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Philósophos : Revista de Filosofia
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ISSN (Print) 1414-2236 - ISSN (Online) 1982-2928
Published by Universidade Federal de Goiás Homepage  [2 journals]
  • Notas sobre a naturalização da ação demoníaca na
           Idade Média

    • Authors: Arthur Klik de Lima
      Abstract: A crença nos demônios está presente no imaginário do ocidente desde a antiguidade, embora nem sempre tenham recebido os mesmos nomes ou a mesma caracterização, algo que é facilmente perceptível a partir do senso-comum, da literatura, e da filosofia. Esta última, servindo muitas vezes como agente transformador, para situá-los no âmbito das fantasias produzidas pela ignorância, ou mesmo para transmutá-los em função de uma nova ontologia. Neste caso, trata-se de considerar como o final da Idade Média tenha se valido de elementos conceituais oriundos da constituição progressiva do que se pode chamar de uma "ciência sobre os demônios", ou ainda, na solidificação de uma cosmologia focada na presença do mal no mundo dos homens, centralizada nas relações que os seres humanos estabelecem com tais entes sobrenaturais. 
      PubDate: 2022-12-04
      DOI: 10.5216/phi.v27i1.71229
      Issue No: Vol. 27, No. 1 (2022)
       
  • Consciência e discernimento sensíveis: o sentido comum em
           Tomás de Aquino

    • Authors: Markos Klemz Guerrero
      Abstract: Além dos cinco sentidos externos tradicionais, Tomás de Aquino cataloga como potências sensíveis uma variedade de sentidos internos. Dentre os sentidos internos, o sentido comum apresenta um interesse especial, na medida em que sua operação parece ser indissociável do sentir em geral. As operações típicas do sentido comum são perceber que se sente e discriminar objetos sensíveis de sentidos externos diferentes. Em virtude dessas duas operações, ele é fonte de consciência sensível e integra numa mesma unidade as informações advindas de sentidos externos irredutivelmente distintos. Ao longo deste artigo, justificaremos a introdução do sentido comum como potência sensível distinta dos sentidos externos, explicando porque o primeiro é uma condição de possibilidade dos últimos.
      PubDate: 2022-09-14
      DOI: 10.5216/phi.v27i1.71977
      Issue No: Vol. 27, No. 1 (2022)
       
  • Livro VI, Questão 6: Se tudo o que é conhecido é eterno

    • Authors: Roberta Magalhães Miquelanti
      Abstract: Apresentamos aqui a tradução e transcrição da questão 6 do livro VI das Questiones super Decem Libros Ethicorum Aristotelis ad Nicomachum, de João Buridan: "Se tudo o que é conhecido é eterno". Nesta questão, Buridan expõe seu conceito de ciência e seu objeto, mostrando como ela pode produzir um conhecimento verdadeiro, necessário, e eterno.
      PubDate: 2022-08-29
      DOI: 10.5216/phi.v27i1.71863
      Issue No: Vol. 27, No. 1 (2022)
       
  • A abstração matemática de Tomás de Aquino

    • Authors: Marco Aurélio Oliveira da Silva
      Abstract: O presente artigo é voltado à recepção da questão matemática na filosofia aristotélica de Tomás de Aquino. O Comentário ao tratado da Trindade de Boécio é o texto de Tomás que permite uma maior reflexão deste tema. Particularmente, a geometria era o paradigma de prática matemática. Ora, tanto na demonstração quanto na definição matemática, o conceito de forma é central, daí a denominação abstração da forma. A tese principal do artigo é que a abstração matemática necessita produzir uma definição claramente expressa, diferentemente da definição natural, que admite uma etapa confusa de apreensão conceitual. O conceito de forma é patente em função da chamada demonstração por causalidade formal, processo demonstrativo próprio da ciência matemática e dependente da definição claramente produzida. Por outro lado, a demonstração própria da ciência natural pressupõe a relação móvel de causa e efeito, podendo se basear em conceitos mais confusos. Por fim, abordo os conceitos de abstração da forma e de matéria inteligível à luz dessa análise do uso do conceito de forma.
      PubDate: 2022-08-29
      DOI: 10.5216/phi.v27i1.71895
      Issue No: Vol. 27, No. 1 (2022)
       
  • A noção escolástica de cosmo: uma breve reflexão sobre Sacrobosco,
           Alberto Magno, Boaventura e Christine de Pizan

    • Authors: Evaniel Brás dos Santos
      Abstract: O presente estudo investiga a seguinte questão: a natureza definida por Aristóteles na Física e no De caelo como princípio intrínseco e causa de movimento, especialmente da locomoção, de fato, é o princípio e a causa da locomoção cósmica, para Alberto Magno, Boaventura de Bagnoregio e Christine de Pizan' A hipótese estabelecida aqui sustenta uma resposta negativa. Para tanto, primeiro contextualizarei brevemente o surgimento da cosmologia universitária parisiense, o que é feito mediante a articulação entre as noções de machina mundi e impetus realizada por João de Sacrobosco. Com efeito, ao explicar a perene locomoção da máquina cósmica, Sacrobosco silencia no que toca à natureza do impetus. Alberto, Boaventura e Christine, por sua vez, entendem que a causalidade da natureza está limitada às esferas e às classes naturais determinadas, ou seja, no domínio do todo, do cosmo, a causa motus se reduz à causa essendi, o creator, que é a divindade, razão pela qual o impetus que locomove a máquina cósmica não parece ser natural. Assim sendo, a questão que surge na cosmologia ou física se estende para a metafísica e para a teologia natural, tonando a discussão complexa o suficiente para despertar interesse filosófico.
      PubDate: 2022-08-19
      DOI: 10.5216/phi.v27i1.71873
      Issue No: Vol. 27, No. 1 (2022)
       
  • A remark on human suffering and providence according to Thomas Aquinas and
           Antônio Vieira

    • Authors: Rafael Koerig Gessinger
      Abstract: Uma tese fundamental para a tradição cristã é a de que todas as coisas que acontecem no mundo acontecem sob a providência divina. Assim, também o sofrimento dos seres humanos precisa ser compreendido à luz da noção de providência, e o sofrimento de um justo como Jó ou de uma comunidade humana inteira como os escravos no Brasil colonial parece especialmente desconcertante. Uma interpretação recente enfatiza a função terapêutica das adversidades. Contudo, uma visão cuidadosa de alguns textos de Tomás de Aquino e de Antônio Vieira apontam para a limitação humana quanto à plena compreensão da providência divina bem como para a imprescindibilidade da fé na providência de Deus.
      PubDate: 2022-08-19
      DOI: 10.5216/phi.v27i1.71724
      Issue No: Vol. 27, No. 1 (2022)
       
  • A definição de verdade em Tomás de Aquino

    • Authors: Matheus Pazos
      Abstract: Este artigo tem por objetivo analisar a definição de verdade em Tomás de Aquino. Para tanto, investigo dois textos que Tomás discute sobre a definição apropriada da noção de verdade. Além de defender que a manutenção da mesma definição em ambos os textos é algo filosoficamente relevante, pretendo apresentar e discutir os limites de duas opções de leitura divergentes da minha, a saber, a posição teológica de Dewan e a posição transcendental de Aertsen.
      PubDate: 2022-08-19
      DOI: 10.5216/phi.v27i1.71919
      Issue No: Vol. 27, No. 1 (2022)
       
  • Os Juristas Romanos e Tomás de Aquino: a concepção de um
           direito subjetivo.

    • Authors: Camila Ezídio
      Abstract: No que toca a filosofia do direito muitas são as dúvidas que recaem sobre as distintas noções de direito consideradas não só nas reflexões teóricas sobre a jurisprudência, mas também aquelas que surgem pela práxis do sistema jurídico. Michel Villey defende a tese de que a única concepção estrita e exequível de direito é aquela criada em Roma que concebe o direito como uma coisa (res) atribuída de modo justo, pelos juristas, aos indivíduos. Qualquer noção subjetiva de direito, além de ser desprovida do sentido lato do termo, se atribuída aos filósofos antigos e medievais, não passa de uma reinterpretação errônea. Entretanto, este artigo tem por objetivo mostrar que a argumentação de Villey contém algumas lacunas quanto a sua interpretação da noção de direito em textos como os de Gaio e de Tomás de Aquino. Posição essa sustentada através de autores como Brian Tierney e Alfredo Storck, os quais apresentam uma leitura pluralista acerca das noções de direito da antiguidade e do medievo mostrando que, ainda que não houvesse a presença do termo “direito subjetivo” no vocábulo da jurisprudência da época, por vezes, o direito era empregado nesse período para significar um poder, uma liberdade ou uma vantagem do indivíduo.
      PubDate: 2022-08-19
      DOI: 10.5216/phi.v27i1.71898
      Issue No: Vol. 27, No. 1 (2022)
       
  • A prática do tiranicídio em João de Salisbury

    • Authors: Gerson Leite de Moraes
      Abstract: João de Salisbury (ca.1120-1180) é uma das grandes figuras do medievo. Nascido na Inglaterra, estudou na França, onde frequentou a escola de Chartres, ali foi aluno de Pedro Abelardo (1079-1142). No seu retorno à Inglaterra, foi secretário do arcebispo de Canterbury, Thomas Becket (1118-1170). O conflito deste com o Rei Henrique II da Inglaterra, que acabou desembocando no assassinato do arcebispo por seguidores do Rei na Catedral de Canterbury, foi decisivo para as posições políticas de João de Salisbury. O Policraticus, uma obra escrita em estilo renascentista do século XII, reflete as posições políticas, filosóficas e teológicas do autor e, desde que foi publicada, gerou uma série de discussões e polêmicas. Entre as posições polêmicas está a defesa do tiranicídio. Neste trabalho, o objetivo é apresentar e analisar sinteticamente a prática do tiranicídio em Salisbury, valendo-se principalmente dos livros III, IV, V e VIII do Policraticus. 
      PubDate: 2022-08-19
      DOI: 10.5216/phi.v27i1.71733
      Issue No: Vol. 27, No. 1 (2022)
       
  • O Projeto dos Transcendentais em De veritate I, 1

    • Authors: Márcio Augusto Damin Custódio
      Abstract: Este artigo apresenta a disputa sobre a interpretação de De veritate I, 1, de Tomás de Aquino. Primeiro, mostra como a noção de transcendentais, especialmente neste texto, está sob escrutínio. Na sequência, apresenta duas outras interpretações, uma que entende que o De veritate lida com a definição de verdade, e outra que entende que ele lida somente com a relação entre a verdade e o intelecto humano. O artigo apresenta elementos que sugerem um projeto pela doutrina dos transcendentais em De veritate I, 1.
      PubDate: 2022-08-19
      DOI: 10.5216/phi.v27i1.71921
      Issue No: Vol. 27, No. 1 (2022)
       
  • Os fins da política no De regno de Tomás de Aquino

    • Authors: Sérgio Ricardo Strefling
      Abstract: O presente artigo visa demonstrar que os fins da política podem ser considerados
      como fins transpolíticos na medida em estão imbricados com o fim último do homem. O
      pensamento político de Tomás de Aquino (1225-1274) está exposto na sua filosofia prática ou
      moral, por exemplo, nas suas questões sobre as virtudes, de um modo especial quando trata da
      prudência e da justiça, bem como nas discussões sobre as formas de governo, as leis, o bem
      comum e o direito. Santo Tomás, de certa forma, retoma as ideias de Aristóteles, todavia, trata
      da civitas ou melhor do regnum christiano, e não da polis grega. Os fins principais da política
      são: o bem comum, a vida virtuosa dos cidadãos e a felicidade (beatitude) na fruição divina.
      Demonstrar-se-á que o fim último do homem é um só, sendo os demais antecedentes ou meios
      para alcançar aquilo que todos desejam: a felicidade. Sem desconsiderar as diversas obras em
      que o autor trata de temas políticos, contudo, este artigo abordará as ideias da obra De regno.
      PubDate: 2022-08-19
      DOI: 10.5216/phi.v27i1.71918
      Issue No: Vol. 27, No. 1 (2022)
       
  • Ricardo Lavenham e a Compatibilidade entre a Presciência Divina e a
           Contingência dos Eventos Futuros

    • Authors: Guilherme Wyllie
      Abstract: No Tractatus de eventu futurorum que ora traduzimos, Ricardo Lavenham expõe e avalia algumas das concepções mais influentes no século XIV sobre as relações entre a presciência divina e a contingência dos eventos futuros. Valendo-se da tese ockhamiana segundo a qual existem proposições contingentes flexionadas no passado que dizem respeito ao futuro, ele argumenta e conclui que Deus conhece os futuros contingentes.
      PubDate: 2022-08-19
      DOI: 10.5216/phi.v27i1.73182
      Issue No: Vol. 27, No. 1 (2022)
       
 
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