoentes históricos da cultura alimentar cearense. O conjunto da obra, intitulada “A fartura do desperdício”, ficou em segundo lugar na categoria atividade cultural do curso de bacharelado em Nutrição do UNINTA, Sobral, Ceará, Brasil. Todas as imagens foram captadas por meio de celular. Por meio da análise da mensagem fotográfica relaciona-se a desvalorização do pedúnculo como matéria prima ao alto índice de desperdício na região.
      PubDate: 2022-01-20
      DOI: 10.21680/2446-5674.2022v9n16ID24881
      Issue No: Vol. 9, No. 16 (2022)
       
 
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