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ISSN (Print) 2318-8855
Published by Universidade de São Paulo Homepage  [48 journals]
  • Novos ventos de 2022

    • Authors: Beatriz Gasques Favilla , Guilherme Oliveira Souza
      Pages: 8 - 21
      PubDate: 2022-08-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v11i1p8 - 21
      Issue No: Vol. 11, No. 1 (2022)
       
  • A Bela e a Fera

    • Authors: Gabriel Donizetti Ferreira Simionato
      Pages: 23 - 48
      Abstract: Este artigo tem por objetivo analisar as representações de gênero presentes em três versões do conto A Bela e a Fera. Escolheu-se para análise a primeira versão escrita de 1740, de Gabrielle de Villeneuve; a segunda versão escrita de 1756, de Jeanne-Marie de Beaumont; e a versão cinematográfica animada de 1991, produzida pelos estúdios Disney. Entende-se os contos de fadas como tecnologias coloniais e modernas de construção de gênero. O conto A Bela e a Fera foi escolhido devido sua difusão pelo mundo ocidental. Para a análise, utilizou-se dos conceitos de gênero, conforme Butler (2019) e Lauretis (1993; 2019); o conceito de representação, segundo Chartier (1991) e Pesavento (1999); e o conceito de colonialidade de gênero, de acordo com Lugones (2008; 2012) e Walsh (2018). Conclui-se que as versões do conto analisadas produzem e reproduzem noções coloniais, modernas, binárias, dicotômicas e hierárquicas de gênero.
      PubDate: 2022-08-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v11i1p23 - 48
      Issue No: Vol. 11, No. 1 (2022)
       
  • A lenda do Eldorado

    • Authors: Bruno Stori
      Pages: 49 - 81
      Abstract: Articulando um complexo repertório maravilhoso que emprestava elementos das mirabilia medievais, o imaginário europeu sobre o Novo Mundo e relatos indígenas, a lenda do Eldorado foi um importante fator de mobilização para a conquista, exploração e colonização da América do Sul desde meados do século XVI. A cidade dourada figurou nos mapas europeus da Amazônia e da Guiana até meados do século XIX como fruto da influência do maravilhoso na mentalidade europeia, transformando-se ao longo da modernidade conforme novas formas de pensamento surgiam. Tendo em vista as considerações de John Brian Harley e Matthew Edney sobre a história da cartografia crítica e o conceito de “cartografia especulativa” trabalhado por Felipe Fernández-Armesto, pretendemos analisar um conjunto de mapas europeus da América do Sul produzidos entre os séculos XVI e XIX e que figuram o Eldorado para identificar possíveis mudanças, permanências e remodelações do mito neste período. Defendemos a tese de que o desenvolvimento do empirismo e do cientificismo não resultou no apagamento do Eldorado no imaginário, mas gerou novas explicações para a lenda que foram retratadas nos mapas, perpetuando as especulações sobre regiões da Amazônia pouco conhecidas pelos europeus.
      PubDate: 2022-08-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v11i1p49 - 81
      Issue No: Vol. 11, No. 1 (2022)
       
  • A muralha e a tempestade

    • Authors: Enzzo Sato Inada
      Pages: 82 - 99
      Abstract: “Marcha dos Voluntários” é uma canção de Tian Han e Nie Er, criada para ser trilha sonora do filme “Os Filhos da Tempestade”, de 1935. Contudo, seu impacto sociocultural, bem como sua polissemia interpretativa foram tão relevantes naquele período, que a marcha logo se consagraria como o Hino Nacional da recém criada República Popular da China. Este presente artigo propõe analisar alguns aspectos verbais e musicais do Hino Nacional chinês dentro de seu contexto histórico, para desta forma compreender efetivamente o papel e a importância de “Marcha dos Voluntários” na consolidação de um ainda incipiente nacionalismo chinês do século XX. Procura-se também manter a análise atual, demonstrando como este hino ainda consegue se comunicar com a dita “identidade nacional chinesa” dos tempos presentes; tempos estes tão distintos e distantes daqueles dos compositores que o pensaram.  
      PubDate: 2022-08-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v11i1p82 - 99
      Issue No: Vol. 11, No. 1 (2022)
       
  • A Santa Casa de Misericórdia do Maranhão e a concessão de dotas às
           moças órfãs e pobres no século XIX

    • Authors: Ana Caroline Silva Caldas
      Pages: 100 - 121
      Abstract: A Santa Casa de Misericórdia, criada em 1498 na cidade de Lisboa, foi responsável no cuidado dos vulneráveis, envolvendo significativa parcela da população. As práticas caritativas possibilitaram a assistência em diversas esferas, como a hospitalar, funerária e financeira. Dentre as atividades, a Santa Casa se destacou no cuidado de mulheres com a criação de recolhimentos femininos e Casas, tornando-se uma prática além das fronteiras portuguesas. Com a expansão para o Ultramar, em São Luís do Maranhão a Misericórdia remonta ao período colonial, possuindo maior relevância para a sociedade a partir do século XIX, momento da fundação da Casa dos Expostos, destinados a acolher recém-nascidos e crianças abandonadas ou entregues a instituição, oferecendo educação a ambos os sexos e a possibilidade do dote caso as mulheres fossem ao altar, que ao longo da trajetória feminina na irmandade foram inúmeros os percalços.  Dessa forma, o presente artigo versa sobre a concessão de dotes na instituição da Santa Casa de Misericórdia do Maranhão, utilizando como fontes os jornais do século XIX, disponibilizados pela Biblioteca Nacional Digital, possibilitando analisar as problemáticas referentes a significância do dote em São Luís, o fardo para a irmandade em cuidar das expostas e o contato com o Recolhimento de Nossa Senhora da Anunciação e Remédios. Conectados, esses fatores tornavam a situação das mulheres pobres à mercê do casamento ou trabalho, visto que a busca para saírem dotadas dos estabelecimentos possuía prazo de validade.
      PubDate: 2022-08-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v11i1p100 - 121
      Issue No: Vol. 11, No. 1 (2022)
       
  • A trajetória de Adélia Sampaio no cinema brasileiro (1984-2017)

    • Authors: Catarina Silva Bijotti
      Pages: 122 - 151
      Abstract: Este artigo tem como objetivo tratar de dois filmes da cineasta Adélia Sampaio, o longa-metragem Amor Maldito (1984) e o curta-metragem O mundo de dentro (2017). A cineasta foi a primeira mulher negra a dirigir um longa-metragem no Brasil, que teve o mérito de tratar de um tema tabu no cinema brasileiro: o relacionamento entre duas mulheres. O curta-metragem é um monólogo que tem como objetivo refletir sobre a ditadura no Brasil e nossa política contemporânea. Partindo de uma análise fílmica proposta por Morettin (2003), a pesquisa usa os filmes como suas fontes principais para compreender sua época. Pretendemos compreender o cinema brasileiro no período a partir da trajetória de Sampaio. Verificaremos como nos filmes existe uma forte crítica à moral da sociedade brasileira e a presença de um certo pessimismo em relação a este cenário.
      PubDate: 2022-08-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v11i1p122 - 151
      Issue No: Vol. 11, No. 1 (2022)
       
  • As imagens dos reis no Libro de las leyes fechas por los reyes godos
           (Madrid, Biblioteca de la Fundación Lázaro Galdiano, Mss. R14423)

    • Authors: Vitor Eduardo Coghetto Vieira da Silva
      Pages: 152 - 182
      Abstract: O presente artigo tem por objetivo analisar as imagens de reis que se encontram no manuscrito Libro de las leyes fechas por los reyes godos (Madrid, Biblioteca de la Fundación Lázaro Galdiano, Mss. R14423), uma cópia do século XIV do código de leis visigodo Liber Iudiciorum, compilado no século VII. Para tanto, em primeiro lugar é importante compreender o interesse pela cópia daquele código de leis e o uso do passado visigótico pela monarquia ibérica no período final da Idade Média. Em seguida, no que tange às imagens de reis, é necessário analisá-las em suas múltiplas funções no manuscrito, como elemento iconográfico e como ornamentação. Por um lado, elas exibem e legitimam o discurso de justiça e poder; por outro, como o conceito de ornamentalidade permite perceber, elas ajudam a ordenar e organizar o livro e o discurso.
      PubDate: 2022-08-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v11i1p152 - 182
      Issue No: Vol. 11, No. 1 (2022)
       
  • As políticas culturais no Chile

    • Authors: Bruna Torres Calarezo, Cinthia de Cássia Cardoso
      Pages: 183 - 203
      Abstract: Este artigo apresenta reflexões acerca das políticas de cultura em dois momentos da história chilena: o governo da Unidade Popular de Salvador Allende e a reabertura democrática após a ditadura militar de Pinochet. Partindo desses processos históricos, é preciso compreender os distintos conceitos de política, cultura e memória adotados durante esses períodos e, também, as instituições museológicas que sintetizam essas expressões - como é o caso do Museu da Solidariedade e o Museu da Memória e dos Direitos Humanos do Chile. O questionamento proposto aqui utiliza-se do debate entre autores das áreas de cultura, patrimônio e memória para exemplificar a expressão da Nova Museologia em torno desses projetos e suas respectivas contribuições e discussões.
      PubDate: 2022-08-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v11i1p183 - 203
      Issue No: Vol. 11, No. 1 (2022)
       
  • Cinema, memória e neoliberalismo:

    • Authors: Lucas Lourenço Rodrigues
      Pages: 204 - 223
      Abstract: O presente trabalho tem como objetivo analisar o modo como o filme "Los Muertos" (2004), de Lisandro Alonso, se insere no processo de construção de uma memória coletiva acerca da crise argentina na virada do século XXI provocada pelas transformações neoliberais durante o governo de Carlos Menem entre 1989 e 1999. Para isso, pretende-se traçar uma reconstituição histórica do período neoliberal na Argentina nos anos 1990, onde se deu uma renovação cinematográfica promovida pelo Novo Cinema Argentino - na qual se encontra o filme de Alonso -, responsável por retratar nas telas as consequências sociais trazidas pelo neoliberalismo.
      PubDate: 2022-08-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v11i1p204 - 223
      Issue No: Vol. 11, No. 1 (2022)
       
  • De Krause a Magalhães

    • Authors: João Paulo Alves da Silva
      Pages: 224 - 245
      Abstract: O artigo a seguir busca traçar um panorama das trajetórias de históricos personagens da política pernambucana a partir do período de redemocratização do país. Para isso, busca-se focalizar num ponto comum a todos eles: suas passagens pela Prefeitura da Cidade do Recife (PCR). O retorno ao pluripartidarismo, as exigências sociais e a ampliação do processo eleitoral brasileiro alteraram o cenário político até mesmo nas instâncias municipais, desaguando em novas possibilidades de composição político partidária. Através da análise de dados eleitorais, de periódicos e da própria bibliografia especializada, visualizou-se a tendência pragmática de dois importantes partidos ao concorrerem e conquistarem à PCR durante o período aqui estudado. Nesse sentido, o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), o Partido da Frente Liberal (PFL) e seus respectivos membros em Pernambuco serão peças recorrentes deste trabalho. Desta forma, esperamos que este artigo possa servir à historiografia sobre políticos, partidos e eleições no período republicano brasileiro pós-1985, da mesma forma em que sirva aos estudos sobre a cidade do Recife em fins do século XX.
      PubDate: 2022-08-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v11i1p224 - 245
      Issue No: Vol. 11, No. 1 (2022)
       
  • Dostoiévski na Crise dos Naturalismos

    • Authors: Júlia Geiling Cardoso Falcone
      Pages: 246 - 258
      Abstract: Uma obra, seja ela de que espécie ou ramo artístico for, é sempre reflexo das representações, inquietações e movimentações pelas quais seu autor se depara em vida. Pode-se dizer, portanto, que uma obra é a concretização da percepção de seu autor sobre as próprias temporalidades, espacialidades e realidades em que está inserido. Sendo assim, é através de uma análise crítica da obra O Duplo, de Fiódor Dostoiévski, que o presente ensaio busca pensar problemáticas próprias do fin-de-siècle europeu (final do século XIX e início do XX) – como a chamada crise dos naturalismos e a emergência da consciência de sujeito –, como elas se apresentam e desenrolam no contexto russo de industrialização e modernização tardias, fazendo uma breve escala em Viena, e, por fim, como tais problemáticas são percebidas e representadas pelo autor da obra em questão.
      PubDate: 2022-08-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v11i1p246 - 258
      Issue No: Vol. 11, No. 1 (2022)
       
  • “Educar é Higienizar”

    • Authors: Samira Martins
      Pages: 259 - 285
      Abstract: Este artigo tem como objetivo discorrer sobre as diretrizes de Educação Higiênica e o papel da professora primária na veiculação da mensagem de higiene nas escolas paulistas para a conformação de cidadãos saudáveis e eficientes ao Estado durante a Era Vargas. Para isto, analisamos o livro Biologia Educacional: noções fundamentais (1969) de Antônio de Almeida Junior. Essa obra foi utilizada como livro didático nas Escolas Normais paulistas, a partir de 1938 e sua última edição foi publicada em 1969. As diretrizes sobre higiene contidas no livro visavam instruir a futura professora a seguir seu papel de missionária da mensagem de higiene, para regenerar seus alunos através da educação.  A partir da perspectiva foucaultiana, operamos com o conceito de disciplina e biopoder como ferramenta de análise objetivando conhecer a rede de enunciados, da medicina, higiene e da educação escolar. A metodologia adotada para esta discussão volta-se para a pesquisa qualitativa de caráter bibliográfico e análise documental. Um das conclusões que este estudo levantou é que os enunciados veiculados no livro funcionaram como estratégias de disciplinamento de condutas e corpos, objetivando o saneamento dos problemas econômicos do país, tendo a futura professora primária e os alunos como ferramenta e alvos da transformação econômica e social.
      PubDate: 2022-08-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v11i1p259 - 285
      Issue No: Vol. 11, No. 1 (2022)
       
  • O Ensino remoto e seu impacto na educação

    • Authors: Ana Clara Sousa Reis, Graziela Feitosa Conceição, Mayza Jorge Feitosa
      Pages: 286 - 302
      Abstract: A pandemia do novo coronavírus, que chega ao Brasil em de março de 2020, mudou completamente o cotidiano das mais variadas instituições, inclusive a escola, que precisou se reinventar diante da nova realidade. Houve a necessidade de substituir o modelo presencial pelo remoto, como forma de dar continuidade às atividades diante do isolamento social posto em prática no país. A modalidade adotada impactou a realidade de milhões de jovens brasileiros e consequentemente as metodologias de ensino. Em função disso, o presente trabalho tem como intuito compreender as consequências da implementação do ensino remoto sobre a educação, bem como suas interferências na disciplina de história, tendo em vista os desafios futuros deixados por esse modelo. 
      PubDate: 2022-08-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v11i1p286 - 302
      Issue No: Vol. 11, No. 1 (2022)
       
  • Esquecer o passado, pacificar a nação

    • Authors: Vitor Guatelli Portella
      Pages: 303 - 330
      Abstract: Este artigo pretende analisar, de forma comparativa, o conjunto de argumentos e representações que constituem sentidos de anistia nos editoriais e artigos de opinião da Folha de S. Paulo e do Jornal do Brasil, de fev. 1978 a dez. 1979. A análise da documentação partiu de preceitos teórico-metodológicos do campo historiográfico que compreendem a imprensa como um agente ativo na história: que constrói o seu discurso ideológico enquanto se faz como instituição social de representação da opinião pública. Nos editoriais, a FSP defende uma anistia ampla, geral e irrestrita - não a mesma dos CBAs - e o JB, uma restrita e limitada. Embora ambos tenham uma posição politicamente pragmática, a FSP defende um projeto mais amplo. Enquanto a FSP critica tanto o projeto da oposição quanto o do governo, o JB tem um alinhamento quase automático ao segundo. Os artigos de opinião aproximam-se e distanciam-se dos sentidos defendidos por cada linha editorial, mas todos defendem o pragmatismo político moderado em mediação com a ditadura. Em geral, a anistia é vista como medida de esquecimento necessária para a estabilidade institucional, a pacificação e a reconciliação nacional. Os jornais procuraram universalizar seu discurso liberal com o objetivo de se adequar à abertura política e às tensões entre governo e oposições.
      PubDate: 2022-08-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v11i1p303 - 330
      Issue No: Vol. 11, No. 1 (2022)
       
  • Imbangala

    • Authors: Lucas Fortunato de Souza
      Pages: 331 - 363
      Abstract: Para além das investigações sobre as formas de organização social dos bandos Imbangalas do século XVI e XVII, esta pesquisa busca compreender profundamente o significado de suas instituições, sobretudo aquela denominada Kilombo, levando em conta a relação premente que há entre eles e o espaço geográfico. Relação essa que promoveu formulações de técnicas que garantiram a subsistência desses bandos, assim como contribuiu para a produção e reprodução desse mesmo espaço geográfico, porém modificado, cada vez mais, pelas transformações tanto dos Imbangala, quanto da natureza geográfica por eles habitada.
      PubDate: 2022-08-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v11i1p331 - 363
      Issue No: Vol. 11, No. 1 (2022)
       
  • Leksikon YU mitologije

    • Authors: Mariana Hebling Alen Loureiro
      Pages: 364 - 388
      Abstract: Considerando a ampla diversidade cultural e narrativa que atravessa os processos de independência e de construção de memória no território da antiga República Socialista Federativa Iugoslávia – atualmente dividido em seis repúblicas independentes e um espaço cuja autonomia ainda está em disputa –, se busca estabelecer um panorama das imagens mais presentes na memória coletiva, compartilhadas em toda a extensão do território, quando se fala no fenômeno recente da iugonostalgia. Para isso, se propõe um balanço dos grupos temáticos que aparecem com maior frequência no documento Leksikon YU mitologije, um compilado narrativo que conta com contribuições de inúmeros autores, relatando suas memórias pessoais na medida em que se misturam com imagens e símbolos da vida na ex-república socialista. Assim, através dos resultados obtidos pelo balanço quantitativo, que classifica em categorias todo o corpo do documento, se observa em que medida o sentimento nostálgico se reporta a um passado mistificado, em que há a confluência de elementos de natureza pessoal e coletiva e, principalmente, o que essas imagens nos revelam acerca das contradições do tempo presente.
      PubDate: 2022-08-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v11i1p364 - 388
      Issue No: Vol. 11, No. 1 (2022)
       
  • O ensino de História no Liceu Provincial da Bahia

    • Authors: Ícaro Batista Silva
      Pages: 389 - 426
      Abstract: O Presente estudo tem como objeto a História do Ensino de História na Bahia, tendo como campo empírico o Liceu Provincial, desde sua fundação em 1836 até 1890 quando é criado o Instituto Oficial de Ensino Secundário, no início da República, visando a substituição do Liceu. A razão para escrever este artigo reside na ausência de estudos sistematizados sobre a trajetória da disciplina história em território baiano, no ensino secundário, no século XIX. Assim, este trabalho está estruturado em três momentos: 1) discussão sobre o conceito de disciplina escolar; 2) como se deu a disciplinarização da história, no Brasil; 3) como protagonizou a disciplina história no Liceu Baiano. Assim, para realizar essa investigação foi necessário buscar fontes diversas para responder alguns questionamentos, recorro a documentos como relatórios presidenciais e de instrução pública da Província da Bahia, discursos políticos, revista de instrução pública do Estado e matéria jornalística. Portanto, a metodologia empregada para análise das fontes parte da proposta indiciário-dialógica, com base em Pinheiro (2015).  
      PubDate: 2022-08-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v11i1p389 - 426
      Issue No: Vol. 11, No. 1 (2022)
       
  • Raymond Williams

    • Authors: Thaís Nery
      Pages: 427 - 444
      Abstract: Raymond Williams (1921-1988) foi um dos pensadores mais originais e influentes de seu tempo, tendo contribuído de forma inestimável para a teoria cultural contemporânea. Intelectual engajado de convicções socialistas, Williams renovou profundamente o pensamento marxista sobre a cultura, por meio de estudos de sociologia e crítica cultural, produção literária e influência na cultura da mídia por uma análise profunda da vida em sociedade. Com base em seus estudos, o pensador britânico pode enfim pensar em uma definição de um dos conceitos mais complexos dentro das humanidades: a ideia de cultura, sobretudo na sociedade contemporânea Ocidental. O presente artigo tem como objetivo apresentar de forma simples, porém didática, a obra de Raymond William e sua reflexão sobre a teoria da cultura, materialismo cultural, o modo como ele se desenvolveu em importantes obras teóricas de diferentes momentos de sua trajetória intelectual a partir da interpretação do materialismo histórico e a importância da história cultural nesse processo.
      PubDate: 2022-08-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v11i1p427-444
      Issue No: Vol. 11, No. 1 (2022)
       
  • Sons, Sonoridades e Músicas nas Casa e Quintais Paulistanos

    • Authors: Vitória Ramoska
      Pages: 445 - 469
      Abstract: O objetivo deste artigo é identificar e situar o que os sons e os ruídos relacionados à vida doméstica da população paulistana podem dizer sobre o processo de modernização da cidade entre os anos de 1890 a 1920. Através da busca por ocorrências sonoras em periódicos como O Estado de São Paulo e O Correio Paulistano, além da leitura das obras de memorialistas e cronistas da época que viveram e observaram o cotidiano e as mudanças que ocorriam no ambiente citadino, buscamos mapear algumas das principais atividades e práticas cotidianas da população o que, além de evidenciar um interessante panorama da paisagem sonora do período, nos possibilitou escutar algumas das principais dissonâncias do processo de modernização da cidade de São Paulo.
      PubDate: 2022-08-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v11i1p445-469
      Issue No: Vol. 11, No. 1 (2022)
       
  • Thomas Paine e a independência das 13 colônias

    • Authors: Daniele de Paula
      Pages: 470 - 485
      Abstract: Thomas Paine (1737 – 1809) teve um importante papel na independência dos Estados Unidos, seu panfleto Common Sense (1776) foi um dos mais populares do período e apresentou uma defesa sólida da necessidade da independência, causando grande impacto na sociedade norte americana. Contudo, Thomas Paine nunca recebeu o mesmo reconhecimento que os outros líderes da independência, conhecidos como “founding fathers” e suas obras são ainda pouco exploradas pela historiografia. Sendo assim, buscaremos lançar neste artigo um olhar para Common Sense, objetivando analisar sua argumentação e a sua importância para a independência das 13 colônias, além de efetuarmos algumas considerações sobre os possíveis motivos para o não reconhecimento de Paine. Para a análise do panfleto nos pautaremos primeiramente nas características deste gênero literário e a sua importância em contextos revolucionários e, posteriormente, analisaremos cada capítulo da obra, buscando compreendê-la, dentro de seu contexto histórico.
      PubDate: 2022-08-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v11i1p470-485
      Issue No: Vol. 11, No. 1 (2022)
       
  • A era extremada e o conhecimento histórico sintetizado

    • Authors: Gabriel Henrique de Oliveira Furlanetto
      Pages: 487 - 496
      Abstract: NAPOLITANO, Marcos. História contemporânea 2: do entreguerras à nova ordem mundial. São Paulo: Contexto, 2020.
      PubDate: 2022-08-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v11i1p487-496
      Issue No: Vol. 11, No. 1 (2022)
       
  • Novas fontes históricas, novas agentes históricas

    • Authors: Raphael dos Santos Gonçalves
      Pages: 497 - 508
      Abstract: OLIVEIRA, Vanessa S. Slave trade and abolition: gender, commerce, and economic transition in Luanda. Madison, Wisconsin: The University of Wisconsin Press, 2021, 272p.
      PubDate: 2022-08-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v11i1p497-508
      Issue No: Vol. 11, No. 1 (2022)
       
  • Arqueologia, História e Memória

    • Authors: Sofia Helena Cardoso Rodrigues
      Pages: 510 - 526
      Abstract: O ensaio aqui proposto contempla a atuação da História e da Arqueologia, duas disciplinas consolidadas de contato com o passado, e sua relação com o uso da Memória, conceito abstrato que é utilizado por ambas as áreas, e que ainda existe por si fora dos campos acadêmicos de investigação, como mecanismo orgânico cerebral. Arqueologia e História têm, além de um histórico comum de uso pela academia, uma retrospectiva de discussão, ora afastando-se, ora aproximando-se, ou ainda, reduzindo a individualidade uma das outras; ações as quais refletem na sociedade. Memória, uma das principais ferramentas de uso destas, entra também como poder social. Desta forma, temos por objetivo, no presente texto, a realização de um breve panorama do surgimento e percebimento delas enquanto disciplinas e conceito, respectivamente; bem como sua relação entre si e com a prática milenar humana de contato com tempos precedentes. Sintetizamos e comparamos algumas teorias acadêmicas dos dias de hoje que discorrem sobre o assunto, na busca por trazer reflexões sobre afinidades da prática das mesmas. Le Goff (1990) e Pierre Nora (1993), enquanto historiadores e teóricos do uso da memória, assim como Gordon Childe (1977), Bruce Trigger (2004) e Alain Schnapp (1996), em seus lugares de arqueólogos de diferentes eras, são os estudos que, comparados com demais fontes historiográficas chave, forneceram nosso suporte de análise. Almejamos refletir sobre a significância individual delas ao mesmo tempo em que atuam de modo conjunto na construção de narrativas sobre o passado.
      PubDate: 2022-08-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v11i1p510-526
      Issue No: Vol. 11, No. 1 (2022)
       
  • Notas sobre Roda Viva

    • Authors: Vitor Morais Graziani
      Pages: 527 - 542
      Abstract: O presente ensaio possui como objetivo uma análise comparada das encenações de 1968 e 2018 da peça-musical Roda Viva, de Chico Buarque de Hollanda, montada e dirigida, em ambas as ocasiões, pelo Teatro Oficina e José Celso Martinez Corrêa. Com cinquenta anos de intervalo entre uma e outra, denota-se uma alteração na forma da montagem: a agressão da primeira versão, na esteira do golpe civil-militar de 1964 e da ditadura instalada, dá lugar a um rito coletivo de resistência, agora na esteira do golpe parlamentar de 2016 e do pleito presidencial de 2018. A indústria cultural, cerne dos problemas na primeira montagem, é expandida – e a tropicália do Oficina, conhecida por sua radicalidade formal, dá lugar a uma roupagem esvaziada do resistir.  
      PubDate: 2022-08-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v11i1p527-542
      Issue No: Vol. 11, No. 1 (2022)
       
  • Ampliando a linguagem do historiador

    • Authors: Gabriel Yukio Shinoda Oliveira, Gabriele Maria Oliveira
      Pages: 544 - 573
      PubDate: 2022-08-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v11i1p544-573
      Issue No: Vol. 11, No. 1 (2022)
       
 
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