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Analytica : Revista de Filosofia
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  This is an Open Access Journal Open Access journal
ISSN (Print) 1414-3004
Published by Universidade Federal do Rio de Janeiro Homepage  [22 journals]
  • Nota dos Editores

    • Authors: Os Editores
      First page: 4
      PubDate: 2022-09-09
      Issue No: Vol. 24, No. 1-2 (2022)
       
  • Présentation

    • Authors: Michelle Beyssade
      First page: 5
      PubDate: 2022-09-09
      Issue No: Vol. 24, No. 1-2 (2022)
       
  • Apresentação

    • Authors: Michelle Beyssade
      First page: 7
      PubDate: 2022-09-09
      Issue No: Vol. 24, No. 1-2 (2022)
       
  • Das Meditações Metafísicas às Meditações de Filosofia Primeira Por
           que retraduzir Descartes'

    • Authors: Michelle Beyssade, Jean-Marie Beyssade
      First page: 10
      Abstract: Os autores pretendem, a partir de exemplos, mostrar que a tradução Méditations métaphysiques de 1647
      não é uma tradução fiel da primeira edição das Meditationes de prima philosophia de 1641, ainda que
      seja um texto autenticamente cartesiano.
      PubDate: 2022-09-09
      Issue No: Vol. 24, No. 1-2 (2022)
       
  • A Experiência do Sonho e a Exterioridade de Descartes a Berkeley

    • Authors: Jean-Marie Beyssade
      First page: 22
      Abstract: Gostaria, aqui, de comparar dois modos de argumentar acerca do sonho: o de Descartes nas Meditações
      Metafísicas, o de Berkeley nos Três Diálogos. Os dois filósofos se defrontam com um elemento fundamental
      na nossa experiência de homens em vigília, a exterioridade ou outness: tanto a percepção sensível
      quanto o conhecimento físico nos dão a conhecer corpos exteriores uns aos outros e exteriores a nós
      próprios. Ambos os filósofos, para pôr à prova essa exterioridade e interrogar sua natureza, sua origem e
      os limites de sua validade, recorrem a uma de nossas experiências habituais, a do sonho.
      PubDate: 2022-09-09
      Issue No: Vol. 24, No. 1-2 (2022)
       
  • Senso comum na Regra XII. O corporal e o incorporal

    • Authors: Jean-Marie Beyssade
      First page: 34
      Abstract: Gostaria de discutir a concepção cartesiana do senso comum em geral e a forma que ela toma nas Regulæ, em particular em função de um ponto específico de tradução. Chamo de concepção geral do senso comum em Descartes, uma doutrina que, desde as Regulæ (das quais se conjectura que tenham, ao menos em parte, uma redação muito antiga, anterior a 1628) até as Paixões da Alma (1649), desenvolveu-se em torno de duas teses constantemente reafirmadas: a alma (dualismo metafísico) e a pequena glândula (centralização fisiológica).
      PubDate: 2022-09-09
      Issue No: Vol. 24, No. 1-2 (2022)
       
  • Descartes sobre a falsidade material

    • Authors: Jean-Marie Beyssade
      First page: 50
      Abstract: Tratarei de uma noção controversa na filosofia de Descartes: o que ele chamou de ideia materialmente falsa. Essa noção suscita questões tanto internas quanto históricas. Neste artigo irei tratar unicamente do problema interno, especificamente colocando em questão a consistência da explicação de Descartes. Para tanto, examinarei a surpreendente noção de falsidade material na Terceira Meditação (seção I) e sua aplicação às meras sensações (seção II), examinarei a troca entre Arnauld e Descartes sobre a falsidade material (seções III e IV) e, finalmente (seção V), comentarei alguns textos tardios de Descartes, principalmente os Princípios.
      PubDate: 2022-09-09
      Issue No: Vol. 24, No. 1-2 (2022)
       
  • “Tornar-se ateu” (AT I, 150, 13). Sobre uma passagem controversa da
           Primeira Meditação (AT VII, 21, 17-19; IX, 16)

    • Authors: Jean-Marie Beyssade
      First page: 66
      Abstract: Observações sobre divergência entre G. Moyal (1988) e V. Carraud (1991) sobre as relações entre a prova a priori apresentada na Quinta Meditação de Descartes e a hipótese de uma possível objeção levantada por ateus.
      PubDate: 2022-09-09
      Issue No: Vol. 24, No. 1-2 (2022)
       
  • Descartes político'

    • Authors: Jean-Marie Beyssade
      First page: 70
      Abstract: O artigo tem por objetivo examinar se haveria uma política na filosofia de Descartes. Partindo do fato de que, aparentemente, nenhuma política se abriga nessa filosofia, são discutidas cada uma dessas três leituras: (1) o cartesianismo permaneceu à espera de uma política que lhe conviesse; (2) o cartesianismo é incompatível com toda política; (3) o cartesianismo tem uma política, mas ela é menos visível que os seus outros assuntos. O autor argumenta em favor da leitura de que haveria uma política em Descartes, mas que ela estaria onde pouco a procuramos.
      PubDate: 2022-09-09
      Issue No: Vol. 24, No. 1-2 (2022)
       
  • Em busca de uma ontologia cartesiana. Sobre três formulações a serem
           corrigidas. (Carta a um desconhecido, 1642 ou 1643, AT V, 545-5461)

    • Authors: Jean-Marie Beyssade
      First page: 79
      Abstract: Após as Meditationes que tornaram conhecidas as raízes de sua metafísica, antes dos Principia que vão desenvolver sua física, Descartes desenvolve, com um interlocutor amigo e desconhecido, as “maneiras de falar”, as fórmulas técnicas mais bem adaptadas à nova filosofia em sua integralidade. Para Deus, o ser supremo, sua liberdade é indiferença, mas não poder de escolher entre contrários. E sua causalidade, como causa sui, causa de si, é inteiramente positiva, mas ela é causalidade formal e não eficiente. Quanto às coisas materiais cujo conjunto constitui o mundo, a causalidade é estritamente mecânica, tanto de Deus à máquina do mundo que ele criou, como causa eficiente e total, de uma única e mesma matéria, quanto entre esses corpos e seus movimentos que são causas segundas uns dos outros. O conjunto dessas fórmulas corrigidas sinaliza o que chamaremos de ontologia, um termo ainda ausente em Descartes, mas que é generalizado depois dele. Nós nos propomos mostrar a ontologia cartesiana a partir do comentário de uma carta importante de Descartes (AT V 545-546).
      PubDate: 2022-09-09
      Issue No: Vol. 24, No. 1-2 (2022)
       
  • Sobre o modo infinito mediato no atributo pensamento. Do problema (Carta
           64) a uma solução (E5P36)

    • Authors: Jean-Marie Beyssade
      First page: 104
      Abstract: O artigo procura reexaminar o seguinte problema clássico: qual é, no atributo pensamento, o modo infinito mediato' Contrariamente à posição de Gueroult segundo a qual “nada na Ética nos informa a esse respeito e é preciso decidir-se a interpretar”, o artigo procura mostrar que é possível encontrar em Ética V, 36 e seu corolário, ou seja, no amor infinito que Deus possui para consigo mesmo, a resposta buscada. Uma vez que este amor preenche todas as condições requeridas para ocupar o lugar deste suposto “membro ausente”, não é necessário formular uma hipótese interpretativa forte, isto é, “fabricar uma prótese” para substitui-lo.
      PubDate: 2022-09-09
      Issue No: Vol. 24, No. 1-2 (2022)
       
  • Vix (Ética IV, Apêndice, capítulo 7) ou: é
           possível salvar-se sozinho'

    • Authors: Jean-Marie Beyssade
      First page: 108
      Abstract: O artigo discute uma tese que o autor julga ser falsa, a saber, a tese que consiste em sustentar que, para Espinosa, a salvação de um indivíduo passa necessariamente pela mediação da relação política e que, no fim das contas, a liberdade ética dependeria da liberação política. A explicitação da inadequação desta tese toma como fio condutor o comentário detalhado do capítulo VII do Apêndice da quarta parte da Ética, com ênfase na análise da função central que a expressão vix aí desempenha.
      PubDate: 2022-09-09
      Issue No: Vol. 24, No. 1-2 (2022)
       
  • Norma e essência em Espinosa

    • Authors: Jean-Marie Beyssade
      First page: 117
      Abstract: O artigo examina algumas passagens centrais para o esclarecimento dos desafios colocados pelo pensamento da normatividade em Espinosa. Neste artigo, Jean-Marie Beyssade oferece algumas indicações preciosas sobre como a reflexão de Espinosa no campo teórico acerca da normatividade imanente à ideia verdadeira (“a verdade é norma de si mesma e do falso”) fornece elementos que permitem iluminar seu esforço para pensar também no campo prático uma concepção de normatividade imanente, concepção esta que seria compatível com sua crítica radical à finalidade externa e sua recusa de qualquer modelo exterior que condena o ser em nome do dever ser.
      PubDate: 2022-09-09
      Issue No: Vol. 24, No. 1-2 (2022)
       
  • Do contrato social em geral

    • Authors: Jean-Marie Beyssade
      First page: 124
      Abstract: Neste artigo, examina-se o pacto social descrito por Rousseau à luz de dois outros modelos: a confederação europeia e a religião do homem. Trata-se de comparar o domínio de legitimidade de cada modelo do ponto de vista do estado de guerra entendido, em sentido geral, como horizonte-limite ao qual tendem inevitavelmente os conflitos de interesses particulares.
      PubDate: 2022-09-09
      Issue No: Vol. 24, No. 1-2 (2022)
       
  • J.-J. Rousseau: o pacto social e a voz do malandro. Do Discurso sobre
           origem da desigualdade ao Contrato social: dois pactos opostos ou um
           só'

    • Authors: Jean-Marie Beyssade
      First page: 134
      Abstract: Trata-se neste artigo de comparar o pacto no Discurso sobre a origem da desigualdade e aquele no Contrato social examinando diferenças e semelhanças nas duas formulações teóricas. O autor sustenta a tese do jogo regrado da pluralidade de vozes, dentre as quais, a voz do filósofo malandro e a voz de Rousseau.
      PubDate: 2022-09-09
      Issue No: Vol. 24, No. 1-2 (2022)
       
  • Escolha de princípios e irreversibilidade do tempo em J.-J. Rousseau

    • Authors: Jean-Marie Beyssade
      First page: 147
      Abstract: Inspirado na tese segundo a qual a revolução cartesiana inaugura de modo irreversível um tempo da ciência, Beyssade compara a formação do pensamento em duas histórias de vida paralelas: a de Rousseau, quando o escritor genebrino estabelece os princípios de sua filosofia, e a do próprio Beyssade, quando este revisa a interpretação da obra de Rousseau que aprendera com seu mestre Robert Derathé.
      PubDate: 2022-09-09
      Issue No: Vol. 24, No. 1-2 (2022)
       
  • Estado de guerra e pacto social segundo J. J. Rousseau

    • Authors: Jean-Marie Beyssade
      First page: 160
      Abstract: Trata-se neste artigo de comparar o lugar do estado de guerra nas formulações do pacto social no Segundo
      Discurso e no Contrato social. O autor examina o deslocamento teórico operado por Rousseau no tocante ao estado de guerra e suas condições de possibilidade, começando com o quadro das relações entre indivíduos até chegar ao das relações entre corpos políticos.
      PubDate: 2022-09-09
      Issue No: Vol. 24, No. 1-2 (2022)
       
  • A crítica kantiana do cogito de Descartes (sobre o §25 da Dedução
           Transcendental)

    • Authors: Jean-Marie Beyssade
      First page: 179
      Abstract: Proponho-me a discutir a crítica de Kant ao que se convencionou chamar de “cogito” cartesiano. Buscar o que ele recusa, mas também, talvez, e sobretudo, o que ele preserva no “cogito”, como se diz habitualmente.
      PubDate: 2022-09-09
      Issue No: Vol. 24, No. 1-2 (2022)
       
  • República e Regicidio em Kant

    • Authors: Jean-Marie Beyssade
      First page: 190
      Abstract: Kant nega tanto todas as avaliações contrarrevolucionárias quanto qualquer direito à revolução. A fim de interpretar suas várias declarações sobre o que chamamos muito prontamente de “revolução francesa”, temos que associar duas distinções incomuns. Primeiro, uma distinção teórica entre dois conceitos de mudança, Wechsel – ou seja, substituição de uma coisa ou estado de coisas por outra, e Veränderung – ou seja, a identidade continuada de uma substância ao longo de suas transformações modais. Em segundo lugar, uma distinção política prática: a ideia representativa, que é o princípio do republicanismo, versus a democracia, que é necessariamente o despotismo.
      Portanto, parece que os acontecimentos na França separaram os dois critérios independentes pelos quais a revolução difere da reforma: a mudança foi iniciada pacificamente pelo rei (reforma), mas afetou necessariamente
      o poder legislativo (revolução). Portanto, temos que chamar o procedimento formal que leva ao regicídio de suicídio e não de mero parricídio, e podemos atribuí-lo ao erro grosseiro do rei quando decidiu convocar os Estados Gerais. Nenhuma república pode nascer e sobreviver sem uma distância representacional entre a ideia da vontade popular geral e a realidade empírica de representantes de qualquer tipo.
      PubDate: 2022-09-09
      Issue No: Vol. 24, No. 1-2 (2022)
       
 
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