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Novos Rumos Sociológicos
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ISSN (Print) 2318-3721 - ISSN (Online) 2318-1966
Published by Universidade Federal de Pelotas Homepage  [14 journals]
  • Editorial

    • Authors: Ana Paula Ferreira D'Avila
      Pages: 1 - 3
      Abstract: Editorial
      PubDate: 2022-08-31
      DOI: 10.15210/norus.v10i17.23564
      Issue No: Vol. 10, No. 17 (2022)
       
  • Apresentação

    • Authors: Marcelo Seráfico, Marilina Conceição Oliveira Bessa Serra Pinto, Bruno de Oliveira Rodrigues
      Pages: 4 - 6
      Abstract: Resumo
      PubDate: 2022-08-31
      DOI: 10.15210/norus.v10i17.23571
      Issue No: Vol. 10, No. 17 (2022)
       
  • Manaus, a metrópole da “Amazônia”: uma versão pouco conhecida sobre
           a urbanização do norte brasileiro

    • Authors: Silvia Adriana Lima Corrêa
      Pages: 7 - 27
      Abstract: As discussões sobre urbanização são usualmente direcionadas por unívoca perspectiva em que "o rural precede o urbano", assim como estas sugerem que tal mudança tem como marco inicial a industrialização. Entretanto, autores que sustentam nossa argumentação teórica, como Becker (2013), Browder e Godfrey (2006), Oliveira e Schor (2009), demonstram que o processo de urbanização na Amazônia ocorreu de maneira inversa e diferente das demais regiões brasileiras, embora, seja uma versão de urbanização pouco difundida no país, o que permite que a explicação "oficial" e majoritária sobre o processo de urbanização brasileira se imponha sobre esse vazio de informações locais e que passemos a interpretar nossa trajetória por meio de outros caminhos que não foram exatamente os percorridos. Pretende-se neste artigo difundir a versão amazônica de urbanização e demonstrar como os aspectos simbólicos, em conjunto com os aspectos materiais, formam a concretude que atuou ativamente para a estigmatização desta região. É por meio da dinâmica e estrutura das relações de poder que pretende-se explicar a posição subalterna desta região em relação às demais regiões brasileiras consideradas centrais. Propõe-se essa análise tendo como parâmetro o processo ocorrido em uma de suas principais metrópoles: a cidade de Manaus, capital do estado do Amazonas.
      PubDate: 2022-08-31
      DOI: 10.15210/norus.v10i17.22995
      Issue No: Vol. 10, No. 17 (2022)
       
  • OS INDÍGENAS E A ANCESTRALIDADE DA FESTA DA PADROEIRA EM PARINTINS,
           AMAZONAS.

    • Authors: Rosimay Corrêa, Iraildes Caldas Torres
      Pages: 28 - 45
      Abstract: Na cidade de Parintins, no Baixo Amazonas, é realizada uma festa em honra à padroeira Nossa Senhora do Carmo. Essa devoção remonta ao século XIX, tendo sido introduzida por um missionário da Ordem dos Carmelitas. A participação de devotos, romeiros e pagadores de promessas oriundos da região e de outros estados brasileiros transformam as homenagens à santa num grande evento esperado com alegria, fé e devoção. Este artigo visa discutir acerca da relação entre os indígenas e a ancestralidade da festa da padroeira em Parintins, no Amazonas, enfatizando ainda o processo de romanização conduzido pelos missionários do Pontifício Instituto das Missões Estrangeiras (PIME) e o simbolismo do sino na relação entre a Mãe-Terra e a Mãe de Jesus. A pesquisa assumiu o aporte teórico-metodológico das Ciências Humanas e Sociais, em caráter dialógico e interdisciplinar, em especial entre Filosofia, Sociologia, Antropologia e História, tendo como suporte de campo minha tese de doutorado defendida em 2019. O lócus desta pesquisa compreende a paróquia de Nossa Senhora do Carmo pertencente à Diocese de Parintins, localizada nesse município. Ao final deste artigo, verificamos que a devoção a Maria, hibridizada a elementos da cultura indígena e ao arquétipo da Mãe-Terra, contribuiu para a forte devoção e crença na existência de um espírito feminino que rege a Amazônia e para a difusão do catolicismo nessa região.
      PubDate: 2022-08-31
      DOI: 10.15210/norus.v10i17.22947
      Issue No: Vol. 10, No. 17 (2022)
       
  • DECOLONIALIDADE E BEM VIVER: UMA REFLEXÃO A PARTIR DO CONTEXTO
           RIBEIRINHO DA ILHA DO COMBU

    • Authors: Thainá Guedelha Nunes, Lourdes Gonçalves Furtado
      Pages: 46 - 69
      Abstract: Diversos aspectos da nossa realidade refletem a colonialidade que ainda persiste em nossa sociedade e reforça padrões eurocêntricos e estadunidenses, incluindo a noção de desenvolvimento. Esse discurso desenvolvimentista ganhou força e muitos lugares o aderiram na sua agenda como meta a ser alcançada, pois os países considerados subdesenvolvidos ou em desenvolvimento também desejavam usufruir dos privilégios prometidos, mesmo que a maioria do seu povo pereça. Diante das atrocidades e da falência do dito desenvolvimento, a Ilha do Combu nos convida a refletir sobre essa lógica que nos foi imposta. Assim, neste texto buscamos apresentar o contexto da população ribeirinha que ali se consolidou de maneira diferenciada da Belém continental e urbana. Trata-se de um ensaio antropológico de caráter qualitativo e etnográfico, fazendo-se uso de pesquisa bibliográfica e trabalho de campo realizado no período de 2010 a 2016, compreendendo observação direta e participante, entrevistas semiestruturadas e conversas informais, o que sempre se mostrou ser uma rica fonte para compreender a cosmovisão e a realidade local.  Pudemos perceber que quando começou a se consolidar a ocupação da ilha o principal motivo era a busca por uma vida melhor, mais próximo do ritmo da natureza do que do ritmo “moderno”. O modo de vida construído na Ilha do Combu, na “contramão” do desenvolvimento do continente, reflete uma postura, até então, contra-hegemônica das comunidades revelando uma concepção de Bem Viver local, ainda que não usem o termo em si.
      PubDate: 2022-08-31
      DOI: 10.15210/norus.v10i17.23004
      Issue No: Vol. 10, No. 17 (2022)
       
  • E a titulação dos quilombos como fica' O orçamento quilombola e
           “necropotência” do “Programa Titula Brasil”

    • Authors: Bruno de Oliveira Rodrigues
      Pages: 70 - 111
      Abstract: O trabalho pretende focalizar a leitura crítica do Programa Titula Brasil, principalmente buscando identificar as aberturas semânticas altamente arriscadas que se introduz no campo dos direitos quilombolas. O caminho desta pesquisa passa pela análise da estrutura do campo das políticas estatais que têm como destinatários os quilombolas. Para tanto, iniciamos o debate demarcando a passagem do momento de protagonismo da judicialização para o de disputa no campo da política orçamentária, desde o passado recente (2012) até a atualidade, com foco na determinação do perfil de tratamento da temática nos governos Dilma, Temer e Bolsonaro, analisando inclusive o efetivo empenho de recursos para a titulação das terras quilombolas. Um levantamento documental vai ser associado diretamente ao quantitativo das titulações das terras quilombolas pelo INCRA, o que entendemos apresentar um sintoma social da questão. Ao fim, analisamos o Programa Titula Brasil, apresentando aspectos sociais e políticos do seu surgimento, destacando seus idealizadores e os sujeitos sociais que definem o perfil dessa política. Verificamos que o programa é marcado pelos interesses dos ruralistas, privilegiando a legitimação da grilagem e da violência no campo, além de ser indiferente às demandas étnicas. Assim sendo, o programa passa a ser um risco quando distribui títulos sem qualquer marco normativo claro e restrições programáticas da ação do Estado, tratando-se de uma política de assédio direto à clientela da reforma agrária e, de forma indireta, um risco colateral para as políticas de regularização dos territórios étnicos no Brasil. 
      PubDate: 2022-08-31
      DOI: 10.15210/norus.v10i17.22948
      Issue No: Vol. 10, No. 17 (2022)
       
  • AMAZÔNIA, TERRA DE AVIVAMENTO RELIGIOSO: O CASO DO PENTECOSTALISMO

    • Authors: Liliane Costa Oliveira, Donizete Rodrigues
      Pages: 112 - 133
      Abstract: Baseado em etnografias, o objetivo do trabalho é analisar a introdução e o processo de adaptação do movimento protestante-pentecostal na Amazônia brasileira. Uma questão central discutida é por que esta imensa região geográfica, com destaques para as cidades de Belém e Manaus, é reconhecida pelos evangélicos, como o lugar de avivamento espiritual' Quais são as razões teológicas, antropológicas e sociológicas que explicam esse fenômeno religioso. Na Amazônia, o encontro de diversificadas culturas e práticas religiosas, de comunidades tradicionais (indígenas, caboclas, ribeirinhas, peri-urbanas) com o revivalismo protestantismo norte-americano, provocou uma complexa hibridização cultural-religiosa, criando, desta forma, o que estamos a denominar de ‘pentecostalismo caboclo’.
      PubDate: 2022-08-31
      DOI: 10.15210/norus.v10i17.23145
      Issue No: Vol. 10, No. 17 (2022)
       
  • NOTAS SOBRE A SOCIOCOSMOLOGIA DA AMAZÔNIA: DOS ENCANTADOS AOS
           WAIMAHSÃ

    • Authors: Marilina Bessa Pinto
      Pages: 134 - 156
      Abstract: Os seres presentes nas narrativas míticas e lendárias que ocupam espaços próximos ao mundo da natureza são habitualmente vistos sob a ótica da exotização que lhes confere existência somente no campo do imaginário e das representações simbólicas de pertenças ligadas às comunidades tradicionais. No Brasil, os domínios teóricos de abordagem desses sujeitos circunscrevem-se às áreas dos estudos folclóricos, do fabulário e da exploração do fenômeno religioso, sobretudo voltado para as manifestações indígenas da pajelança e das religiões de matrizes africanas. Nas últimas décadas, à medida que se avoluma a literatura indígena, dentro e fora da academia, produzida por esses atores sociais, percebe-se mudança de tratamento epistemológico em relação aos relatos, nos quais esses seres protagonizam lugares de agenciamento fundamentais na dinâmica comunitária, que evidenciam novas formas de sociabilidade pouco exploradas no cânone ocidental. A partir de estudo exploratório, baseado na teoria do perspectivismo ameríndio, pretendeu-se com este artigo colocar em discussão a recepção desses trabalhos entre as Ciências Humanas, buscando demonstrar que a ampliação da noção de homem (gente) impacta em nova mirada à questão das relações sociais, cujas implicações permitem afirmar que os coletivos indígenas do noroeste amazônico organizam-se sob a égide de uma Sociocosmologia.       
      PubDate: 2022-08-31
      DOI: 10.15210/norus.v10i17.23016
      Issue No: Vol. 10, No. 17 (2022)
       
  • A MODERNIDADE/COLONIALIDADE NO IMAGINÁRIO NACIONAL SOBRE AMAZÔNIA EM UM
           CONTEXTO DE TERCEIRO MUNDO

    • Authors: Joicieli Pereira de Lima
      Pages: 157 - 179
      Abstract: O presente artigo busca expor imaginários que foram sendo construídos sobre a Amazônia desde o período colonial e também durante o processo de desenvolvimento de um projeto nacional, tais como o Eldorado, vazio demográfico e pulmão do mundo, e como essas imagens, através da modernidade/colonialidade, ainda permeiam nosso imaginário e consequentemente nossas ações. Diante disso, o objetivo geral da pesquisa está em compreender como essa lógica modernidade/colonialidade se faz presente no imaginário nacional sobre a Amazônia. Para tal entendimento, os estudos decoloniais servirão como base para nortear a pesquisa e compreender como a modernidade/colonialidade permeia a Amazônia, trazendo principalmente conceitos de Arturo Escobar, fundamentais na discussão e crítica acerca do desenvolvimento e de práticas de resistência baseadas no local. Esta pesquisa, de abordagem qualitativa, tem como procedimentos metodológicos a revisão bibliográfica e a aplicação de questionário eletrônico para coleta de dados. A partir dos resultados obtidos conclui-se que as lógicas de desenvolvimento contribuem para uma continuação dos processos de modernidade/colonialidade na Amazônia, impactando diretamente sua população, que é caracterizada no imaginário nacional como subdesenvolvida, atrasada, primitiva, além de outros estereótipos que carrega desde o período colonial e que se perpetuam até os dias atuais. Diante disso, acredito que esse artigo irá contribuir profundamente para entendermos as dinâmicas que estão postas na Amazônia e como isso afeta sua população a partir de um imaginário que se foi construindo sobre a região.Palavras-chaves: Modernidade/colonialidade; Desenvolvimento; Amazônia.

      PubDate: 2022-08-31
      DOI: 10.15210/norus.v10i17.22845
      Issue No: Vol. 10, No. 17 (2022)
       
  • ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS À LUZ DA SOCIOLOGIA ECONÔMICA DE MARK
           GRANOVETTER: HETERODOXIA E TEORIA DE REDES SOCIAIS

    • Authors: João Morais de Sousa, Tiago Macedo Bezerra Maia
      Pages: 180 - 202
      Abstract: Este estudo objetiva analisar alguns dos mais relevantes aspectos teóricos sociológico-econômicos referentes aos arranjos produtivos locais (APLs). Os APLs manifestam, por sua natureza e suas especificidades, nuances peculiares das economias de aglomeração, podendo, assim, ser identificados e caracterizados a partir da teoria de redes, que evidencia como esses podem contribuir para o desenvolvimento local e regional. Através do aporte reflexivo da recente teoria de redes sociais do sociólogo econômico americano Mark Granovetter, buscar-se-á, em virtude de seu caráter heterodoxo, discorrer sobre algumas possíveis particularidades que as redes sociais podem oferecer aos APLs e, por meio desses, ao desenvolvimento das localidades e/ou regiões. A metodologia utilizada foi qualitativa, da técnica de revisão bibliográfica sistemática sobre as temáticas acima elencadas.
      PubDate: 2022-08-31
      DOI: 10.15210/norus.v10i17.21903
      Issue No: Vol. 10, No. 17 (2022)
       
  • ANÁLISE CONTRAFACTUAL: UM EXERCÍCIO A PARTIR DA SOCIOLOGIA
           ECONÔMICA

    • Authors: Lucas Lemos Walmrath
      Pages: 203 - 231
      Abstract: O objetivo deste texto é discutir a potencial utilidade de uma noção comum a várias disciplinas – o pensamento contrafactual – para as agendas de pesquisa na Sociologia Econômica. Para tal, oferece uma breve fundamentação teórica desta linha de raciocínio, recuperando seu uso nos estudos histórico-comparativos e experimentais. O artigo conta com uma sucinta revisão de literatura que demonstra que o emprego de contrafactuais na Sociologia Econômica é baixo comparativamente ao uso de disciplinas afins. Para ilustrar o potencial dos contrafactuais na pesquisa socioeconômica mesmo em estudos de caso, este trabalho revisita contrafactualmente uma pesquisa socioeconômica sobre os determinantes sociais do Investimento Estrangeiro Direto (IED). Mais especificamente, analisa como a decisão de investimento da montadora Nissan na construção de sua primeira fábrica de automóveis no Brasil se deu. Em seguida argumenta, contrafactualmente, como esta decisão poderia ter sido diferente em função de outros arranjos sociais, institucionais e políticos tão plausíveis quanto os que se deram factualmente.
      PubDate: 2022-08-31
      DOI: 10.15210/norus.v10i17.22510
      Issue No: Vol. 10, No. 17 (2022)
       
  • DISCURSOS DO CINEMA BRASILEIRO: SUBJETIVAÇÃO POLÍTICA ATRAVÉS DE
           

    • Authors: Pablo Nicolas Contreras
      Pages: 232 - 259
      Abstract: Este artículo busca contribuir a la caracterización de la cultura política brasileña desde la perspectiva particular del cine brasileño contemporáneo. En el contexto de sociedades mediatizadas y marcadas visualmente, las películas transmiten discursos que prescriben ciertas formas de comprensión y acción de las personas en el mundo, haciendo científicamente relevante su estudio. Por eso, la presente investigación buscó identificar los discursos cinematográficos en el cine brasileño, centrándose en las representaciones de los conflictos sociales y cómo participan del proceso más amplio de subjetivación política, particularmente en el período posterior a la reanudación (2004-2019). Para ello, se examinaron siete películas pertenecientes al período a través del Análisis del Discurso, prestando especial atención a los repertorios interpretativos y representaciones visuales predominantes en ellos. La investigación permitió identificar discursos en los que los actores sociales toman la forma de individuos pragmáticos, que se involucran en luchas cotidianas por el reconocimiento, con mediaciones ineficaces y en medio de una sociedad marcadamente atomizada y hostil. 
      PubDate: 2022-08-31
      DOI: 10.15210/norus.v10i17.22542
      Issue No: Vol. 10, No. 17 (2022)
       
 
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