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ISSN (Print) 2238-8060
Published by Universidade Federal do Amapá Homepage  [10 journals]
  • Editorial - v.10, n.1 (2020)

    • Authors: Celeste Maria da Rocha Ribeiro
      Pages: 01 - 06
      PubDate: 2021-02-20
      Issue No: Vol. 10, No. 1 (2021)
       
  • Variação no Português Tikuna: um estudo com base na concordância
           verbal de primeira pessoa e de /s/ em posição de onset

    • Authors: Ligiane Pessoa dos Santos Bonifácio
      Pages: 07 - 21
      Abstract: neste artigo, apresentamos um estudo da variação no Português Tikuna, com base na análise das variáveis sociais e linguísticas no uso de um fenômeno morfossintático e um fonético.  O objetivo da pesquisa é analisar quais fatores sociais e linguísticos estariam condicionando a variação quanto ao uso da concordância na primeira pessoa do singular (P1) e ao uso de /s/ em posição de onset. O arcabouço teórico fundamenta-se no campo da Sociolinguística e do Contato Linguístico, a partir de trabalhos como os de Weinreich (1953), Chambers (2003) Wolfram (1969), Romaine (1978), Trudgill (1972), Tarallo (2007) entre outros. Os dados referentes aos falantes foram coletados por meio de gravações em áudio e vídeo com vinte e três professores Tikuna. A análise dos dados é feita em termos de frequência e utiliza o método quali-quantitativo, uma vez que, a partir do corpus da pesquisa, há a sistematização e análise estatística das informações, seguindo-se a análise descritiva. O registro e a análise desses fenômenos variáveis têm a intenção de contribuir para a descrição do português falado na região norte do Brasil
      PubDate: 2021-02-20
      DOI: 10.18468/letras.2020v10n1.p07-21
      Issue No: Vol. 10, No. 1 (2021)
       
  • A variação do /S/ em coda silábica no falar dos moradores da cidade de
           Tonantins, no Amazonas

    • Authors: Flávia Santos Martins, Vanessa Lara de Souza Santos
      Pages: 23 - 36
      Abstract: Este artigo, de cunho variacionista, teve como objetivo geral investigar a variação do /S/ em coda silábica no falar amazonense, a partir de dados dos moradores de Tonantins (AM), a fim de contribuir para o conhecimento das áreas dialetais brasileiras. Para isso, foi descrito quais as variantes do fenômeno em foco caracterizam o falar dos habitantes da cidade investigada, assim como foram analisados quais grupos de fatores linguísticos (tonicidade e contexto seguinte) e extralinguísticos (idade, escolaridade, sexo, mobilidade e localismo) atuaram ou não sobre as variantes descritas. Para o desenvolvimento da pesquisa, utilizou-se parte dos dados coletados por Martins (2013) para sua tese de doutoramento. O corpus utilizado foi composto por 12 informantes, estratificados de acordo com idade, sexo e escolaridade. No total, foram analisadas 3.888 realizações do /S/ em coda silábica no programa GoldVarbX. A análise dos dados mostrou que a variante alveopalatal (66,3%) foi a mais realizada pelos tonantinenses entrevistados, além de mostrar as variáveis independentes linguísticas e extralinguísticas que favoreceram o uso dessa variante, na seguinte ordem de seleção: contexto seguinte, sexo, mobilidade, idade e ocupação.
      PubDate: 2021-02-20
      DOI: 10.18468/letras.2020v10n1.p23-36
      Issue No: Vol. 10, No. 1 (2021)
       
  • Crenças e atitudes linguísticas na variação da vogal média posterior
           /o/> [u] em posição tônica no português falado em Cametá-PA

    • Authors: Andreza Prazeres Gaia, Mariane Daysa de Castro Gomes, Raquel Maria da Silva Costa Furtado
      Pages: 37 - 49
      Abstract: estudos sociolinguísticos de caráter quanti-qualitativo têm evidenciado forte tendência de apagamento do alteamento da vogal média posterior /o/, marca de identidade dos cametaenses, em posição tônica (COSTA 2004; RODRIGUES 2005; GAIA, GOMES e FURTADO, 2019); e o fator escolaridade é apontado em tais estudos como condicionante da manutenção de /o/ tônico, o que aparentemente indica existência de estigma associado ao uso de [buka], [kuku], [vuvu].  Portanto, a fim de verificar se o comportamento linguístico dos cametaenses de manutenção da tônica é decorrente do estigma que recai sobre o alteamento de /o/ > [u] tônico, consequentemente das crenças e atitudes acerca desse fenômeno objetivou-se realizar um estudo para analisar por meio de testes de atitudes e avaliação, se o fenômeno de alteamento da vogal posterior em posição tônica é rotulado de forma positiva ou negativa na comunidade cametaense, e se essa rotulação encontra-se no nível da consciência de seus falantes. Para isso, tomou como base de análise teórica, os pressupostos teórico-metodológicos da Teoria da Variação Linguística/ Sociolinguística Quantita­tiva, e os estudos sobre crenças e atitudes linguísticas, advindos principalmente da Psicologia Social baseada em Lambert e Lambert (1996). O corpus para análise foi oriundo de 24 (vinte e quatro) sujeitos participantes na faixa etária de 15 a 29 anos e 30 a 45 anos, estratificados por sexo/gênero (masculino 12 e feminino 12); nível de escolaridade (08 com nível fundamental, 08 com nível médio e 08 com nível superior) e procedências (12 cametaenses 12 não cametaenses). Os resultados obtidos por meio da amostra esboçam atitudes negativas dos informantes diante do fenômeno investigado, freando dessa forma o uso da vogal média posterior de forma alteada na posição tônica. Portanto, por meio dos resultados constatou-se à identidade e o preconceito linguístico do falante diante da língua falada de sua região.
      PubDate: 2021-02-20
      DOI: 10.18468/letras.2020v10n1.p37-49
      Issue No: Vol. 10, No. 1 (2021)
       
  • Vogais médias pretônicas no português falado em Cametá: análise
           acústica

    • Authors: Raquel Maria da Silva Costa Furtado, Benedita Maria do Socorro Campos de Sousa
      Pages: 51 - 62
      Abstract: RESUMO: Este trabalho objetiva caracterizar acusticamente as vogais médias pretônicas orais /e/ e /o/ faladas na área rural de Cametá (PA). O corpus da pesquisa é constituído por 18 participantes-colaboradores, estratificados por sexo, faixa etária e escolaridade, os quais participaram de um teste de imagens. Os dados foram submetidos a um tratamento composto por 5 etapas: segmentação em 6 níveis no programa PRAAT (enunciado, lexical, vocábulo alvo, sílaba, fonológico e fonético); isolamento dos vocábulos alvo em arquivo individuais; organização dos dados em uma planilha Excel; tomadas de medidas acústicas; cálculos da média e desvio padrão dos valores em Hz de F1 e F2. Os resultados mostraram alto grau de variação entre as variantes: [i] e [e] -participantes-colaboradores femininos; [u] e [o] - velhos e jovens; e as baixas [E] e [O] apresentaram-se distanciadas das variantes altas e médias. Assim, os dados acústicos apontam para o processo de manutenção das vogais pretônicas. 
      PubDate: 2021-02-20
      DOI: 10.18468/letras.2020v10n1.p51-62
      Issue No: Vol. 10, No. 1 (2021)
       
  • Aqui se diz carapanã! Variação linguística, identidade e humor nas
           aulas de estudos paraenses em tempo de pandemia

    • Authors: Davi Pereira de Souza, Carlene Ferreira Nunes Salvador
      Pages: 63 - 75
      Abstract: O objetivo deste artigo consiste em avaliar como a variação linguística influencia na noção de construção da identidade dos indivíduos, neste caso, a partir de uma faceta muito utilizada nos discursos, o humor. Para tanto, o aporte teórico adotado está circunscrito a Labov (1972; 1980) no que diz respeito à variação linguística, Rajagopalan (1998) em razão do tratamento dado à questão da identidade e Possenti (1998) em referência ao viés humorístico presente nas facetas da língua. Do ponto de vista metodológico, a pesquisa segue a proposta de um estudo de caso conforme Yin (2018) por tratar-se de um fenômeno contemporâneo, cuja amostra foi extraída da fala dos personagens presentes no vídeo Estudos Paraenses, postado na plataforma Youtube no canal Pavulagem do internauta Bob Flly. Os resultados apontam variação em nível lexical, como por exemplo, lagartixa > osga, libélula > jacinta, mosquito > carapanã, louva-a-deus > punha mesa; fonética, como em p [o] nha mesa > p [u] nha mesa; e semântica, observada em perereca, com os sentidos relacionados à rã e referente à vulva.
      PubDate: 2021-02-20
      DOI: 10.18468/letras.2020v10n1.p63-75
      Issue No: Vol. 10, No. 1 (2021)
       
  • O campo semântico “jogos e diversões infantis” na região norte do
           Brasil: uma descrição geossociolinguística

    • Authors: Josevaldo Alves Ferreira
      Pages: 77 - 91
      Abstract: Este trabalho pretende mapear a produção lexical do campo semântico “Jogos e Brincadeiras Infantis” em seis estados da região norte do Brasil – Pará, Amapá, Amazonas, Rondônia, Acre e Tocantins – os quais fazem parte da rede de pontos do projeto Atlas Linguístico do Brasil (ALiB) e, desse modo, fazer uma análise comparativa entre os dados urbanos (capitais) e rurais (interior), assim como observar subáreas geográficas onde ocorram itens lexicais comuns. A metodologia seguida observará os preceitos advindos da dialetologia pluridimensional utilizada por Thun (1998), assim como as contribuições feitas por pesquisadores da área como Cardoso (2010) e Razky (2013).  Os resultados serão apresentados por meio de cartas linguísticas, que demonstrem a variação lexical dos itens pesquisados do ponto de vista diatópico, e de gráficos que apresentem a variação diastrática (idade e sexo). Os dados analisados na pesquisa fazem parte do acervo do projeto ALiB e foram coletados em 23 localidades dos estados acima mencionados considerando falantes de ambos os sexos, de duas faixas etárias de idade (18 a 30 e 50 a 65 anos de idade), com nível fundamental incompleto de educação. Os resultados evidenciam que o campo semântico analisado não apresenta grandes diferenças lexicais entre as capitais e as cidades do interior mas apontam para a existência de duas subáreas que apresentam características lexicais comuns a essas subáreas. Outrossim, a variação diagenérica mostra pouca variação entre homens e mulheres no campo semântico observado. Quanto à idade, verifica-se certo conservadorismo nos falantes mais velhos, os quais preferem os usos lexicais mais peculiar na região norte.
      PubDate: 2021-02-20
      DOI: 10.18468/letras.2020v10n1.p77-91
      Issue No: Vol. 10, No. 1 (2021)
       
  • Variação lexical em Macapá: um estudo comparativo com o Atlas
           Linguístico do Amapá (ALAP)

    • Authors: Helen Costa Coelho, Sara Costa de Matos
      Pages: 93 - 107
      Abstract: Este artigo apresenta uma descrição da variação lexical fala dos moradores localizados na área urbana do município de Macapá em comparação com os dados apresentados pelo Atlas Linguístico do Amapá - ALAP (RAZKY, RIBEIRO & SANCHES, 2017). O referido estudo tem como base os pressupostos teóricos da Sociolinguística e da Dialetologia moderna, bem como a metodologia utilizada para a descrição de dados, a Geolinguística. Para tanto, fez-se uso de autores como Ferreira e Cardoso (1994), Labov (2008), Calvet (2002), Cezário e Votre (2008) e Cardoso (2010). Os dados foram coletados in loco através da aplicação do Questionário Semântico-Lexical (QSL), respectivamente o campo semântico denominado “Convívio e Comportamento Social”. A pesquisa seguiu os mesmos parâmetros do Atlas Linguístico do Amapá (ALAP), com o intuito de dar conta das dimensões diatópica, diagenérica e diageracional da variação presentes na fala dos dezesseis colaboradores entrevistados. Os resultados foram descritos em cartografias e são importantes para o desenvolvimento de outras pesquisas dialetológicas, no que diz respeito ao conhecimento da norma lexical de um espaço geográfico, visto que este estudo apresenta dados que comprovam a presença de variantes lexicais para conteúdos semânticos diferentes do que apresenta o ALAP. A exemplo das novas variantes que foram registradas, temos as denominações fumo e enrolado que são novas, em relação ao ALAP, para o item 145, tabaco. Ou murrão e brejeira para o item 146, bagana.
      PubDate: 2021-02-20
      DOI: 10.18468/letras.2020v10n1.p93-107
      Issue No: Vol. 10, No. 1 (2021)
       
  • Caminhos para as línguas na fronteira: Políticas
           Linguísticas no Brasil

    • Authors: Luana Ferreira Rodrigues
      Pages: 109 - 119
      Abstract: O presente artigo tem como objetivo trazer algumas considerações sobre as políticas públicas voltadas para as línguas em contexto de fronteira no Brasil, por meio da análise de leis e projetos desenvolvidos pelo Estado nos últimos anos, como o Programa Escolas Interculturais de Fronteira (PEIF), entre os anos de 2005 e 2015, em convênio entre o Ministério da Educação do Brasil e a Secretaria Educativa do Mercosul. Sob a ótica da Política Linguística e estudos realizados por pesquisadores como Calvet (2002), Oliveira (2016), Sagaz (2013), Berger (2015) e Paz (2016), pretende-se pensar a importância do planejamento linguístico e a posta em prática de políticas que visem a preservação das línguas e a difusão do plurilinguismo no contexto fronteiriço.
      PubDate: 2021-02-20
      DOI: 10.18468/letras.2020v10n1.p109-119
      Issue No: Vol. 10, No. 1 (2021)
       
  • Tradução dos sinais-termos das expressões regionais de Santarém/PA e
           Boa Vista/RR

    • Authors: Thaisy Bentes, Luciano Bruno dos Santos Lobato, Lucas Nascimento
      Pages: 121 - 132
      Abstract: Este trabalho tem como objetivo catalogar e registrar sinais-termos das expressões dialetais de duas comunidades surdas do norte, Boa vista-Roraima e Santarém-Pará. A pesquisa vem se desenvolvendo através de aproximações, pesquisa etnográfica e eliciação com sinalizantes surdos e não surdos através da observação participante junto a estas comunidades, a fim de se obter um embasamento reflexivo acerca da questão de o porquê os surdos se empenharem tanto em “traduzir”, ou seja, criar um sinal específico para as expressões dialetais e até mesmo para as expressões sonoras próprias da cultura falada do norte, a exemplo de ÉGUA e TÉ
      DOI DÉ. A catalogação dos referidos sinais-termos envolve uma reflexão acerca dos aspectos sociolinguísticos destas comunidades. Diante dos termos registrados e das observações etnográficas, percebemos o quanto, para essas duas comunidades surdas, são importantes e recorrentes o uso de tais expressões na sinalização cotidiana, principalmente, na interação surdo-ouvinte.Palavras-Chave: Libras, Terminologia, Expressões regionais.
      PubDate: 2021-02-20
      Issue No: Vol. 10, No. 1 (2021)
       
  • O fenômeno variável da posição dos clíticos pronominais em cartas
           manuscritas dos tempos áureos da borracha

    • Authors: Grace Freire Bandeira
      Pages: 133 - 143
      Abstract: Neste artigo, tratamos da constituição de um corpus diacrônico do português registrado no Amazonas do século XIX. Os dados a que fazemos referência resultam de pesquisa que tem selecionado e organizado cartas manuscritas datadas de 1877 a 1989; correspondência, fundamentalmente de tom comercial, firmada entre pessoas físicas e jurídicas e a empresa J. G. Araújo, ao longo de 112 anos. Sob o modelo sociolinguístico quantitativo laboviano (LABOV, 1972), trazemos a descrição das formas verbais em uso no conjunto de dados, com destaque para as suas realizações escritas e para a sua relação com pronomes na função objeto. Para tal, analisamos 46 cartas, exemplares do século XIX, (destas, 21 com mais de uma página), com o propósito de estudar qual é o uso majoritário no material em estudo: se a próclise, se a ênclise. Nossos resultados apontam tendência à posição pré-verbal do clítico em relação ao verbo, com 57,31% de ocorrências de ‘me’ e ‘lhe’ em relação a um total de 164 dados. 
      PubDate: 2021-02-20
      DOI: 10.18468/letras.2020v10n1.p133-143
      Issue No: Vol. 10, No. 1 (2021)
       
  • Rachel de Queiroz e Cecília Meireles em livros didáticos de literatura
           sob a perspectiva da análise crítica do discurso

    • Authors: Alzenira Aquino de Oliveira, Anna Gabriella Cavalcante Mamede de Alme, Estela Carielli de Castro
      Pages: 145 - 157
      Abstract: Este artigo tem como objetivo analisar o discurso sobre Rachel de Queiroz e Cecília Meireles, pertencentes ao período literário moderno, para observar como elas são representadas nos livros didáticos de Ensino Médio. Para embasar a discussão, utilizamos as noções de discurso (FAIRCLOUGH, 2004, 2016) e contexto (VAN DIJK, 2009; FAIRCLOUGH, 2016), relacionando com a Teoria da Representação Social (VAN LEEUWEN, 2008). Assim, foram analisados 3 livros didáticos de Ensino Média a partir das categorias de functionalization e rough polítical allignment. Desse modo, a partir da análise, concluímos que Rachel de Queiroz é apresentada como uma figura ameaçadora e reduzida a sua obra O quinze, enquanto Cecília Meireles é a mulher considerada ideal, ligada ao feminino e ao sensível
      PubDate: 2021-02-20
      DOI: 10.18468/letras.2020v10n1.p145-157
      Issue No: Vol. 10, No. 1 (2021)
       
  • Da distinção entre dois mundos/níveis: um estudo sobre os domínios
           semiótico e semântico

    • Authors: Briane Schmitt, Claudia Stumpf Toldo Oldeste
      Pages: 159 - 167
      Abstract: Neste estudo, procuramos investigar o problema da significação a partir da perspectiva sobre as noções de forma e sentido na linguagem, propostas por Émile Benveniste (2006). Este trabalho justifica-se na medida em que busca compreender de que maneira se constroem os sentidos que circulam nas práticas enunciativas, em especial no discurso sobre o incêndio da boate Kiss, ocorrido no dia 27 de janeiro de 2013, na cidade de Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil. O objetivo dessa pesquisa é analisar a maneira como os domínios do semiótico e do semântico funcionam no processo de significação da linguagem. O estudo tem como pressupostos teóricos as noções sobre forma e sentido na linguagem propostas por Émile Benveniste (2006) em sua obra Problemas de Linguística Geral II, bem como algumas considerações sobre os estudos benvenistianos discutidas por Valdir do Nascimento Flores (2013). O corpus dessa pesquisa é composto por três recortes do livro intitulado Todo dia a mesma noite, de autoria de Daniela Arbex, cuja obra tem o caráter de uma extensa reportagem sobra a tragédia na boate Kiss. A pesquisa é do tipo exploratória, bibliográfica e sua análise é qualitativa. A constatação deste trabalho é de que o domínio semântico, embora sempre relacionado e só existente por conta do domínio semiótico, se destaca por ser o responsável pela riqueza infinita de sentidos, uma vez que sempre considera o ato enunciativo como único, atualizado no presente da enunciação, e que dá margem para acréscimos de sentidos que dependem do próprio uso do sistema que é a língua.
      PubDate: 2021-02-20
      DOI: 10.18468/letras.2020v10n1.p159-167
      Issue No: Vol. 10, No. 1 (2021)
       
  • Student teachers’ beliefs on oral corrective feedback in English
           language teaching

    • Authors: Jaime José de Vasconcelos Neto, Lídia Amelia de Barros Cardoso
      Pages: 169 - 180
      Abstract: Oral Corrective Feedback (OCF) in a foreign language classroom is an essential factor for language learning because, according to Platt and Brooks (1994 Apud Shrum and Glisan, 2010), it helps students to make themselves understood and also in the development of strategies that help them to interact using the language. Taking into consideration the relation between theory and practice, Corrective Feedback (CF)’s importance and what student teachers might think about it, the questions that we aim to answer with this research are: (1) how OCF takes place in two different classroom settings, EFL and K-12, and (2) what are student teachers’ beliefs on it. For this research, two Letras-Inglês undergraduate student teachers who were taking the teaching practicum course at Universidade Federal do Ceará had two of their classes observed and videotaped. Then, the two student teachers answered some questions related to the use of OCF. The results show that there were more occurrences of OCF strategies in the K-12 school setting than in the EFL course, being explicit feedback the most used strategy. These findings seem to indicate that the student teachers tend to use explicit/direct strategies more than the implicit/indirect. Also, it suggests that the student teachers interviewed see recast as the most effective strategy while they see explicit correction as the least effective strategy. Also, they believe that students should not be over corrected, because it could lead them to be upset or afraid of speak. On the contrary, both student teachers see explicit correction (the OCF strategy they most used) as one strategy that “put the student on the spot”. Lastly, both of them consider displaying students’ mistakes on the board as an effective strategy of correction, even when it is the case of dealing with oral production
      PubDate: 2021-02-20
      DOI: 10.18468/letras.2020v10n1.p169-180
      Issue No: Vol. 10, No. 1 (2021)
       
  • O uso dos gêneros conto e curta-metragem como estratégia para a
           formação do leitor literário

    • Authors: Roberto Barbosa Costa Filho, Márcia Tavares
      Pages: 181 - 190
      Abstract: Como defendido pelos documentos parametrizadores da educação básica, especialmente aqueles relativos ao Ensino Médio, a literatura deve ser trabalhada em sala de aula a partir de uma perspectiva que proporcione práticas de letramento literário, com experiências de leitura efetiva do texto literário e busca da fruição estética (BRASIL 2006; 2018). Diante desse cenário, este trabalho tem como objetivo apresentar estratégias para a formação de leitores literários por meio do uso dos gêneros conto e curta-metragem. Materializado através de um Estágio Supervisionado de Literatura no Ensino Médio, a experiência que suscita o trabalho utilizou-se do conto “Restos do carnaval”, de Clarice Lispector, e do curta-metragem “Uma flor”, inspirado nesse texto, enquanto estratégia para a construção do letramento literário de leitores em formação. Dessa forma, as bases teóricas do trabalho centram-se nas contribuições sobre letramento literário e leitura literária (COSSON, 2006; BARBOSA, 2011; BORGES; PAES, 2017), sobre os gêneros conto (ABDALA JÚNIOR, 1995; GOTLIB, 2006) e curta-metragem (ALCÂNTARA, 2014) e sobre estratégias de aprendizagem (BORUCHOVITCH, 1999; FIGUEIRA, 2006) e de leitura (KLEIMAN, 2013; KOCH; ELIAS, 2006; ROJO, 2009). Mais do que apresentar a experiência enquanto possibilidade para novas práticas de ensino e (res)significações, espera-se que o trabalho possa contribuir para (re)pensar: o espaço da literatura em sala de aula; as estratégias que podem ser utilizadas para a formação de leitores; e a articulação de novas linguagens, como a audiovisual, em sala de aula
      PubDate: 2021-02-25
      DOI: 10.18468/letras.2020v10n1.p181-190
      Issue No: Vol. 10, No. 1 (2021)
       
 
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