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Finisterra : Revista Portuguesa de Geografia     Open Access   (SJR: 0.206, CiteScore: 0)
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Finisterra : Revista Portuguesa de Geografia
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ISSN (Print) 0430-5027 - ISSN (Online) 2182-2905
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  • Propósitos e compromissos

    • First page: 3
      PubDate: 2022-04-29
      DOI: 10.18055/Finis26685
      Issue No: Vol. 57, No. 119 (AoP) (2022)
       
  • Geodinâmica e variações do nível do mar no
           Meso-Cenozóico:

    • Authors: Miguel Leal, Ana Ramos-Pereira
      First page: 7
      Abstract: Este artigo apresenta uma síntese da evolução geodinâmica e das variações
      eustáticas do nível do mar no Meso-Cenozóico e relaciona os acontecimentos globais com a
      formação da Ibéria e da Área Metropolitana de Lisboa (AML). Do regime tectónico distensivo
      resultou a desagregação da Pangeia, a separação entre as placas Norte-Americana e
      Euroasiática e a individualização da microplaca Ibérica no Cretácico Inferior. Até à formação
      de crusta oceânica no Atlântico desenvolveram-se bacias de rifting. A Bacia Lusitaniana
      está ligada à génese da Orla Mesocenozóica Ocidental, onde está incluída grande parte da
      AML Norte. O regime compressivo a partir do final do Cretácico deu origem a cadeias montanhosas
      na Península Ibérica e à reactivação de falhas tardi-hercínicas responsáveis pela
      formação e subsidência de uma depressão tectónica (Bacia Cenozóica do Tejo-Sado), onde
      se inclui a maioria da AML Sul. Neste quadro tectónico formaram-se o maciço subvulcânico
      de Sintra no final do Cretácico Superior ou a cadeia da Arrábida no Miocénico. A transição
      para o regime compressivo marcou o pico máximo do nível do mar no Meso-Cenozóico
      (170 a 250m acima do nível atual). As variações do nível do mar explicam a diversidade
      litológica da AML. As formações da AML Norte datam maioritariamente do Cretácico (predominância
      de calcários e margas), enquanto na AML Sul afloram sobretudo formações
      mais recentes (Pliocénico e Plistocénico), o que justifica o seu carácter detrítico.
      PubDate: 2022-04-29
      DOI: 10.18055/Finis19932
      Issue No: Vol. 57, No. 119 (AoP) (2022)
       
  • Os produtos certificados e o desenvolvimento de actividades turisticas:

    • Authors: Celso Lopes, Juan Rengifo Gallego, João Carlos
      First page: 39
      Abstract: Os produtos agroalimentares regionais, para além da sua função
      alimentar vital, desde sempre desempenharam um papel preponderante na forma como as
      pessoas se relacionam nos, e entre os, diferentes territórios. Este artigo apresenta os resultados
      de uma investigação exploratória e descritiva realizada sobre 199 páginas web de diferentes
      tipos de organizações, nas regiões vizinhas da Extremadura (Espanha) e Centro (Portugal),
      com o objetivo de explorar e conhecer as atividades turísticas relacionadas com os
      produtos agroalimentares, desenvolvidas por diferentes tipos de organizações. Paralelamente,
      pretende-se analisar qual a influência de produtos com certificações e selos de qualidade
      alimentar (DOP, IGP e ETG) no desempenho deste tipo de atividades. Nestas duas
      regiões, identificaram-se 311 atividades relacionadas com 73 produtos agroalimentares diferentes.
      Do total de atividades realizadas, 167 referem-se a produtos de qualidade. A grande
      maioria são feiras ou festivais, cabendo a sua organização às administrações locais, como
      Ayuntamientos (Extremadura) e Câmaras Municipais ou Juntas de Freguesia (Região Centro).
      PubDate: 2022-04-29
      DOI: 10.18055/Finis25917
      Issue No: Vol. 57, No. 119 (AoP) (2022)
       
  • Alojamento local no centro histórico da cidade de Lisboa:

    • Authors: Leonardo Rodrigues, Francisco Silva, Tiago Lopes
      First page: 65
      Abstract: Este artigo aborda o papel do alojamento local (AL) na evolução do centro
      histórico de Lisboa em termos holísticos, relacionando as suas componentes distintivas referentes
      ao setor turístico com as dinâmicas por este produzidas na estrutura habitacional da
      cidade, nos seus serviços complementares, na reabilitação urbana e no tecido social. Recorrendo
      ao estado da arte sobre a temática, à análise das tendências do AL em várias cidades
      europeias e a uma investigação empírica com aplicação de entrevistas semiestruturadas a
      quatro grupos de stakeholders, procurou-se analisar as perceções que esses diferentes grupos
      têm sobre as dinâmicas de AL na freguesia de Santa Maria Maior, Lisboa. O principal objetivo
      consiste em apresentar contributos para um modelo de desenvolvimento do AL mais
      sustentável, que permita conciliar-se com a valorização do tecido social das comunidades
      residentes. Os resultados comprovam que as variações registadas em termos sociais e
      comerciais da freguesia ultrapassam a exploração deste alojamento turístico. Relativamente
      à melhoria do modelo de gestão atualmente vigente das áreas de contenção em Lisboa, os
      stakeholders elencam medidas que visam a criação de um equilíbrio sustentável entre o uso
      turístico e residencial da cidade de Lisboa.
      PubDate: 2022-04-29
      DOI: 10.18055/Finis24666
      Issue No: Vol. 57, No. 119 (AoP) (2022)
       
  • O valor económico da bicicleta à escala local:

    • Authors: João Pedro Ferreira, Catarina Isidoro, Frederico Moura e Sá, José Carlos Mota
      First page: 87
      Abstract: A investigação sobre mobilidade urbana sustentável tem vindo a destacar o
      valor da bicicleta e os seus benefícios económicos, sociais e ambientais. No entanto, apesar do
      consenso quanto aos aspetos positivos, a mudança de paradigma que permita afirmar a bicicleta
      como meio de deslocação enfrenta desafios, principalmente em contextos onde é pouco
      utilizada. Em Portugal, segundo os Censos 2011, apenas 0,5% da população usa a bicicleta na
      sua mobilidade urbana diária. É neste contexto que o projeto BOOST desenvolveu um Roteiro
      para Cidades Principiantes que integra a estimativa do potencial valor económico da bicicleta,
      à escala local. Os resultados mostram que um aumento de cerca de 2% da quota modal da
      bicicleta em 10 anos, na globalidade dos municípios portugueses, pode corresponder a reduções
      de custos anuais superiores a 1,1 milhões de euros nas emissões de CO2, a quase
      25 milhões de euros no consumo de combustível e a 500 mil euros na qualidade do ar. Quanto
      aos benefícios na saúde, a redução da mortalidade associada à atividade física e à redução da
      poluição atmosférica, representam um impacto económico positivo potencial superior a
      140 milhões de euros em 10 anos para Portugal. Neste sentido, é possível concluir que padrões
      de deslocação mais sustentáveis e em que a bicicleta assuma uma posição de maior relevância
      terá um impacto económico substancial, pelo menos ao nível da saúde, da energia e ambiente.
      PubDate: 2022-04-29
      DOI: 10.18055/Finis25261
      Issue No: Vol. 57, No. 119 (AoP) (2022)
       
  • A alavanca do 1º direito:

    • Authors: Sílvia Jorge
      First page: 109
      Abstract: A habitação assume hoje um lugar de destaque na agenda política e mediática
      portuguesa, prevendo-se nos próximos anos um forte investimento público neste setor, no
      âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (2021-2026), traçado para minorar o impacto
      económico e social da pandemia de COVID-19. Entre os programas públicos que lhe dão
      suporte está o 1.º Direito – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação, direcionado para as
      situações de maior precariedade e vulnerabilidade habitacional. Condição para aceder a apoio
      financeiro ao abrigo deste programa, as Estratégias Locais de Habitação (ELH), a cargo dos
      municípios, desempenham um papel central, identificando as situações de carência e as soluções
      habitacionais a implementar. A partir de uma abordagem qualitativa – apoiada nos documentos
      estratégicos a que tivemos acesso e na realização de entrevistas semiestruturadas a
      diferentes coordenadores responsáveis pela sua elaboração – e à luz do "campo das políticas
      públicas" – trabalhado por Bourdieu –, analisa-se a realidade de doze municípios de Portugal
      continental, esboçando um retrato geral da primeira geração de ELH. A restituição de parte do
      processo de elaboração e operacionalização destes instrumentos visa contribuir para uma prática
      mais inclusiva e comprometida com o direito à habitação.
      PubDate: 2022-04-29
      DOI: 10.18055/Finis25645
      Issue No: Vol. 57, No. 119 (AoP) (2022)
       
  • A gestão da água potável como facto metropolitano:

    • Authors: Francy Viviana Bolaños Trochez, Oscar Buitrago Bermúdez
      First page: 129
      Abstract: O artigo, resultado de uma investigação que tem o Corredor Cali-Yumbo como estudo de caso, como parte do
      processo de metropolização de Cali, visa demonstrar a configuração da gestão da água potável
      como um facto metropolitano. O seu desenvolvimento considerou: 1) a interpretação de elementos legais e políticas espaciais que facilitem diálogos ou possibilidades de integração
      entre os municípios, para a prestação deste serviço público; 2) a identificação de problemas
      no setor de água potável, comuns a vários municípios do país, nas propostas públicas de
      integração supra-municipal para Cali e sua área de influência; e 3) a caracterização do facto
      metropolitano com base na visão dos atores sociais envolvidos na gestão do setor. Como
      método qualitativo de pesquisa, utilizaram-se técnicas como a revisão de documentos,
      entrevistas semiestruturadas, visitas ao terreno e a análise de conteúdo, que permitiu
      demonstrar a falta de coordenação das entidades territoriais para a gestão intermunicipal da
      água potável, entendida como um facto metropolitano.
      PubDate: 2022-04-29
      DOI: 10.18055/Finis24705
      Issue No: Vol. 57, No. 119 (AoP) (2022)
       
  • Meios de subsistência fragmentados:

    • Authors: Kajsa Johansson
      First page: 157
      Abstract: Este artigo examina as razões pelas quais os camponeses que vivem em pobreza têm pouca probabilidade
      de formar ou integrar uma organização que defenda os seus direitos e interesses. O
      estudo é baseado em trabalho de campo, inspirado pela etnografia, na província de Niassa, no
      norte de Moçambique, e tem como ponto de partida os relatos dos camponeses sobre os seus
      meios de subsistência. A análise da subsistência é inserida num processo histórico e estrutural.
      O artigo sugere que quatro dimensões de fragmentação dos meios de subsistência dos camponeses
      dificultam as condições para as organizações coletivas. Em primeiro lugar, cada família camponesa está, em qualquer momento, envolvida em várias atividades de subsistência diferentes
      para garantir a sua produção e reprodução. Em segundo lugar, a composição dessas
      atividades varia entre as famílias. Em terceiro lugar, as atividades mudam constantemente. Em
      quarto lugar, há diferenciação socioeconómica entre as famílias camponesas. Estas quatro
      dimensões tornam difícil a identificação dos interesses e conflitos centrais e duradouros em que
      os camponeses estão engajados e que poderiam constituir a base da sua organização coletiva.
      PubDate: 2022-04-29
      DOI: 10.18055/Finis22168
      Issue No: Vol. 57, No. 119 (AoP) (2022)
       
  • Por uma gestão colaborativa da terra entre o município e as Autoridades
           Comunitárias em Moçambique

    • Authors: Júlio Ambrósio Masquete
      First page: 175
      Abstract: As cidades moçambicanas são marcadas pela prevalência e reprodução da
      ocupação indiscriminada da base biofísica, havendo registo de demolições de habitações
      por terem sido implantadas em áreas consideradas “impróprias”. A partir do contexto da
      Cidade de Lichinga (Moçambique), assume-se que o controlo e orientação do acesso à terra,
      de forma colaborativa, envolvendo o Município e as autoridades comunitárias, pode minorar
      os problemas relacionados com a ocupação indiscriminada da base biofísica. Assim, este
      artigo objetiva trazer elementos que permeiam reflexões sobre o papel da articulação Município-
      Autoridades Comunitárias na gestão da terra e sua influência na forma de ocupação
      do território. Apresenta-se uma proposta metodológica de realização de diagnóstico colaborativo
      sobre a ocupação do território, envolvendo os principais agentes com ingerência no
      acesso à terra, o Município e as Autoridades Comunitárias, cuja finalidade é o conhecimento
      das áreas-problema, as formas de acesso à terra prevalecentes nessas áreas e definição
      de estratégias de atuação de forma concertada.
      PubDate: 2022-04-29
      DOI: 10.18055/Finis24524
      Issue No: Vol. 57, No. 119 (AoP) (2022)
       
  • O desenvolvimento de competências de pesquisa na disciplina de Geografia
           do ensino secundário:

    • Authors: Ricardo Coscurão, Sérgio Claudino
      First page: 193
      Abstract: Quais as competências que a disciplina de Geografia promove, ou consegue
      promover, nos alunos que concluem o 11º ano em Portugal (com cerca de 17 anos)
      do Ensino Secundário' A disciplina mobiliza um número assinalável de alunos,
      sendo a terceira opção mais selecionada a nível nacional. O presente artigo centra-se
      numa investigação desenvolvida com uma turma de uma Escola Secundária do Montijo,
      na Área Metropolitana de Lisboa, em 2017. Ao longo de uma sequência de onze aulas, em
      que foram recolhidas as suas perceções quanto a todo o processo, os alunos mobilizaram
      informações de fontes diversificadas, no quadro de uma aposta de desenvolvimento da
      sua cidadania territorial. Nas suas pesquisas, os alunos recorreram, com maior frequência,
      a motores de busca na Internet – talvez contradizendo-se quanto à sua preocupação
      em valorizarem a credibilidade das fontes de informação. A respetiva pesquisa surge
      como um dos passos mais difíceis para os alunos, o que reforça a necessidade de desenvolvimento
      desta competência. Os alunos reconheceram, inequivocamente, a melhoria do
      seu desempenho na recolha e tratamento de informação ao longo da sequência didática,
      o que confirma o papel decisivo da educação geográfica no desenvolvimento de competências
      de pesquisa.
      PubDate: 2022-04-29
      DOI: 10.18055/Finis24884
      Issue No: Vol. 57, No. 119 (AoP) (2022)
       
  • Forging African communities:

    • Authors: Sílvia Amaral
      First page: 213
      PubDate: 2022-04-29
      DOI: 10.18055/Finis25148
      Issue No: Vol. 57, No. 119 (AoP) (2022)
       
  • Por uma habitação básica:

    • Authors: Luis Mendes
      First page: 219
      PubDate: 2022-04-29
      DOI: 10.18055/Finis23708
      Issue No: Vol. 57, No. 119 (AoP) (2022)
       
  • Errata

    • First page: 225
      PubDate: 2022-04-29
      DOI: 10.18055/Finis26921
      Issue No: Vol. 57, No. 119 (AoP) (2022)
       
 
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