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Revista de Antropologia
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ISSN (Print) 0034-7701 - ISSN (Online) 1678-9857
Published by Universidade de São Paulo Homepage  [48 journals]
  • Para além do sonho e da vigilia. O sonho ameríndio e a
           existência

    • Authors: Gemma Orobitg
      Abstract: Neste artigo analiso a dupla dimensão do sonho ameríndio, como viagem da alma e como ação provocada por outros seres que não o sonhador. O objetivo é discutir algumas interpretações recorrentes do sonho ameríndio e explorar o status ontológico do sonho para traçar uma proposta alternativa àquelas análises da experiência do sonho indígena que reproduzem a dicotomia sonho-vigília. Os estudos etnográficos sobre o sonho ameríndio e minhas pesquisas entre os indígenas Pumé dos Llanos do sudoeste da Venezuela são a base para responder às perguntas: o que é a experiência indígena do sonho' O que é o sonho' Por que o sonho é um estado ontológico, ou seja, representa, por um lado, o princípio da vitalidade da pessoa e, por outro, o fundamento da existência de todas as entidades que povoam o cosmos'
      PubDate: 2022-11-25
      DOI: 10.11606/1678-9857.ra.2022.185870
      Issue No: Vol. 65, No. 3 (2022)
       
  • Notas sobre os Sonhos Yanomami

    • Authors: Hanna Limulja
      Abstract: Este artigo pretende compreender alguns aspectos dos sonhos yanomami, como sua relação com a noite e com o pei utupë – imagem vital que constitui a pessoa yanomami. Neste sentido, apresento o cotidiano de uma casa coletiva e os momentos de uma festa intercomunitária reahu. Entre o dia-a-dia e a festa, passo pelo mito de origem da noite e pelas noções de pessoa e cosmos yanomami, buscando demonstrar como a relação entre a noite e a emergência do sonho e do sentimento de saudade supõe uma outra relação mais profunda entre a noite e a manifestação do pei utupë.Também procuro demonstrar como a festa intercomunitária reahu, ocasião em que se realiza os ritos funerários, se constitui como um simulacro do céu dos pore, destino póstumo yanomami, tomando a forma de um grande sonho.
      PubDate: 2022-11-25
      DOI: 10.11606/1678-9857.ra.2022.197980
      Issue No: Vol. 65, No. 3 (2022)
       
  • Plantas, sonhos e metáforas: reflexões sobre os meios de
           influência ameríndios

    • Authors: José Antonio Kelly Luciani
      Abstract: Este artigo é dedicado aos meios à disposição dos povos ameríndios para aumentar a eficácia pessoal, ou seja, meios usados ​​para aumentar a influência sobre os outros. Meu argumento, em poucas palavras, é que os sonhos, as plantas mágicas (e outras substâncias classificadas junto com elas) e o discurso metafórico são esses meios de auxiliar a influência sobre os outros - ou evitar ser alvo da influência dos outros. O segundo ponto é que tais meios, auxílios ou dispositivos intensificadores devem envolver a interação do que normalmente se traduz como “almas”, “imagens vitais” ou “duplos” - os aspectos imateriais da pessoa - para que sejam eficazes.
      PubDate: 2022-11-25
      DOI: 10.11606/1678-9857.ra.2022.201332
      Issue No: Vol. 65, No. 3 (2022)
       
  • Tempo e evento na onirocrítica ameríndia: um balanço
           bibliográfico

    • Authors: Karen Shiratori
      Abstract: Este artigo consiste na revisão bibliográfica da literatura etnológica sobre sonhos dedicada aos povos indígenas das Terras Baixas da América do Sul. O fio condutor da exposição é a análise do acontecimento onírico, resultado das perambulações da alma, e sua influência na vida desperta. Sustento que, como eventos reais — não restritos à psicologia individual —, as distintas relações que a alma estabelece com seus interlocutores oníricos influem diretamente na interpretação dos sonhos e nos efeitos que se fazem notar na vigília. Ao considerar a inadequação de um repertório conceitual pautado no método psicanalítico e nas noções de presságio, destino e fatalidade, busco uma concepção de onirocrítica que inclua a ideia de um tempo aberto e reversível. A reflexão que proponho organiza-­‐se em dois momentos: (I) o sonho como diagnóstico de eventos em curso e (II) a manipulação das possibilidades engendradas como virtualidade.
      PubDate: 2022-11-25
      DOI: 10.11606/1678-9857.ra.2022.195928
      Issue No: Vol. 65, No. 3 (2022)
       
  • “É preciso força pra saber sonhar”: reflexões a respeito dos sonhos
           entre famílias tupi guarani no sudoeste do estado de São Paulo

    • Authors: Lígia Rodrigues de Almeida
      Abstract: Pretende-se neste trabalho discutir a respeito da maneira como as famílias tupi guarani, que vivem em aldeias localizadas no sudoeste do estado de São Paulo, dissertam sobre seus sonhos e como eles estão relacionados à constituição da pessoa. Para tanto abordarei suas formulações acerca da noção de mbaraeté, que consiste no fortalecimento de seus corpos-espíritos, condição que possibilita que os sonhos sejam experienciados de maneiras distintas pelas pessoas. O que pretendo discutir a partir do contraponto trazido por meus interlocutores de pesquisa entre os sonhos experienciados pelas crianças, as quais ainda não estão fortalecidas, e aqueles que são vivenciados por pessoas que estão mbaraeté (fortes). Convém destacar que os sonhos, para essas famílias não se concluem ao acordar, de modo que seus desdobramentos na vida das pessoas dependem das ações do sonhador e de seus ouvintes, tanto ao despertar quanto nos dias subsequentes.
      PubDate: 2022-11-25
      DOI: 10.11606/1678-9857.ra.2022.195929
      Issue No: Vol. 65, No. 3 (2022)
       
  • A troca do fio e os descaminhos do duplo: sonho e vigília entre os
           Ye’kwana do rio Auaris

    • Authors: Majoí Favero Gongora
      Abstract: O artigo versa sobre reflexões dos Ye’kwana do rio Auaris acerca das experiências oníricas e os seus efeitos na vigília. O sonho é um afastamento temporário do duplo em relação à pessoa (corpo) e, nesse sentido, é expressão dos caminhos e descaminhos do duplo em outros mundos. Meus interlocutores contam que as pessoas comuns não sonham bem, pois ao dormirem seus duplos andam por lugares onde o encontro com entes perigosos é corriqueiro. Diferentemente dos pajés, as pessoas comuns não controlam os percursos de seus duplos durante o sonho. Além de trazer à baila as histórias verdadeiras (wätunnä) sobre a origem da morte, da descontinuidade entre o sonho e a vigília e do sono, o estudo aborda conceitos centrais para o entendimento da configuração da pessoa ye’kwana - duplo (äkaato) e fio do duplo (wadeeku ekaato) - e analisa a onirocrítica nativa, uma reflexão especulativa e prática implicada em futuros possíveis prefigurados nos sonhos.
      PubDate: 2022-11-25
      DOI: 10.11606/1678-9857.ra.2022.202291
      Issue No: Vol. 65, No. 3 (2022)
       
  • Numa terra estranha: sonho, diferença e alteração entre os
           Tikmũ’ũn (Maxakali)

    • Authors: Roberto Romero Ribeiro Júnior
      Abstract: A ideia de que o sonho seja qualquer coisa como uma “viagem da alma” é de uma recorrência etnográfica impressionante. O que se entende por “viagem” e “alma” nos mais variados contextos está longe, contudo, de ser algo evidente. Os Tikmũ’ũn, mais conhecidos como Maxakali (MG), costumam igualmente descrever sua experiência onírica como um deslocamento da “alma” (koxuk) por caminhos tortuosos e perigosos que costumam desembocar nas terras estranhas onde vivem seus parentes mortos e de onde o retorno nem sempre é fácil, se é mesmo possível. Porém, mais do que isso, é curioso notar como a experiência da viagem e do deslocamento, entre eles, possui paralelos com a sua experiência onírica. Desse modo, não somente o sonho é algo como uma “viagem” como suas viagens parecem remeter – bem como a estimular – a experiência onírica. Neste artigo, pretendo explorar estes paralelos entre “sonho” e “viagem”, bem como aqueles entre “sonho”, “corpo”, “doença” e “morte”.
      PubDate: 2022-11-25
      DOI: 10.11606/1678-9857.ra.2022.195930
      Issue No: Vol. 65, No. 3 (2022)
       
  • Rituais da Mística. A mística do MST e as aporias da
           ação coletiva

    • Authors: Christine Chaves
      Abstract: Conceito com inequívoca origem religiosa, mística é uma categoria central nas concepções e práticas políticas do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra/ MST, presente em suas múltiplas esferas de ação e distintas atividades. Considerada “a alma do Movimento”, no presente artigo investigo alguns desdobramentos e implicações do uso dessa categoria religiosa como ferramenta organizativa e de ação política. Para tanto, valho-me de fragmentos etnográficos, temporalmente descontínuos, de cerimônias coletivas sem-terra também nomeadas mística. Os fragmentos selecionados subsidiam a apreciação de diferentes facetas do caleidoscópio de significados, práticas e fenômenos sociais acionados pela mística e continuamente recriados por seus rituais. Minha discussão analítica baliza-se numa interpretação histórico-etnográfica mais geral sobre o MST como fenômeno político e sobre o papel que a criação de eventos, entendidos como rituais, nele desempenha.
      PubDate: 2022-11-25
      DOI: 10.11606/1678-9857.ra.2022.197973
      Issue No: Vol. 65, No. 3 (2022)
       
  • “E o fuzil, tu vende pra quem'”: Os diferentes significados da
           corrupção entre candidatos à carreira de policial militar no Rio de
           Janeiro

    • Authors: Eduardo de Oliveira Rodrigues
      Abstract: A estruturação de diferentes mercados ilegais imprescinde da participação de agentes públicos de segurança na sua operação. No tocante ao Brasil, tal fato é parte daquilo que comumente denomina-se “corrupção policial”. Muitas análises que se debruçaram sobre o tema encaram a corrupção enquanto desvio de certas normas sociais instituídas, que, no caso das polícias, seriam tributárias de problemas ligados à formação recebida pelos policiais e, principalmente, ao saber prático das ruas. O presente artigo, todavia, sugere um olhar diferente sobre o problema, que se constrói a partir de pesquisa etnográfica junto candidatos à carreira de policial militar anteriormente a qualquer contato formal com a corporação. Tomada enquanto resultado de processos de “classificação social”, a corrupção é uma categoria dinâmica nutrida por “moralidades situacionais” que permitem a agência dos sujeitos. Sendo assim, que moralidades informam diferentes significados de corrupção para candidatos à carreira de policial militar no Rio de Janeiro'
      PubDate: 2022-11-25
      DOI: 10.11606/1678-9857.ra.2022.195921
      Issue No: Vol. 65, No. 3 (2022)
       
  • Ocupando o cubo branco: reflexões sobre a entrada da
           pixação no mundo da arte

    • Authors: Gabriela Pereira de Oliveira Leal, Ricardo Marnoto Oliveira Campos
      Abstract: Neste artigo descrevemos e analisamos a entrada da pixação no mundo da arte. Ao reconstituir situações que contribuíram com este trânsito, mostramos que o estigma e criminalização desta prática na esfera pública não impediram a sua gradual entrada em certos circuitos artísticos. Embora o processo de artificação da pixação envolva diferentes eventos e sujeitos, defendemos que ele resulta em grande medida de estratégias desencadeadas pelos próprios pixadores. Tal como ocupam as superfícies da cidade, eles e elas ocuparam o mundo da arte para fundar um lugar próprio. As reflexões apresentadas se baseiam em pesquisa sobre arte urbana realizada entre os anos de 2017 e 2021, que recorreu à análise de documentos e entrevistas em profundidade com um conjunto de atores sociais envolvidos neste contexto.
      PubDate: 2022-11-25
      DOI: 10.11606/1678-9857.ra.2022.197969
      Issue No: Vol. 65, No. 3 (2022)
       
  • Um sistema iroquês amazônico: parentesco e aliança
           Enawene-Nawe

    • Authors: Marcio Silva
      Abstract: Vocabulários de parentesco iroqueses são um dos temas mais longevos da antropologia social. Este artigo retoma esta longa tradição. Baseado em dados etnográficos de primeira mão, o texto a seguir oferece uma análise das classificações de parentesco de um povo de língua aruaque da Amazônia meridional, os Enawene-Nawe. Como é típico desses vocabulários, o caso em questão não expressa uma regra prescritiva de casamento. O discurso nativo formula apenas duas interdições: uniões entre pessoas do mesmo clã e entre parentes genealogicamente próximos. Por outro lado, os Enawene-Nawe apontam uma fórmula virtuosa de união matrimonial que se manifesta nos planos dos conceitos e das práticas: a troca direta entre duas famílias, vedada a repetição nas gerações seguintes.
      PubDate: 2022-11-25
      DOI: 10.11606/1678-9857.ra.2022.195922
      Issue No: Vol. 65, No. 3 (2022)
       
  • Viola tricolor. Lévi-Strauss e o pensamento selvagem

    • Authors: Marco Antonio Valentim
      Abstract: O ensaio propõe uma leitura de O pensamento selvagem em função da tarefa de reconstruir a tese lévi-straussiana segundo a qual o totemismo é um regime simbólico do pensamento selvagem. Para tanto, alguns pontos serão destacados: (i) o problema antropológico-filosófico do conceito de selvagem; (ii) a definição precisa e o emprego complexo do conceito em O pensamento selvagem; (iii) a distinção epistemológico-modal entre pensamento selvagem e pensamento domesticado; (iv) a lógica totêmica e a ontologia imagética do pensamento selvagem; e, como conclusão, (v) o seu rendimento cosmológico e filosófico para a inteligibilidade do Antropoceno.
      PubDate: 2022-11-25
      DOI: 10.11606/1678-9857.ra.2022.197970
      Issue No: Vol. 65, No. 3 (2022)
       
  • Antropologia da mídia: entre a comunicação e os estudos culturais.
           Dobras, tensões e desafios

    • Authors: Mercedes Calzado, Victoria Irisarri
      Abstract: Este artigo revisa as interseções entre antropologia e comunicação a partir de uma perspectiva que aproximou as duas disciplinas: os estudos culturais.  Essas disciplinas estavam interessadas pelos meios de comunicação, pela vida cotidiana das pessoas e seu vínculo com os meios de comunicação, além da etnografia como uma abordagem teórico-metodológica. O artigo está estruturado em três momentos. Em primeiro lugar, focaliza-se como a antropologia entra nos estudos da comunicação, em seguida, analisa como a comunicação se dobra sobre a antropologia a partir da preocupação com a noção de cultura e a incorporação da etnografia como método. Por fim, nas conclusões, analisa as conexões e desconexões das perspectivas frente aos novos desafios da pesquisa da mídia e dá conta das disputas geradas em torno do uso da etnografia como instrumento de pesquisa.
      PubDate: 2022-11-25
      DOI: 10.11606/1678-9857.ra.2022.197981
      Issue No: Vol. 65, No. 3 (2022)
       
  • Vírus, guerras e novos heróis: a pandemia da Covid-19 sob o
           biomilitarismo

    • Authors: Octávio Sacramento
      Abstract: Desenvolvo um exercício compreensivo sobre as construções sociais mais proeminentes, induzidas sobretudo pela ciência, em torno da pandemia de Covid-19, considerando para tal conteúdos jornalísticos online segundo uma perspetiva inspirada no desígnio etnográfico da procura de sentidos. Constato que as metáforas bélicas assumem um papel hegemónico como recursos semânticos privilegiados de conceptualização da crise sanitária e do que é feito, a vários níveis, para lidar com a situação de emergência. Estas metáforas expressam-se desde a escala microfísica de caracterização do vírus e da sua relação com o organismo humano à escala social da epidemiologia da infeção, das respostas socio-sanitárias, das implicações geopolíticas e das expressões identitárias de diferentes agentes, sobretudo dos profissionais que atuam nas esferas da ciência e da saúde. Ironicamente, a pandemia que atrai tantos tropos que remetem para a guerra e o militarismo tem-se constituído, em simultâneo, como um campo de indução de guerras tácitas, dando azo a múltiplas disputas político-ideológicas e tensões geopolíticas.
      PubDate: 2022-11-25
      DOI: 10.11606/1678-9857.ra.2022.195914
      Issue No: Vol. 65, No. 3 (2022)
       
  • O Brasil diante do afropessimismo de Frank Wilderson III

    • Authors: Igor Thiago Silva de Sousa, Denise Ferreira da Costa Cruz
      PubDate: 2022-11-25
      DOI: 10.11606/1678-9857.ra.2022.202292
      Issue No: Vol. 65, No. 3 (2022)
       
  • Trajetória de aprendizado em um terreiro amazônico

    • Authors: Kauã Vasconcelos Silva
      PubDate: 2022-11-25
      DOI: 10.11606/1678-9857.ra.2022.202294
      Issue No: Vol. 65, No. 3 (2022)
       
  • Os efeitos da tradução: presença ritual, imagens e
           materialidades ameríndias

    • Authors: Leonardo Carvalho Bertolossi
      PubDate: 2022-11-25
      DOI: 10.11606/1678-9857.ra.2022.202295
      Issue No: Vol. 65, No. 3 (2022)
       
  • Novas perspectivas sobre os sonhos ameríndios: uma
           apresentação

    • Authors: Karen Shiratori, Majoí Favero Gongora, Renato Sztutman, Roberto Romero Ribeiro Júnior
      PubDate: 2022-11-25
      DOI: 10.11606/1678-9857.ra.2022.202767
      Issue No: Vol. 65, No. 3 (2022)
       
  • “Nós que sabemos sonhar”: Entrevista com Sandra Benites, Sérgio
           Yanomami e Alberto Álvares

    • Authors: Karen Shiratori, Gemma Orobitg, Roberto Romero Ribeiro Júnior, Marcelo Hotimsky
      PubDate: 2022-11-25
      DOI: 10.11606/1678-9857.ra.2022.202953
      Issue No: Vol. 65, No. 3 (2022)
       
  • “Ser índio deixou de ser sinônimo de escondido no mato”: uma
           conversa sobre visibilidade com Ailton Krenak

    • Authors: Adriano De Lavor Moreira
      Abstract: Ailton Alves Lacerda Krenak é uma das vozes indígenas brasileiras de maior visibilidade na atualidade. Ativista, jornalista e escritor, ele nasceu em 1953 na Terra Indígena Krenak, na região do Vale do Rio Doce, na região Sudeste do país. Nos últimos anos, sua presença tem sido bastante requisitada no meio acadêmico e nos espaços midiáticos, principalmente quando estão em pauta os direitos dos povos indígenas e os impactos da ação predatória do homem para o futuro do planeta.
      PubDate: 2022-11-25
      DOI: 10.11606/1678-9857.ra.2022.202285
      Issue No: Vol. 65, No. 3 (2022)
       
  • Os sonhos da antropologia

    • Authors: Pedro de Niemeyer Cesarino, Heloisa Buarque de Almeida
      Abstract: O número 65(3)-2022 da Revista de Antropologia reúne um conjunto importante de artigos dedicados ao rendimento dos sonhos para povos ameríndios, que integram o dossiê “Novas perspectivas sobre os sonhos ameríndios: uma apresentação”, organizado por Karen Shiratori, Majoí Fávero Gongora, Renato Sztutman e Roberto Romero Ribeiro Júnior (2022). Os artigos pretendem reavaliar o papel que os sonhos exercem na antropologia, tendo em vista o seu caráter secundário e frequentemente relegado à esfera da individualidade e da psicologia. Com foco nos povos indígenas das terras baixas da América do Sul, os artigos partem de etnografias detalhadas que evidenciam a relação entre sonhos e cosmopolíticas ameríndias, tendo em vista o fato de que, entre povos indígenas, a dimensão onírica não se compreende bem a partir da invenção ocidental da psique e se projeta, antes, para a exterioridade.
      PubDate: 2022-11-25
      DOI: 10.11606/1678-9857.ra.2022.203063
      Issue No: Vol. 65, No. 3 (2022)
       
 
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