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ISSN (Print) 1676-8280 - ISSN (Online) 1983-2567
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  • Editorial

    • Authors: Claudia C. Marmora
      First page: 5
      Abstract: É com imenso prazer e entusiasmo que entregamos
      este volume temático da Revista HUPE apresentando
      os resultados de diferentes estudos produzidos pelo
      grupo de pesquisadores do projeto FIBRA-JF, inserida na
      Rede de Pesquisa sobre Fragilidade em Idosos Brasileiros
      (FIBRA). Trata-se de mais uma contribuição voltada para
      o estudo do tema fragilidade em idosos na construção
      e divulgação de novos conhecimentos neste campo.
      A Rede FIBRA teve como objetivo caracterizar a
      síndrome da fragilidade na população idosa brasileira
      com 65 anos ou mais residentes na comunidade em
      diferentes regiões do país. O projeto foi financiado pelo
      Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq)1 com a missão de
      estabelecer perfis de fragilidade e critérios operacionais
      de diagnóstico capazes de fornecer subsídios para as
      equipes de saúde nos três níveis de atenção à saúde.
      Juiz de Fora foi uma das cidades eleitas para compor
      o polo Rio de Janeiro, coordenado pelo Laboratório de
      Pesquisa em Envelhecimento Humano (GeronLab), do
      Departamento de Medicina Interna, da Faculdade de
      Ciências Médicas, da Universidade do Estado do Rio
      de Janeiro, marcando o início do projeto coordenado
      por mim, Cláudia Helena Cerqueira Mármora, e pelas
      pesquisadoras Eliane Ferreira Carvalho Banhato e
      Danielle Viveiro Guedes, sob a coordenação geral
      do professor e pesquisador Roberto Alves Lourenço.
      As localidades e regiões geográficas da cidade foram
      escolhidas para representar diferentes ou contrastantes
      modos de vida e níveis de desenvolvimento social dos
      idosos, indicados por Índices de Desenvolvimento
      Municipal (IDH-M). Para tal, foi realizado um estudo
      observacional de corte transversal desenvolvido na área
      urbana de Juiz de Fora, MG, considerada uma cidade de
      médio porte em termos proporcionais, com população
      estimada em 563.769 pessoas ocupando a quarta posição
      no ranking das mais populosas do estado, conforme
      dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia
      e Estatística (IBGE) em 2017.
      A primeira publicação que deu início a produção
      do grupo foi o artigo ‘Health Self-Awareness in Senior
      Citizens: Focus on Physical, Emotional and Cognitive
      Health’.2 Em seguida o artigo denominado ‘Prevalência
      e fatores associados à fragilidade em uma amostra de
      idosos que vivem na comunidade da cidade de Juiz de
      Fora, Minas Gerais, Brasil: estudo FIBRA – JF’, apresentou
      os resultados do estudo indicando prevalência de
      5,2% e mostrou associação com idade avançada,
      comprometimento das atividades de vida diária e pior
      autopercepção de saúde na população investigada.3
      O que de fato merece destaque nesta edição temática
      da Revista HUPE é que os artigos aqui apresentados
      foram reunidos para divulgar a produção acadêmica
      e científica do grupo de pesquisadores genuinamente
      envolvidos com o projeto FIBRA-JF, o qual se encontra
      em sua segunda fase de desenvolvimento.
      Boa leitura.
      PubDate: 2019-03-18
      DOI: 10.12957/rhupe.2018.40787
      Issue No: Vol. 17, No. 2 (2019)
       
  • Representações sociais da satisfação com a vida de
           idosos aposentados

    • Authors: Elaine A. Moura, Francisco E. F. Delgado, Cláudia Helena C. Mármora
      Pages: 7 - 15
      Abstract: Introdução: O processo de envelhecimento e o período da
      aposentadoria não ocorrem ao sujeito isoladamente. Concepções
      correntes da sociedade acerca de tais movimentos
      da vida, que são as representações sociais, interferirão diretamente
      na forma como os indivíduos experienciam essas
      fases. Por isso é importante compreender a satisfação com
      a vida em idosos aposentados segundo suas características
      sociodemográficas. Materiais e métodos: Foram avaliados 300
      idosos aposentados por meio de uma entrevista estruturada e
      semiestruturada, que abordou as variáveis sociodemográficas
      e a satisfação com a vida. Foi utilizado o software Statistical
      Package for Social Sciences versão 20 para análise estatística.
      Resultados: Dos 300 idosos avaliados, 61,7% eram do sexo
      feminino; a maioria estudou até o nível fundamental (61,6%),
      52% são casados ou vivem com algum companheiro(a); apresentaram
      idade média de 74,33 ± 6,61 anos; renda média de
      R$ 2317,8 ± 2259,8; e média de filhos de 2,12 ± 2,0. Ao avaliar
      a satisfação com a vida nestas variáveis, a única que apresentou
      diferença estatística foi o número de filhos (p = 0,00037).
      Discussão: As representações sociais dos idosos aposentados
      sobre a satisfação com a vida permitiram evidenciar que está
      ocorrendo uma reestruturação do impacto que a aposentadoria
      causava na vida do indivíduo, permitindo uma superação
      de dificuldades psico-sócio-históricas na configuração do
      envelhecimento e da aposentadoria. Conclusões: A maneira
      como um indivíduo que envelhece consegue manter um
      funcionamento psicológico positivo e aumentar sua satisfação
      com a vida ao chegar à aposentadoria é uma questão
      importante para a sociedade.
      Descritores: Envelhecimento; Aposentadoria; Satisfação
      pessoal.
      PubDate: 2019-03-18
      DOI: 10.12957/rhupe.2018.40806
      Issue No: Vol. 17, No. 2 (2019)
       
  • Satisfação com a vida em idosos residentes na comunidade

    • Authors: Eliane F. C. Banhato, Pricila Cristina C. Ribeiro, Danielle V. Guedes
      Pages: 16 - 24
      Abstract: Introdução: A avaliação positiva de bem-estar e satisfação
      com a vida (SV) influencia os desfechos de saúde na velhice.
      O estudo da SV pode auxiliar na prevenção de perdas funcionais
      e da mortalidade. Objetivo: Investigar a associação entre
      SV (atual/global e comparada com pessoas de mesma idade)
      e dados sociodemográficos, saúde física e mental, suporte
      social, capacidade funcional (desempenho em Atividades
      Básicas e Instrumentais de Vida Diária – ABVDs e AIVDs) e
      cognição de idosos da comunidade. Materiais e métodos:
      Inquérito realizado no Estudo Fibra-JF, em Juiz de Fora (MG),
      com 427 idosos (≥65 anos). Utilizou-se entrevista semiestruturada
      e instrumentos validados para o Brasil. Resultados:
      Houve predomínio de mulheres (69,6%). As médias etária e de
      escolaridade foram de 74,44 (DP=6,87) e 5,42 (DP=4,16) anos,
      respectivamente. Identificou-se maioria com alta SV global/
      atual (p<0,001) e comparada (p<0,001). A SV atual associou-se
      significativamente com cognição (p<0,001) e sintomas depressivos
      (p<0,001) e a SV comparada, com escolaridade (p=0,041)
      e sintomas depressivos (p<0,001). A razão de prevalência
      entre SV hoje e sintomas depressivos e cognição foi de 0,949
      (IC=0,931-0,967) e 0,847 (IC=0,812-0,883), respectivamente.
      Alta SV comparada associou-se negativamente com sintomas
      depressivos [RP=0,904 (IC=0,876-0,933)] e escolaridade, com
      prevalência de alta satisfação 1,38 vezes maior entre os analfabetos
      do que entre aqueles com alta escolaridade. Conclusões:
      Perdas cognitivas e sintomas depressivos podem diminuir a
      SV em idosos. Compreender os fatores que modificam o curso
      natural de SV pode auxiliar a intervenção clínica e psicológica,
      proporcionando mais chances de bem-estar aos idosos.
      Descritores: Satisfação pessoal; Qualidade de vida;
      Envelhecimento.
      PubDate: 2019-03-18
      DOI: 10.12957/rhupe.2018.40807
      Issue No: Vol. 17, No. 2 (2019)
       
  • Perfil clínico e uso de serviços de saúde em idosos

    • Authors: Pricila C. C. Ribeiro, Eliane F. C. Banhato, Danielle V. Guedes
      Pages: 25 - 34
      Abstract: Introdução: Conhecer o perfil clínico-funcional e os fatores
      associados ao uso de serviços de saúde entre idosos pode auxiliar
      profissionais no desenvolvimento de ações preventivas e
      de cuidado voltadas para esta população. Objetivo: Descrever
      o perfil clínico de idosos da comunidade, apresentando as prevalências
      das doenças crônicas e agravos à saúde. Verificou-se
      também a associação das condições patológicas com o uso
      de serviços de saúde e com características sociodemográficas.
      Materiais e métodos: Inquérito realizado no Estudo FIBRA-JF,
      conduzido com 426 idosos (>65 anos) do município de Juiz
      de Fora-MG. Os dados sociodemográficos, de diagnósticos
      das doenças crônicas, de agravos e de uso de serviços de saúde
      foram obtidos por autorrelato. Resultados: O perfil clínico da
      amostra apresentou idosos sem grandes prejuízos funcionais,
      sendo a hipertensão arterial a patologia mais prevalente
      (37,9%). Cardiopatias (p=0,072) e câncer (p=0,013) foram mais
      prevalentes entre os homens, e entre as mulheres, artrite
      reumatoide (p=0,002), depressão (p=0,040), incontinência
      urinária (p=0,037) e osteoporose (p<0,001). A prevalência de
      fraturas por quedas foi mais alta para o grupo com 85 anos ou
      mais, comparado às demais faixas etárias (p=0,003). Foi alta a
      frequência de idosos com acesso a plano de saúde (60,2%), o
      que esteve associado a um maior número de consultas médicas
      (p=0,01). Conclusões: Os resultados foram compatíveis com
      o que vem sendo relatado na literatura. O acesso a plano de
      saúde foi mais amplo, comparado à população idosa geral no
      país, o que pode explicar o uso mais frequente de serviços de
      saúde como consultas e internações hospitalares.
      Descritores: Perfil de saúde; Serviços de saúde; Envelhecimento.
      PubDate: 2019-03-18
      DOI: 10.12957/rhupe.2018.40808
      Issue No: Vol. 17, No. 2 (2019)
       
  • Prevalência de perda auditiva autorrelatada em idosos e fatores
           associados em Juiz de Fora

    • Authors: Maritza F. B. Caruso, Cláudia Helena C. Mármora, Francisco E. F. Delgado
      Pages: 35 - 42
      Abstract: Resumo
      Introdução: A Perda Auditiva (PA) em idosos traz prejuízos
      funcionais e gastos com saúde pública, mas há poucos estudos
      no Brasil para verificar sua prevalência e fatores associados.
      Objetivos: Determinar a prevalência de PA autorrelatada em
      indivíduos com 65 anos ou mais, moradores da comunidade, e
      participantes do estudo sobre fragilidade em idosos brasileiros
      – FIBRA – JF e investigar os fatores associados. Métodos: Estudo
      transversal derivado do Estudo Multicêntrico sobre Fragilidade
      no Idoso Brasileiro – Rede FIBRA – com amostra composta
      por 427 idosos de Juiz de Fora. Foram considerados sujeitos
      com PA autorrelatada os idosos que: (1) declararam não ouvir
      bem em resposta à questão “O(A) senhor(a) ouve bem'”; (2)
      responderam sim para a questão “O(A) senhor(a) usa aparelho
      auditivo'”. A partir daí estudou-se a associação da PA autorrelatada
      com variáveis sociodemográficas, clínicas e comportamentais.
      A análise dos dados foi feita pelo programa SPHINX
      LEXICA & EURECA V. 5, estabelecendo a frequência de cada
      variável, utilizando-se o método de teste do Qui-quadrado
      (X2). Resultados: Foi encontrada uma prevalência de 24,4% de
      PA autorrelatada. Observou-se forte associação com a variável
      idade (p<0,05), com média de idade de 77,09 anos para os que
      relataram não ouvir bem. As demais variáveis analisadas não
      apresentaram significância. Conclusões: Foram encontradas
      divergências entre prevalência de PA autorrelatada, provavelmente
      por se tratar de autorrelato e diferenças metodológicas
      entre os estudos. A variável idade foi a principal associação
      estabelecida, necessitando-se de mais estudos populacionais
      para melhor estabelecer outras associações.
      Descritores: Perda auditiva; Presbiacusia; Envelhecimento;
      Fatores de risco; Prevalência.
      PubDate: 2019-03-18
      DOI: 10.12957/rhupe.2018.40809
      Issue No: Vol. 17, No. 2 (2019)
       
  • Associação entre consumo de álcool, quedas e
           internação em idosos

    • Authors: Gleiverson S. Sequeto, Natalia A. Santos, Lilian Atalaia-Silva, Cláudia Helena C. Mármora
      Pages: 43 - 50
      Abstract: Introdução: O envelhecimento associado a perdas cognitivas,
      como velocidade de processamento e tempo de reação, e
      ao alto consumo de álcool aumenta o risco de quedas tendo
      como desfecho a internação. Objetivo: Analisar a associação
      entre o consumo alcoólico de risco e quedas em idosos, relacionando
      a incidência de quedas a períodos de internações
      anteriores verificando diferenças no consumo alcoólico de
      risco entre homens e mulheres. Materiais e métodos: Estudo
      do tipo transversal, descritivo, utilizando dados do projeto
      FIBRA-JF com idosos que declararam consumo de álcool.
      Foram analisados dois subgrupos (M e F) relacionando o
      consumo de risco com quedas e internação por pelo menos
      uma noite nos últimos doze meses. Resultados: A amostra
      composta por 128 idosos que relataram consumir álcool foi
      de 73 mulheres e 55 homens. Os resultados demonstraram
      que não houve diferença significativa para o consumo de
      risco de bebidas alcoólicas tanto nos homens (n=16,51%)
      quanto nas mulheres (n=37,16%) com (p≤0,05). Não houve
      correlação entre consumo de risco e quedas nos homens
      (p=69,41%), sendo observada diferença estatisticamente
      significativa nas mulheres, com p= 99,55%). Os idosos que
      consumiram de 2 a 3 doses por dia sofreram 3 quedas nos
      últimos 12 meses e aqueles que consumiram de 4 a 5 doses,
      sofreram 2 quedas nos últimos 12 meses. O consumo de risco
      de álcool em homens e mulheres associado à internação por
      pelo menos uma noite não apresentou relevância estatisticamente
      significativa. Com relação ao número de doses
      consumidas entre homens e mulheres, não se atingiu o nível
      de significância estabelecido inicialmente (p=0,07, para
      p≤0,05), sendo que os homens ingerem maior quantidade
      de bebidas alcoólicas em relação às mulheres. Conclusões:
      O consumo de risco de bebidas alcoólicas em idosos pode
      estar relacionado com maior ocorrência de quedas nesta
      população, principalmente no gênero feminino devido a
      diversos fatores biológicos. Sendo assim, as mulheres possuem
      maior predisposição a sofrer quedas.
      Descritores: Acidentes por quedas; Alcoolismo;
      Envelhecimento.
      PubDate: 2019-03-18
      DOI: 10.12957/rhupe.2018.40810
      Issue No: Vol. 17, No. 2 (2019)
       
  • O uso de dispositivos auxiliares para marcha em idosos e sua relação com
           autoeficácia para quedas

    • Authors: Vanessa S. Albuquerque, Laíze P. Fernandes, Cláudia Helena C. Mármora
      Pages: 51 - 56
      Abstract: Introdução: O aumento da longevidade impõe cada vez mais a
      necessidade de estudos relacionados à promoção do envelhecimento
      funcional e com maior independência e autonomia.
      Neste contexto, a utilização dos dispositivos auxiliares para a
      marcha visando prevenção de quedas e a melhora da qualidade
      de vida nessa população pode ser positiva aumentando
      a autoeficácia para queda, como também interferir de forma
      negativa aumentando o risco de quedas. O objetivo deste estudo
      foi verificar se existe relação entre o uso de dispositivos
      auxiliares para marcha no aumento da autoeficácia para quedas
      nos idosos participantes. Método: Trata-se de um estudo
      descritivo com dados do Banco FIBRA – JF com a utilização
      das variáveis de interesse para os objetivos deste estudo. A
      amostra foi composta por 280 idosos, sendo verificado o uso
      de dispositivos auxiliares para a marcha e as respostas da Escala
      de autoeficácia para quedas (FES-I). Resultados: A relação da
      autoeficácia com o uso de dispositivos auxiliares foi significativa
      nas questões que dizem respeito a subir ou descer escadas,
      andar sobre superfície escorregadia e subir e descer uma ladeira.
      Os resultados do grupo sem dispositivo auxiliar de marcha
      (GSDAM), foram significativos quanto à autoeficácia nos itens
      relativos às atividades externas e sociais. Ao compararmos a
      autoeficácia com o evento de quedas no GSDAM, foi verificada
      uma relação direta entre os indivíduos que se mostraram
      extremamente preocupados em cair e os que de fato caíram.
      Conclusão: O uso de dispositivos auxiliares para a marcha não
      aumenta efetivamente a autoeficácia para quedas em idosos,
      e tais dispositivos não podem ser considerados instrumentos
      únicos e confiáveis na prevenção de quedas.
      Descritores: Bengala; Equipamentos assistivos; Fisioterapia;
      Acidentes por quedas; Idoso frágil.
      PubDate: 2019-03-18
      DOI: 10.12957/rhupe.2018.40858
      Issue No: Vol. 17, No. 2 (2019)
       
  • Associação entre cognição, funcionalidade e fragilidade em idosos da
           comunidade de Juiz de Fora

    • Authors: Kelly Cristina Atalaia-Silva, Lilian Atalaia-Silva, Camila A. Faria
      Pages: 57 - 64
      Abstract: Introdução: Vários são os estudos que apontam uma relação
      entre a síndrome da fragilidade e o desempenho cognitivo,
      apesar do fato de a cognição não fazer parte dos critérios
      que compõem o fenótipo tradicional da fragilidade. Neste
      sentido, o objetivo deste trabalho foi avaliar a associação
      entre os desempenhos cognitivo e funcional e a síndrome de
      fragilidade em idosos da Rede Fibra. Materiais e Métodos: Foi
      realizado um estudo transversal em uma amostra de idosos da
      comunidade da cidade de Juiz de Fora (MG). Foram utilizados
      os instrumentos MEEM, escalas de ABVD´s, AIVD´s e AAVD´s,
      dinamômetro, escala Minnesota de gasto calórico e a escala
      CES-D. Resultados: A amostra foi composta por 40 sujeitos frágeis
      (79,05±7,03) e 384 sujeitos não frágeis (73,98±6,69). A idade
      foi colocada no modelo como covariável, uma vez que foi
      diferente entre os dois grupos. A ANOVA covariada para idade
      mostrou que todas as variáveis de funcionalidade e cognição
      global foram estatisticamente significativas: ABVD (F=2,57;
      p=0,001); AIVD (F=6,13; p=0,001); AAVD (F=2,14; p=0,001) e
      MEEM (F=3,29; p=0,001). A análise de regressão identificou que
      a medida de cognição global e as medidas de funcionalidade,
      juntas, são capazes de explicar 47% da variabilidade do desfecho
      fragilidade (F=29,82; p<0,00; R=0,47). Discussão: Os idosos
      portadores da síndrome da fragilidade apresentaram uma associação
      maior entre o desempenho nas atividades avançadas e
      instrumentais da vida diária do que no desempenho cognitivo
      e nas atividades básicas. Futuros trabalhos devem avaliar o
      impacto que a capacidade funcional e a cognição podem
      exercer longitudinalmente em idosos frágeis. Conclusões: O
      presente estudo identificou que os idosos frágeis apresentaram
      comprometimento na cognição e na funcionalidade.
      Descritores: Idosos; Fragilidade; Funcionalidade; Cognição.
      PubDate: 2019-03-18
      DOI: 10.12957/rhupe.2018.40859
      Issue No: Vol. 17, No. 2 (2019)
       
  • Velocidade de marcha, quedas e sua autoeficácia como modelos
           preditores de fragilidade

    • Authors: Lilian Atalaia-Silva, Kelly C. Atalaia-Silva, Eliane F.C. Banhato, Danielle V. Guedes, Roberto A. Lourenço, Cláudia Helena C. Mármora
      Pages: 65 - 70
      Abstract: Introdução: A fragilidade é uma síndrome que acomete idosos
      mais vulneráveis, predispondo à incapacidade funcional e até
      ao óbito. O objetivo do presente trabalho foi investigar se o
      modelo composto por velocidade de marcha, número de quedas
      e sua autoeficácia poderia explicar o desfecho fragilidade
      em idosos. Materiais e Métodos: Foi realizado um estudo transversal
      em uma amostra de idosos da comunidade da cidade
      de Juiz de Fora (MG). Foram utilizados os instrumentos Falls
      Efficacy Scale International (FES-I); cálculo da velocidade de
      marcha e questionário sobre quedas. Resultados: A amostra foi
      composta por 427 idosos, sendo 40 considerados frágeis pelo
      fenótipo de fragilidade. O beta encontrado foi de 2,259 e todas
      as variáveis foram estatisticamente significativas (p<0,001). O R
      de Nagelkerke foi de 0,468, indicando que o modelo, composto
      por velocidade de marcha, FES-I e número de quedas, explica
      47% da variável dependente: fragilidade. Discussão: As variáveis
      analisadas mostraram-se boas preditoras da síndrome da
      fragilidade. Com base nesses dados, poderão ser desenvolvidos
      modelos de diagnóstico e cuidado para o idoso frágil (detecção
      precoce e tratamento) e para o idoso não frágil (prevenção primária)
      com a utilização de instrumentos validados para o país,
      considerando que ainda não existem trabalhos dessa natureza
      e com essa abrangência na realidade brasileira. Conclusão:
      Velocidade de marcha, número de quedas e FES-I parecem
      ser preditores importantes do desfecho fragilidade em uma
      amostra representativa de idosos comunitários.
      Descritores: Fragilidade; Marcha; Cognição; Acidentes
      por quedas.
      PubDate: 2019-03-18
      DOI: 10.12957/rhupe.2018.40862
      Issue No: Vol. 17, No. 2 (2019)
       
 
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