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Revista do GEL
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  This is an Open Access Journal Open Access journal
ISSN (Online) 1984-591X
Published by Grupo de Estudos Linguísticos do Estado de São Paulo Homepage  [2 journals]
  • Expediente

    • Authors: Comissão Editorial
      Pages: 01 - 07
      PubDate: 2021-12-28
      Issue No: Vol. 18, No. 3 (2021)
       
  • Apresentação

    • Authors: Marcelo Módolo
      Pages: 08 - 10
      PubDate: 2021-12-28
      DOI: 10.21165/gel.v18i3.3384
      Issue No: Vol. 18, No. 3 (2021)
       
  • Nominata de pareceristas

    • Authors: Comissão Editorial
      Pages: 11 - 25
      PubDate: 2021-12-28
      Issue No: Vol. 18, No. 3 (2021)
       
  • Introdução

    • Authors: Alexander Cobbinah, Carlos Filipe Guimarães Figueiredo, Márcia Santos Duarte de Oliveira
      Pages: 26 - 32
      PubDate: 2021-12-28
      DOI: 10.21165/gel.v18i3.3386
      Issue No: Vol. 18, No. 3 (2021)
       
  • Introduction

    • Authors: Alexander Cobbinah, Carlos Filipe Guimarães Figueiredo, Márcia Santos Duarte de Oliveira
      Pages: 33 - 39
      PubDate: 2021-12-28
      DOI: 10.21165/gel.v18i3.3387
      Issue No: Vol. 18, No. 3 (2021)
       
  • Concordância de gênero variável em Português: aproximações entre
           variedades africanas e afro-brasileira

    • Authors: Ana Lívia Agostinho, Luana Lamberti, Eduardo Ferreira dos Santos
      Pages: 40 - 69
      Abstract: Este trabalho objetiva apresentar uma breve descrição comparativa dos aspectos da não concordância de gênero do sintagma nominal, atestados de forma semelhante em três variedades africanas da língua portuguesa, a saber: o português falado em Angola, especificamente do Município do Libolo; o português falado em São Tomé e Príncipe; e o português falado em Helvécia, na Bahia, Brasil. Trabalhos sobre a concordância nominal para as variedades brasileira e europeia do português apontaram, por exemplo, para uma regra variável para a primeira, e categórica para esta última (BRANDÃO; VIEIRA, 2012; BRANDÃO, 2018). Alguns estudos sobre as variedades africanas e afro-brasileira do português já destacam as descrições e análises acerca da concordância nominal em Angola, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau e Helvécia, Brasil (INVERNO 2004, 2009; PETTER, 2009; LUCCHESI; BAXTER; RIBEIRO, 2009; FIGUEIREDO, 2010; SEDRINS; SILVA, 2017; entre outros). A partir da descrição e análise de dados coletados em trabalho de campo, proporemos aproximações entre as três referidas variedades e os possíveis fatores sociais que possam influenciar a não realização dessa concordância nominal, principalmente no que concerne ao contato linguístico, contexto sociohistórico e aprendizado do português como L2 ou como L1 a partir de um modelo de L2.
      PubDate: 2021-12-28
      DOI: 10.21165/gel.v18i3.3276
      Issue No: Vol. 18, No. 3 (2021)
       
  • Português Guineense e Português Europeu: um estudo preliminar sobre a
           percepção das suas diferenças entoacionais

    • Authors: Gabriela Braga, Sónia Frota, Flaviane Fernandes-Svartman
      Pages: 70 - 94
      Abstract: A Guiné-Bissau é um país multiétnico e multilíngue em que o português é a língua oficial, embora não seja língua materna. Estudos desenvolvidos com base na Fonologia Prosódica e na Fonologia Entoacional sobre o português falado na Guiné-Bissau (PGB) apontam que, quanto à densidade tonal, ele afasta-se da variedade lisboeta (SEP) e aproxima-se de variedades ultramarinas, como o português brasileiro. Entretanto, novos dados do PGB mostram maior similaridade ao SEP quanto ao contorno entoacional: ambos apresentam platôs melódicos, porém SEP apresenta um platô contínuo, enquanto PGB, uma composição de pequenos platôs. Neste trabalho, apresentamos um teste de percepção piloto, verificando se PGB e SEP são de fato distintos, embora o SEP seja a norma-alvo. A tarefa de discriminação AX categorial foi realizada por brasileiros e portugueses, em que apenas o contorno entoacional de sentenças declarativas neutras do SEP e do PGB era apresentado. Os resultados mostram que brasileiros percebem mais a diferença entre SEP e PGB quando ouvem primeiro a entoação do SEP, indicando que um contorno seria melhor distinguido pela alternância entre tons do que pela quantidade de acentos tonais. Assim, o tipo de contorno entoacional parece uma pista mais robusta do que densidade tonal na diferenciação de variedades/línguas.
      PubDate: 2021-12-28
      DOI: 10.21165/gel.v18i3.3164
      Issue No: Vol. 18, No. 3 (2021)
       
  • O uso variável de artigo definido diante de pronome possessivo na
           variedade urbana do Português de São Tomé

    • Authors: Danielle Kely Gomes, Livia Rodrigues Cordeiro
      Pages: 95 - 114
      Abstract: Neste artigo investiga-se o comportamento do artigo definido diante de pronomes possessivos na variedade urbana do Português de São Tomé (PST). Para tanto, utilizam-se dados recolhidos em 17 entrevistas, realizadas em 2009 na capital do arquipélago de São Tomé e Príncipe. Os inquéritos pertencem ao corpus Variedades do Português (VAPOR), do Centro de Linguística da Universidade de Lisboa. Toma-se como base o aporte teórico-metodológico da Teoria da Variação e Mudança (WEINREICH; LABOV; HERZOG, 2006 [1968]), com o intuito de identificar os condicionamentos linguísticos e sociais que concorrem para a ausência do artigo definido na variedade analisada. Os resultados revelam que, na variedade urbana do PST a presença do artigo diante de pronomes possessivos é um fenômeno produtivo (54%), sendo a ausência nesse contexto condicionada por restrições vinculadas à natureza do sintagma em que figura o pronome possessivo, à função sintática do sintagma em que figura o pronome possessivo, ao tipo de posse e à escolaridade do informante. A análise multivariável indicou que os dados não são sensíveis à influência da frequência de uso do crioulo Forro, o que contraria a hipótese inicialmente formulada.
      PubDate: 2021-12-28
      DOI: 10.21165/gel.v18i3.3159
      Issue No: Vol. 18, No. 3 (2021)
       
  • Análise comentada do manuscrito “Guia de conversação portuguesa para
           uso dos libolos”, do padre Renato Robert

    • Authors: Carlos Filipe Guimarães Figueiredo, Margarida Maria Taddoni Petter, Vanessa Martins do Monte
      Pages: 115 - 142
      Abstract: Este trabalho apresenta a conjugação de esforços levados a cabo em história, filologia e linguística de contato, por pesquisadores do Projeto Libolo, com vista à edição semidiplomática parcial e à análise comentada do manuscrito Guia de conversação portuguesa para uso dos libolos pelos missionários da Missão Católica de Calulo, da autoria do padre espiritano Renato Robert (1872-1925). Datado de 1923 e descoberto em 2015, este documento é uma tentativa de registro escrito da gramática da variedade de quimbundo falada na região do Libolo, Angola, cuja colonização se iniciou em finais do século XIX. O manuscrito, enriquecido também com uma listagem de vocabulário do quimbundo libolo (ou quimbundo bolo), importa aos estudos da linguística de contato porque: (i) permite observar se já há incorporação de léxico português no quimbundo libolo, logo a partir do início da sua colonização; (ii) permite cotejar estruturas gramaticais do quimbundo libolo atual, atestadas em dados de fala desta língua recolhidos recentemente pelos pesquisadores do Projeto Libolo, com idênticas estruturas de inícios do século XX patentes no documento, concluindo-se acerca do impacto que o português terá tido, ou não, na evolução diacrônico-estrutural da língua autóctone do Libolo.
      PubDate: 2021-12-28
      DOI: 10.21165/gel.v18i3.3181
      Issue No: Vol. 18, No. 3 (2021)
       
  • O conceito de língua geral de mina: apontamentos para a compreensão de
           seu significado histórico

    • Authors: Ivana Stolze Lima
      Pages: 143 - 168
      Abstract: O artigo propõe uma análise do conceito “língua geral de mina”, a partir de sua ocorrência no título de um dos mais importantes registros sobre línguas africanas no Brasil (a Obra Nova da Língua Geral de Mina, de Antonio da Costa Peixoto, 1731 e 1741) e incorporando ocorrências similares e elaborações pertinentes à questão linguiística em documentos históricos relacionados ao tráfico atlântico e escravização de povos africanos falantes de línguas gbe. Lança mão de historiografia já disponível e dialoga com estudos da área de história linguística, buscando uma perspectiva transdisciplinar. A principal hipótese é apontar tal conceito como um constructo português, através do qual a diversidade linguística dos povos envolvidos pelo tráfico e escravização foi enfrentada. Ao mesmo tempo, busca contribuir para a compreensão da experiência dos povos africanos escravizados, sua possibilidade de resistir e reconstruir vínculos sociais e comunitários.
      PubDate: 2021-12-28
      DOI: 10.21165/gel.v18i3.3277
      Issue No: Vol. 18, No. 3 (2021)
       
  • A sintaxe da língua geral de Mina no contexto da sintaxe das línguas
           Gbe: problematizando hipóteses de reestruturação

    • Authors: Wellington Santos da Silva
      Pages: 169 - 190
      Abstract: O objetivo deste trabalho é propor a análise de alguns tópicos da sintaxe da Língua Geral de Mina, uma língua africana falada em Minas Gerais, durante o século XVIII. A análise dos dados sintáticos, calcada na literatura sobre a gramática das línguas Kwa/Gbe, serve para problematizar as abordagens de Yai (1997) e Bonvini (2008), os quais argumentam que a língua africana em questão passou por processos de reestruturação acentuada no Brasil. Porém, os tópicos gramaticais mostram que é possível dizer que a Língua Geral de Mina tem muitas semelhanças com as outras línguas Gbe, tanto do ponto de vista diacrônico quanto do ponto de vista das línguas Gbe modernas. Por tal razão, defendemos que ela não pode ser classificada como uma variedade crioulizada ou pidginizada.
      PubDate: 2021-12-28
      DOI: 10.21165/gel.v18i3.3311
      Issue No: Vol. 18, No. 3 (2021)
       
  • Predicational encoding in Upper Guinea linguistic area

    • Authors: Chiara Truppi
      Pages: 191 - 218
      Abstract: The paper aims to study nominal and locative predication in Upper Guinea Portuguese-related creoles and the West African languages, mentioned in the literature as substrate - Mandinka, Wolof, and Temne - and/or adstrate - several Atlantic languages. We will look at three features that characterize the copular systems of Upper Guinea creoles: (i) the split between nominal and locative predication, (ii) nonverbal predication, and (iii) copulaless predication. The comparison of our findings in the Upper Guinea creoles and in the languages that contributed to their formation and/or to their further development will allow us to assess influences of the latter in the emergence of the predicational system of this group of creoles. Further outputs will be to show, on the one hand, the grammatical proximity of Upper Guinea creoles as to their predicational system and, on the other hand, to uncover possible commonalities and differences among the Atlantic languages.
      PubDate: 2021-12-28
      DOI: 10.21165/gel.v18i3.3167
      Issue No: Vol. 18, No. 3 (2021)
       
  • O sentimento de identidade e a manutenção/substituição linguística: o
           caso do vêneto em São Bento de Urânia, Espírito Santo

    • Authors: Katiuscia Sartori Cominotti, Edenize Ponzo Peres
      Pages: 219 - 242
      Abstract: Este artigo busca analisar o papel do sentimento de identidade para a manutenção ou a substituição da língua de um grupo minoritário. Especificamente, pretende-se analisar o processo de substituição da língua falada pelos imigrantes vênetos que se fixaram no distrito de São Bento de Urânia, em Alfredo Chaves, uma região bastante significativa para a história da imigração italiana no estado do Espírito Santo. Os procedimentos metodológicos utilizados para a obtenção dos dados foram: a aplicação de 118 questionários a moradores da comunidade de diferentes faixas etárias, a realização de 62 entrevistas semiestruturadas e a observação participante. Os resultados obtidos indicam que os sujeitos se identificam como descendentes de imigrantes italianos, sendo esse sentimento de identidade um forte fator da manutenção da língua vêneta, apesar da significativa perda de seus domínios de uso, no decorrer dos anos, relacionada a causas como a política de repressão do Estado Novo, na era Vargas; o papel da escola como instituição pública veiculadora de um ensino homogeneizador da língua portuguesa; e o preconceito linguístico.
      PubDate: 2021-12-28
      DOI: 10.21165/gel.v18i3.3169
      Issue No: Vol. 18, No. 3 (2021)
       
  • From Africa to Jamaica and back: the Atlantic as a dynamic linguistic
           contact zone

    • Authors: Andrea Hollington
      Pages: 243 - 263
      Abstract: This paper is concerned with Africa and the African Diaspora in Jamaica from a linguistic perspective. It will shed light on linguistic and communicative practices which illustrate the dynamic and reciprocal relationship between Africa and the Caribbean. My objective is to go beyond the approach of traditional (Caribbean) creolistics, which usually investigates African “substrate” influences in so-called creole languages, and to look at the Atlantic contact area as a dynamic zone with mutual and multidirectional influences. This will involve not only the historical dimension of the Transatlantic Slave Trade, through which the African Diaspora in Jamaica, the Caribbean, and the Americas emerged in the first place, but also a focus on the role of the dynamicity of current language practices on identity, language ideologies, linguistic creativity, and agency. An important aspect in this respect is the emblematicity of African elements, as linguistic elements, which are different from ‘Standard English’ (often perceived as the colonial language and the language of the slave master and oppressor), and which are marked in the context of conscious linguistic choices. Moreover, there is an awareness of the African heritage in Jamaican language practices that informs conscious efforts to use African linguistic elements (for instance, names). For many Jamaicans, their African heritage and identity play an important role. This can be observed, in particular, in Rastafari discourses and in Reggae music and culture, which emphasize a strong focus on Africa. These phenomena are also relevant in (Anglophone) Africa, where Jamaican linguistic practices are adopted through the influence of Reggae, Dancehall, and Rastafari. Therefore, this contribution will also feature some examples of how influences from the Diaspora come back to Africa, for example, in music and youth language practices.
      PubDate: 2021-12-28
      DOI: 10.21165/gel.v18i3.3336
      Issue No: Vol. 18, No. 3 (2021)
       
  • Após Mariana e Brumadinho: uma análise discursiva de
           notícias sobre o descaso

    • Authors: Maria Lúcia Cunha Vitório de Oliveira Andrade, Celia Regina Araes
      Pages: 264 - 284
      Abstract: O presente artigo objetiva identificar os processos avaliativos de julgamento dos comportamentos de empresários e representantes legais divulgados na mídia impressa sobre o rompimento de barragens nas cidades mineiras de Mariana e Brumadinho. O corpus é constituído por duas notícias veiculadas na Folha de S. Paulo em 2019, uma que aponta um alto lucro da mineradora Vale, considerada responsável pelos acidentes, e outra expondo a situação da população carente que ainda enfrenta falta de moradia e de emprego. Selecionou-se o Sistema de Avaliatividade como categoria de análise, sendo que este origina-se no arcabouço teórico-metodológico da Linguística Sistêmico Funcional, além de buscar apoio na Análise Crítica do Discurso e na Ecolinguística. Como uma antecipação de resultados, verifica-se que os interesses econômicos empresariais superam o bem-estar humano e a preservação ambiental.
      PubDate: 2021-12-28
      DOI: 10.21165/gel.v18i3.3141
      Issue No: Vol. 18, No. 3 (2021)
       
  • Insubordinação: uma proposta funcionalista para o estudo de
           (des)articulação de cláusulas

    • Authors: Gabriela do Couto Baroni, Violeta Virginia Rodrigues
      Pages: 285 - 310
      Abstract: A possibilidade de cláusulas “subordinadas” se materializarem de forma independente recebe tratamento diferenciado em diversas línguas. Em Português, essa materialização envolve dois fenômenos distintos – o desgarramento e a insubordinação. O termo “insubordinação”, cunhado por Evans (2007), refere-se ao fenômeno pelo qual cláusulas estruturalmente idênticas às subordinadas são usadas de forma independente, sem a presença de uma principal. A proposta do linguista despertou o interesse de diversos estudiosos que, desde então, têm oferecido diferentes contribuições sobre o tema, como Mithun (2008), Cristofaro (2016), Heine, Kuteva e Kaltenbök (2016) e D’Hertefelt (2018), para citar alguns. No Brasil, Hirata-Vale, Oliveira e Silva (2017), Hirata-Vale (2020) e Rodrigues (2021) também têm se dedicado a analisar o fenômeno. Baseadas no funcionalismo, as pesquisas acerca de cláusulas insubordinadas utilizam como corpus dados reais de fala ou escrita, que podem ser investigados tanto sincronicamente quanto diacronicamente. Além de mostrarmos um panorama a respeito dos estudos sobre insubordinação, assumimos aqui, com base em Cristofaro (2016), que o desengajamento clausal é um subtipo de insubordinação, que sabemos envolver padrões distintos. Como exemplos de insubordinação em português brasileiro, utilizamos dados de pesquisas que temos realizado sobre o tema e que ainda estão em andamento.
      PubDate: 2021-12-28
      DOI: 10.21165/gel.v18i3.3145
      Issue No: Vol. 18, No. 3 (2021)
       
  • Alternância de estilo em entrevistas sociolinguísticas: uma aplicação
           dos critérios da Árvore de Decisão laboviana

    • Authors: Elisa Battisti, Bruna Silva dos Santos, Rodrigo Lerner Gutterres, Thomaz Torres Teixeira, Victória Goulart Cunha
      Pages: 311 - 334
      Abstract: Este artigo discute os critérios de identificação de estilos contextuais previstos pela Árvore de Decisão (LABOV, 2001) e aplica-os a transcrições de entrevistas sociolinguísticas. Retomam-se os critérios da Árvore de Decisão, um dispositivo metodológico usado para investigar variação linguística intrafalante e alternância estilística em entrevistas sociolinguísticas, e revisam-se propostas de outros estudiosos acerca do dispositivo (BAUGH, 2001; SCHILLING-ESTES, 2004, 2007; GÖRSKI; VALLE, 2014; VALLE; GÖRSKI, 2014; FREITAG, 2014; DANTAS; GIBBON, 2014). O objetivo do artigo é demonstrar os desafios de identificar estilos contextuais e efetuar a anotação da trilha Estilo em transcrições de entrevistas do acervo LínguaPOA (2015-2019). Mostra-se que algumas limitações dos critérios da Árvore de Decisão, decorrentes da concepção laboviana de alternância estilística como resultado de graus distintos de atenção prestada à fala, podem ser superados considerando-se elementos da interação entre informante e pesquisador na entrevista sociolinguística.
      PubDate: 2021-12-28
      DOI: 10.21165/gel.v18i3.3152
      Issue No: Vol. 18, No. 3 (2021)
       
  • O fenômeno da shippagem na nomeação de casais: um novo emprego do
           cruzamento vocabular

    • Authors: Carlos Alexandre Victorio Gonçalves, Vitória Benfica da Silva
      Pages: 335 - 365
      Abstract: Neste artigo, descrevemos o fenômeno da shippagem (prática que consiste em nomear relações afetivas de personagens, casais ou amigos), utilizando, na representação dos dados, os instrumentos da Morfologia Prosódica (MCCARTHY, 1986). Tomamos por base contribuições existentes sobre o cruzamento vocabular em português (BASILIO, 2005; ANDRADE, 2013), a fim de verificar se a tipologia proposta para nomes comuns também se aplica a antropônimos shippados: (a) interposição ou entranhamento lexical; (b) combinação truncada e (c) reanálise ou substituição sublexical. Nosso corpus é constituído de 212 dados. Com exceção de 10 dados coletados de fala espontânea, todos os demais foram retirados da internet. A maioria dos ships coletados remete a programas de televisão ou a plataformas on-line de filmes, séries (como as da Netflix) e novelas. As principais fontes são os sites que falam sobre personagens e atores dessas narrativas, como revistas, jornais, fanfics, blogs diversos, além das redes sociais Twitter, Facebook e Instagram. Nesta descrição, pretendemos mostrar que nem sempre são muito claras as fronteiras entre os chamados processos não concatenativos, uma vez que ships parecem estar a meio caminho entre o cruzamento, de um lado, e a siglagem e a hipocorização de nomes compostos, de outro.
      PubDate: 2021-12-28
      DOI: 10.21165/gel.v18i3.3097
      Issue No: Vol. 18, No. 3 (2021)
       
  • Análise de Marcas de dois governos federais pós-impeachment

    • Authors: Juciano Rocha Professor, Marcelo Saparas
      Pages: 366 - 385
      Abstract: Este trabalho corresponde a um recorte da pesquisa de Mestrado de um dos autores, a respeito da análise de Marcas de Governo – construções imagéticas produzidas pela Secretaria Especial de Comunicação Social (SECOM) para identificar visualmente o mandato de um presidente da República. Os dados de análise são duas Marcas de Governo, gestão Itamar Franco e gestão Michel Temer, escolhidas por serem ambas de mandatos pós-impeachment. O objetivo deste trabalho é analisar, conforme a Gramática do Design Visual (KRESS; van LEEUWEN, 2006) e teoria da Metáfora e Metonímia Conceptuais (LAKOFF; JOHNSON, 2002; SAPARAS; IKEDA, 2017; FENG, 2017), a relação dessas Marcas com as Marcas dos governos que os antecedem, bem como as metáforas e metonímias que as compõem. Deste modo, foi possível perceber que, embora sob formas diferentes, ambas as Marcas foram construídas de maneira a evitar a associação com as construções dos governos anteriores, alvo de impeachment. Foi observada, também, a metonímia do tipo PARTE PELO TODO tanto na Marca de Franco quanto de Temer, fazendo remissão, nos dois casos, à Bandeira do Brasil.
      PubDate: 2021-12-28
      DOI: 10.21165/gel.v18i3.3142
      Issue No: Vol. 18, No. 3 (2021)
       
  • Joey e sua mecânica do “corpo”: um olhar sobre a escolha do sujeito
           autista de se alienar parcialmente à linguagem

    • Authors: Elisangela Maria da Silva
      Pages: 386 - 403
      Abstract: O objetivo do presente estudo é discutir a escolha do sujeito autista: a de se alienar parcialmente ao Outro, partindo das contribuições teóricas de Maleval no tocante ao autista não deixar de manter um domínio sobre o objeto a, seja por retenção ou pela construção de borda. Metodologicamente, realizamos uma discussão teórica sobre as defesas autísticas como proteção da angústia. Numa tentativa de abordar empiricamente o objetivo proposto, recorremos, a título de exemplificação, a recortes do caso Joey de Bruno Bettelheim.
      PubDate: 2021-12-28
      DOI: 10.21165/gel.v18i3.3151
      Issue No: Vol. 18, No. 3 (2021)
       
  • ALTMAN, Cristina. A guerra fria estruturalista: estudos em historiografia
           linguística brasileira. São Paulo: Parábola, 2021. 262p.

    • Authors: Ronaldo Batista
      Pages: 404 - 407
      PubDate: 2021-12-28
      DOI: 10.21165/gel.v18i3.3338
      Issue No: Vol. 18, No. 3 (2021)
       
  • Índice de Assuntos

    • Authors: Comissão Editorial
      Pages: 408 - 410
      PubDate: 2021-12-28
      Issue No: Vol. 18, No. 3 (2021)
       
  • Índice de Autores

    • Authors: Comissão Editorial
      Pages: 414 - 415
      PubDate: 2021-12-28
      Issue No: Vol. 18, No. 3 (2021)
       
 
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