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  Subjects -> PHILOSOPHY (Total: 762 journals)
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  • A UNIDADE DA FILOSOFIA E A PLURALIDADE DE CORRENTES FILOSÓFICAS:
           EXPRESSÃO DA POTENCIALIDADE CRIADORA DO PENSAMENTO, PROVA DE
           AUTODESQUALIFICAÇÃO DA FILOSOFIA OU PROBLEMA SOLÚVEL/INSOLÚVEL'

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      Authors: Lorenz Bruno Puntel
      Pages: 197 - 197
      Abstract: O tema da pluralidade de correntes filosóficas sempre ocupou a filosofia desde seu início. Hoje ele tem uma atualidade extraordinária devido ao fato inegável de que a filosofia está presente em todos os países dotados de uma cultura e língua com caráter suprarregional. Com exceção de alguns exímios filósofos como Hegel e Heidegger, o tópico foi em geral ignorado e/ou é apenas parcial e inadequadamente abordado. O presente ensaio propõe-se elaborar as grandes linhas de uma tematização sistemática deste complexo fenômeno. Na seção 1 é apresentada uma breve caracterização das mais importantes posturas na filosofia atual a respeito da pluralidade de correntes filosóficas. As três posturas, às quais todos os posicionamentos vigentes podem ser reduzidos, são as indicadas no título do ensaio. O resultado de uma consideração crítica destas posturas consiste na tese de que somente a terceira postura, segundo a qual a unidade da filosofia em meio à pluralidade de correntes filosóficas representa um problema solúvel ou insolúvel, pode ser considerada uma concepção coerente e bem fundada. Tal posicionameno, porém, não exclui a aceitação de certos elementos da primeira e da segunda pos­turas. Na seção 2 são delineados os fundamentos para uma solução positiva do problema. Estes se centralizam no conceito de quadro referencial teórico com a tese subsequente de que existe uma pluralidade de quadros referenciais teóricos. Na seção 3 vem exposto o esboço de uma solução positiva, resultado da tematização das relações entre os diferentes quadros referenciais teóricos. São apresentadas e fundamentadas três teses. A primeira recorre ao conceito de verdade elaborado na filosofia estrutural sistemática e, nesta base, adquire a seguinte formulação: a cada quadro teórico bem formado e constituído corresponde um determinado grau de verdade. A segunda tese reza: quadros referenciais teóricos bem forma­dos e constituídos formam uma hierarquia a partir dos critérios de teoricidade, inteligibilidade, coerência, abertura temática ilimitada e rigor expositivo. Por fim, a terceira tese articula uma consequência metódica e programática de longo alcan­ce: uma tarefa preliminar e essencial da filosofia consiste em elaborar o quadro teórico de maior rigor teórico, mais inteligível, mais coerente e de maior abertura temática possível. O resultado não consiste na pretensão ingênua de elaborar um quadro teórico supremo e absoluto, nem mesmo o de atingir uma verdade cabal e definitiva. Este não é o ideal da filosofia. Na conclusão, resume-se brevemente o corolário geral das considerações feitas no ensaio: a unidade da filosofia não é uma grandeza fixa, estática e abstrata; ao contrário, constitui uma grandeza dinâ­mica e processual; além disso, o caráter real da filosofia dá-se somente como um processo de autodeterminação através das suas fases históricas concretizadas nas figuras chamadas de correntes filosóficas.
      PubDate: 2022-09-01
      DOI: 10.20911/21769389v49n154p197/2022
      Issue No: Vol. 49, No. 154 (2022)
       
  • PENSAR A POLÍTICA OUTRAMENTE: DOS IMPREVISTOS DA HISTÓRIA À SABEDORIA
           DA JUSTIÇA SOCIAL

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      Authors: Nilo Ribeiro Júnior
      Pages: 221 - 221
      Abstract: A investigação tem como escopo debruçar-se sobre a questão do sentido do Político na obra do filósofo franco-lituano Emmanuel Levinas. A tarefa se apresenta como desafiadora pois não há uma abordagem explícita sobre a temática do político em sua obra. Entretanto, o filósofo admite que a passagem da ética para a vida eminentemente social, graças à chegada do terceiro, introduz no âmago da relação dual, a questão da Justiça, da Política e do Direito etc. Com a pretensão de mostrar a existência de uma fecunda interface entre ética e política no pensamento do autor, trata-se, primeiramente, de abordar a ética da alteridade na ótica da linguagem como palavra viva e inter(pel)ação de outrem para, em seguida, tratar de explicitar as balizas de seu pensamento do Político outramente dito em função do ineditismo da intriga semiótico-linguística que o filósofo estabelece entre Dizer/Dito subjacente à sua escritura.
      PubDate: 2022-09-01
      DOI: 10.20911/21769389v49n154p221/2022
      Issue No: Vol. 49, No. 154 (2022)
       
  • O ESTATUTO DA FÍSICA NA METACIÊNCIA DE DESCARTES: ENTRE O IDEALISMO E O
           REALISMO PRAGMÁTICO

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      Authors: Ivânio Lopes de Azevedo Júnior
      Pages: 245 - 245
      Abstract: Neste artigo, colocamos a questão sobre o estatuto da Física no pensamento de René Descartes em meio a duas leituras divergentes. De um lado, apresentamos e criticamos a interpretação idealista de Martial Gueroult em torno do problema e, noutra perspectiva, apresentamos e defendemos a interpretação realista-pragmática, de Zeljko Loparic e Érico Andrade, como sendo a mais adequada para se compreender a natureza da física no pensamento cartesiano. O objetivo central é saber como Descartes concebe a sua própria ciência hipotética frente às exigências metodológicas que ele mesmo extrai da matemática. Após entendermos em que medida a relação entre metafísica, matemática e física não ocorre de modo pacífico no interior do sistema cartesiano, passamos ao tratamento específico das duas interpretações, destacando seus respectivos compromissos filosóficos e suas diferentes escolhas textuais. Apesar da vasta literatura especializada sobre a obra de Descartes, no Brasil, o debate em torno da ciência cartesiana ainda é incipiente quando comparamos com a quantidade de artigos e livros que priorizam os temas clássicos da sua metafísica. Com o intuito de diminuir tal lacuna, retomamos este tema específico do pensamento de Descartes, explicitando as mediações e problematizações que lhe são inerentes.
      PubDate: 2022-09-01
      DOI: 10.20911/21769389v49n154p245/2022
      Issue No: Vol. 49, No. 154 (2022)
       
  • FENÔMENO SATURADO E EXPERIÊNCIA DO SAGRADO: REVENDO UMA
           NOÇÃO DE JEAN-LUC MARION

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      Authors: Marco Heleno Barreto
      Pages: 265 - 265
      Abstract: Neste trabalho a noção de fenômeno saturado, proposta por Jean-Luc Marion, é apresentada criticamente e revista. Apoiando-se nas objeções levantadas por L.B. Puntel, que têm um impacto considerável sobre o projeto de Marion de pensar Deus exclusivamente de um ponto de vista fenomenológico, o autor revê o fenômeno saturado através de um retorno à sua fonte primeira: a terceira Crítica de Kant. Desta forma, a natureza simbólica desse fenômeno fica enfatizada, assim como sua constituição estrutural pela imaginação analógica. Em seguida, enfocando o tipo específico de fenômeno saturado que é o fenômeno da revelação, mostra-se como esta versão revista da noção de Marion é adequada para se pensar a experiência do sagrado. Por fim, corrobora-se esse ponto de vista por meio de uma breve alusão à concepção de experiência religiosa em Rudolf Otto.
      PubDate: 2022-09-01
      DOI: 10.20911/21769389v49n154p265/2022
      Issue No: Vol. 49, No. 154 (2022)
       
  • INTERFACES ENTRE ECOLOGIA E MORALIDADE: UM ENSAIO
           FILOSÓFICO-TEOLÓGICO

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      Authors: Luis Biasoli
      Pages: 283 - 283
      Abstract: Em tempos em que os sistemas humanos aceleram as esferas de descuido, de caos, faz-se necessário buscar novos princípios que fundamentem as bases essenciais da existência e das relações humanas. Nesse viés, a reflexão sobre o caminho da pessoa que busca entender-se como ser de Cuidado torna-se cada vez mais urgente, haja vista que pode promover uma compreensão profunda sobre as próprias atitudes e ações em relação ao todo da vida existente. Dessa forma, toda ação humana para ser boa deve adotar os princípios de Cuidado, e sua reflexão em nível de essência religiosa tem como base a narrativa da Criação na busca de encontrar fundamentos para uma ética necessária e essencial, e que seja norma de conduta responsável, visto que só pela moral do Cuidado com a terra a pessoa manifesta a sua realidade e assume o seu ser em imagem e semelhança ao Criador.
      PubDate: 2022-09-01
      DOI: 10.20911/21769389v49n154p283/2022
      Issue No: Vol. 49, No. 154 (2022)
       
  • DO CONHECE-TE A TI MESMO AO HABITA-TE EM TI MESMO. A PERSPECTIVA
           ONTOLÓGICA DO CONHECIMENTO DE SI ENQUANTO SER PARA A EXISTÊNCIA. O
           TESTEMUNHO DE SÊNECA

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      Authors: Ronaldo Amaral
      Pages: 299 - 299
      Abstract: O conhecimento de si há que se referir, necessariamente, a um si para o conhecimento. Não obstante, em âmbito metafísico e ontológico, o si a ser conhecido deveria ser o mesmo que buscaria conhecer-se. Isto quer dizer que o ser que se deveria conhecer seria anterior ao seu próprio ser enquanto já constituído por este seu conhecimento, ou ainda, seria tal pelo encontro entre o próprio ser em si, bondoso e virtuoso ele mesmo, com aquele que ainda é para ser, e sobre a promoção da sabedoria de si, pela qual essência e existência se encontrariam e se fundiriam na alma. Poderíamos dizer que estamos aqui diante da reelaboração do conhece-te a ti socrático em direção a uma ontologização da alma humana, sobretudo se vista sob a ótica da busca pela autossuficiência do eu espiritual, tão cara ao período helenístico e romano e notadamente a Sêneca.
      PubDate: 2022-09-01
      DOI: 10.20911/21769389v49n154p299/2022
      Issue No: Vol. 49, No. 154 (2022)
       
  • PRESENTISMO E A EXPERIÊNCIA VIVA DO TEMPO: UMA APROXIMAÇÃO
           EXISTENCIAL E NARRATIVISTA

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      Authors: Vítor Hugo dos Reis Costa
      Pages: 317 - 317
      Abstract: Trata-se de uma tentativa de atualização das premissas da teoria da identidade narrativa de Paul Ricoeur diante do desafio lançado pelo presentismo tal como concebido por François Hartog. Nessa direção, em um primeiro momento serão apresentados elementos que enfatizam a presença da influência da teoria agostiniana do tríplice presente na noção ricoeuriana de experiência viva bem como na teoria da história de Reinhart Koselleck e no existencialismo sartreano. Em um segundo momento, será avaliada a possibilidade de equacionar a experiência viva do tríplice presente e a teoria da identidade narrativa. No terceiro momento, serão apresentadas algumas pistas para um novo modelo de identidade narrativa em sintonia com os desafios lançados pelo presentismo.
      PubDate: 2022-09-01
      DOI: 10.20911/21769389v49n154p317/2022
      Issue No: Vol. 49, No. 154 (2022)
       
  • EM TORNO DO CONCEITO DE ARTE DE THEODOR ADORNO: ECOS DA DIALÉTICA DO
           ESCLARECIMENTO NA TEORIA ESTÉTICA

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      Authors: Sara Juliana Pozzer da Silveira
      Pages: 347 - 347
      Abstract: O presente trabalho procura mostrar que apesar das imensas diferenças entre as obras Dialética do Esclarecimento e Teoria Estética, a sofisticada concepção de arte de Theodor Adorno na Teoria Estética deve muito à Dialética do Esclarecimento, ou seja, se realiza a partir de pressupostos desenvolvidos nessa. Por exemplo, um dos pressupostos fundamentais da Dialética do Esclarecimento é que a origem da arte foi o resultado da separação entre a práxis mimética, situada na pré-história, e a práxis cujo núcleo central é o esclarecimento como domínio da natureza, situada na história. Essa dicotomia não foi abandonada na Teoria Estética, ao contrário, essa obra utiliza dessa separação para desenvolver seus principais conceitos.
      PubDate: 2022-09-01
      DOI: 10.20911/21769389v49n154p347/2022
      Issue No: Vol. 49, No. 154 (2022)
       
  • A MODERAÇÃO DA RESPOSTA DE THOMAS REID AO CETICISMO

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      Authors: Vinícius França Freitas
      Pages: 365 - 365
      Abstract: O artigo apresenta uma hipótese sobre a moderação na resposta de Tho- mas Reid ao ceticismo. Defende-se, inicialmente, que as crenças do senso comum, apesar de devidas a faculdades fiáveis, são dubitáveis, falíveis e corrigíveis, de modo que não estão completamente imunes ao ataque cético. Defende-se, na sequência, que Reid pretende responder tão somente a uma forma de ceticismo, a parcial – o ceticismo de autores que aceitam ao menos uma faculdade mental como fonte fiável de conhecimento. Reid não pretende discutir com o cético que nega igualmente seu assentimento a todas as faculdades mentais – isto é, o cético radical. Essa forma radical de ceticismo é inofensiva à vida prática e à filosofia e, por essa razão, não deve ser considerada. Por fim, busca-se considerar a interpretação aqui defendida à luz de leituras presentes na literatura secundária.
      PubDate: 2022-09-01
      DOI: 10.20911/21769389v49n154p365/2022
      Issue No: Vol. 49, No. 154 (2022)
       
  • O PROBLEMA ONTOLÓGICO DO ESPAÇO NOS PARÁGRAFOS 22 A 24 DE
           SER E TEMPO

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      Authors: Acylene Ferreira
      Pages: 387 - 387
      Abstract: Por que o problema ontológico do espaço ainda está em aberto na filosofia heideggeriana, assumimos a questão do ser do espaço como nosso próprio problema. Para tratarmos dessa problemática, recorremos aos parágrafos 22 a 24 de Ser e tempo, onde Heidegger nos apresenta uma analítica do espaço. Partimos do pressuposto que a espacialidade é um a priori, que libera o espaço como um caráter de ser do Dasein e do ente intramundano. Nosso objetivo é investigar em que medida podemos considerar o espaço tanto como existencial constitutivo da existencialidade do Dasein, tanto como categoria que deixa e faz ver a mundanidade do mundo. O propósito dessa investigação é evidenciar que, enquanto um a priori, a espacialidade apresenta uma distinção ontológica referente ao caráter de ser espacial dos entes em vez de uma dubiedade conceitual ou uma aporia.
      PubDate: 2022-09-01
      DOI: 10.20911/21769389v49n154p387/2022
      Issue No: Vol. 49, No. 154 (2022)
       
  • RECENSÕES

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      Authors: Diversos Autores
      Pages: 405 - 405
      Abstract: Recensões
      PubDate: 2022-09-01
      Issue No: Vol. 49, No. 154 (2022)
       
 
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