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Saúde e Meio Ambiente : Revista Interdisciplinar
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ISSN (Online) 2316-347X
Published by Universidade do Contestado Homepage  [4 journals]
  • Perfil dos fisioterapeutas atuantes no período de pandemia da
           Covid-19

    • Authors: Luiz Otávio Davanso, Lindicy Karla Vazzi, Marcio Rogerio de Oliveira
      Pages: 1 - 9
      Abstract: Introdução: O Coronavirus (Covid-19) é uma epidemia global e 2020 foi o ano infeccioso em todo o mundo. Desse modo, entender como os fisioterapeutas estão atuando neste momento se torna importante para elaborar estratégias e políticas públicas relevantes para conter a disseminação do vírus. Objetivo: Analisar a atuação e o perfil dos fisioterapeutas neste momento de pandemia. Métodos: Um total de 275 fisioterapeutas participaram da pesquisa eletrônica. O estudo foi realizado pelo link do Formulários Google abrangendo questões referentes à formação acadêmica, quesitos relacionados à prática profissional e aspectos relacionados a Covid-19. Resultados: No geral, os fisioterapeutas que possuem pós graduação (lato sensu) representaram a maior parcela da amostra. Entre os participantes, 263 (96%) relataram ter realizado algum procedimento fisioterapêutico neste momento de pandemia, destes 80% relataram atender de forma privada e os pacientes adultos e idosos são os que mais receberam cuidados. Sobre a realização do teste para detecção do Covid-19, 173 (63%) participantes responderam que não realizaram o teste. Conclusão: Os resultados do estudo apontam que os fisioterapeutas continuaram atendendo durante a pandemia e a maior parcela da amostra não realizou o teste para detecção do Covid-19. Estes achados podem contribuir para o direcionamento de novos estudos em relação a fisioterapia e o Covid-19. Palavras-chave: Fisioterapia; Covid-19; Competência profissional; Mão de Obra em Saúde.
      PubDate: 2022-02-15
      DOI: 10.24302/sma.v11.3534
      Issue No: Vol. 11 (2022)
       
  • Perfil de qualidade de vida e felicidade dos moradores de um assentamento
           rural na Amazônia Brasileira

    • Authors: Karolaine Lima Souza, Géssica Yanne Brasil Vieira, Diego Guilherme Santos Portella, Wagner do Carmo Costa, Marcos José Salgado Vital, Bianca Jorge Sequeira Costa
      Pages: 10 - 24
      Abstract: Introdução: qualidade de vida (QV) é a percepção do indivíduo de sua posição na vida, no contexto cultural e no sistema de valores. Objetivo: avaliar a QV e o nível de felicidade da comunidade do Projeto de Assentamento Nova Amazônia (PANA). Metodologia: estudo, observacional, transversal, prospectivo, descritivo, quantitativo e qualitativo, envolvendo 184 moradores do PANA. A coleta de dados foi realizada entre novembro de 2019 e setembro de 2020, por meio da aplicação do questionário WHOQOL-100 e de uma escala de felicidade desenvolvida por Lyubomirsky e Lepper. Resultados: evidenciou-se associação entre ser homem e ter melhor escore no domínio Físico (p= 0,014), ser mulher e melhor escore no domínio Espiritualidade/ Crenças (p= 0,030), ter maior renda e melhor escore no domínio Ambiente (p= 0,0003), ter maior nível de escolaridade e melhor avaliação global de QV (p= 0,008) e melhores escores nos domínios Independência (p= 0,023) e Ambiente (p= 0,015), ter de 18 a 39 anos e melhor escore no domínio Independência (p= 0,007) e entre morar no assentamento há menos tempo e ter mais independência (p=0,023). Não foi evidenciada associação entre os dados sociodemográficos e o nível de felicidade. Conclusão: Apesar de toda a dificuldade econômica e social vivenciada pela população estudada, tanto os escores de QV quanto de felicidade encontram-se em um patamar mediano. Os domínios Físico e Ambiental foram os mais fragilizados, apresentando os menores escores e os principais problemas apontados pelos participantes foram a ocorrência de dores osteomusculares, o ambiente do lar, ausência de lazer/recreação e a ineficiência do transporte público Palavras-chave: Qualidade de vida; Felicidade; População rural.
      PubDate: 2022-02-15
      DOI: 10.24302/sma.v11.3576
      Issue No: Vol. 11 (2022)
       
  • COVID-19 e doenças fúngicas invasivas

    • Authors: Virgínia Michelle Svedese, Esdras Santos Macedo, Isabela Ferreira Leão, Michely Correia Diniz
      Pages: 25 - 42
      Abstract: Com o surgimento da pandemia da COVID-19, diversos fatores contribuem para que os pacientes infectados se tornem suscetíveis a infecções fúngicas oportunistas. O objetivo deste trabalho foi apresentar o panorama das pesquisas sobre a COVID-19 e sua associação com as infecções fúngicas causadas por C. auris e por fungos da ordem Mucorales, mapeando também o desenvolvimento de produtos e de processos através da busca de depósitos de patentes. A produção científica nos anos de 2020 e 2021, no PUBMED, sobre mucormicose mostrou que 23,7% dos artigos traziam associação com a COVID-19. Com o termo C. auris, 1,6% dos artigos relaciona-se ao novo coronavírus. Dos depósitos de patentes encontrados, 24,1% são depósitos que associam COVID e os agentes das infecções fúngicas. A crise sanitária oriunda da COVID-19, juntamente com a associação das infecções fúngicas, alavancou a produção de conhecimento, produtos e processos em curto espaço de tempo. Há produções científicas e patentárias de vários países do mundo que são extremamente importantes para orientar na melhor conduta a fim de evitar perdas de vidas humanas. Palavras-chave: Candida auris; Fungo negro; Patentes.
      PubDate: 2022-02-15
      DOI: 10.24302/sma.v11.3865
      Issue No: Vol. 11 (2022)
       
  • Contaminação do leite materno por agrotóxicos e implicações na saúde
           infantil

    • Authors: Amanda Souza Sandes, Tamires de Carvalho Amorim, Vitória Pinheiro de Queiroz, Laise Cedraz Pinto Matos
      Pages: 43 - 58
      Abstract: Introdução: O aleitamento materno é uma via de eliminação de poluentes orgânicos persistentes, também conhecidos como agrotóxicos e pesticidas. Esta condição pode gerar conseqüências graves no crescimento infantil e alterações neurológicas em lactentes expostos a estes contaminantes. Objetivo: avaliar o impacto da contaminação do leite materno por agrotóxicos e suas implicações para saúde infantil. Métodos: as buscas desta revisão foram realizadas no PubMed, Medline e Scopus pelos descritores "Milk, Human", "Pesticide" ou "Residue Pesticide" e um total de 34 artigos foram selecionados. Resultados: Muitos estudos detectaram agrotóxicos no leite materno, especialmente organoclorados, em variadas concentrações. Dados controversos também foram identificaram em relação ao baixo nível dos pesticidas no leite e baixa avaliação de risco para lactentes. Houve associação entre o nível de contaminação com características maternas como número de gestações, idade, ocupação, condições sociais, de saúde e alimentação; e efeitos deletérios aos lactentes como alterações no crescimento infantil, na microbiota e comportamentais. Conclusão: a concentração de resíduos de agrotóxicos no leite materno se relaciona à características maternas. Lactentes mais expostos e de gestoras que apresentam maior vulnerabilidade podem apresentar efeitos deletérios à saúde, necessitando de avaliação pediátrica vigilante. As práticas do aleitamento materno e da minimização do uso de agrotóxicos devem ser sempre encorajadas. Palavras-chave: Aleitamento materno; Agrotóxicos; Leite materno; Pesticidas.
      PubDate: 2022-02-15
      DOI: 10.24302/sma.v11.3986
      Issue No: Vol. 11 (2022)
       
  • Utilização da casca de ovo de galinha como estratégia de aumento de
           cálcio em alimentos

    • Authors: Luciana Pandolfi, Catia dos Santos Branco, Elizete Maria Pesamosca Facco, Gabriela Chilanti
      Pages: 59 - 70
      Abstract: Introdução: A casca do ovo da galinha é um alimento rico em cálcio, pois contém cerca de 40% de carbonato de cálcio em sua composição e sua fortificação em alimentos é uma alternativa sustentável para atender as necessidades da população com deficiência desse micronutriente. Objetivo: Desenvolver dois produtos alimentícios (pão e sorvete) acrescidos de 5 g do pó da casca do ovo para cada 100 g/ml de farinha/ou leite usados na formulação, visando um aumento do teor de cálcio e analisar a qualidade microbiológica. Métodos: Foram realizadas análises de composição nutricional, quantificação do teor de cálcio e a qualidade microbiológica (Coliformes termotolerantes, Estafilococos coagulase positiva e Salmonella sp.) da casca do ovo e dos produtos elaborados. Resultados: Os teores de cálcio presentes nos alimentos fortificados variaram de 755 mg a 1,180 mg/100g, valores significativamente mais elevados que as formulações sem a fortificação (p<0,05). Os produtos fortificados tiveram incremento no conteúdo mineral total (cinzas) e redução no teor de açúcar e valor energético. A casca submetida a diferentes métodos de higienização não apresentou contaminação por Coliformes termotolerantes, Estafilococos ou Salmonella sp, assim como os produtos fortificados, os quais apresentaram-se dentro dos parâmetros microbiológicos exigidos pela legislação. Conclusão: A fortificação de alimentos com o pó da casca do ovo poderá contribuir para um aumento da ingestão diária de cálcio e prevenção da deficiência desse nutriente, além de ser um alimento seguro para o consumo humano, pois apresenta boa qualidade higiênico-sanitária quando processado de maneira adequada. Palavras-chave: Aproveitamento integral dos alimentos. Alimentos fortificados. Microbiologia de alimentos.
      PubDate: 2022-03-04
      DOI: 10.24302/sma.v11.3556
      Issue No: Vol. 11 (2022)
       
  • Relação da duração da avaliação entre o tempo de uso do
           acelerômetro e a perda amostral em idosas participantes do Estudo
           Ambiente Saudável (EAS), Rio do Sul, SC

    • Authors: Giovane Pereira Balbé, Francielle Zeni, Jaqueline Laurindo, Clair Antônio Wathier
      Pages: 71 - 84
      Abstract: Introdução: Medidas de acelerometria têm possibilitado resultados práticos e precisos na avaliação da atividade física em diferentes populações, no entanto, existe uma falta de detalhamento metodológico quanto aos procedimentos utilizados nesse tipo de estudo quando realizados em idosos, especialmente na duração da medição. Objetivo: Analisar se a duração de medição de atividade física pode influenciar no tempo de uso diário de acelerômetro e na perda amostral em idosas obesas e não obesas, integrantes do Estudo Ambiente Saudável (EAS). Métodos: Trata-se de um estudo transversal e descritivo para a avaliação da atividade física com uso do acelerômetro durante 30 dias. A amostra contou com 64 idosas participantes ou não de grupos de atividade física, organizados pela Secretaria de Saúde, Assistência e Desenvolvimento Social de Rio do Sul, SC. Foram divididas em Grupo Não Obeso (GNO) e Grupo Obeso (GO), mediante avaliação do índice de massa corporal. Aspectos operacionais para coleta dos dados envolveram visitas semanais na residência das participantes para troca do acelerômetro, bem como, o acompanhamento semanal com ligações para controle da qualidade das coletas. Resultados: O tempo médio de uso de acelerômetro foi de aproximadamente 10 horas/dia entre os grupos GO e GNO, tanto nos dias de semana como final de semana ao longo de todo o acompanhamento. A proporção de desistência total ao longo do estudo foi de 50%. Maior proporção de perda amostral foi observada após sete dias de duração da avaliação de atividade física por meio de acelerometria. Conclusão: Evidenciou-se que a duração de até sete dias de avaliação de atividade física via acelerometria parece acarretar menor perda amostral em estudos com idosos. Palavras-Chave: Idosos. Acelerometria. Motivos de desistência. Aspectos metodológicos.
      PubDate: 2022-05-27
      DOI: 10.24302/sma.v11.3517
      Issue No: Vol. 11 (2022)
       
  • Qualidade do ambiente “Indoor” de serviços de diagnóstico por
           imagens em hospitais

    • Authors: Silvia Pierre Irazusta, Fábio Henrique de Oliveira, Thiago Aguiar Cacuro, Paulo José Balsamo
      Pages: 85 - 98
      Abstract: Estimativas de riscos de radiação em baixas doses e baixas taxas de dose são importantes, por exemplo, para populações que vivem em áreas contaminadas após acidentes nucleares ou em áreas de alta radiação natural de fundo, ou para proteção de radiação de indivíduos ocupacionalmente expostos à radiação ionizante. Este trabalho teve por objetivo estudar o ambiente interno no que diz respeito à Segurança Radiológica e à contaminação microbiológica por fungos aerotransportados, monitorando os potenciais efeitos mutagênicos causados por possíveis baixas doses de exposição à radiação. Como bioindicador de mutagenicidade, escolheu-se a produção de micronúcleos por Tradescantia pallida, um dos organismos mais sensíveis para a detecção de mutagênicos no ar; a pesquisa de contaminação por fungos foi realizada por deposição espontânea em placa. Foram monitorados cinco serviços de imagem de Hospitais da cidade de Sorocaba, estado de São Paulo, Brasil, dois deles públicos e os outros três privados. Os resultados apontaram atividade mutagênica nas salas de imagens dos dois hospitais públicos, mas não nos três serviços privados de imagens. Foram encontrados esporos, principalmente dos gêneros Aspergillus, Penicillium, Cladosporium e Fusarium, em todas as salas, indicando risco de infecções oportunistas, principalmente relacionadas à presença dos gêneros Penicilium sp e Fusarium sp. O bioensaio de T. pallida representa uma ferramenta coadjuvante no monitoramento desses ambientes internos e mostrou que existe atividade mutagênica, apesar de serem ambientes controlados. Portanto, mesmo nesses ambientes controlados os riscos relacionados à exposição à radiação ainda são imponderáveis. Palavras-chave: Radiação ionizante. Tradescantia pallida. Mutagênese. Fungos Anemófilos.
      PubDate: 2022-05-28
      DOI: 10.24302/sma.v11.4102
      Issue No: Vol. 11 (2022)
       
 
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