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Temporal : Prática e Pensamento Contemporâneos
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ISSN (Online) 2594-3944
Published by Universidade de Brasília Homepage  [65 journals]
  • Expediente

    • Authors: TEMPORAL - prática e pensamento contemporâneos
      Pages: 01 - 01
      PubDate: 2020-02-09
      Issue No: Vol. 2, No. 4 (2020)
       
  • Editorial

    • Authors: Priscila Rossinetti Rufinoni, Samira Margotto, Jade Oliveira Chaia, Lennon Noleto, Iasmin Leiros, Maria Clara Rodrigues, Yuri de Lavor
      Pages: 02 - 03
      PubDate: 2020-02-09
      Issue No: Vol. 2, No. 4 (2020)
       
  • Do capitalismo tardio ao pós-modernismo

    • Authors: Philippe Oliveira de Almeida
      Pages: 04 - 19
      Abstract: O presente artigo objetiva investigar a influência de Ersnest Mandel sobre Fredric Jameson. O texto estabelece paralelos entre o conceito de capitalismo tardio desenvolvido por Mandel e o retrato do pós-modernismo proposto por Jameson. Em um primeiro momento, o artigo apresenta a vida e obra de Jameson e recupera o debate entre marxismo e pós-modernismo. Em um segundo momento, o trabalho aborda a vida e a obra de Mandel. Em um terceiro momento, nós analisamos as semelhanças e as diferenças entre os projetos do escritor norte-americano e do economista belga.
      PubDate: 2020-02-09
      Issue No: Vol. 2, No. 4 (2020)
       
  • Do prosaico ao poético na obra de Arthur Bispo do Rosário

    • Authors: Lucas Viana Silva, José Almir Valente Costa Filho, Maria Celeste Miranda Pinheiro
      Pages: 20 - 37
      Abstract: O presente artigo aborda a relevância do conceito de sublime na arte contemporâneo, a partir da concepção de estética do cotidiano como abordada na obra Manto da Apresentação de Arthur Bispo do Rosário. Apresenta a análise do conceito de sublime, como elaborada por Immanuel Kant, como sentimento subjetivo, em sua relação de distinção e aproximação com o sentimento do belo. Retoma as Lições sobre a Analítica do Sublime realizadas por Jean-François Lyotard como relevante para a caracterização da concepção de arte contemporânea. Por fim, aponta a obra de Arthur Bispo do Rosário como característico de uma forma peculiar da arte contemporânea, para cuja leitura o conceito de sublime se torna de grande valia.
      PubDate: 2020-02-09
      Issue No: Vol. 2, No. 4 (2020)
       
  • O que é arte pública'

    • Authors: Pilar Pinheiro Sanches
      Pages: 38 - 54
      Abstract: O que significa expor um grande número de pequenas estátuas de gelo em ruas movimentadas de centros das cidades' Essa constitui uma breve descrição do que a obra “Monumento Mínimo", da artista Néle Azevedo, propõe para espaços das cidades mundo afora. Nesse contexto, o presente artigo tem por objetivo investigar esse tipo de obra que vem sendo praticada no universo contemporâneo, e que suscita diversas perguntas, tais como: como podemos denominá-las' Arte pública' Arte urbana' Intervenções urbanas' Assim, esse artigo pretende realizar uma discussão a respeito da arte pública atual. Percebendo que suas obras se apresentam a partir de formatos muito diversos, buscaremos compreender os processos operados pela arte contemporânea até chegar à nova relação configurada atualmente entre artista, obra e público. Constatando que ela vem sendo discutida com mais regularidade no meio acadêmico sob a denominação de “arte pública”, nos aproximaremos dessa prática discutindo alguns conceitos que a ela estão sendo associados e, para aprofundar o debate, analisaremos na última parte do texto a obra “Monumento Mínimo” como um exemplo paradigmático da “arte pública”, acreditando que ela auxiliará o entendimento e fornecerá algumas definições para essa prática. O que podemos adiantar é que, nessa vertente de arte, a ação e a experiência artística ”” o processo ”” são mais importantes do que a permanência e o resultado final, um objeto artístico.
      PubDate: 2020-02-09
      Issue No: Vol. 2, No. 4 (2020)
       
  • Epistemologias fronterizas em arte e cultura periféricas

    • Authors: Marcos Antônio Bessa-Oliveira
      Pages: 55 - 72
      Abstract: A proposta basilar do artigo recai na necessidade de discutir criticamente as produções culturais periféricas, tendo por fundamentação uma visada epistemológica específica dos locais geoistóricos, tanto no tocante aos loci das próprias produções, quanto do lócus de onde o intelectual erige seu discurso crítico. Em toda sua crítica pós-ocidental, o intelectual argentino Walter Mignolo conclama a presença de uma “epistemologia fronteriza” para mostrar que, somente por meio dela, pode-se propor uma reorganização da produção do conhecimento e, por conseguinte, dos modos de ler teórico, crítico, artístico, discursivo e culturalmente, uma vez que qualquer reflexão assentada numa “epistemologia fronteriza” encampa as histórias locais, encontrando, assim, seu lugar no conhecimento por fora dos projetos globais. Por estar ancorada em uma consciência subalterna e no bios locais dos sujeitos, uma epistemologia fronteriza arquiteta-se para além dos binarismos que imperaram nos discursos hegemônicos que, quase sempre, tomaram as produções culturais humanas (arte, literatura, discurso e a própria cultura periférica) como objetos passíveis de análises puro e simplesmente, como se todas elas não produzissem seu próprio saber. Também Gloria Anzaldúa defendeu a ideia de uma epistemologia fronteriza, sobretudo por entender que somente ela permite ao crítico periférico pensar e construir pensamentos a partir dos interstícios dos discursos dos sujeitos e das produções não contemplados pelo discurso moderno da sapientia. Nesse sentido, o livro Bordelands\la frontera: the new mestiza (2007) representa mais do que a produção de um contradiscurso e o começo laborioso da construção “de um nuevo léxico y unas nuevas gramáticas”; significa a proposição de um novo argumento discursivo que, ao seu modo, barre a razão do discurso imperial moderno e sua visada estética monotópica (MIGNOLO). Acercados dos conceitos mencionados ”” como periferia, epistemologia fronteriza e outros advindos da discussão crítica contemporânea sobre a América do Sul como “opção descolonial” e “identidade em política”, entre outros, ”” o trabalho que resulta no tema proposto tem a preocupação maior de inquirir a respeito de uma epistemologia que encampe as relações diferenciais específicas das produções culturais brasileiras e latinas. A saída estratégica, para o trabalho de natureza descolonial, está na “desobediência epistêmica”: não deslegitimar as ideias críticas europeias, e nem muito menos se ofender quando deixa de venerar os autores canônicos eurocêntricos, “como os religiosos o fazem com os textos sagrados” (MIGNOLO, 2007: 289); a saída da “opção descolonial” está exatamente quando ela se desvincula dos fundamentos genuínos dos conceitos ocidentais e da acumulação de conhecimento. Aliás, é precisamente aí que ela é epistêmica. Parece restar, então, aos trabalhos críticos, que não têm medo do perigo e abominam a repetição pela repetição conceitual nos trópicos latinos, aprender a desaprender. Finalmente, o trabalho propõe um espaço saudável para a desobediência epistêmico conceitual que o presente crítico demanda.
      PubDate: 2020-02-09
      Issue No: Vol. 2, No. 4 (2020)
       
  • A arte literária indígena e o ensino de arte na escola

    • Authors: Keyde Taisa da Silva
      Pages: 73 - 83
      Abstract: A história indígena no Brasil sempre foi contada por não índios, em versões diversas, mas que nem sempre correspondem à verdade. A escola foi e ainda é um instrumento de perpetuação dessas versões. Nesse sentido, uma nova forma de estudar a história indígena e de outros povos étnicos é através das produções desses próprios povos. A literatura indígena se desponta no cenário nacional como uma consistente produção e merece ser utilizada para disseminar a cultura indígena de forma original e autoral. No componente curricular de Artes, esses materiais podem e dever ser amplamente utilizados como forma de atender à legislação vigente e também de romper com estereótipos e preconceitos, conhecendo uma nova versão da história.
      PubDate: 2020-02-09
      Issue No: Vol. 2, No. 4 (2020)
       
  • Predições a um andaluz

    • Authors: Lennon Noleto
      Pages: 84 - 95
      Abstract: Este ensaio procura uma possível aderência entre aspectos instáveis relacionados à obra de Pablo Picasso. Por meio de elementos históricos, místicos e biográficos, pretendo analisar movimentos que podem ser combinados em uma teoria mítica das imagens.
      PubDate: 2020-02-09
      Issue No: Vol. 2, No. 4 (2020)
       
  • caminho

    • Authors: Igor Passos
      Pages: 97 - 103
      Abstract: O presente texto caminha entre teia de relato poético, contaminação conceitual e reflexão processual; é uma tentativa de escrita que se quer processo, saber em devir, produção artística; é relatada-analisada-contaminada o processo de composição e a ação “linha em movimento”, desenvolvida em 2018.
      PubDate: 2020-02-09
      Issue No: Vol. 2, No. 4 (2020)
       
  • A busca das artes dos nomes reais

    • Authors: Lara Jennyfer Batista Ferreira
      Pages: 104 - 106
      Abstract: Manifesto por subjetividades dissidentes e pelas (re)construções de imaginários decoloniais que possibilitem a manifestação de corpas com nomes reais. 
      PubDate: 2020-02-09
      Issue No: Vol. 2, No. 4 (2020)
       
  • É uma miscelânea, né' Mas tudo dentro da arte

    • Authors: Branco
      Pages: 107 - 115
      Abstract: Entrevista com o artista de Taguatinga, Branco.
      PubDate: 2020-02-11
      Issue No: Vol. 2, No. 4 (2020)
       
 
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