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ISSN (Print) 1519-9002 - ISSN (Online) 1679-6799
Published by Universidade Federal do Rio de Janeiro Homepage  [22 journals]
  • Apontamentos de antropologia filosófica afrodiaspórica das
           Congadas no Brasil

    • Authors: Vanilda Honória dos Santos
      Pages: 7 - 42
      Abstract: O presente texto objetiva apresentar as reflexões iniciais do projeto que visa tecer uma antropologia filosófica das Congadas no Brasil. Trata-se de um exercício de filosofia afrodiaspórica. O intuito é buscar responder à seguinte questão: Que filosofias alimentavam as memórias e histórias presentes nos rituais e na organização dos antepassados africanos ao reinventarem a humanidade de si mesmos após desmanche de suas unidades culturais com a escravização e a diáspora africana' A hipótese delineada é da existência de um humanismo afro-referenciado, fundamentado nas matrizes epistemológicas das filosofias Ubuntu e Axé, presentes na tradição oral das Congadas.
      PubDate: 2020-06-18
       
  • Rekhet: Um exercício que transcende o ato de filosofar

    • Authors: Katiúscia Ribeiro Pontes
      Pages: 43 - 78
      Abstract: O presente artigo objetiva apresentar a Filosofia Africana na antiguidade. Ancorado nos estudos de Théophile Obenga, este trabalho analisa o conceito Rekhet, palavra na língua egípcia antiga para Filosofia, cujo exercício visa a busca pela verdade – Maat. O ser humano é em Kemet uma entidade complexa que engloba os mais valiosos e inseparáveis elementos, construindo um sistema de valores morais e estéticos que compõem a Vida. Esta atividade complexa, criativa e artesanal passava pela investigação da natureza de Maat. Este artigo é um convite para adentrar à experiência do Rekhet, profundo sentimento de amor ao saber.
      PubDate: 2020-06-18
       
  • Entre Biopolítica e Necropolítica: uma questão de poder

    • Authors: Adriano Negris
      Pages: 79 - 102
      Abstract: O presente artigo tem o objetivo de estabelecer uma relação entre a noção de biopolítica, elaborada por Michel Foucault, e o conceito de necropolítica, pensado pelo filósofo camaronês Achille Mbembe. Veremos que a necropolítica de Mbembe não é uma variação ou continuidade da biopolítica foucaultiana. Nesse sentido, notaremos que o conceito de necropolítica possui uma historicidade própria, ele é cunhado a partir da experiência política e cultural de um povo específico e, por isso, tais peculiaridades que não podem ser desconsideradas sob pena de apagamento ou encobrimento do Outro.
      PubDate: 2020-06-18
       
  • Os conceitos de mutirão e assentamento: ideias para a segunda
           Abolição

    • Authors: kwame ankh thiago brito, Claudio Medeiros
      Pages: 103 - 135
      Abstract: Mutirão e assentamento, ambos invocam ancestralidades banto, nagô e cabocla: o mutirão quando nos ensina uma forma de trabalho que não implica servidão e animalidade, o assentamento quando contrai por metáfora espacial o solo mítico da origem e faz equivaler-se a uma parte do território histórico da diáspora. Ambas ideias para a segunda abolição, práticas de rasura naquilo que Ronnielle Singular denomina “transcolonização de si mesmo”.
      PubDate: 2020-06-18
       
  • Natureza, Comunidade e Ritual: Música e Ancestralidade em Malidoma
           Somé

    • Authors: Luiza Nascimento Almeida
      Pages: 136 - 163
      Abstract: O burquinês Malidoma Somé se tornou o principal porta-voz do povo dagara no mundo. Nos três livros que publicou, ele se baseou, predominantemente, em sua experiência na aldeia para elaborar um tratado sobre as inúmeras vicissitudes que compõem a vida de um aldeão – traduzida na tríade Natureza, Comunidade e Ritual. Nessa jornada, o elemento que permeia a oralidade dos dagara é a música. Esse artigo tem a intenção de, destacando momentos da obra do autor africano, refletir sobre o papel da música como tecnologia propiciadora do devido equilíbrio sem o qual a existência da comunidade seria impraticável.  
      PubDate: 2020-06-18
       
  • Reflexões artístico-filosóficas sobre a humanidade negra

    • Authors: Aza Njeri Viviane Moraes
      Pages: 164 - 226
      Abstract: Neste artigo, resultado de minha pesquisa de pós-doutoramento em Filosofias Africanas (IFCS/UFRJ), objetiva-se refletir sobre possibilidades de reumanização e recarrilamento ontológico (NOBLES, 2009) do Negro Amefricano (Gonzalez, 1988) aquilombado no Ocidente, especialmente no Brasil, por meio da Arte e da Filosofia. Contribui-se para os Estudos Africana (KARENGA, 2009), apontando reflexões acerca do Ser negro e seus desdobramentos como Afrosurto e Presságio do Abismo. Utiliza-se as elaborações de intelectuais como Marimba Ani, Mogobe Ramose, Molefi Asante, Maulana Karenga, Wade Nobles, Sueli Carneiro, Azoilda Trindade, Neusa Santos, Abdias Nascimento, Lélia Gonzalez, Bakhtin, Adorno, Edward Said, Roland Barthes, Aníbal Quijano entre outros.
      PubDate: 2020-06-18
       
  • A África que transborda: Erica Malunguinho e os atravessamentos
           subjetivos da diáspora africana na política brasileira

    • Authors: Maria Clara Conrado de Niemeyer Soares Carneiro Chaves
      Pages: 227 - 247
      Abstract: RESUMO: Este trabalho foi realizado a fim de cumprir os objetivos do Núcleo de Filosofia Política Africana do Laboratório Geru Maã de Africologia e Estudos Ameríndios (CAPES-UFRJ), no qual se aborda a existência de Erica Malunguinho e seus atravessamentos subjetivos distintos e pluriversais como uma descendente da diáspora africana no Brasil, ao passo em que tais configurações de sua existência se expressam na figura pública e política da deputada estadual do Estado de São Paulo. O corpo-território vivo, negro e transexual desta mulher é a memória potente de uma África presente e ancestral. Um continente que incomoda, transgride e transborda conforme ultrapassa uma barreira transterritorial de constituição ontológica de seus povos. PALAVRAS-CHAVE: RACISMO; GÊNERO; FILOSOFIA POLÍTICA; MULHERES NEGRAS NA POLÍTICA; FILOSOFIA AFRICANA.  
      PubDate: 2020-06-18
       
  • Filosofia africana contemporânea desde os saberes ancestrais femininos:
           novas travessias / novos horizontes

    • Authors: Adilbênia Freire Machado
      Pages: 248 - 280
      Abstract: Esse artigo traz um breve diálogo acerca da filosofia africana contemporânea refletindo novos caminhos / horizontes, nessa perspectiva busco trazer, brevemente, os saberes ancestrais femininos como mediadores desses novos / outros caminhos. Dialogaremos em torno de uma crítica à ausência das mulheres nas temáticas em torno da filosofia africana, compreendendo que filosofar desde os saberes ancestrais femininos é implicar-se em uma relação intima com nossa humanidade. O feminino é a energia do encantamento, é quem permite o existir com ética, amorosidade, cuidado, o que dá e o que permite a vida, é a ancestralidade perpassando e criando sentidos de re-existências.
      PubDate: 2020-06-18
       
  • Mulherismo Africana: proposta enquanto equilíbrio vital a comunidade
           preta

    • Authors: Aza Njeri Viviane Mendes de Moraes, Kwame Ankh Thiago Henrique Borges Brito, Kulwa Mene Walkiria Gabriele Elias da Costa
      Pages: 281 - 320
      Abstract: Resumo: O presente artigo visa refletir e analisar qual tem sido a agência (ASANTE, 2009) enquanto povo negro na diáspora brasileira e propor caminhos teórico-práticos para criação de outras estratégias agregadoras que possam sulear possíveis direções na resolução de problemas como as questões de raça, gênero e classe. Nessa toada o Mulherismo Africana tem sido nossa proposta quanto aporte dentro de uma agenda pan-africana de organização. Nos guiamos a partir do referencial teórico da epistemologia dos Estudos Africana (KARENGA, 2009; MALOMALO, 2017); além delas alinhamos nossa metodologia a partir da afrocentricidade (ASANTE, 2014) e da afroperspectiva (NOGUERA, 2012) para dada produção do conhecimento.
      PubDate: 2020-06-18
       
  • Filosofia da oralidade: contribuições da tradição oral para filosofia
           africana e afrodiaspórica

    • Authors: Antonio Filogenio de Paula Junior
      Pages: 321 - 358
      Abstract: Este artigo apresenta as epistemologias contidas na tradição oral de matriz africana como elementos constitutivos da filosofia da oralidade. A tradição oral é, segundo Hampaté Bâ (2010), Ki Zerbo (2010) e Vansina (2010), um traço fundamental do modo de ser africano que se prolonga na diáspora, sendo possível o seu reconhecimento, também, nas culturas de resistência ou culturas afro-brasileiras. Neste sentido, fazer filosofia a partir dessa referencialidade é dialogar com a filosofia da oralidade como campo conceitual para filosofia africana e afro-diaspórica.
      PubDate: 2020-06-18
       
  • Filosofia africana e a crítica à Razão Negra de Achilles
           Mbembe.

    • Authors: Pessanha de Melo Pessanha
      Pages: 359 - 378
      Abstract: Resumo: Na história da filosofia africana é quase sempre presente a justificativa que convença que existe uma filosofia africana, e que essa filosofia não tem inicio com a colonização europeia. Os processos de necropolítica e epistemicidio, consequência do período colonial no continente africano, colaboraram para o empobrecimento ontológico do ser-negro, impondo ao africano o status ontológico de inferioridade e subalternidade. Na compreensão de Achilles Mbembe por causa desses fatores a razão negra se ocupa basicamente em produzir argumentos com fundamentos que se tornaram resistência à escravatura, o colonialismo, e o apartheid.
      PubDate: 2020-06-18
       
  • Dissecando o racismo epistêmico: afroperspectivizando o ensino de
           Filosofia

    • Authors: Vinícius Rodrigues Costa da Silva, Karine de Souza Silva, Vitória Luíza Conceição Rodrigues, Roberta Ribeiro Cassiano
      Pages: 379 - 406
      Abstract: Este artigo objetiva argumentar acerca do racismo epistêmico inerente à narrativa de validade filosófica, isto é, a validação de somente uma corrente de pensamento enquanto legítima, qual seja, a filosofia ocidental. Percebe-se que o racismo epistêmico tem tido um papel determinante na produção filosófica ocidental. Assim, argumentaremos acerca das bases constituintes do ensino de filosofia e sobre a possibilidade de afroperspectivação dele como metodologia de pluriversalidade e diálogo filosófico – o que contribui para a agência de vozes não-ocidentais insurgentes na filosofia.
      PubDate: 2020-06-18
       
  • OS PROBLEMAS DA REPRESENTAÇÃO DA DIFERENÇA E OS DESAFIOS DA ALTERIDADE:
           UM EXEMPLO DESDE ÁFRICA

    • Authors: Mariane de Oliveira Biteti
      Pages: 407 - 423
      Abstract: Esse artigo problematiza o sentido histórico da representação da diferença no contexto africano, como um mecanismo de subordinação e violência das formas de ser e de conhecer presentes no Continente. Nesse sentido, tenta deslocar a noção de alteridade como um projeto europeu de invenção do outro como outro, para reconhecer as possibilidades de a alteridade servir à restituição da dignidade desse outro subalternizado. De modo que há muitos desafios ao tratamento da alteridade, dentre os quais destaca-se nesse texto, a violência em si da relação e a diferença construída a partir de estereótipos racistas forjados como modo de ser africano.
      PubDate: 2020-06-18
       
  • O CONSCIENCISMO DE KWAME NKRUMAH: UMA FILOSOFIA AFRICANA SOCIAL E
           REVOLUCIONÁRIA

    • Authors: JACQUES KWANGALA MBOMA
      Pages: 424 - 438
      Abstract: Este artigo tem como objetivo discutir as relações que existem entre a filosofia social e a revolução na Filosofia de Kwame Nkrumah. O princípio fundamental dessa filosofia é o materialismo dialético que fundamenta o consciencismo de Nkrumah, uma filosofia especialmente materialista baseada nos elementos social, econômico e político para estudar a realidade africana. Sua leitura leva em conta as grandes críticas feitas diante do regime colonial na África que interfere na esfera dos poderes públicos com seus mecanismos do neocolonialismo. Por sua vez, essa filosofia busca se cristalizar na teoria científica por meio da revolução das inteligências. O conceito de revolução não trata necessariamente em termo de força, mas de uma síntese somática, uma revolução das inteligências isto é, uma revolução da mente operada por meio das funções positivas ou negativas que geram a mudança na sociedade africana. Qualquer africano, jovem ou adulto é chamado a despertar sua consciência a fim de estabelecer os princípios de igualdade e liberdade, decorrentes do consciencismo para uma sociedade digna de valores morais e éticos.
      PubDate: 2020-06-18
       
  • Corp’oralidade, a travessa linguagem depois da travessia: interfaces
           entre a Filosofia da Linguagem e a Linguística

    • Authors: Luis Augusto Ferreira Saraiva, Ana Carolina de Sousa Silva
      Pages: 439 - 468
      Abstract: Este trabalho, inserido nas áreas da Filosofia da Linguagem e na Linguística, foi desenvolvido a partir de discussões ocorridas no II Novembro Negro idealizado pelo Núcleo de Estudos de Filosofia Africana Exú do Absurdo (UnB). Temos como objetivo trazer uma reflexão sobre o conceito, em desenvolvimento, do termo corp’oralidade. Compreendemos que as ações coercitivas do colonialista romperam com saberes, história, língua e memória no momento em que impuseram um código linguístico. No entanto, apoiados em teorias contra hegemônicas, acreditamos que o glotocídio não foi capaz de exterminar por completo os saberes de povos africanos na diáspora.
      PubDate: 2020-06-18
       
  • O trauma do Tronco: A filosofia míope no espelho

    • Authors: Wallace Lopes Silva
      Pages: 469 - 503
      Abstract: O que move este ensaio de pensamento é a tentativa de repensar as feridas estruturais na constituição do imaginário do medo projetado na instauração animalizada do constructo do corpo negro escravizado por teorias raciais e racializantes. Tal questão ensaística, focará o racismo na condição espacial enquanto conduta pedagógica e reprodutora do psiquismo histórico do trauma do pós-abolição em curso. Haja vista; que nossa sociedade moderna –colonial , racial e racializante articulou razão e raça como modelo epistêmico no processo de desafricanização dos atores-negros na cidade . O trauma do tronco é uma estrutura condicional das formas espaciais cicatrizadas no texto-corpo ratificado pela interdição do protagonismo negro do pensar filosofia no Brasil. Assim; o corpo negro espacializado no Brasil foi entendido como animal, coisa, objetos e mercadoria sendo espacializados de modo condicional da ausência de existência limitada nas sombras do ocidente racial-racializante do racismo estrutural no espaço urbano.
      PubDate: 2020-06-18
       
 
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