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Cadernos Espinosanos
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ISSN (Print) 1413-6651 - ISSN (Online) 2447-9012
Published by Universidade de São Paulo Homepage  [48 journals]
  • Apresentação

    • Authors: Cadernos Espinosanos
      Pages: 11 - 11
      Abstract: Apresentação da edição 47 dos Cadernos Espinosanos.
      PubDate: 2022-12-30
      DOI: 10.11606/issn.2447-9012.espinosa.2022.206375
       
  • Sobre os Pensamentos Metafísicos

    • Authors: Marilena Chaui
      Pages: 15 - 35
      Abstract: Os Pensamentos Metafísicos (Cogitata Metaphysica) raramente são tratados pelos comentadores de Espinosa, exceto em notas de rodapé, possivelmente por terem sido apresentados apenas como um Apêndice aos Princípios da Filosofia cartesiana. Todavia, pretendo mostrar que este opúsculo merece ser estudado mais detidamente, visto que é um prolegômeno às ideias fundamentais de Espinosa, tanto no que se refere à crítica à tradição metafísica escolástica, ainda vigente nas universidades holandesas no século XVII, quanto no que se refere à crítica à metafísica cartesiana.
      PubDate: 2022-12-30
      DOI: 10.11606/issn.2447-9012.espinosa.2022.200730
       
  • Os quatro preceitos metodológicos do Discurso do Método

    • Authors: César Augusto Battisti
      Pages: 37 - 62
      Abstract: O artigo se propõe a cumprir dois objetivos: a) avaliar em que sentido podemos atribuir autossuficiência aos famosos quatro preceitos metodológicos da Segunda Parte do Discurso do Método; b) propor uma leitura destes preceitos que considere seu entorno, as outras obras metodológicas e o pensamento cartesiano como um todo, mas, principalmente, que reavalie elementos metodológicos tanto pouco quanto excessivamente valorizados. As conclusões correspondentes mais importantes são: (1) os quatro preceitos do Discurso contêm a totalidade do método, mas apenas de uma forma condensada; e, como tais, eles não são autocompreensíveis; 2) uma boa compreensão do método deve englobar outros textos (a começar pelos que compuseram a publicação de 1637), mas principalmente deve calibrar o peso de cada preceito em razão de sua função e do que lhe é atribuído executar, sendo o segundo o mais depreciado dentre eles.
      PubDate: 2022-12-30
      DOI: 10.11606/issn.2447-9012.espinosa.2022.196111
       
  • A recepção dos ensaios cartesianos e algumas críticas à hipótese da
           matéria sutil

    • Authors: Paulo Tadeu da Silva
      Pages: 63 - 83
      Abstract: Após a publicação do Discurso do método e seus ensaios, Descartes inicia uma campanha de divulgação da obra com o objetivo de introduzir suas ideias no ambiente filosófico e acadêmico. Seu maior interesse era obter a aprovação e o reconhecimento das suposições e explicações presentes em Os meteoros e em A dióptrica. Esse interesse vincula-se ainda ao seu desejo de ver seus ensaios discutidos e ensinados nos colégios jesuítas. Neste artigo discuto a recepção de algumas ideias contidas nesses ensaios, particularmente entre os estudiosos jesuítas, e analiso algumas críticas de Morin à hipótese da matéria sutil.
      PubDate: 2022-12-30
      DOI: 10.11606/issn.2447-9012.espinosa.2022.196004
       
  • Sintomas do Porvir

    • Authors: Fabrício Pires Fortes
      Pages: 85 - 112
      Abstract: O artigo visa estabelecer uma interpretação das ideias apresentadas por Descartes em seu Compendium Musicae como expressivas da transição entre os períodos renascentista e barroco na música. Parte-se de uma análise comparativa da música desses dois períodos, assim como de algumas ideias filosóficas e científicas que circundaram a transição entre eles, e busca-se identificar ideias vinculadas a ambos no Compendium. De acordo com os resultados dessa análise, argumenta-se que, se do ponto de vista da teoria e da prática musical, a obra se encontra ainda vinculada ao estilo renascentista, no que diz respeito ao fundo filosófico e científico, ela apresenta ideias comumente associadas ao Barroco.
      PubDate: 2022-12-30
      DOI: 10.11606/issn.2447-9012.espinosa.2022.195716
       
  • Comunidade e Comunicação

    • Authors: José Manuel Rodríguez Amieva
      Pages: 113 - 143
      Abstract: Diante do significado de comunidade que a considera uma essência dada, massificada e homogênea, neste artigo buscamos reconstruir outra concepção de comunidade que a entende como uma produção recursiva por meio de um processo de comunicação em diferentes registros entre seus membros. Uma comunicação que, ao construir a composição humana, preserva a potência singular de cada corpo componente. Para tanto, recuperamos a noção espinosista da comunidade como um indivíduo composto pelo mecanismo de imitatio affectuum e processos de acordo, consenso e acordo. Assumimos também, em interligação, as propostas peircianas sobre a comunidade constituída em busca de um crescimento indefinido do conhecimento, através da cooperação e comunicação de todos os seus membros. Veremos, ao final, que tanto a existência individual quanto a realidade social requerem, como pré-condição e princípio ativo, um processo iterativo de comunicação, um "fazer comunidade" assiduamente renovado.
      PubDate: 2022-12-30
      DOI: 10.11606/issn.2447-9012.espinosa.2022.206386
       
  • Considerações acerca dos capítulos sobre a eternidade, a unidade, a
           imensidão e a imutabilidade de Deus na segunda parte dos Pensamentos
           Metafísicos de Espinosa

    • Authors: Dani Barki Minkovicius
      Pages: 145 - 178
      Abstract: Pretendemos comentar os primeiros quatro capítulos da segunda parte dos Pensamentos Metafísicos de Espinosa, dedicados, respectivamente, à eternidade, à unidade, à imensidão e à imutabilidade de Deus; sugerindo, ademais, uma leitura geral para a obra em questão como um todo. Procuramos, desse modo, investigar o sentido das demonstrações espinosanas nesses capítulos, propondo hipóteses para a estruturação delas bem como a, por vezes, insuficiência – justificada – de algumas delas, enfatizando, nisso tudo e dentre outros aspectos, o caráter polêmico da obra.
      PubDate: 2022-12-30
      DOI: 10.11606/issn.2447-9012.espinosa.2022.206387
       
  • A existência real só pode ser provada pela existência
           real'

    • Authors: Leandro Alves da Silva
      Pages: 179 - 208
      Abstract: No Ensaio sobre o Entendimento Humano (iv.x.7), John Locke registrou uma breve apreciação da prova a priori cartesiana, afirmando que ela seria, isoladamente, uma maneira imperfeita de abordar a questão da existência de Deus. Todavia, num manuscrito de duas páginas, datado de 1696, ele considerou essa prova inconclusiva, pois poderia ser utilizada tanto por teístas como por ateus, ficando a questão inacabada. Considerando a escassez de estudos lockeanos tratando desse manuscrito, este artigo propõe uma interpretação da crítica lockeana à prova a priori cartesiana, de modo a verificar se o filósofo inglês modificou sua opinião. A análise do texto em questão aponta que não houve mudança significativa por parte de Locke, pois suas conclusões registradas no manuscrito têm como fundamento a rejeição das ideias inatas e das essências imutáveis, em conformidade com o livro i do Ensaio. Adicionalmente, suas críticas têm um provável antecedente tomista nas objeções de Johannes Caterus. 
      PubDate: 2022-12-30
      DOI: 10.11606/issn.2447-9012.espinosa.2022.206390
       
  • É possível pensar o campo político a partir de
           Descartes'

    • Authors: Abel Beserra
      Pages: 209 - 234
      Abstract: O presente artigo procura debater se é possível pensar o campo político a partir de Descartes. Em geral se considera que: 1) o tema teria sido praticamente ignorado por Descartes; 2) há indicações do que o filósofo pensa a respeito dessa temática, quer em sua correspondência, quer ao longo de seus trabalhos. Nossa posição se aproxima da segunda alternativa, pois Descartes teria conferido um lugar ao campo político por meio das implicações e desdobramentos relativos à união da alma e do corpo. Mais especificamente, por meio do papel da causalidade final para a ação prática do ser humano, seja na moral, seja na política. Nesse sentido, os conceitos discutidos no Tratado das paixões e na correspondência com a princesa Elisabeth podem ser elucidativos. Dessa maneira, nossa leitura é a de que emerge em Descartes um campo político baseado no exercício da razão e de uma vontade livre. 
      PubDate: 2022-12-30
      DOI: 10.11606/issn.2447-9012.espinosa.2022.206392
       
  • Metafísica e Moralidade

    • Authors: Ezequiel Barros Barbosa de Jesus
      Pages: 235 - 263
      Abstract: O presente artigo objetiva analisar a existência de uma possível contradição entre a morale par provision e o sistema filosófico cartesiano. Para tanto, primeiro analisaremos a imbricação entre a teoria metafísica e a teoria moral de Descartes, buscando situar o local da morale em seu edifício filosófico. Neste primeiro momento, também tentaremos engendrar o problema aqui proposto, configurado a partir da pergunta: ao aderir ao uso da opinião em sua morale, Descartes não abriria margem para um possível paradoxo entre o desenvolvimento de seu sistema de Filosofia e a sua morale par provision' Depois, apresentaremos o conteúdo da morale, analisando separadamente cada uma das três máximas que a compõem. Isto feito, buscaremos evidenciar a natureza racional da moral cartesiana. Ao fim do trabalho, pretendemos dissipar o aparente paradoxo ao defender a tese de que o conteúdo das três máximas da morale par provision (moderação, resolução e felicidade) conferem a ela uma natureza racional, o que torna justificado o uso de opiniões, que, mesmo sem possuir um valor de clareza, distinção e evidência, ainda assim são úteis para o desenvolvimento da investigação filosófica, o que coloca a morale na condição de ser um fator imprescindível ao desenvolvimento da filosofia cartesiana. 
       
      PubDate: 2022-12-30
      DOI: 10.11606/issn.2447-9012.espinosa.2022.206396
       
  • Podem os argumentos do apêndice da parte I da Ética vencer a
           superstição'

    • Authors: Lucas André Marques Pereira
      Pages: 265 - 289
      Abstract: Neste trabalho, pretendemos investigar o poder que os argumentos do apêndice da Parte I da Ética possuem para enfraquecer a superstição que reside na mente do leitor. Dada a necessidade dos preconceitos que levam à consolidação da superstição finalista, é esperado que o leitor, ao se deparar com a Ética, esteja completamente tomado pelas crenças finalistas. Tendo isso em vista, como poderia a compreensão desses argumentos ser capaz de eliminar a superstição' Como intentamos demonstrar, o conhecimento adquirido é incapaz, ao menos num primeiro momento, de levar a cabo essa tarefa: é necessária uma meditação amiúde reiterada. Isso é possível porque a meditação, ao utilizar o conhecimento sobre a necessidade da superstição como ponto de partida, é capaz de reorganizar os afetos, de modo a tornar os afetos racionais gradativamente mais fortes que os afetos ligados à superstição.
      PubDate: 2022-12-30
      DOI: 10.11606/issn.2447-9012.espinosa.2022.199767
       
  • Relação dos trabalhos de Marilena Chaui sobre Espinosa
           (1970-2021)

    • Authors: Homero Santiago
      Pages: 291 - 304
      Abstract: Apresentamos uma bibliografia dos trabalhos da filósofa brasileira
      Marilena Chaui dedicados ao espinosismo e publicados entre 1970 e 2021.
      PubDate: 2022-12-30
      DOI: 10.11606/issn.2447-9012.espinosa.2022.206382
       
  • Cartas de Gottfried W. Leibniz a Pe. des Bosses 1-3

    • Authors: Beatriz Cardoso Silveira, Sacha Zilber Kontic, Tessa Moura Lacerda
      Pages: 305 - 337
      Abstract: Tradução das três primeiras cartas de Leibniz a des Bosses.
      PubDate: 2022-12-30
      DOI: 10.11606/issn.2447-9012.espinosa.2022.197937
       
  • Notícias

    • Authors: Cadernos Espinosanos
      Pages: 339 - 339
      Abstract: Notícias referentes ao segundo semestre de 2022 sobre os estudos sobre o século XVII e sobre o espinosismo. 
      PubDate: 2022-12-30
      DOI: 10.11606/issn.2447-9012.espinosa.2022.206409
       
 
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