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ISSN (Print) 0103-7668 - ISSN (Online) 2525-6203
Published by INES - Instituto Nacional de Educação de Surdos Homepage  [1 journal]
  • A melhoria da aptidão cardiorrespiratória em mulheres saudáveis depois
           de 12 semanas de treinamento no Pilates Clássico

    • Authors: Francine Piccoli, Gabriela Fischer, Marta da Silva Brod, Carolina Boeira Vargas, Daniele Botelho Vinholes, Paula Aver Bretanha Ribeiro, Thiago de Araujo Cardoso, Rafael Reimann Baptista
      Pages: e42687 - e42687
      Abstract: Objetivos: avaliar os efeitos de 12 semanas de treinamento de Pilates (Método Clássico) sobre o condicionamento cardiorrespiratório e respostas da frequência cardíaca de mulheres sedentárias saudáveis.
      Métodos: quinze mulheres realizaram 12 semanas de treinamento de Pilates durante 60 minutos, três vezes por semana (Grupo Pilates), com média de idade 29±4 anos. Treze mulheres com idade compatível com os controles mantiveram suas atividades rotineiras (Grupo Controle), com média de idade de 29±5 anos. A introdução dos exercícios foi pelo grau de dificuldade com mudança nos planos de movimento; menor base de suporte; rotação e extensão da coluna; e ativação da musculatura abdominal em posição de decúbito ventral. A frequência cardíaca foi monitorada e gravada durante todas as sessões usando um frequencímetro.
      Resultados: Os resultados da ANOVA revelaram diferença significativa no Grupo Pilates (p < 0,05) entre medidas pré e pós de VO2pico (+13%), percentual de gordura (- 3,3%), massa gorda livre (+ 2,8 kg), e resistência muscular da área abdominal (+61%), membros inferiores (+75%) e dos membros superiores (+68%). O percentual de Frequência Cardíaca Máxima alcançado na sexta (79,25%) e na décima primeira (79,86%) semanas de treinamento aumentou a partir da primeira semana (73,4%). A aptidão física do Grupo Controle permaneceu inalterada.
      Conclusão: doze semanas de treinamento de Pilates afetaram positivamente o condicionamento físico geral em mulheres saudáveis anteriormente sedentárias. Além disso, o aumento do VO2pico e da Frequência Cardíaca Máxima foi significativo mesmo sem treinamento aeróbico específico.
      PubDate: 2022-12-05
      DOI: 10.15448/1980-6108.2022.1.42687
      Issue No: Vol. 32, No. 1 (2022)
       
  • Dor e atividade física para um indivíduo

    • Authors: Jimmie Leppink
      Pages: e43237 - e43237
      Abstract: Objetivos: há uma crescente conscientização de que, para um atendimento eficaz ao paciente, precisamos de mais do que apenas ensaios clínicos randomizados com grupos de participantes e que os dados de caso único cuidadosamente coletados (N = 1) têm várias vantagens importantes sobre os estudos tradicionais em nível de grupo. Com o avanço da tecnologia, coletar dados relevantes de um único caso está se tornando mais fácil a cada dia, e isso oferece enormes oportunidades para entender como os comportamentos exibidos por um indivíduo podem ser influenciados por uma ou várias variáveis-chave. Por exemplo, como a dor experimentada influencia a quantidade de tempo gasto no exercício físico.
      Método: usando dados de caso único observacionais disponíveis publicamente, cinco modelos são comparados: um modelo clássico de regressão linear de mínimos quadrados ordinários (OLS); um modelo de regressão dinâmica (DRM); um modelo de interceptações aleatórias de dois níveis (2LRI); um modelo de correlação autorregressiva de primeira ordem covariável contínua (CAR1); e um modelo ordinário de mínimos quadrados com tendência temporal (OLST). Esses modelos são comparados em termos de estatísticas gerais de ajuste do modelo, estimativas da relação entre atividade física (variável de resposta de interesse) e dor (covariável de interesse) e estatísticas residuais.
      Resultados: o 2LRI supera todos os outros modelos tanto no ajuste geral do modelo quanto nas estatísticas residuais e fornece estimativas de covariáveis que estão entre os extremos relativos fornecidos por outros modelos. CAR1 e OLST demonstram um desempenho quase idêntico e substancialmente melhor que o OLS, que apresenta o pior desempenho, e o DRM.
      Conclusão: para dados observacionais de caso único, DRM, CAR1, OLST e 2LRI são responsáveis pela correlação seriada que normalmente está presente em dados de caso único de maneira um pouco diferentes sob suposições um pouco diversas, e todos têm um desempenho melhor que o OLS. Implicações dessas descobertas para estudos de caso único observacionais, quase-experimentais e experimentais são discutidas.
      PubDate: 2022-12-05
      DOI: 10.15448/1980-6108.2022.1.43237
      Issue No: Vol. 32, No. 1 (2022)
       
  • Simulação realística como estratégia de ensino na graduação médica

    • Authors: Paula Dourado Sousa, Tiago Ramos Gazineu, Ricardo Luiz Luzardo Filho, Katia de Miranda Avena, Luiz Fernando Quintanilha
      Pages: e42717 - e42717
      Abstract: Objetivo: avaliar a eficácia da simulação realística (SR) na graduação em medicina com base no conhecimento adquirido e na melhoria do desempenho clínico e analisar a percepção dos estudantes quanto à aplicabilidade do método como ferramenta de ensino. 
      Métodos: foi realizada uma revisão sistemática de artigos científicos nas bases de dados PubMed, Lilacs e SciELO, em inglês e português, publicados no período de 2015 a 2020, utilizando a seguinte estratégia de busca: (simulation training OR simulation patient) AND (students medical AND education, medical, undergraduate). 
      Resultados: dos 261 artigos identificados, apenas sete atenderam aos critérios de inclusão e exclusão estabelecidos, 57,2% deles com baixo ou moderado nível de evidência. Todos demonstraram que a SR promove modificações positivas no processo de construção acadêmica dos estudantes, contribuindo para o desenvolvimento de habilidades e competências essenciais para a formação médica. Além disso, houve majoritária percepção positiva dos estudantes quanto à utilização da SR como método de ensino durante a formação médica. 
      Conclusão: houve evidências de eficácia da SR na aprendizagem e favorável percepção dos estudantes de medicina quanto à sua utilização. Todavia, os desafios relativos à sua implantação e execução, bem como o restrito número de artigos de alto rigor metodológico, limitam a inferência inequívoca de sua eficácia na educação médica.
      PubDate: 2022-10-24
      DOI: 10.15448/1980-6108.2022.1.42717
      Issue No: Vol. 32, No. 1 (2022)
       
  • Exercícios domiciliares com mínima assistência na função motora da
           Doença de Parkinson

    • Authors: Maria Eduarda Parcianello Cabeleira, Luigi Antonio da Campo, Philipe Souza Corrêa, Fernanda Cechetti
      Pages: e42035 - e42035
      Abstract: Objetivos: este estudo teve como objetivo apresentar as últimas evidências disponíveis sobre os efeitos de exercícios domiciliares com mínima supervisão na função motora e na qualidade de vida de indivíduos com doença de Parkinson.
      Métodos: nesta revisão sistemática foram pesquisados ensaios clínicos randomizados investigando os efeitos de exercícios domiciliares em indivíduos com doença de Parkinson nas bases de dados MEDLINE (PubMed), LILACS, PEDro, EMBASE, Cochrane e Google Scholar.
      Resultados: quatro estudos foram incluídos na meta-análise. O exercício domiciliar com supervisão mínima foi quase tão benéfico quanto as terapias convencionais na redução do comprometimento motor por meio da análise da Unified Parkinson’s Disease Rating Scale-III (UPDRS-III) (diferença média = -1.70 [95%IC = -4.39 a 0.99]; I2 = 88%; p < 0,01) e melhoria da qualidade de vida por meio do Parkinson’s Disease Questionnaire (PDQ-39) (diferença média = 0.39 [95%IC = -3.41 a 4.19]; I2 = 93%; p < 0,01). 
      Conclusões: a fisioterapia domiciliar com supervisão mínima é quase tão eficaz quanto as terapias convencionais para melhorar a função motora e a qualidade de vida da doença de Parkinson.
      PubDate: 2022-10-24
      DOI: 10.15448/1980-6108.2022.1.42035
      Issue No: Vol. 32, No. 1 (2022)
       
  • Avaliação do D-dímero como preditor de gravidade, grau de envolvimento
           pulmonar e mortalidade em pacientes com COVID-19

    • Authors: Mofid Hosseinzadeh, Mandana Pouladzadeh, Amin Eftekhar, Parastoo Moradi Choghakabodi, Alireza Sokooti
      Pages: e43281 - e43281
      Abstract: Objetivo: Verificar os valores do D-dímero para predizer a gravidade da doença, o grau de envolvimento pulmonar e a mortalidade em pacientes com COVID-19.
      Método: Os níveis de dímero D de 200 pacientes confirmados com COVID-19 foram medidos, prospectivamente, no Departamento de Emergência do Hospital Razi de Ahvaz, no dia da admissão, e suas relações com a gravidade da doença, escore de tomografia computadorizada (CT) e mortalidade foram avaliadas. 
      Resultados: Os níveis do D-dímero > 1,04 μg/mL e ≤ 1,12 μg/mL podem indicar doença grave e alto grau de envolvimento pulmonar, mas baixo risco de morte. A taxa de mortalidade nos pacientes com valor de D-dímero > 1,12 μg/mL foi significativamente maior do naqueles com nível de D-dímero ≤ 1,12 μg/mL (17,2% x 1,5%; P:0,02). Foi encontrada uma correlação positiva independente entre o D-dímero e o escore de CT de tórax e a gravidade da doença (OR: 1,84; IC 95%:1,38 - 2,45; P:0,0001). 
      Conclusão: O nível do D-dímero > 1,12 μg/mL no estágio inicial da infecção por COVID-19 pode prever independentemente a doença grave, alto grau de envolvimento pulmonar e alto risco de morte, indicando seu papel benéfico no manejo oportuno de pacientes críticos.
      PubDate: 2022-10-05
      DOI: 10.15448/1980-6108.2022.1.43281
      Issue No: Vol. 32, No. 1 (2022)
       
  • Lactente em abstinência de cocaína, relato de caso

    • Authors: Eduardo Beck Paglioli Neto, Vinícius Castro Pilger, Lucca Pizzato Tondo, Mônica Basso Zanotto, Mateus Sfoggia Giongo
      Pages: e42602 - e42602
      Abstract:    Objetivo: descrever o caso de um lactente exposto à cocaína e as repercussões clínicas da sua ingestão por meio do leite materno.
      Relato do caso: lactente, com um mês e três dias de vida e peso de 3.920g vem à emergência, por quadro de hipoatividade, rebaixamento de sensório, choro e sangramento nasal. Afebril, irritada, chorosa, sem sinais de esforço ventilatório ou sangramentos ativos. Exames mostraram leucocitose 13490/uL, acidose metabólica discreta, aumento de transglutaminase oxalacética e provas de coagulação alargadas. Demais exames laboratoriais sem alterações e culturas negativas. Screening toxicológico revelou cocaína no plasma da lactente. O Centro de Informações Toxicológicas, recomendou monitorização e suporte clínico. A paciente recebeu alta da unidade de terapia intensiva para enfermaria cinco dias após admissão, com melhora do sensório, seguindo acompanhamento com a equipes especializadas.
      Conclusão: o pronto reconhecimento da síndrome de abstinência neonatal permite o melhor manejo da mesma em benefício dos pacientes. O diagnóstico diferencial com quadro séptico pode ser de grande importância em quadros como este. 
      PubDate: 2022-09-22
      DOI: 10.15448/1980-6108.2022.1.42602
      Issue No: Vol. 32, No. 1 (2022)
       
  • Teto terapêutico e a adequação do tratamento no Serviço de Urgência
           – estudo retrospectivo

    • Authors: Sandra Ganchinho Lucas, Filipe Jorge Pencas Alfaiate, Inês Vieira Santos, Ireneia Lino
      Pages: e41370 - e41370
      Abstract: Introdução: no Serviço de Urgência vive-se um antagonismo constante pela sua natureza direcionada para a patologia aguda e a prestação de cuidados paliativos de qualidade. O nosso estudo tem como objetivo avaliar se a definição de teto terapêutico leva a diferenças na adequação da marcha diagnóstica e terapêutica instituída.
      Material e métodos: análise retrospetiva descritiva monocêntrica dos doentes que morreram nos primeiros seis meses de 2018 no serviço de urgência do Hospital do Espírito Santo de Évora.
      Resultados: compararam-se os três grupos de doentes o que não foi definido qualquer teto terapêutico, com o grupo em que iniciaram medidas paliativas e o grupo em que se tomou a Decisão de Não Reanimar. Verificou-se que não existem diferenças significativa entre as idades, o local de residência e as comorbilidades e, com exceção da demência (p= 0,006), existe sim uma diferença no grau de dependência nas atividades da vida diária (p<0,001). Verificou-se que não existem diferenças entre número ou tipo de exames complementares de diagnóstico, mas há algumas diferenças na terapêutica instituída já que no grupo dos doentes em cuidados paliativos a terapêutica com morfina (p<0,001), butilescopolamina (p=0,001) e paracetamol (p=0,004) foi mais frequente. A ventilação invasiva só ocorreu no grupo de doentes sem definição de teto terapêutico (p<0,001), enquanto a oxigénioterapia foi mais frequente nos grupos em Decisão de Não Reanimar ou em cuidados paliativos (p<0,001).
      Discussão e conclusão: os médicos do serviço de urgência reconhecem que os seus doentes estão em final de vida, adequando parcialmente a terapêutica com vista ao controlo de sintomas, dor e secreções. 
      PubDate: 2022-09-22
      DOI: 10.15448/1980-6108.2022.1.41370
      Issue No: Vol. 32, No. 1 (2022)
       
  • Perfil epidemiológico da leishmaniose tegumentar americana na Região
           Amazônica, Brasil, entre 2010 e 2019

    • Authors: Fábio da Costa Ferreira, Natália Rodrigues Ferreira
      Pages: e41331 - e41331
      Abstract: Objetivo: descrever o perfil epidemiológico dos casos de leishmaniose tegumentar americana (LTA) no município de Altamira, Pará, no período de 2009 a 2019. 
      Métodos: trata-se de um estudo transversal, descritivo, retrospectivo de abordagem quantitativa, utilizando dados secundários de casos confirmados LTA, ocorridos entre os anos de 2010-2019 registrados no Sistema de Informações de Agravos de Notificação (SINAN) e disponibilizados no site do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS).
      Resultados: foram notificados 1.177 casos de LTA no município de Altamira entre 2010 e 2019, com média de 117,7 casos notificados e incidência média de 107,66 casos para cada 100 mil habitantes. Predomínio do sexo masculino (83,3%), idade entre 20-39 anos (51,8%) e autodeclarado pardo (71,7%). Quanto à forma, a cutânea foi a mais registrada, com 96% dos casos, e em 97% destes evoluíram para a cura. 
      Conclusões: a LTA apresentou alta incidência em Altamira no período analisado, assim se caracterizando como um problema de saúde pública. Acometendo, sobretudo, o sexo masculino, pardos e a faixa etária de 20 a 39 anos, estando, dessa forma, intrinsecamente relacionada às atividades laborais dessa população, além do desequilíbrio ambiental relacionado a desmatamento na zona rural. Sugere-se a existência de transmissão peri e intradomiciliar relacionada ao acometimento de crianças e idosos. A distribuição espacial dos casos não foi homogênea, possuindo maior concentração em áreas centrais do município de altamira. É importante ressaltar que a incidência tem uma forma não linear, que não se deve ao aumento gradual do número de casos, mas ao aumento da população.
      PubDate: 2022-08-25
      DOI: 10.15448/1980-6108.2022.1.41331
      Issue No: Vol. 32, No. 1 (2022)
       
  • Alendronato de sódio e vitamina D na osteoporose pós-menopausa

    • Authors: José Reginaldo Alves de Queiroz Júnior, Jarson Pedro da Costa Pereira, Leonardo Lucas Pires, Carina Scanoni Maia
      Pages: e42267 - e42267
      Abstract: Objetivo: avaliar a eficácia da utilização da terapia combinada de alendronato de sódio e vitamina D no metabolismo ósseo de mulheres em tratamento de osteoporose pós-menopausa.
      Métodos: trata-se de uma revisão sistemática, a qual foram pesquisados ensaios clínicos randomizados (ECR) indexados nas bases de dados BVS, ISI Web of Science, PubMed, SciELO, ScienceDirect e Scopus que comparavam a associação de alendronato sódico e vitamina D com a monoterapia de alendronato de sódio. 
      Resultados: um total de seis ECR contemplou os critérios para serem inclusos nesse estudo, compreendendo um total de 4164 participantes e seus respectivos dados. Os estudos avaliaram diferentes domínios do metabolismo ósseo, como níveis séricos de vitamina D, paratormônio, densidade mineral óssea e marcadores de turnover ósseo. A terapia combinada produziu melhora significativa nos marcadores metabólicos ósseos. 
      Conclusão: a terapia combinada de alendronato de sódio com vitamina D promove melhora no metabolismo ósseo de mulheres com osteoporose pós-menopausa.
      PubDate: 2022-08-25
      DOI: 10.15448/1980-6108.2022.1.42267
      Issue No: Vol. 32, No. 1 (2022)
       
  • Estudo de caso único adaptado (ASCD)

    • Authors: Jimmie Leppink
      Pages: e42370 - e42370
      Abstract: Objetivos: estudos de caso único podem nos ajudar a entender a mudança nas variáveis relacionadas ao aprendizado, como conhecimento e habilidade, no nível de um aluno individual, no nível de uma equipe ou grupo de alunos, ou no nível de uma situação ou sistema. O Estudo adaptativo de caso único (ASCD) é um novo modelo que integra (i.) elementos de métodos de educação, treinamento e avaliação que, por meio de métodos de pesquisa que não sejam estudos de caso único, receberam evidências empíricas sólidas na literatura de pesquisa e (ii.) princípios de estudos de caso único, que podem facilitar a integração da pesquisa na prática cotidiana. A lógica por trás do ASCD é permitir a rápida tomada de decisão baseada em evidências na prática da educação, treinamento e avaliação, na unidade de análise – individual, grupo, equipe, situação ou sistema – que é considerada apropriada no contexto em questão. 
      Método: um algoritmo ASCD é introduzido e discutido no contexto de mudança no nível do indivíduo, mudança em um grupo ou equipe e mudança em uma situação ou sistema.
      Resultados: o ASCD pode ser usado para entender a mudança em cada uma das unidades de análise mencionadas anteriormente em qualquer número de unidades, incluindo uma única unidade (um indivíduo, uma equipe ou uma situação ou sistema), e para fins de pesquisa.
      Conclusão: o ASCD permite a a pesquisa e a tomada de decisão prática baseada em evidências, sem demandas rigorosas sobre o número de alunos, grupos, equipes, situações ou sistemas.
      PubDate: 2022-07-08
      DOI: 10.15448/1980-6108.2022.1.42370
      Issue No: Vol. 32, No. 1 (2022)
       
  • Intersubjetividade e o significado da prática do Nordic Walking na visão
           de pessoas com doença de Parkinson

    • Authors: Veronica Jocasta Casarotto, Milena Nardini Bubols, Anelise Ineu Figueiredo, Rafael Reimann Baptista, Leonardo Alexandre Peyré-Tartaruga, Régis Gemerasca Mestriner
      Pages: e39969 - e39969
      Abstract: Objetivos: embora a prática de Caminhada Nórdica (CN) esteja se espalhando pelo mundo, poucos estudos abordaram a questão da intersubjetividade e a percepção dos indivíduos com doença de Parkinson que praticam CN e seu possível impacto em sua vida diária em diferentes países e culturas. Este estudo piloto buscou explorar a possível relação entre o hábito de praticar CN e a percepção de funcionalidade e de qualidade de vida no contexto cultural dos participantes.
      Métodos: foi utilizada a técnica de grupo focal, com 10 indivíduos participantes de um programa de CN.
      Resultados: a análise de conteúdo revelou cinco categorias discursivas principais: a) “Benefícios da CN para pessoas com doença de Parkinson”; b) “incorporação dos bastões de CN na vida diária”; c) “pertencer a um grupo de CN como recurso auxiliar de tratamento”; d) “como as pessoas com doença de Parkinson se sentem sobre sua condição”; e, por fim, e) “o presente e o futuro: expectativas e questões”.
      Conclusão: de maneira geral, a CN gerou conteúdo positivo sobre o enfrentamento da doença de Parkinson, além dos efeitos biomecânicos e funcionais quantitativos previamente estudados. Sugerimos que a CN possa ser um recurso adjuvante importante para melhorar a percepção de funcionalidade em pessoas com doença de Parkinson.
      PubDate: 2022-07-08
      DOI: 10.15448/1980-6108.2022.1.39969
      Issue No: Vol. 32, No. 1 (2022)
       
  • Espondilodiscite em idade pediátrica – uma doença rara, um
           diagnóstico difícil

    • Authors: Madalena Meira Nisa, Jessica Sousa, Joana Pimenta, Joaquina Antunes, Dora Gomes, Cristina Faria
      Pages: e41086 - e41086
      Abstract: Introdução e objetivo: a espondilodiscite é a infeção que atinge o disco intervertebral e as vértebras contíguas e representa dois a quatro % do total das infeções osteoarticulares em idade pediátrica. O agente patogénico é identificado em cerca de metade dos casos, sendo o Staphylococcus aureus o mais frequentemente isolado. Estudos recentes demonstram que entre os seis meses e os quatro anos a Kingella kingae tem um papel etiológico importante. O objetivo da exposição deste caso clínico foi chamar atenção para esta patologia rara cujo diagnóstico é difícil e exige um elevado nível de suspeição.
      Descrição do caso: criança de 16 meses, sexo masculino, com antecedentes de obstipação, é trazida múltiplas vezes à Urgência Pediátrica por quadro com mais de um mês de evolução de irritabilidade persistente, dor abdominal e recusa da marcha de agravamento progressivo. Na segunda vinda à Urgência Pediátrica apresentava dorsolombalgia à palpação da coluna dorsolombar e diminuição da lordose lombar, o que motivou a realização de avaliação analítica, sumária de urina, ecografia renal e vesical e radiografia dorsolombar sem alterações. Na terceira vinda à Urgência Pediátrica foi decidido internamento e solicitada ressonância magnética nuclear dorsolombar e cintigrafia óssea que revelaram espondilodiscite em D7-D8. Parâmetros analíticos sem alterações valorizáveis, exceto discreta elevação da velocidade de sedimentação. Hemoculturas e restante estudo etiológico negativo. Iniciou terapêutica endovenosa com cefuroxime e flucloxacilina, com melhoria progressiva das queixas álgicas. Aquando da alta, assintomático, mantendo flucloxacilina oral até completar seis semanas de tratamento. Reavaliado posteriormente, encontrando-se assintomático, com um exame físico, reavaliação analítica e radiografia dorsolombar sem alterações.
      Conclusões: a espondilodiscite é uma identidade de difícil diagnóstico, especialmente na criança, devido à sua raridade, clínica inespecífica, impossibilidade de as crianças verbalizarem os seus sintomas e aos sinais radiológicos tardios, requerendo um alto índice de suspeição. O intervalo médio de tempo entre o início dos sintomas e o diagnóstico é de três semanas a três meses. A ressonância magnética é o exame de escolha. As hemoculturas são, muitas vezes, negativas. O pilar do tratamento é a antibioterapia por várias semanas, mas a sua escolha e duração são controversas. O tratamento inadequado pode originar dor crônica, sequelas ortopédicas graves e complicações neurológicas devastadoras. Quando atempada e adequadamente tratada, a maioria dos casos apresenta uma evolução clínica benigna e autolimitada.
      PubDate: 2022-05-16
      DOI: 10.15448/1980-6108.2022.1.41086
      Issue No: Vol. 32, No. 1 (2022)
       
  • Efeitos do exercício físico regular sobre o fluxo sanguíneo da pele e
           nos fatores de risco cardiovascular em indivíduos com sobrepeso e
           obesidade

    • Authors: Tuğba Kılıç, Cahit Bağcı, Mehmet Göl, Hakim Çelik, Davut Sinan Kaplan
      Pages: e41980 - e41980
      Abstract: Objetivo: sabe-se que níveis baixos de omentina e a reduzida biodisponibilidade de óxido nítrico (NO) são consequências da obesidade. Além disso, a disfunção microvascular pode ser um estágio inicial de doenças cardiovasculares em indivíduos obesos. Essa situação pode ser avaliada com a fluxometria de pele laser-Doppler (LDF).
      Métodos: foram investigados os efeitos do exercício físico moderado por 12 semanas na reatividade microvascular e nos níveis plasmáticos de omentina e NO em 25 indivíduos com sobrepeso e obesidade. O grupo controle foi composto por 28 participantes sedentários que não eram obesos nem com sobrepeso. A reatividade microvascular foi obtida pela medida do fluxo sanguíneo da pele do dedo anelar da mão direita com LDF, que é um método não invasivo de avaliação. Com este método, objetivou-se examinar a resposta da hiperemia reativa pós-oclusiva dos pacientes. Os participantes de ambos os grupos nunca seguiram um cronograma regular de exercícios em sua vida.
      Resultados: com o exercício regular houve diminuição estatisticamente significativa dos níveis de glicose (p=0,008), de colesterol (p=0,05) e de triglicerídeos (p=0,048), enquanto o índice de massa corporal e os níveis de lipoproteínas de alta e baixa densidade não se alteraram significativamente no grupo com sobrepeso/ obesidade. Além disso, o nível de omentina aumentou significativamente (p=0,01), mas o nível de NO não apresentou modificações significas. Observou- se, também, que as modificações nos níveis de omentina e NO mensurados antes e após o exercício físico foram significativamente correlacionados (r=0,57). Em relação à microcirculação, os valores do fluxo de repouso (p=0,001) e do valor de fluxo de pico e da LDF (p=0,001) aumentaram após o exercício físico.
      Conclusão: nosso estudo mostra que o exercício físico moderado afeta a reatividade microvascular e os níveis plasmáticos de omentina em indivíduos com sobrepeso e obesidade.
      PubDate: 2022-05-16
      DOI: 10.15448/1980-6108.2022.1.41980
      Issue No: Vol. 32, No. 1 (2022)
       
  • Erratum - Journal Scientia Medica v.31 n.1 (2021) - ID 40589

    • Authors: EDIPUCRS Periódicos
      Pages: e43137 - e43137
      Abstract: The Editorial Team of Journal SCIENTIA MEDICA publishes the following changes and replacements, in the edition 31, n. 1 (2021),
      DOI : https://doi.org/10.15448/1980-6108.2021.1.40589, ID 40589, article, The 12 women who won the Nobel Prize in Medicine or Physiology
      PubDate: 2022-04-26
      Issue No: Vol. 32, No. 1 (2022)
       
  • O uso da reflexão deliberada para reduzir o viés de confirmação em
           residentes de ortopedia

    • Authors: Antônio Barbosa Chaves, Alexandre Sampaio Moura, Rosa Malena Delbone de Faria, Ligia Cayres Ribeiro
      Pages: e42216 - e42216
      Abstract: Introdução: os vieses cognitivos podem afetar tanto os processos de tomada de decisão como o raciocínio clínico e o viés de confirmação está entre os mais importantes. O uso de estratégias que estimulem a reflexão deliberada durante o processo diagnóstico parece reduzir o viés de disponibilidade, mas seu efeito na redução do viés de confirmação precisa ser avaliado.
      Objetivos: examinar se a reflexão deliberada reduz o viés de confirmação e aumenta a acurácia do diagnóstico de residentes de ortopedia ao resolverem casos clínicos escritos.
      Métodos: estudo experimental comparando a acurácia diagnóstica de residentes de ortopedia na resolução de oito casos clínicos escritos contendo um diagnóstico de encaminhamento. Metade dos casos escritos tinha um diagnóstico de encaminhamento errado. Um grupo de residentes utilizou a reflexão deliberada (GR), que estimula a comparação e o contraste de hipóteses clínicas de maneira sistemática, e um grupo controle (GC) foi solicitado a fornecer diagnósticos diferenciais sem maiores instruções. O estudo incluiu 55 residentes de ortopedia do terceiro ano, 27 alocados no GR e 28 no GC.
      Resultados: residentes no GR tiveram escores diagnósticos mais altos do que o GC para casos clínicos com um diagnóstico de encaminhamento correto (62,0±20,1 vs. 49,1±21,0 respectivamente; p = 0,021). Para os casos clínicos com diagnóstico de encaminhamento incorreto, a acurácia diagnóstica foi semelhante entre os residentes do GR e os do GC (39,8±24,3 vs. 44,6±26,7 respectivamente; p = 0,662). Observamos viés geral de confirmação em 26,3% dos diagnósticos iniciais (fase não analítica) e 19,5% dos diagnósticos finais (fase analítica) na resolução de casos clínicos com diagnóstico de encaminhamento incorreto. Os residentes do GR mostraram uma redução na confirmação do diagnóstico de encaminhamento incorreto ao comparar o diagnóstico inicial dado na fase não analítica com aquele fornecido como diagnóstico final (25,9±17,7 vs. 17,6±18,1, respectivamente; Cohen d: 0,46; p = 0,003). No GC, a redução na confirmação do diagnóstico incorreto não foi estatisticamente significativa.
      Conclusões: o viés de confirmação esteve presente quando os residentes resolveram casos clínicos escritos com diagnósticos de encaminhamento incorretos e a reflexão deliberada reduziu esse viés. Apesar da redução do viés de confirmação, a acurácia diagnóstica dos residentes do GR foi semelhante à do GC na solução do conjunto de casos clínicos com diagnóstico de encaminhamento incorreto.

      PubDate: 2022-03-07
      DOI: 10.15448/1980-6108.2022.1.42216
      Issue No: Vol. 32, No. 1 (2022)
       
  • Síndrome inflamatória multissistêmica (SIMS)
           pós-COVID-19

    • Authors: Henrique Luiz Staub, Lia Portella Staub
      Pages: e42436 - e42436
      Abstract: INTRODUÇÃO: A potencial associação da COVID-19 com fenômenos inflamatórios e autoimunes abre um novo capítulo na prática clínica. Entre várias condições inflamatórias descritas no pós-COVID-19, destacam-se a doença de Kawasaki e uma nova afecção denominada síndrome inflamatória multissistêmica.
      OBJETIVOS: Revisar, de forma prática e concisa, conceito e critérios diagnósticos da síndrome inflamatória multisistêmica, as sobreposições com a doença de Kawasaki, assim como a imunopatogênese e o tratamento desta nova e intrigante enfermidade.
      MÉTODOS: Revisão da literatura disponível na base de dados Pubmed, com ênfase em revisões sistemáticas com metaanálises.
      RESULTADOS: A síndrome inflamatória multisistêmica se configura como uma condição hiperinflamatória multiorgânica pós-viral. A condição é primordialmente pediátrica, e os primeiros casos foram descritos na Inglaterra em maio de 2020. Os critérios diagnósticos são ainda imprecisos, e incluem algumas manifestações doença de Kawasaki-símiles. A síndrome inflamatória multisistêmica difere da doença de Kawasaki, entretanto, por geralmente acometer crianças acima cinco anos e de raças negras ou hispânicas; em termos clínicos, se distingue pela alta frequência de gastroenteropatia, miocardiopatia e choque. O diagnóstico diferencial inclui sepse bacteriana, síndrome de ativação macrofágica e formas sistêmicas de artrite reumatoide. Uma hiperexpressão de interferons e de outras citocinas inflamatórias caracteriza patogenicamente a síndrome inflamatória mulsistêmica. A enfermidade é, via de regra, responsiva a cuidados de terapia intensiva, corticóides, imunoglobulina intravenosa e imunobiológicos.
      CONCLUSÕES: A síndrome inflamatória multisistêmica é uma nova e complexa afecção hiperinflamatória associada à exposição prévia ao SARS-CoV-2. Apresenta instigantes interfaces com a doença de Kawasaki. Apesar da descrição recente, a literatura já é quantitativamente robusta, e algumas pendências de imunopatogênese, critérios diagnósticos e terapêutica deverão ser esclarecidas em breve.
      PubDate: 2022-01-25
      DOI: 10.15448/1980-6108.2022.1.42436
      Issue No: Vol. 32, No. 1 (2022)
       
 
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