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  This is an Open Access Journal Open Access journal
ISSN (Online) 2525-6904
Published by Universidade Federal da Bahia Homepage  [7 journals]
  • Elementos Pré-Textuais

    • Authors: Felipe Bruno Martins Fernandes
      PubDate: 2018-03-07
      DOI: 10.9771/cgd.v4i1.25840
      Issue No: Vol. 4, No. 1 (2018)
       
  • Apresentação

    • Authors: Mariângela Moreira Nascimento, Felipe Bruno Martins Fernandes, Caterina Alessandra Rea
      Pages: 5 - 7
      PubDate: 2018-03-07
      DOI: 10.9771/cgd.v4i1.25678
      Issue No: Vol. 4, No. 1 (2018)
       
  • A Imigração da Noiva Japonesa ao Brasil, após a Segunda Guerra Mundial:
           Entrevistas com os homens que acolheram as noivas

    • Authors: Sayaka Nakanishi Ikeuti
      Pages: 8 - 23
      Abstract: Este artigo apresenta parte do resultado de uma pesquisa realizada no Brasil em 2013, o qual reuniu narrativas orais de imigrantes japoneses, homens e mulheres, que experienciaram o fenômeno do casamento arranjado por cartas. Será apresentada a perspectiva dos jovens que imigraram ao Brasil após a Segunda Guerra Mundial para receber as suas noivas. Será descrita a situação dos jovens que desejavam uma noiva de “nacionalidade japonesa” e sobre a escolha das companheiras, onde ambos os imigrantes, pré e pós-guerra, pareciam rejeitar fortemente a “integração” com o Brasil, incluindo até mesmo aqueles, que estavam dispostos a permanecer aqui permanentemente. Poucos optaram por brasileiras nativas, ficando claro esta primazia em relação à etnia japonesa.
      PubDate: 2018-03-07
      DOI: 10.9771/cgd.v4i1.23443
      Issue No: Vol. 4, No. 1 (2018)
       
  • “Minha estranha loucura”: representações da virilidade em
           “Simplesmente Marrom”, de Alcione

    • Authors: Diego Santos Vieira de Jesus
      Pages: 24 - 42
      Abstract: O objetivo é examinar as representações da virilidade nas letras das canções do álbum “Simplesmente Marrom”, que reúne alguns dos principais sucessos da carreira de Alcione até o fim da década de 1980. Buscou-se fazer uma leitura bakhtiniana das letras de faixas que compõem o álbum, levando em consideração a ligação entre esses discursos e o contexto social em que foram proferidos. O argumento central aponta que tais letras estão relacionadas a um contexto social no qual, apesar de discursos que apontavam para os empoderamentos político-social e emocional femininos, reafirmava-se o discurso da virilidade como sinônimo de força, inteligência, esperteza e domínio masculinos sobre os sentimentos e o corpo da mulher, caracterizada como afetiva, passiva, sensível e dependente emocional e sexualmente do homem.
      PubDate: 2018-03-07
      DOI: 10.9771/cgd.v4i1.23491
      Issue No: Vol. 4, No. 1 (2018)
       
  • Prevalência de Discriminação na Vida, entre Travestis, Transexuais e
           Transgêneros

    • Authors: Junior Araujo Sousa, Taiane Miyake Alves de Carvalho Rocha, Claudia Renata dos Santos Barros
      Pages: 43 - 65
      Abstract: O presente trabalho objetivou estimar a prevalência de discriminação sofrida na vida, entre travestis, transexuais, transgêneros. Trata-se de um estudo transversal com abordagem quantitativa, realizada em Redes Sociais, entre fevereiro e abril de 2017, sendo os grupos selecionados por meio de postagem da pesquisa em grupos específicos e na página da pesquisa, tendo uma amostral final de 869 participações.  Os resultados indicam a alta prevalência de discriminação em relação à idade em que se assumiram na faixa etária de 0-11 anos (Crianças) e 12-18 anos (Adolescente), também se destacando nos ambientes de trabalho e escolares e 81,37 % da amostra não é militante LGBT, entre outros resultados. Conclui-se que os processos discriminatórios na vida, entre os grupos se manteve altos em várias situações abordadas, identificando a importância da discussão acadêmica sobre estratégias com finalidade de solucionar os casos em questão.
      PubDate: 2018-03-07
      DOI: 10.9771/cgd.v4i1.24974
      Issue No: Vol. 4, No. 1 (2018)
       
  • O Gênero no Direito

    • Authors: Nélida Reis Caseca Machado, Camila Pereira Guimarães, Thaynara Mata Alves
      Pages: 66 - 82
      Abstract: Este artigo aponta os caminhos trilhados e os questionamentos advindos da pesquisa “Do gênero à diversidade”, junto ao Centro Universitário de Formiga - Unifor/FAPEMIG, durante o ano de 2016, iniciando-se em março. De todo o material teórico/bibliográfico analisado verificou-se, através de três perspectivas: as transformações sociais e culturais nas percepções que envolvem a sexualidade (i), o movimento de emancipação feminina (feminismo) (ii) e o Direito (iii), todas elas sendo permeadas pelas conjunturas social e política, que o Direito é pouco eficaz quando a questão é diversidade e haveria a necessidade de que ele se debruçasse sobre o assunto, através de debates, de pesquisas e de mobilização dos alunos, para que possa, como ocorreu antes, se adaptar às novas realidades, em perfeita sintonia com o diverso, não respondendo aos anseios sociais apenas com o direito à diferença, pois esta resposta também pode ser excludente.
      PubDate: 2018-03-07
      DOI: 10.9771/cgd.v4i1.22554
      Issue No: Vol. 4, No. 1 (2018)
       
  • Feminismo Jurídico: uma introdução

    • Authors: Salete Maria da Silva
      Pages: 83 - 102
      Abstract: Este artigo apresenta notas introdutórias ao feminismo jurídico, entendido como um campo de reflexão teórica e de prática jurídica feminista em franca expansão na América Latina. Resulta de pesquisa exploratória, de natureza documental e bibliográfica, bem como da experiência profissional da autora - como docente e advogada feminista. O texto, cujo objetivo central é proporcionar aos estudantes e profissionais do direito uma maior familiaridade com o tema, está dividido em quatro tópicos: introdução, relações entre feminismo e direito, crítica feminista ao direito e feminismo jurídico. Sua estrutura procura responder basicamente às seguintes indagações: qual tem sido a relação entre feminismo e direito; quais são e em que se baseiam as principais críticas feministas ao direito; o que é e como se materializa, na realidade prática, o feminismo jurídico'
      PubDate: 2018-03-07
      DOI: 10.9771/cgd.v4i1.25806
      Issue No: Vol. 4, No. 1 (2018)
       
  • Violências, Justiça e Gênero: debates teóricos e aplicações
           práticas do Direito e dos Estudos de Gênero

    • Authors: Claudia Regina Nichnig, Regina Ingrid Bragagnolo, Maria Eduarda Ramos
      Pages: 103 - 106
      Abstract: O presente artigo apresenta o Dossiê Viôlências, Justiça e Gênero formado pelos artigos apresentados pelas autoras que participaram do Simpósio Temático ocorrido durante o 11º Seminário Internacional Fazendo Gênero e 13º Mundos de Mulheres, que aconteceu em Florianópolis, em agosto de 2017. A proposta foi agrupar trabalhos que articulassem as discussões dos estudos de Gênero com o Direito, a partir de discussões sobre as temáticas das violências, debate extremamente necessário mais ainda incipiente no Brasil. Além de boas discussões teóricas em relação as violências e a aplicação do direito penal, os artigos também trazem discussões práticas sobre a aplicação da Lei Maria da Penha, nos mais diferentes recantos do país. Assim, as discussões sobre a implementação, aplicação e as práticas que visam o enfrentamento e a eliminação das violências, a partir de uma perspectiva dos estudos de gênero e feministas
      PubDate: 2018-03-07
      DOI: 10.9771/cgd.v4i1.25692
      Issue No: Vol. 4, No. 1 (2018)
       
  • Discriminación y Violencia Estructural e Institucional Contra la
           Mujer

    • Authors: Lúcia Barros Freitas de Alvarenga
      Pages: 107 - 121
      Abstract: La discriminación y la violencia estructural e institucional contra la mujer son reveladas a través de la ideología patriarcal, sutilmente forjada, universalmente aceptada y reforzada por las costumbres, por la religión, por la política, por la cultura y por el Derecho, lo que paradójicamente la convierte en una práctica perfectamente legítima y aceptable. El objeto de la conducta violenta, por lo tanto, es buscar el aleccionamiento e introducir el miedo y el terror, para que el mensaje simbólico sea manifiesto: lo qué puede ocurrirle ante la negativa u oposición a seguir sus mandatos, y hacer, de este modo, más efectivas las amenazas que arrojará ante la más mínima contrariedad. Los mecanismos de control socio-culturales ejercen, por lo tanto, un importante papel en el mantenimiento del status quo de la subordinación y opresión de la mujer. La sociedad y la ideología patriarcal imperante no sólo actúan como un caldo de cultivo que beneficia, admite y desarrolla la violencia contra las mujeres sino que, de forma subrepticia - y por ello mismo quizá más efectiva - ese mismo contexto socio-cultural funciona como un contundente mecanismo de control a modo de vigilante y depositario de las normas, haciendo que la mujer las acepte y las obedezca, aunque inconsciente o instintivamente, alejando y marginando a las que no las cumplan.
      PubDate: 2018-03-07
      DOI: 10.9771/cgd.v4i1.25554
      Issue No: Vol. 4, No. 1 (2018)
       
  • Funcionalidade e Eficácia do Sistema de Justiça Criminal face à
           Violência Sexual Contra a Mulher no Brasil

    • Authors: Luciana de Freitas
      Pages: 122 - 130
      Abstract: A discussão busca a investigação e análise do funcionamento do sistema de justiça criminal no enfrentamento à violência sexual contra a mulher, destacando a soberania patriarcal e a propagação da violência que ela implica, de modo a inverter a sua real eficácia através de instrumentos institucionais ou simbólicos de controle social e penal. Com raras exceções, é possível verificar que a abordagem do sistema de justiça criminal não vem acompanhada de um tratamento sensível às questões de gênero, deixando de questionar a real origem do problema e de prestar a devida assistência às vítimas, inclusive, culpabilizando-as pelas agressões e alimentando a cultura do estupro. Ademais, o avanço desmedido e irracional do sistema penal serve apenas como mecanismo de conservação dos estigmas sociais e de verticalização das relações, sendo que a restrição do problema em caráter legal punitivista impede a articulação e luta pela transformação substancial da realidade feminina, cuja subordinação permanece intrínseca aos poderes e liberdades civis usufruídas pelo homem. Assim, objetiva-se um debate produtivo e interdisciplinar, que ultrapasse o tratamento jurídico direcionado à questão, ressaltando a ineficácia do sistema de justiça criminal no que tange ao desenvolvimento de políticas que atendam apropriadamente as demandas e necessidades das mulheres vítimas de violência sexual.
      PubDate: 2018-03-07
      DOI: 10.9771/cgd.v4i1.25647
      Issue No: Vol. 4, No. 1 (2018)
       
  • A Violência Psicológica Contra a Mulher: Reconhecimento e
           Visibilidade

    • Authors: Gabriela Bothrel Echeverria
      Pages: 131 - 145
      Abstract: No Brasil, segundo o Data Senado (2013) cerca de 38% das mulheres afirmam ter sofrido violência psicológica. Assim, este trabalho tem como objetivo de discutir a compreensão de estudantes do curso de Direito sobre a violência psicológica contra a mulher, analisando de que forma estão se preparando para lidar com tal demanda de trabalho e se há, por parte destes estudantes e futuros profissionais, o reconhecimento da violência psicológica como precedente de outras formas de violência. Utilizamos de um questionário online sobre a percepção dos tipos de violência e noções jurídicas sobre a Lei Maria da Penha, utilizada como arcabouço teórico da discussão. Os resultados apontam que embora a temática venha ganhando importância, uma grande parcela dos estudantes não soube tipificar a violência psicológica. Nota-se que não basta explicar o significado deste tipo de violência, se não houver um aparato jurídico claro e objetivo de como proceder e as quais outros profissionais recorrer. Cabe à psicologia promover ações interdisciplinares fomentando tal discussão e possibilitando a construção de novos espaços de discussão e de construção/efetivação de uma rede integrada de saberes para suporte para as mulheres vítimas de violência, e para discutir a tipificação no âmbito jurídico da violência psicológica.
      PubDate: 2018-03-07
      DOI: 10.9771/cgd.v4i1.25651
      Issue No: Vol. 4, No. 1 (2018)
       
  • Lei Maria da Penha e Sistema de Justiça Criminal: Passados 10 anos o
           “Homem Delinquente” e a “Mulher Vitimizada” continuam presentes na
           prática judiciária

    • Authors: Daniela Felix
      Pages: 146 - 160
      Abstract: Este artigo objetiva estimular o debate sobre a potencialização dos conflitos de gênero e vitimizações femininas quanto à questão da violência doméstica contra a mulher nos meios jurídicos e interdisciplinar. Comemorou-se em setembro de 2016 o aniversário de dez anos da Lei n° 11.340/06, personificada como “Maria da Penha”, considerada pelos órgãos estatais e pelo senso comum uma inovação e conquista aos direitos das mulheres. Todavia, demonstra-se que no plano da efetividade dos direitos e garantias femininas, mulher enquanto gênero, a resposta pela tutela jurídico-penal não corresponde a qualquer avanço ou forma de contenção dessas violências. A legislação penal, que ora criminaliza outra descriminaliza, nada contribui para minimizar ou conter esses conflitos violentos no âmbito de gênero e doméstico, que, trabalhando no horizonte da criminologia crítica, demonstra-se que não reside na identificação do sujeito criminoso, pautado no paradigma etiológico de criminalidade, e, sim, na perspectiva da desconstrução da estruturação da Sociedade Moderna (capitalista-burguesa-patriarcal-sexista-racista).
      PubDate: 2018-03-07
      DOI: 10.9771/cgd.v4i1.25520
      Issue No: Vol. 4, No. 1 (2018)
       
  • Meninas “Invisíveis”: A Realidade da Ressocialização das
           Adolescentes na Cidade de São Paulo

    • Authors: Tatiana Lourenço Emmerich de Souza
      Pages: 161 - 183
      Abstract: O artigo faz um estudo bibliográfico baseado no Relatório de Pesquisa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ/2015), denominado “Dos espaços aos direitos: a realidade da ressocialização na aplicação das medidas socioeducativas de internação das adolescentes do sexo feminino em conflito com a lei nas cinco regiões. O objetivo é fazer uma análise crítica da atual realidade da ressocialização de meninas em conflito na cidade de São Paulo, visando a compreensão do dia a dia das adolescentes durante o cumprimento de medidas socioeducativas de internação, revelando também que por muitas vezes estas estão inseridas em unidades despreparadas para recebe-las, o que evidência a negligência do Estado frente as políticas públicas voltadas para as especificidades de gênero. Portanto é necessário uma reflexão sobre os discursos estigmatizastes na vida das adolescentes. Assim, devemos ressaltar que a política criminal tem como alicerceares praticas cruéis, através da violência simbólica, para executar seu poder em camadas da população que geralmente são: as camadas mais pobres da população, negros, e mulheres. Assim, as meninas “invisíveis” sofrem diariamente com o racismo e preconceitos, tanto pela sociedade quanto pela própria lei que as “pune”, já que passam por situação de discriminação pelo único fato de serem mulheres; evidenciando que o cometimento de atos infracionais pelas adolescentes e as medidas socioeducativas aplicadas, sobrepujam os limites impostos pelas leis aplicadas pelo judiciário.
      PubDate: 2018-03-07
      DOI: 10.9771/cgd.v4i1.25535
      Issue No: Vol. 4, No. 1 (2018)
       
  • A interface entre Gênero e Direito: entrevista com Alda Facio

    • Authors: Salete Maria da Silva, Sonia Jay Wright, Enézio de Deus Silva Júnior
      Pages: 184 - 194
      Abstract: No dia 13 de setembro de 2016, em Salvador, Bahia, mais precisamente  na residência da professora Sonia Jay, onde a jurista Alda Facio esteve hospedada, três integrantes do grupo de pesquisa Jusfemina realizaram a presente entrevista, cujo conteúdo versa, dentre outros  assuntos,  sobre a interface entre gênero e direito e a trajetória da jurista feminista Alda Facio. Ao longo do diálogo, que durou cerca de quarenta minutos, buscou-se registrar sua contribuição para o feminismo jurídico latino americano e o papel das feministas na transformação do mundo jurídico, conforme passamos a expor.
      PubDate: 2018-03-07
      DOI: 10.9771/cgd.v4i1.25839
      Issue No: Vol. 4, No. 1 (2018)
       
 
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