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Aturá : Revista Pan-Amazônica de Comunicação
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  This is an Open Access Journal Open Access journal
ISSN (Online) 2526-8031
Published by Universidade Federal do Tocantins Homepage  [13 journals]
  • Expediente

    • Authors: Francisco Gilson Rebouças Porto Junior
      Pages: 1 - 9
      Abstract: Expendiente Vol. 5 n. 1 (2021)
      PubDate: 2021-01-04
      Issue No: Vol. 5, No. 1 (2021)
       
  • O QUE O REGIONALISMO DIZ SOBRE O SENSO DE LUGAR' PARA PENSAR A
           COMUNICAÇÃO A PARTIR DO NORTE

    • Authors: Vilso Junior Santi, José Tarcisio Oliveira Filho
      Pages: 10 - 17
      Abstract: As tensões entre global e local têm sido problematizadas no contexto em que as mídias de radiodifusão e impressa são gradativamente reinventadas diante das plataformas virtuais e das atualizações dos ecossistemas midiáticos. Num determinado momento histórico, na concretização do que Marshall McLuhan no início da década de 60 idealizou como sendo a “aldeia global” por meio das formações de redes de informações globais, especulava-se que a atenção do campo da Comunicação iria se voltar para as interações oriundas de uma escala mais ampla, permeada pelos grandes fluxos informativos e do big data. Entretanto, atualmente torna-se visível um sentido que não é oposto, mas complementar a essa dinâmica: a reafirmação dos regionalismos, de se pensar as mediações e os fluxos informativos nos locais dos sujeitos, sem contar ainda a atenção dada ao small data, com ênfase aos interesses específicos das pessoas. Essas concepções não são uma defesa a favor da valorização do espaço físico em detrimento do virtual, mas o reconhecimento de que diante do avanço da mobilidade no tempo e no espaço, também emerge a importância de demarcar o lugar do indivíduo no mundo – e nisso, as mídias ocupam uma função-chave de fornecer informações sobre este lugar.
      PubDate: 2021-01-04
      DOI: 10.20873/uft.2526-8031.2021v5n1p10
      Issue No: Vol. 5, No. 1 (2021)
       
  • PARANOID: Música de protesto nos anos 1960 – 1970

    • Authors: Ivânia Maria Carneiro Vieira, Thaís Andrade Queiroz
      Pages: 161 - 185
      Abstract: Este estudo busca compreender as mensagens de protesto por meio da música da banda Black Sabbathresponsável por um dos maiores fenômenos musicais mundiais ao lançar o álbum Paranoid. Letras, som e vestuário compuseram uma coletânea que mobilizou milhares de jovens em todo o mundo. O movimento instaurado pelo grupo inglês criticava os governos como produtores de guerras, das violências e da destruição da Natureza, apresentando outra performance na maneira de comunicar por meio de músicas de protesto que registraram tais fatos. Impacto que chegou a ser alvo de censura porque a banda influenciava profundamente a geração jovem da época. Os conflitos do Século XX, tratados pelo gênero heavy metal, contêm similaridade com os deste século e reativam os sons de protesto que impactam, nesta era de globalização, o campo comunicacional e o jornalismo cultural. Compreendê-los é desafio de sintonizar as faixas, as batidas e desvelar os gritos musicais.    
      PubDate: 2021-01-04
      DOI: 10.20873/uft.2526-8031.2021v5n1p161
      Issue No: Vol. 5, No. 1 (2021)
       
  • Diretrizes para autores

    • Authors: Francisco Gilson Rebouças Porto Junior
      Pages: 186 - 199
      Abstract: Diretrizes para autores
      PubDate: 2021-01-04
      Issue No: Vol. 5, No. 1 (2021)
       
  • Expediente

    • Authors: Francisco Gilson Rebouças Porto Junior
      Pages: 1 - 9
      Abstract: Expediente vol. 5 n. 3 (2020)
      PubDate: 2020-09-01
      Issue No: Vol. 5, No. 1 (2020)
       
  • FENOMENOLOGIA E HERMENÊUTICA: A CIÊNCIA DA COMUNICAÇÃO
           VISTA POR OUTRAS LENTES

    • Authors: Marilena Barbosa de Freitas
      Pages: 40 - 61
      Abstract: Este trabalho mostra que a fenomenologia e a hermenêutica no campo epistemológico das investigações científicas se constituem como um caminho pavimentado para desconstruir a crença da ciência normal, fundamentada na racionalidade, como única alternativa para se chegar à objetivação histórica da verdade. Mais do que desconstruir, a fenomenologia e a hermenêutica, ambas e aliadas, mostram o que está subjacente à aparente verdade, inclusive nas ciências da comunicação, já que “(…) toda consciência é consciência de algo”, e sendo assim, há intencionalidade em todo e qualquer processo comunicacional.
      PubDate: 2020-09-01
      DOI: 10.20873/uft.2526-8031.2020v4n3p40
      Issue No: Vol. 5, No. 1 (2020)
       
  • MIDIATIZAÇÃO: AÇÃO OU EFEITO DE MIDIATIZAR

    • Authors: Angelina de Mendonça Melo
      Pages: 62 - 77
      Abstract: Por meio da introdução teórica sobre o tema, percebe-se que o ato ou efeito de midiatizar, encontra-se na contextualização da cultura pós-moderna, de lógicas e operações de natureza midiática e que se inscrevem na vida da sociedade, permeando e constituindo suas formas de organização e funcionamento, definindo condições de acesso e consumo por parte dos indivíduos, sendo a partir deste consumo, os variados segmentos para determinados públicos.   Com tantas especificações sobre mídia, estudar esse fenômeno é algo atraente e desafiador, pois envolve toda uma sistemática de ideias, ainda em processo de desenvolvimento infinito, já bem conceituada, por autores que abordam e abordaram o tema no decorrer de décadas por todo o mundo, alguns deles trazidos aqui neste artigo.  Portanto, os estudos sobre a Midiatizaçãoé importante, por despertar aguçados sentimentos de descobertas e por sua tamanha utilidade social e pública na contemporaneidade, também pelo poder de persuasão, por intermédio da força discursiva e pela capacidade de construir variados entendimentos sobre a realidade no cotidiano.
      PubDate: 2020-09-01
      DOI: 10.20873/uft.2526-8031.2020v4n3p62
      Issue No: Vol. 5, No. 1 (2020)
       
  • A UNIÃO RIOBRANQUENSE DOS ESTUDANTES SECUNDARISTAS (URES), O
           INTERACIONISMO SIMBÓLICO E A VIRADA DECOLONIAL

    • Authors: Paulo Thadeu Franco das Neves
      Pages: 78 - 97
      Abstract: O Movimento Estudantil brasileiro nas palavras de Poener (1979, p. 40,55), se tornou quase um barômetro da vida política no país. As primeiras manifestações que se tem registro desse movimento, ainda datam do período colonial brasileiro, a expulsão do invasor francês do Rio de Janeiro e a Incofidência Mineira. O movimento estudantil em alguns casos do contexto político nacional, se torna a vanguarda dos movimentos sociais, como é o caso da União Riobanquense dos Estudantes Secundaristas, organização estudantil fundada em 27 de julho de 1952, no então Território Federal do Rio Branco, recém desmembrado do estado do Amazonas. O interacionismo simbólico do movimento estudantil é apresentado nesse período para compreensão de diferentes aspectos da vida organizacional e vivenciados pelos estudantes riobranquenses. O isolamento social vivido pela URES na década de 60, provocou um afastamento da pauta nacional dos estudantes liderados por organizações como a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas - UBES e a União Nacional dos Estudantes - UNE. Isso fez com que a organização local tivesse uma pauta própria e criasse um discurso próximo ao nacionalismo, anti-imperialista e as vezes anti-comunista, como os relatos obtidos através do o jornal “O Estudantil”, impresso da URES que circulou de 1960 a 1964. O giro decolonial do pensamento e ações com uma pauta mais revolucionária e estudantil se dar somente décadas depois com a reconstrução da URES ocorrida em outubro de 1988, já como Território Federal de Roraima e posterior elevado a condição de estado de Roraima. Esse estudo serve de pressuposto para conceituar as diversas atuações do movimento estudantil riobranquense naquele período de revoltas e agitações políticas bem na véspera do golpe empresarial - militar de 1964.
      PubDate: 2020-09-01
      DOI: 10.20873/uft.2526-8031.2020v4n3p78
      Issue No: Vol. 5, No. 1 (2020)
       
  • A APROPRIAÇÃO DA NARRATIVA JORNALÍSTICA PELAS FAKE NEWS

    • Authors: Josué Ferreira
      Pages: 120 - 137
      Abstract: Este artigo faz uma discussão teórica sobre a narrativa jornalística e como ela tem sido apoderada pelas fake news. Utilizamos o conceito de narrativa baseado em alguns autores como Barthes e Motta, e discorremos sobre como essa estrutura é emprestada da literatura para o jornalismo e, agora, para a desinformação. Busca-se debater como as fake news estão ligadas diretamente à constituição do indivíduo devendo, portanto, ser tratada como uma prática cultural que toma forma e cresce a cada momento. Por fim, reforça a necessidade de munir o jornalismo de ferramentas diárias para enfrentar essa prática maléfica, principalmente durante a pandemia da Covid-19, em que o jornalismo se mostra essencial para evitar, inclusive, mortes devido à desinformação.
      PubDate: 2020-09-01
      DOI: 10.20873/uft.2526-8031.2020v4n3p120
      Issue No: Vol. 5, No. 1 (2020)
       
  • DIRETRIZES PARA AUTORES / DECLARAÇÃO DE DIREITO AUTORAL E
           POLÍTICA DE PRIVACIDADE

    • Authors: Francisco Gilson Rebouças Porto Junior
      Pages: 193 - 205
      Abstract: DIRETRIZES PARA AUTORES / DECLARAÇÃO DE DIREITO AUTORAL E POLÍTICA DE PRIVACIDADE
      PubDate: 2020-09-01
      Issue No: Vol. 5, No. 1 (2020)
       
 
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