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Tempus Actas de Saúde Coletiva
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ISSN (Online) 1982-8829
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  • Regionalização em Saúde e a Educação Permanente:
           revisão da literatura

    • Authors: Cinthia Ferreira Costa, Sueli Sampaio Fatima, Aniara Nascimento Corrêa Santos, Luana Carla Tironi de Freitas Giacometti, Samuel Brauer Nascimento
      Abstract: O presente artigo tem como objetivo explorar, na produção científica de 2019 a 2022, a articulação entre o princípio doutrinário do SUS - Regionalização e o pressuposto teórico/metodológico da Educação Permanente. Trata-se de uma revisão bibliográfica em bases de dados científicas, com predomínio de artigos publicados em 2019 e 2021, no Brasil na Literatura Latino-Americana e do Caribe (LILACS) e Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (Medline) e estudos com abordagem qualitativa. O foco dos estudos está mais relacionado à Regionalização em Saúde e aos potenciais e desafios para sua implementação, sendo a abordagem da educação permanente incipiente. Os estudos indicam as diversas potencialidades e desafios que perpassam as instâncias de governança e financiamento, quer da ordem federal, estadual e/ou municipal, com destaque para o desafio da equidade territorial a ser enfrentado para a concretização da diretriz da integralidade no SUS. Ainda que os artigos não indiquem relação direta da proposta de Regionalização com pressupostos teóricos-conceituais da Educação Permanente em Saúde, há evidências da importância de que trabalhadores da saúde reflitam sobre seu processo de trabalho, para além da atenção à saúde, incluindo as dimensões de gestão e educacional.
      Issue No: Vol. 17, No. 4
       
  • RELAÇÃO ENTRE AUTOAVALIAÇÃO DA SAÚDE BUCAL, FUNCIONALIDADE E
           COMORBIDADES 12 MESES APÓS A ALTA EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA
           COVID-19

    • Authors: Ana Paula Abujamra Alves Pinto
      Abstract: Introdução: A pandemia da COVID-19 teve um impacto significativo na saúde bucal dos indivíduos, que se manifestou por meio de uma série de problemas orais e comorbidades relacionadas. Além disso, os sintomas associados à COVID-19 também contribuíram como um desafio na manutenção adequada da higiene bucal. Desse modo, este estudo analisa a relação entre funcionalidade e comorbidades com a Autoavaliação da Saúde Bucal em pacientes graves recuperados da COVID-19 após 12 meses da alta da UTI. Metodologia: realizou-se um estudo transversal e analítico, com abordagem quantitativa, com dados sociodemográficos, clínicos, de Autoavaliação de Saúde Bucal e escala de Whodas 2.0 de pacientes (N=32) egressos na UTI do HURCG no período de março de 2020 a março de 2021 e com alta hospitalar de no mínimo 12 meses antes da coleta de dados. A análise foi realizada por meio da Mineração de Dados em um processo de Knowledge Discovery in Databases (KDD) e pela correlação de Spearman. Resultados: Dos 32 pacientes incluídos no estudo 8 foram considerados incapacitados. Os resultados dos testes sugerem a falta de diferenças significativas entre Autoavaliação de Saúde Bucal relacionado com a incapacidade do indivíduo (p=0,7631). Conclusão: Não apresenta correlação significativa a Autoavaliação de Saúde Bucal com a incapacidade, o que pode ser explicado através da teoria do paradoxo da deficiência e teoria da comparação. Palavras-chave: avaliação da deficiência; saúde bucal; comorbidade; COVID-19.    
      Issue No: Vol. 17, No. 4
       
  • Multicausalidade da obesidade infantil e políticas públicas: estudo de
           revisão integrativa

    • Authors: Moises Felipe Pereira Gomes, Adrielly de Vila Moura, Davi Borges Ferreira, Gabriel Cavalcanti Guerreiro Louro, Cézar Henrique Azevedo, Luzana Mackevicius Bernardes
      Abstract: Introdução: A obesidade infantil é uma condição de saúde complexa que cresceu mais de 300% em crianças com idade entre os 5 aos 9 anos nos últimos 20 anos. Sua presença está relacionada com o desenvolvimento de doenças crônicas tanto na infância quando na fase adulta, constituindo deste modo um importante desafio para a saúde pública. Objetivo: avaliar a produção científica brasileira sobre a multicausalidade da obesidade infantil e as políticas públicas implementadas no seu combate. Método: A fim de delimitar a abrangência do estudo, utilizou-se a estratégia para cenários não-clínicos PICo. Assim, estabeleceu-se a seguinte pergunta norteadora: quais os fatores de risco para o desenvolvimento da obesidade infantil e quais as políticas públicas abordam o problema' Foram utilizados os descritos obesidade, criança e políticas públicas como estratégia de pesquisa nas bases de dados da BVS e SciELO, no período de 2018 a 2022. Resultado: Ao todo foram encontrados 112, dos quais 13 foram selecionados. A complexidade dos fatores multicausais, dentre eles:  dinâmica familiar, tempo de amamentação, interesses comerciais, distúrbios da autoimagem e conhecimento sobre alimentação saudável foram os principais achados deste estudo. Além disso, verificou-se que poucos estudos abordam o fenômeno obesidade infantil de forma integral, principal no ambiento das políticas públicas. Conclusão: A complexidade dos fatores multicausais da obesidade infantil é evidente, portanto, trazer à tona a discussão de políticas públicas intersetoriais torna-se imprescindível.
      Issue No: Vol. 17, No. 4
       
  • Direito ou Desigualdade na Judicialização do Câncer em Belo Horizonte:
           estudo em usuários do Sistema Único de Saúde, 2014-2019

    • Authors: Mônica Silva Monteiro de Castro, Gabriela Drummond Marques da Silva, Raphaella Carvalho Diniz, Iara Veloso Oliveira Figueiredo, Wanessa Debôrtoli de Miranda, Helvécio Miranda Magalhães Junior, Fausto Pereira dos Santos , Rômulo Paes de Sousa
      Abstract: OBJETIVO: Identificar os tipos de câncer mais judicializados em Belo Horizonte (BH), Minas Gerais, de 2014 a 2019. MÉTODOS: Estudo transversal, com linkage dos dados dos atendimentos realizados e dos óbitos. Foi analisada a razão de proporção de judicialização das neoplasias mais frequentes tratadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e comparada com a frequência destas neoplasias na população que usou o SUS-BH. Foram também identificados os objetos mais demandados. RESULTADOS: Foram identificados 116.844 pacientes distintos que tiveram tratamento por doenças oncológicas. Os cânceres mais frequentemente tratados foram: mama (CID-10 C50), próstata (C61) e cólon (C18), e os que levaram a maior percentual de óbitos foram pâncreas (C25), brônquios e pulmões (C34), esôfago (C15) e estômago (C16). Os pacientes com neoplasia de brônquios e pulmões (IC 2,4-4,4), encéfalo (IC 8,1-12,9), fígado e vias biliares intra-hepáticas (IC 2,9-6,7), rim exceto pelve renal (IC 5,6-10,3) e outros (IC 2,4-3,1) judicializaram mais do que o conjunto de todos os pacientes com câncer, enquanto as pacientes com neoplasia de mama (IC 1,2-2,0) judicializaram menos. Os medicamentos foram os objetos mais judicializados, com grande concentração de pedidos em poucos princípios ativos, especialmente para o câncer de encéfalo, fígado, reto e mama, com maior proporção de pedidos para Temozolamida, Tosilato de Sorofanibe, Cetuximabe e Transtuzumabe, respectivamente. CONCLUSÃO: As diferenças podem estar relacionadas à gravidade do câncer, à dificuldade de acesso aos tratamentos, à existência de alternativas terapêuticas ainda não disponibilizadas e à existência de grupos de apoio e de representação que conheçam os caminhos da judicialização.
      Issue No: Vol. 17, No. 4
       
 
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