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ISSN (Print) 0104-9933 - ISSN (Online) 1982-2391
Published by Universidade do Estado do Rio de Janeiro Homepage  [43 journals]
  • Espessuras Temporais da Comunicação: transformações, resistências,
           arcaísmos, lutas.

    • Authors: Bruno Souza Leal, Itania Gomes
      First page: 8
      PubDate: 2022-02-22
      DOI: 10.12957/logos.2021.65566
      Issue No: Vol. 28, No. 3 (2022)
       
  • Fantasmagorias da escravidão no cinema brasileiro: anacronismos e
           sobrevivências de um passado traumático

    • Authors: Letícia Xavier de Lemos Capanema
      First page: 17
      Abstract: Neste estudo, discutimos representações de memórias da escravidão propostas por dois filmes brasileiros realizados em 2020: “Todos os mortos” (Caetano Gotardo e Marco Dutra) e “A morte branca do feiticeiro negro” (Rodrigo Ribeiro). Valendo-se de fantasmagorias, ambos tratam, cada qual à sua maneira, do passado colonial e racista e, sobretudo, de seus resquícios e permanências no presente. Considerando as noções de anacronismos, sobrevivências e fantasmas exploradas por Georges Didi-Huberman, em diálogo com o pensamento de Walter Benjamin, analisamos aspectos estéticos, narrativos e políticos desses filmes. Assim, problematizamos as maneiras de representar a escravidão no cinema brasileiro frente a um passado traumático e a um presente negacionista.
      PubDate: 2022-02-22
      DOI: 10.12957/logos.2021.61742
      Issue No: Vol. 28, No. 3 (2022)
       
  • O momento qualquer e a coexistência de temporalidades liminares em
           Jacques Rancière

    • Authors: Ângela Cristina Salgueiro Marques, Luis Mauro Sá Martino
      First page: 36
      Abstract: A perspectiva de Jacques Rancière sobre o “momento qualquer” tem sido um dos conceitos mais frutíferos para compreender a elaboração contemporânea de cenas políticas de dissenso de um ponto de vista estético. Mas o que exatamente seria um “tempo qualquer”' Como se relaciona com a criação de narrativas políticas' Este texto descreve algumas relações entre tempo e comunicação a partir da visão de Rancière acerca das temporalidades intervalares que coexistem na construção de narrativas contra-hegemônicas sobre a existência de formas de vida heterogêneas. Argumenta que (1) o conceito de "momento qualquer" se refere a uma categoria política, não apenas temporal; (2) a formação de cenas de dissenso está relacionada à definição dos significados de “tempos desmedidos” em cada ocasião, pois (3) opera na liminaridade dos tempos hegemônicos que enquadram a comunicação.
      PubDate: 2022-02-22
      DOI: 10.12957/logos.2021.62617
      Issue No: Vol. 28, No. 3 (2022)
       
  • Convenção e disputa na atuação do repórter: Carlos Spera e os
           primeiros anos de telejornalismo no Brasil

    • Authors: Valéria Maria Vilas Bôas
      First page: 54
      Abstract: A proposta desse artigo é observar o momento de surgimento do repórter como presença visual na televisão brasileira a partir da figura de Carlos Spera, jornalista que se destaca no material de acervo preservado dos nossos primeiros anos de televisão. A partir da análise de sua atuação, buscamos identificar características que vão se constituir em importantes matrizes do telejornalismo no Brasil, bem como modos de atuação que, embora não venham a definir a norma, se apresentam como brechas para outras expressões possíveis.
      PubDate: 2022-02-22
      DOI: 10.12957/logos.2021.62602
      Issue No: Vol. 28, No. 3 (2022)
       
  • Encruzilhadas da música: temporalidades e territorialidades no álbum
           visual Bom Mesmo É Estar Debaixo D’Água

    • Authors: Thiago Emanoel Ferreira, Daniel Oliveira de Farias
      First page: 69
      Abstract: Propomos, neste artigo, tomar a encruzilhada enquanto gesto metodológico, político, epistemológico e de análise de processos e produtos comunicacionais relacionados à música. A encruzilhada permite que analisemos temporalidades e territorialidades de modo distinto às concepções dominantes modernas de tempo e território, ao enfatizar as multiplicidades e demandar a articulação e rearticulação de saberes não conformados pela colonialidade. Para isso, realizamos um breve exercício analítico colocando o álbum visual Bom Mesmo É Estar Debaixo D’Água da cantora e compositora baiana Luedji Luna na encruza, invocando temporalidades e territorialidades em diálogo com o produto. Ao convocar a encruzilhada, colocamos ainda as nossas subjetividades enquanto autores no ebó, problematizando o fazer científico estabelecido na modernidade.
      PubDate: 2022-02-22
      DOI: 10.12957/logos.2021.62593
      Issue No: Vol. 28, No. 3 (2022)
       
  • As organizações modernas e o contemporâneo: notas para uma leitura
           comunicacional do presente

    • Authors: Rennan Lanna Martins Mafra
      First page: 89
      Abstract: Em tom ensaístico, o texto aposta numa problematização do contemporâneo pelo estatuto comunicacional das organizações modernas, aqui tomadas pela égide de três estratos relacionais - Estado, Mercado, Ciência -, instituidores de espaços de experiência pelo epicentro da ideologia do progresso. Ao considerar o contemporâneo como cronótopo atravessado pela crise de tal ideologia, o texto sugere como tais organizações tornam-se ambientes privilegiados à leitura comunicacional do presente, a partir da identificação de três notas experienciais: a) tensões entre diferenças e progresso; b) dificuldades à ampliação de horizontes comuns; e c) pulverização de latências. Como conclusões, o texto reconhece a emergência de formas organizativas que buscam oferecer outras experiências no (do) presente, mesmo diante da hegemonia relacional das organizações modernas.
      PubDate: 2022-02-22
      DOI: 10.12957/logos.2021.62436
      Issue No: Vol. 28, No. 3 (2022)
       
  • “I am done”: violência sexual, testemunho e reparação em
           ‘Hysterical Girl’

    • Authors: Karina Gomes Barbosa, Carlos Magno Camargos Mendonça
      First page: 107
      Abstract: Realizamos uma leitura do documentário em curta-metragem Hysterical Girl (Kate Novack, 2020) com o objetivo de investigar os modos pelos quais a desarticulação da linearidade temporal e do diacronismo no audiovisual, por meio da linguagem, pode provocar fissuras em narrativas patriarcais, promover certo tipo de denúncia e ao mesmo tempo reparação de violências. Partimos de uma perspectiva feminista do audiovisual e do arquivo, que demanda processos de re-visão em busca de um novo olhar crítico, e nos debruçamos sobre duas estratégias cinemáticas empregadas no filme, a montagem e o off. Concluímos que o jogo da montagem, privilegiando o arquivo, o repertório e os discursos, cria um espaço testemunhal para a verdade de Dora, usurpada por Freud, e a restitui simbolicamente.
      PubDate: 2022-02-22
      DOI: 10.12957/logos.2021.62594
      Issue No: Vol. 28, No. 3 (2022)
       
  • Fragmentos do tempo: passado e futuro narrados no álbum Random Access
           Memories, do Daft Punk

    • Authors: Nuno Manna, Rafael José Azevedo
      First page: 125
      Abstract: O presente trabalho explora a possibilidade de compreensão de experiências temporais abertas por narrativas que se configuram por meio dos sons e da música no álbum Random Access Memories (2013), do grupo francês de música eletrônica Daft Punk. Destacamos no produto os modos com que ele articula questões e dinâmicas do tempo, da memória e da nostalgia, envolvendo pelo menos duas dimensões: a maneira como a banda explora uma dialética homem-máquina, revestindo – ou desconstruindo – aspectos sintéticos com elementos próprios da “organicidade” da prática musical humana; o movimento de um suposto retorno ao passado em busca de referências da música pop, sobretudo dos anos de 1970 e 1980, aliado à busca dos sons do futuro. Com isso, buscamos não apenas caracterizar os temas do tempo que o álbum promove, mas refletir sobre a significância de tais problemas na comunicação e na cultura contemporânea.
      PubDate: 2022-02-22
      DOI: 10.12957/logos.2021.62572
      Issue No: Vol. 28, No. 3 (2022)
       
  • “Sonhei que estava em Pernambuco”: território, historicidades e afeto
           nas encruzilhadas do frevo

    • Authors: Caroline Govari, Rafael Andrade, Thiago Pimentel
      First page: 143
      Abstract: Este artigo pretende pensar a configuração e a reconfiguração dos gêneros musicais, de modo geral, e do frevo, de modo específico, considerando suas mediações territoriais, temporais e afetivas. Propomos esta abordagem considerando a perspectiva afrodiaspórica do cruzo e das encruzilhadas (SIMAS; RUFINO, 2018; RUFINO, 2019) como uma chave epistemológica e metodológica para discutir os tensionamentos espaçotemporais do frevo, fortemente territorializado na Região Metropolitana do Recife. A partir de suas manifestações históricas e contemporâneas e de seus cruzamentos com outros gêneros musicais, analisamos os rearranjos e cruzamentos que o frevo incita nas noções de cena e gênero musical.
      PubDate: 2022-02-22
      DOI: 10.12957/logos.2021.62622
      Issue No: Vol. 28, No. 3 (2022)
       
  • Shine bright like a diamond: o momento qualquer como operação estética
           e política de desierarquização do tempo em Bande de Filles

    • Authors: Dieison Marconi
      First page: 159
      Abstract: Este artigo toma como ponto de partida um conjunto de cenas cinematográficas em que sujeitos deslocados, empobrecidos ou precarizados estão a dançar. Nestas cenas, a dança é um micro evento do cotidiano ou uma ação prosaica de pessoas comuns em filmes de cunho realista. No entanto, suspeita-se que este gesto banal ou ordinário de dançar é passível de ser investigado, a partir do que propõe Jacques Rancière, como um “momento qualquer” de emancipação fabulada. Assim, junto ao longa-metragem Bande de Filles (Céline Sciamma, 2014), o artigo investiga como as cenas de dança figuradas pela imagem fílmica podem ser compreendidas enquanto um “momento qualquer” que irrompe as “hierarquias do tempo” e possibilita que os sujeitos “apareçam” de outra maneira que não aquela já indexada pelo regime da polícia.
      PubDate: 2022-02-22
      DOI: 10.12957/logos.2021.62128
      Issue No: Vol. 28, No. 3 (2022)
       
  • História de vida: um imbricado teórico-metodológico para uma
           comunicação cidadã em Lagoas do Norte para quem'

    • Authors: Sarah Fontenelle Santos, Maria Angela Pavan, Luan Matheus dos Santos Santana, Kassandra Merielli Lopes Lima
      First page: 176
      Abstract: Neste artigo, refletimos sobre a história de vida no imbricado teórico-metodológico do movimento Lagoas do Norte para Quem', deslocando o olhar para saber quem são os moradores que lutam pelo corpo-território da Comunidade Boa Esperança, no Piauí. Para isso, percorremos o caminho de uma comunicação decolonial (VILLANUEVA, 2017), partindo da construção do conhecimento horizontal (BERKIN, 2019), com perspectivas na territorialização e ciência do comum (SODRÉ, 2002, 2006, 2015), atravessados pela história de vida (PINEAU; LE GRAND, 2012) e imersos em um direito à comunicação (HERRERA FLORES, 2009; GALLARDO, 2014). Na investigação, amparados pelas narrativas orais de histórias de vida (PERAZZO, 2015), nos dedicamos a estudar o site Museu da Boa Esperança. 
      PubDate: 2022-02-22
      DOI: 10.12957/logos.2021.62363
      Issue No: Vol. 28, No. 3 (2022)
       
  • Reverberações do cânone valorativo na crítica musical: experiências
           com Sgt. Pepper´s Lonely Hearts Club Band em 1967 e 2017

    • Authors: Jorge Cardoso Filho, Celina Adriana Brandão Pereira
      First page: 194
      Abstract: O presente artigo analisa como funcionam os processos de avaliação da crítica musical em função de um distanciamento estético-temporal, seus modos de construir ou reverberar valores de obras artísticas e/ou objetos culturais. Assim, nos debruçamos sobre críticas musicais do álbum Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, da banda The Beatles, produzidas em 1967 e 2017. O disco é considerado icônico tanto para a cultura pop quanto para o gênero rock, de modo que interpretamos as transformações nos valores culturais associados à obra e demonstramos as marcas estéticas que emergem na relação com o álbum, originalmente lançado em 1967.
      PubDate: 2022-02-22
      DOI: 10.12957/logos.2021.62605
      Issue No: Vol. 28, No. 3 (2022)
       
 
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