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ISSN (Print) 2358-0844
Published by Universidade Federal da Bahia Homepage  [7 journals]
  • Dossiê cidades dissidentes

    • Authors: Helder Thiago Maia, Matheus Araújo dos Santos, Pablo Assumpção
      Pages: 01 - 03
      Abstract: No dossiê Cidades dissidentes reunimos textos que apontam para outros usos da cidade, especialmente para aqueles onde a “diferença” se apresenta como potência, sendo capaz de formular proposições de vida que recusam veementemente a assimilação à normose. Diante do planejamento estrutural macropolítico que insiste em nos dizer como nos relacionar com os corpos que formam a urbe contemporânea - sejam eles humanos ou não -, o que percebemos neste compilado de escritos são alguns modos como experiências marginais são capazes de produzir outras sensibilidades apesar da força e insistência dessas imposições.
      PubDate: 2018-01-06
      DOI: 10.9771/peri.v1i8.25296
      Issue No: Vol. 1, No. 8 (2018)
       
  • Fantasmas do Sexo em Público: Desejos utópicos, memórias
           queer

    • Authors: José Esteban Muñoz
      Pages: 04 - 19
      Abstract: Em 1989, durante a segunda conferência nacional de Estudos Gays e Lésbicos ocorrida na Universidade Yale, eu assisti Douglas Crimp dar uma comovente e provocante palestra intitulada “Luto e Militância”.Nela, Crimp detalhava o trabalho do luto na cultura queer enquanto desvelava um inventário da vasta e perdida mundivivência gay masculina [gay male lifeworld], aparentemente devastada pela pandemia do HIV/AIDS. Eu quero chamar atenção aqui para um momento específico na fala de Crimp, no qual uma ideia de Freud é posta em conversação com espaços e práticas queer a partir de uma mundivivência gay masculina historicamente específica:.
      PubDate: 2018-01-06
      DOI: 10.9771/peri.v1i8.24603
      Issue No: Vol. 1, No. 8 (2018)
       
  • Museu, lixo urbano e pornografia

    • Authors: Paul B. Preciado
      Pages: 20 - 31
      Abstract: Como aparece a pornografia como um discurso e saber sobre o corpo' Qual é a relação que existe entre pornografia e a produção de subjetividade' Como funciona a pornografia dentro dos mecanismos políticos de normalização do corpo e da visão na cidade moderna' Essa pesquisa muito rápida se trata de realizar uma análise dos primeiros apontamentos realizados em Testo Yonqui (2008) e que antecedem ao Pornotopía (2010), em que em um primeiro momento se faz a proposta de uma releitura dos termos presentes no debate pornográfico (sujeito, olhar, representação, prazer...), assim como das suas relações com a história da arte e as suas estratégias biopolíticas de controle do corpo e de produção de prazer através do olhar. Em um segundo momento, tenta-se aqui mostrar como e por qual razão a pornografia é uma forma de produção cultural que concerne ao museu, em como o museu produz uma categoria de lixo urbano a partir da pornografia como um amplo dispositivo biopolítico de controle e privatização da sexualidade na cidade moderna e, ao fim, por qual razão a pornografia se converteu a partir dos anos setenta em um espaço de análise, en uma ferramenta crítica e de reapropriação para as micropolíticas de gênero, sexo, raça e sexualidade.
      PubDate: 2018-01-06
      DOI: 10.9771/peri.v1i8.23686
      Issue No: Vol. 1, No. 8 (2018)
       
  • Amor com a cidade: pornografando o espaço público com o feminino

    • Authors: Thais Faria Castro
      Pages: 32 - 61
      Abstract: Pornografia para fora de quatro paredes. O curta “Amor com a cidade”, uma obra documental e ficcional, que pornografa o espaço urbano, onde o sexo ocupa as ruas tomadas pelo concreto e seus enormes edifícios, pontes, escadas, passarelas. Uma mulher, sua sexualidade e o seu prazer no espaço público “molhando” por onde passa. A buceta empoderada de Juliana Dornelles, a catedral, a praça, os garis, os moradores de rua, a solidão, os vazios e o silêncio de duas grandes cidades: São Paulo e Porto Alegre.
      PubDate: 2018-01-06
      DOI: 10.9771/peri.v1i8.23930
      Issue No: Vol. 1, No. 8 (2018)
       
  • Heterotopias do (in)desejável: conjugando espaços e sexualidades a
           partir da fotografia de Alair Gomes

    • Authors: Bruno Pereira
      Pages: 62 - 78
      Abstract: Neste artigo, tenho como objetivo discutir as relações entre espaço e sexualidades dissidentes, com foco no homoerotismo masculino, a partir da fotografia de Alair Gomes (1921 – 1992), artista considerado o percussor do homoerotismo na fotografia brasileira. Elegi para análise fragmentos da série Beach., realizada ao longo das décadas de 1960 e 1980 na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro. Entendo que Alair, por meio da sua “escritura fotográfica”, imaginou uma nova conjugação entre espaço e sexualidades dissidentes como campos de possível, criando assim, o que chamarei de heterotopias do (in)desejável.
      PubDate: 2018-01-06
      DOI: 10.9771/peri.v1i8.23951
      Issue No: Vol. 1, No. 8 (2018)
       
  • Queimadas: a metáfora da caça às bruxas empreendidas durante a
           colonização para pensar violência contra mulher nas cidades.

    • Authors: Melina Garcia Gorjon, Dolores Cristina Gomes Galindo
      Pages: 79 - 93
      Abstract: Este ensaio, narra minha experiência enquanto artista, pesquisadora e feminista na cidade de Assis-SP. Por meio da série fotográfica “Queimadas”, tento evocar noções como, a caça às bruxas e a colonização. As queimadas acontecem nos terrenos baldios, por conta do tempo seco ou então quando algum morador quer “limpar” os terrenos de ervas daninhas. Esses mesmos espaços, dos terrenos baldios são espaços de medo, ao circular na cidade, nesses mesmos locais, temos relatos de assédios e perseguições, uma região pouco povoada e perto de uma universidade.  Por meio das fotografias, convido amigas e faço auto-retratos capazes de anunciar como a prática de caça das bruxas, metaforicamente pode falar da perseguição e assédio às mulheres nas ruas da cidade. Bem como as cinzas ali deixadas, remetem a violência sofrida, mas também pode ser um símbolo de resistência e de práticas de sobrevivência à violência.
      PubDate: 2018-01-06
      DOI: 10.9771/peri.v1i8.23901
      Issue No: Vol. 1, No. 8 (2018)
       
  • A lenda da trava leiteira

    • Authors: Tertuliana Mascarenhas Lustosa
      Pages: 94 - 114
      Abstract: Eu propus-me a realizar uma pesquisa para escrever uma lenda, a lenda da trava leiteira, o que me demandou, uma investigação sobre o gênero lenda e a oralidade, e também sobre política e lutas afirmativas no âmbito da sexualidade e do feminismo. Toda essa investigação confrontou arte contemporânea, protesto, pintura, etc.: Lyz Parayzo, Augusto Braz, Delacroix, Indiana Siqueira, Luciana Vasconcellos e Evelym Gutierrez... O corpo da trava leiteira foi uma pesquisa sobre o meu próprio corpo trans e suas modificações e vetores políticos, o que me fez perceber que o mais prudente para compreender a lenda seria entender antes a relação entre cidade e natureza (o universo dos rios) enquanto fonte de imaginação e narrativa popular. Sendo assim, busquei a lenda do Cabeça de Cuia e a lenda da lagoa do Parnaguá.
      PubDate: 2018-01-06
      DOI: 10.9771/peri.v1i8.23826
      Issue No: Vol. 1, No. 8 (2018)
       
  • As "zonas vermelhas" do espaço público: O caso de Buenos Aires e a
           regulação urbana do trabalho sexual

    • Authors: Leticia Sabsay
      Pages: 115 - 132
      Abstract: Em 1998 houve em Buenos Aires um acontecimento singular: com a sanção do Código de Convivência Urbana em março deste ano, após a autonomização da Cidade de Buenos Aires, o trabalho sexual foi despenalizado. Tal evento produziu uma intensa luta por direitos e pela definição da cidadania deste “novo” espaço urbano, dando lugar a uma polêmica que segue ainda vigente. A trajetória do polêmico artigo 71 do Código de Convivência (que logo se tornou o 89 e finalmente o 81), referente à nova regulação do trabalho sexual, pode ser lida como o caminho percorrido pelo desejo das leis porteñas de constranger, apartar, delimitar, mas também de cercar, preencher, dizer, em última análise, de apreender e dar forma à dinâmica na qual uma cidade põe a circular o desejo e o sexo no seu espaço urbano em um momento dado em sua história.
      PubDate: 2018-01-06
      DOI: 10.9771/peri.v1i8.24600
      Issue No: Vol. 1, No. 8 (2018)
       
  • O Direito à Cidade em uma Perspectiva Travesti: uma breve autoetnografia
           sobre socialização transfeminina em espaços urbanos

    • Authors: Maria Léo Fontes Borges Araruna
      Pages: 133 - 153
      Abstract: Este trabalho autoetnográfico busca explicar como que meus processos de socialização no gênero e a construção da minha identidade travesti se constituem em meio às falhas na proteção do meu direito à vida urbana.  A partir da análise de três narrativas minhas, demonstro como situações de opressão e, consequentemente, de sofrimento ocorrem devido a interpelações que recebo ao passar por espaços urbanos. Portanto, utilizo minhas próprias histórias cotidianas para denunciar facetas de uma sociedade estruturada na cisnormatividade e na transfobia.
      PubDate: 2018-01-06
      DOI: 10.9771/peri.v1i8.23942
      Issue No: Vol. 1, No. 8 (2018)
       
  • TRANSterritorializações – O espaço (im)preciso da
           travestilidade

    • Authors: Kueyla Andrade Bitencourt
      Pages: 154 - 173
      Abstract: O presente artigo objetiva apresentar o processo de construção das ocupações territoriais constituídos a partir dos espaços urbanos considerados como relacionais, dinâmicos e em constante atribuição de sentido, uma perspectiva incorporal que pode estar a serviço tanto da uniformização, quanto da ressingularização dos processos subjetivos. Pretende-se apresentar perspectivas dissidentes do processo de travestilização - a partir da noção de pós-biografia, que questiona a noção de gênero e de identidade abordados de modo linear e naturalizado e, por outro lado, considera subjetividades múltiplas, fluidas, imprecisas - inspirado na trajetória de Gisberta, travesti que mora e trabalha no interior da Bahia, e aponta para a discussão decolonial que pretende avançar na geopolítica da elaboração do conhecimento e dispor das ocupações territoriais no interior.  O trabalho está estruturado a partir da compreensão das Linhas de Vida propostas por Suely Rolnik em Cartografias Sentimental e como elas concebem produções de subjetividade e contextos de sociabilidade que propiciam desterritorializações e reterritorializações constantes. 
      PubDate: 2018-01-06
      DOI: 10.9771/peri.v1i8.23931
      Issue No: Vol. 1, No. 8 (2018)
       
  • A cota do sexo público ou leis chupadoras de um gozo impossível

    • Authors: Alejandro Modarelli
      Pages: 174 - 176
      Abstract: Mínima aventura. Quem sai na noite para a caça erótica, solitário, cria na rua uma ilha própria, vital e efêmera, fora do tempo computável e do sedentarismo que impõem os circuitos estabelecidos. Nesse estado de excepção, o aventureiro, para intensificar o gozo compartilhado com o estranho, pedirá talvez um espaço que esteja vedado pela lei pública. Que outros momentos guardará na memória se não esses em que crê ter burlado a função da lei' Por trás do breve desenfreio sexual ninguém esquece, entretanto, a esse Amo cuja ausência nos acompanha, onipresente, e nos indica o belo rumo do proibido. 
      PubDate: 2018-01-06
      DOI: 10.9771/peri.v1i8.24599
      Issue No: Vol. 1, No. 8 (2018)
       
  • Pegações cariocas: dos banheiros públicos aos vagões
           do metrô

    • Authors: Paulo Alan Deslandes Fragoso
      Pages: 177 - 212
      Abstract: A partir de uma etnografia pelos espaços de fluxo da cidade do Rio de Janeiro, dos transportes urbanos ao banheiros públicos, algumas práticas sexuais serão mapeadas e associadas aos dispositivos de vigilância e controle da sexualidade que estão circunscritos nestes territórios. A arquitetura, iluminação, aproximação e outros elementos serão analisados para desvendar a dinâmica do olhar nas interações face a face entre homens que desejam praticar atos sexuais em espaços públicos. Esta pesquisa pretende trazer nova perspectiva sobre a atuação das instituições (FOUCAULT, 1993; DELEUZE, 1992; SIMMEL, 2006) sobre o controle de sexualidades dissidentes e suas novas configurações eróticas em territórios similares aos descritos por Richard Parker (2002) entre a década de 80 e 90.
      PubDate: 2018-01-06
      DOI: 10.9771/peri.v1i8.23947
      Issue No: Vol. 1, No. 8 (2018)
       
  • Corpos dissidentes na rua: Territorialidade e identidades acionadas no
           carnaval de Ouro Preto (MG)

    • Authors: Yuri Alexandre Estevão Rezende, Kerley dos Santos Alves, João Nazário Simões Villaschi
      Pages: 213 - 237
      Abstract: Durante o carnaval de Ouro Preto (MG), a Rua São José é apropriada por pessoas LGBTTQIs (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, travestis, queers e intersex). Portanto, o objetivo deste relato de pesquisa foi compreender os processos de apropriação dessa rua e o que isso nos revela sobre as sociabilidades, as normativas de gêneros e sexualidades neste contexto urbano-festivo. Trata-se, mais precisamente, de discutir a relação entre sexualidade e acionamento territorial. Para tanto, utilizou-se como métodos de pesquisa, dentre os anos de 2014 a 2017, a etnografia e entrevistas semiestruturadas aplicadas aos frequentadores do local. Evidenciou-se, assim, que a rua passa a ser também, lugar de sexualidade. Não apenas São José, mas transbicha. A São José é rua transbicha, pela heterogeneidade de pessoas que nela se concentraram e (re)apropriaram-se dela para viver a efemeridade do carnaval. Dos corpos pretos, bichas, trans, que nela atravessaram e a transformaram em rua-corpo. Ela foi, à priori, reinventada e renegociada ano-a-ano, numa constante gestão das identidades ali presentes. Ela ganhou legibilidade. O ressignificado dela, no entanto, não se dá como um primeiro olhar pode pressupor se tratar de uma apropriação espontânea do espaço urbano festivo. Ao contrário, esse processo revelou como os desejos, afetos, erotismos, conflitos e LGBTQIfobia foram mecanismos de acionamento tanto das identidades, quanto da territorialidade no período carnavalesco. Enfim, em últimas análises, percebeu-se a desterritorialização e reterritorialização da rua transbicha; seu “fim” e “renascimento”, por meio da negociação, em outra localidade do carnaval ouropretano.
      PubDate: 2018-01-06
      DOI: 10.9771/peri.v1i8.23884
      Issue No: Vol. 1, No. 8 (2018)
       
  • Espaços, corpos e desejos: a cidade e o urbano na arquitetura da
           pegação em Belo Horizonte, Minas Gerais

    • Authors: Alexandre Eustáquio Teixeira
      Pages: 238 - 260
      Abstract: O artigo tem como propósito o exercício reflexivo e analítico sobre as experiências de sexo entre homens em contextos urbanos de escalas variadas em frente das transformações que os estudos sobre gênero e sexualidade têm relatado nos últimos anos. A partir da retomada de uma experiência etnográfica desenvolvida no início dos anos 2000 na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais, pretendo sinalizar para alguns avanços e torções analíticas que vem caracterizando o debate sobre espaços sexualizados e marcados pelo gênero no Brasil. 
      PubDate: 2018-01-06
      DOI: 10.9771/peri.v1i8.23960
      Issue No: Vol. 1, No. 8 (2018)
       
  • Narrativas corporais do desejo bicha urbano e suas políticas

    • Authors: Juab Pablo Sutherland
      Pages: 261 - 269
      Abstract: Na cidade do desejo ligada às novas tecnologias de comunicação, surgiu uma nova cidade, ao contrário do Hotel Buenaventura, descrito por Jameson em Pós-modernismo: a lógica cultural do capitalismo tardio, cuja arquitetura do espelho devolve à cidade sua própria imagem e onde o hiperespaço pós-moderno conseguiu transpassar o corpo e anular sua mediação; na cidade do corpo existiria uma virtualização com mediações, quer dizer, o desejo como plus-valia do corpo material se intercambia nos cybercafés do centro de Santiago, entretanto, aí a cidade homo se virtualiza como um novo corpo que deixou as ruas do desejo lemebeliano a uma política da representação através da web ou dos aplicativos disponíveis nos dispositivos atuais. A cidade então é mapa virtual, não é o cerro Santa Lucía de La esquina es mi corazón de Lemebel, mas o símbolo de um novo corpo traficado na rede.
      PubDate: 2018-01-06
      DOI: 10.9771/peri.v1i8.24601
      Issue No: Vol. 1, No. 8 (2018)
       
  • Carrocracia: fluxo, desejo e diferenciação na cidade

    • Authors: Marcelo de Troi
      Pages: 270 - 298
      Abstract: Inspirado na advertência de Bruno Latour (2014) a respeito da luta no Antropoceno, radicalizo: estamos em guerra. O artigo considera a carrocracia como um sistema despótico e os carros como responsáveis por grande parte da emissão de CO2, causa primeira do aquecimento global. A cadeia produtiva carrocrata é peça chave na compreensão processos de subjetivação, de construção de imaginários e de diferenciação de corpos nas cidades. Na primeira parte do artigo, dados quantitativos foram usados para criar uma genealogia da indústria automobilística no Brasil e descrever seus impactos em nossas vidas, em diálogo com o livro Apocalipse motorizado (LUDD, 2005). Em seguida, o texto faz uso dos filmes Christine (EUA, 1983) e Crash (CAN, 1996) para pensar a carrocracia enquanto parte do cis-tema heterossexista e o carro enquanto componente essencialista do chamado Império dos Normais (PRECIADO, 2011). Por fim, a partir das críticas de Deleuze e Guattari (2010, 1996) acerca do Capitalismo e de conceitos como máquinas desejantes e rostidade, o artigo leva em conta a experiência do autor como cicloativista. O artigo estabelece rizomas que oportunizam uma linha de fuga e consequente desterritorialização da produção desejante dos carros para as bicicletas, a partir da conjugação de agenciamentos e interseccionalidades (PUAR, 2013).
      PubDate: 2018-01-06
      DOI: 10.9771/peri.v1i8.22764
      Issue No: Vol. 1, No. 8 (2018)
       
  • A saga do Siririca

    • Authors: Raphael Soifer
      Pages: 299 - 306
      Abstract: Relato pessoal de acompanhar as chamadas "jornadas de junho" de 2013 no Rio de Janeiro e, especificamente, de participar no Beijato de julho daquele ano.  O artigo analise urbanística com palavras de ordem, citações teóricas e versos originais na tentativa de reproduzir algo da experiência heteroglóssica das manifestações de rua, e parte da experiência de um corpo lido como branco, gringo e "queer" diante a violência sistémica da polícia militar do Rio de Janeiro.

      Palavras chave:  Rio de Janeiro; corpos ausentes; protesto; rua; manifestação
      PubDate: 2018-01-06
      DOI: 10.9771/peri.v1i8.23935
      Issue No: Vol. 1, No. 8 (2018)
       
  • O entre-lugar das trans nas escolas

    • Authors: Fernando Guimarães Oliveira da Silva, Eliane Rose Maio
      Pages: 307 - 324
      Abstract: O presente estudo aponta incursões pela fronteira do in/dizível, da in/visibilidade e da a/normalidade. Classificamos assim porque a questão transgênero, mais que na escola, mas em elevado potencial na sociedade, é cotidianamente marcada por práticas de ódio, discriminação e violência. Movimentado/a pelo desejo de um mundo onde cada pessoa possa avivar a potência identitária de si, objetivamos problematizar a partir do conceito de ‘entre-lugar’ de Homi Bhabha (1998), o deslocamento da heterossexualidade do centro da sexualidade normal para compreender que, em especial na escola como lócus de pesquisa, coexistem diferentes modos identitários de performar o gênero e a sexualidade. Para dar consecução às discussões neste ensaio, nossa pesquisa pautou-se em explorar, utilizando o recurso bibliográfico para compreender como ocorre a articulação entre o “entre-lugar” e a questão das estudantes transgêneros. Como conclusão, acreditamos na escola como um ‘entre-lugar’ que produz deslocamentos significativos por meio de aprendizagens de que somos uma potência viva produzida e negociada numa multiplicidade desconcertante sobre diferentes modos de ser e estar, normativos ou renovados.
      PubDate: 2018-01-06
      DOI: 10.9771/peri.v1i8.22704
      Issue No: Vol. 1, No. 8 (2018)
       
  • Masculinidade e heteronormatividade: temas-desafio nas
           instituições educacionais

    • Authors: Ana Paula Tatagiba
      Pages: 325 - 340
      Abstract: O ingresso masculino nas creches públicas da cidade do Rio de Janeiro não passou despercebido:  conversas informais e reuniões com os pais subsidiaram a decisão das mulheres, ocupantes dos cargos de direção, de introduzirem alterações no cotidiano, afastando, por exemplo, os homens de atividades referente ao cuidado com o corpo das crianças.  Essa ocorrência foi uma das inspirações de pesquisa cujo objetivo geral é compreender as bases que alicerçam a ordem sexo/gênero, analisando os empecilhos à sua superação. O(s) processo(s) histórico(s) de instituição das relações de gênero, com destaque para a constituição da masculinidade, é o objeto de estudo privilegiado no alcance deste trabalho. As análises elaboradas possibilitaram concluir que a resistência à ousadia desses homens que passaram a desenvolver atividades que socialmente são reconhecidas como "femininas", entre outros aspectos, denota uma contraditória defesa da heteronormatividade.
      PubDate: 2018-01-06
      DOI: 10.9771/peri.v1i8.25297
      Issue No: Vol. 1, No. 8 (2018)
       
  • Estética da existência em Michel Foucault, resistências ao poder e a
           abjeção queer

    • Authors: André Luiz dos Santos Paiva
      Pages: 341 - 356
      Abstract: Neste trabalho discute-se o conceito de estética da existência em Michel Foucault e suas possibilidades teórico-políticas num diálogo com as políticas e estudos queer. Expõe-se como o conceito de estética da existência insere-se no pensamento foucaultiano, privilegiando suas possibilidades de resistência aos poderes hegemônicos e como esta pode ser um instrumento para a construção de uma ética para a atualidade. Discute-se a emergência queer a partir de seu diálogo com os movimentos LGBT, feministas e militâncias em torno da questão da aids. Finalmente, expõe-se a questão da centralidade que o conceito de abjeção tem para o campo queer, o que inaugura uma estética da existência original como possibilidade de resistência às normatividades sociais na atualidade.
      PubDate: 2018-01-06
      DOI: 10.9771/peri.v1i8.21405
      Issue No: Vol. 1, No. 8 (2018)
       
  • Da filosofia à identidade g0y: uma análise do site
           www.heterogoy.webnode.com

    • Authors: Hadriel Geovani da Silva Theodoro
      Pages: 357 - 371
      Abstract: De modo simplificado, pode-se caracterizar um g0y como um homem que mantém relações afetivo-sexuais com outros homens e, ao mesmo tempo, prescreve sua identidade sexual pelo distanciamento daquela tida como homossexual (ou gay). A interdição de determinadas práticas sexuais, como o sexo anal, e a rejeição de simbolismos que perpassam o feminino compõem algumas das estruturas que fundamentam essa dissociação. Em vista disso, o presente artigo procurou verificar as ideologias, discursos e políticas de significação encontradas no principal site brasileiro voltado à temática, nomeado Hetero gØy (www.heterogoy.webnode.com). Tomando-o como um veículo midiático do que é considerado a “filosofia g0y”, a metodologia se pautou justamente na análise de seus elementos discursivos, textuais e imagéticos. O objetivo é contribuir à ampliação dos conhecimentos sobre os g0ys e para a viabilidade de um diagnóstico das categorizações normativas em relação aos desejos, corpos, identidades e expressões de gênero e sexualidades utilizadas para fundamentar a filosofia g0y.
      PubDate: 2018-01-06
      DOI: 10.9771/peri.v1i8.25298
      Issue No: Vol. 1, No. 8 (2018)
       
  • A coragem de ser tedioso: aproximações entre dândis e
           corpos queers

    • Authors: Ricardo Duarte Filho
      Pages: 372 - 395
      Abstract: O presente artigo almeja discorrer sobre a ligação entre o dandismo e os corpos queers através do conceito do camp e da performatividade. Para tal, traça uma ligação histórica entre o dândi e os corpos aristocráticos e argumenta que os dândis formam uma espécie de proto-subjetividade queer através da discussão sobre os julgamentos de Oscar Wilde, vistos aqui como espetáculos midiáticos públicos que acabaram por incutir em esferas diversas, como a judicial, a médica e a pública, a ideia de traços e poses que poderiam se cristalizar como indicadores da existência da homossexualidade. A hipótese aqui levantada é que o dândi, por sua ambígua relação com a norma, possibilita novas formas de resiliência e contestação através da artificialidade, do tédio e da performance. Como forma de discutir sobre essa possibilidade de subversão e também como tentativa de ampliar o emprego de uma sensibilidade dândi e camp para além da cultura anglo-saxã, o objeto analisado no presente artigo é o filme brasileiro contemporâneo A Seita (André Antônio, 2015).
      PubDate: 2018-01-06
      DOI: 10.9771/peri.v1i8.23244
      Issue No: Vol. 1, No. 8 (2018)
       
  • Cisnormatividade e passabilidade: deslocamentos e diferenças nas
           narrativas de pessoas trans

    • Authors: Júlia Clara de Pontes, Cristiane Gonçalves da Silva
      Pages: 396 - 417
      Abstract: O presente artigo busca lançar olhares mais atentos aos processos de agenciamento de corporalidades dissidentes em relação às normas de gênero nas trajetórias e percursos de pessoas trans, tomando tal categoria como espaço de articulação de experiências e narrativas múltiplas. Trata-se, portanto, de desmontar a imagem de um corpo natural frente às práticas culturais que encerram o dualismo natureza-cultura, abrindo caminhos para compreender como se articulam as (des)continuidades entre sexo-gênero e desejo, junto a outros marcadores sociais de diferenciação. Tomamos como pontos centrais as noções de cisnormatividade e passabilidade, empregadas pelas(os) interlocutoras(es) como categorias para reflexão e enunciação sobre os processos de transição de gênero, buscando apreender a força normativa de regulação de gênero sobre as corporalidades/subjetividades junto aos diferentes usos e significados de tecnologias hormonais e prostéticas que atuam na produção de posições de sujeito.
      PubDate: 2018-01-06
      DOI: 10.9771/peri.v1i8.23211
      Issue No: Vol. 1, No. 8 (2018)
       
  • Os Sons que eu Soo

    • Authors: Dora Moreira
      Pages: 418 - 428
      Abstract: O presente texto parte de situações de escuta e fala em espaços urbanos para repensar a noção de Paisagem Sonora através das discussões  raciais, de gênero, sexualidade  e suas interseccionalidade. Conversa com os estudos dos sons a fim de repensar o debate entre ruído e silêncio fazendo uma torção para questões de escuta e silenciamentos, propondo desde uma escrita de si uma ausculta do outro.
      PubDate: 2018-01-09
      DOI: 10.9771/peri.v1i8.23936
      Issue No: Vol. 1, No. 8 (2018)
       
  • Gênero em termos reais

    • Authors: Alexandre Gomes Soares
      Pages: 429 - 433
      Abstract: Raewyn Connel é professora emérita na Universidade de Sydney, Austrália. É uma pesquisadora de renome internacional nos campos de gênero, dando destaque ao conceito de masculinidade hegemônica. A obra Gênero em termos reais de Connel foi estruturada em três partes, sendo que a primeira parte se detêm sobre as dinâmicas do gênero que envolve a colonialidade do gênero, os corpos do sul e as deficiências e como os regimes de gênero mudam dentro do estado. A segunda parte discute os homens e as masculinidades e sua relação com a igualdade de gênero, bem como as masculinidades e o capital financeiro e as perspectivas do norte e do sul sobre a masculinidade. E a terceira debruça-se sobre as mulheres transexuais permeando pela história de vida, a atuação da psiquiatria sobre as mulheres transexuais e relação das mulheres transexuais e o pensamento feminista.
      PubDate: 2018-01-06
      DOI: 10.9771/peri.v1i8.23462
      Issue No: Vol. 1, No. 8 (2018)
       
  • Cat Power. A toma da Terra

    • Authors: Cecilia Palmeiro
      Pages: 434 - 445
      Abstract: O trecho, traduzido por Helder Thiago Maia, é parte da primeira novela de Cecília Palmeiro, Cat Power. La toma de la Tierra (Buenos Aires, Tenemos las máquinas, 2017), onde o narrador é um um gato alienígena, cuja raça se encontra próximo da extinção, que passa a narrar, com altas doses de ironia ativista, os infortúnios da Madrinha  durante a escrita da sua tese entre Buenos Aires, Nova Iorque e Rio de Janeiro. Nessa jornada Rorro (o gato) descobre que através da consciência da Madrinha é quase impossível cumprir o objetivo para o qual foi enviado à terra, mas mesmo assim dá um jeito para a conquista felina do planeta. Cecília Palmeiro é professora de teoria literária e literatura latino-americana na Universidade Nacional Tres de Febrero e na Universidade de Nova York em Buenos Aires. É autora dos livros Desbunde y Felicidad: de la cartonera a Perlongher (2011) e editou o livro Correspondencia de Néstor Perlongher (2016)
      PubDate: 2018-01-06
      DOI: 10.9771/peri.v1i8.23816
      Issue No: Vol. 1, No. 8 (2018)
       
 
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