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Enfermagem Revista
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  This is an Open Access Journal Open Access journal
ISSN (Print) 0104-4419
Published by Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Homepage  [14 journals]
  • Editorial

    • Authors: Editorial
      Pages: 1 - 1
      PubDate: 2022-11-09
      Issue No: Vol. 25, No. 2 (2022)
       
  • ENSINO DA ENFERMAGEM TRANSCULTURAL PARA ESTUDANTES DE GRADUAÇÃO:
           REVISÃO INTEGRATIVA

    • Authors: Ana Luiza Ferreira Aydogdu
      Pages: 2 - 16
      Abstract: Objetivo: Investigar na literatura o ensino da enfermagem transcultural para alunos de cursos de graduação em enfermagem. Método: Revisão integrativa de artigos publicados entre os anos de 2011 e 2021 através de buscas na Medline, Lilacs, BDENF e IBECS, a partir da questão norteadora: Qual a abordagem da literatura sobre o ensino da enfermagem transcultural para alunos de cursos de graduação em enfermagem' Resultados: Através dos 10 artigos selecionados foi identificado que cursos sobre enfermagem transcultural e intercâmbios culturais aumentam a competência cultural dos estudantes, tendo portanto, impacto positivo sobre as atitudes dos futuros enfermeiros. Renovações de currículos e preparação dos docentes devem ser consideradas para o aperfeiçoamento o ensino da enfermagem transcultural. Considerações Finais: O ensino da enfermagem transcultural para estudantes de graduação em enfermagem não deve se limitar a aulas teóricas, devendo ser enfatizado também através do ensino prático.
      PubDate: 2022-11-09
      Issue No: Vol. 25, No. 2 (2022)
       
  • PREVINE BRASIL: O DESEMPENHO DOS MUNICÍPIOS DE SANTA CATARINA

    • Authors: Sabrina da Silva de Souza, Ana Cláudia da Cunha
      Pages: 17 - 33
      Abstract: Objetivo: Avaliar os resultados alcançados no Previne Brasil com a cobertura populacional estimada pelas equipes de Estratégia Saúde da Família nos municípios de Santa Catarina. Métodologia: Estudo observacional e ecológico, realizado no Estado de Santa Catarina, Brasil. A coleta de dados ocorreu em 08/01/2021. Para análise dos dados, foi realizada estatística descritiva, por meio de medidas de frequência absoluta e relativa, e apresentação em tabela. Os dados foram organizados pela população dos municípios, tendo em vista que o número populacional traz consigo semelhanças organizacionais, administrativas e inclusive de saúde. Foram respeitados todos os aspectos éticos em pesquisa com seres humanos , de acordo com a Resolução 466/2012 e 510/2016 do Conselho Nacional de Saúde, que orienta que pesquisas que utilizam informações de domínio público não precisarão ser submetidas ao sistema CEP/CONEP. Resultados: O presente estudo evidenciou que os municípios que apresentaram melhor cumprimento dos indicadores foram aqueles que apresentaram cobertura de 100% de Estrategia Saude da Família e população de até 50 mil habitantes. Há de se destacar que cinco municípios com população maior de 100.000  habitantes conseguiram alcançar de um a três indicadores, e a cobertura de ESF variou de  40,77% a 89,24%. Conclusão: A avaliação realizada  evidencia a importância da cobertura de ESF para os alcances do Programa Previne Brasil, mas não é suficiente nos municípios com maior porte populacional.
      PubDate: 2022-11-09
      Issue No: Vol. 25, No. 2 (2022)
       
  • QUALIDADE DA ASSISTÊNCIA NO PRÉ-NATAL EM UM MUNICÍPIO DO
           NORTE DO PARANÁ

    • Authors: Sâmua Calyana Mascalhusk, Érica Mairene Bocate Teixeira, Izabel Dayana Lemos Santos, Fabiana Fontana Medeiros, Rosângela Aparecida Pimenta Ferrari, Alexandrina Aparecida Maciel Cardelli
      Pages: 34 - 43
      Abstract: Objetivo: Analisar a assistência pré-natal ofertada a mulheres em um município do norte do Paraná Métodos: Trata-se de um estudo quantitativo, descritivo e transversal construída a partir de entrevistas e análise do cartão pré-natal, no período de junho a outubro de 2013. A qualidade da assistência pré-natal foi avaliada por meio do percentual de registros nos cartões de pré-natal, frequência dos procedimentos realizados e relatos das gestantes. Resultados: Observou-se predominância de gestantes adultas jovens (78,8%); com companheiro (84,1%); média escolaridade (67,6%); renda entre três e mais salários mínimos (48,8%); multíparas (60,1%), que desejaram a gravidez (58,9%); e com parto a termo (97,5%). A maioria possuía cartão pré-natal (99,4%); início do seguimento anterior à 14ª semana de gestação (71,4%); realização de seis ou mais consultas (86%); com anotação da idade gestacional (99,7%); altura uterina (99,4%); pressão arterial (99,2%); peso materno (99,4%); edema (43,3%); batimento cardíaco fetal (99,4%); apresentação fetal (76,3). A qualidade da assistência pré-natal apresentou-se como intermediária (47,2%) e inadequada (26,8%). Conclusão: O estudo evidenciou que apesar dos indicadores de cobertura e atendimento clínico terem apresentado taxas relevantes, não se traduziram em diagnóstico de qualidade deste cuidado.
      PubDate: 2022-11-09
      Issue No: Vol. 25, No. 2 (2022)
       
  • CONHECIMENTOS DAS GESTANTES SOBRE TRABALHO DE PARTO E PARTO

    • Authors: Marcelo Gonçalves da Silva
      Pages: 44 - 56
      Abstract: O objetivo deste estudo foi identificar o conhecimento das gestantes que participaram do Projeto do “Para uma vinda bem-vinda” sobre trabalho de parto e parto e compreender como as gestantes estão preparadas para enfrentar o processo de nascimento. Método: Estudo de abordagem qualitativa, realizado com 10 gestantes que participaram do projeto. Os dados foram coletados através de entrevista e, para a análise, utilizou-se o discurso do sujeito coletivo - DSC para análise dos dados. Resultados: O estudo evidenciou que as gestantes não se sentem preparadas para o parto. O medo e a insegurança são sentimentos que marcam esse momento, e podem estar relacionados, principalmente, à dor do parto, ao desconhecimento sobre a hora certa de ir para o hospital e ao fato de não poder optar pela via de parto desejada, estando em um hospital público. Apontaram, também, não conhecer os benefícios do parto normal para mulher e ao recém-nascido e do trabalho da enfermeira obstétrica na assistência ao parto normal baixo risco. Considerações finais: O estudo mostrou que as gestantes possuem pouco conhecimento sobre as vias de parto, principalmente o parto normal, não estão sendo preparadas para o enfrentamento do trabalho de parto e parto.
      PubDate: 2022-11-09
      Issue No: Vol. 25, No. 2 (2022)
       
  • É TEMPO DE PANDEMIA: POSSIBILIDADES E DESAFIOS DA ENFERMAGEM NO
           ENFRETAMENTO À COVID-19

    • Authors: Paulo Sérgio David de Castro
      Pages: 57 - 65
      Abstract: Este artigo visa alcançar o objetivo de apresentar discussão teórica sobre as condições de trabalho dos profissionais de Enfermagem que estão na linha de frente no enfretamento da pandemia do novo coronavírus.  Para tanto, como metodologia, foi realizada uma revisão de literatura acerca das condições de trabalho dos profissionais de Enfermagem no contexto da pandemia da COVID-19. O estudo evidencia como resultado, que a Enfermagem vem convivendo com uma sobrecarga física e psíquica no trabalho faz décadas. Contudo, em decorrência do enfretamento de uma pandemia, os problemas já enfrentados se somatizam a outros sentimentos, como medo, raiva, angústia, preocupação e sentimento de impotência, o que pode provocar severos problemas de saúde mental e aumento dos casos da Síndrome de Burnout. Conclui-se que é imprescindível, visando melhorias das condições de trabalho e, por conseguinte da qualidade de vida destes trabalhadores, a aprovação das reivindicações já demandadas, como aprovação do piso salarial, e a regulamentação da jornada de 30 horas.  
      PubDate: 2022-11-09
      Issue No: Vol. 25, No. 2 (2022)
       
  • CAUSAS E FATORES RELACIONADOS À MORTALIDADE MATERNA: SCOPING REVIEW

    • Authors: Aylana Belchior, Beatriz da Silva Gomes, Tainara Rodrigues Maia, Thalia de Oliveira Monteiro, Nadjanara Mendes de Oliveira , Pablo José Custódio da Silva
      Pages: 66 - 79
      Abstract: Introdução: A mortalidade materna é o óbito ocorrido durante a gestação ou no período de  42 dias pós parto, independentemente da localização ou da duração da gravidez, devida a qualquer causa de agravo da gestação, sendo de causas obstétricas diretas ou indiretas. Objetivo: Examinar e mapear as evidências científicas sobre as causas da mortalidade materna. Materiais e métodos: Foi utilizado a estratégia Scoping Review, que é baseada nas sugestões e recomendações do Instituto Joana Briggs. Portanto, o método consiste em mapear os conceitos principais, assim podendo identificar e sanar as lacunas de conhecimento, para obter práticas de saúde. Sendo assim, estabeleceu-se a pergunta norteadora da pesquisa: “Quais são as causas que mais se relacionam com a mortalidade materna' ”. Foram realizadas buscas em 3 bases de dados, de trabalhos publicados até 30 de abril de 2020. Desses 148 artigos encontrados, foram selecionados 24 para uma leitura avaliativa, dos quais 7 foram selecionados como estudos analisados mais coerentes. Resultados: Os resultados mostraram que as principais causas estão relacionadas a intervenções, no parto ou puerpério, como omissões e tratamentos incorretos, assim como a pré-eclâmpsia com um número elevado de internação em todos os estados do Brasil, seguida de hemorragia grave, disfunção do sistema imunológico e sepse grave e fatores sociodemograficos, dados que evidenciam que apenas  5% dessas mulheres viviam em países desenvolvidos, o que resta 95% dessas mortes em países em desenvolvimentos ou subdesenvolvidos. Mulheres com idade menor que 20 anos ou 35 anos, raça/cor da pele, sem companheiro e/ou com padrão socioeconômico mais baixo. Com análise do perfil epidemiológico da mortalidade materna no Brasil revelam um aumento de 11,9% no número absoluto de suas mortes maternas e também no aumento do Coeficiente de Mortalidade Materna no país, sendo 52,29 para 65,13 mortes maternas a cada 100 mil nascidos vivos, no ano de 2000 para o ano de 2009. Conclusão: Concluímos que uma solução viável para a diminuição da taxa de mortalidade materna é o acompanhamento dessas gestantes e a observação no pré-natal de fatores que podem levar a um óbito, que a maioria da situação ocorre por falhas no sistema e diretrizes públicas, e pela falta de intervenções dos profissionais nos partos ou puerpério, como omissões e tratamentos incorretos.
      PubDate: 2022-11-09
      Issue No: Vol. 25, No. 2 (2022)
       
  • PERSPECTIVAS NO ENSINO DA ANATOMIA HUMANA

    • Authors: Paulo Franco Taitson, Marco Aurélio dos Santos Borges
      Pages: 80 - 87
      Abstract: Mostrar perspectivas de reflexão sobre o ensino da Anatomia Humana. Confrontar e analisar perceptivas e interfaces criadas ao longo dos anos para o ensino da anatomia. O estudo mostrou importantes reflexões da anatomia humana, suas reflexões, tanto para os currículos básico quanto profissional, por se tratar de uma disciplina normativa e de importância inegável. O entendimento é que a anatomia humana deve ser considerada como pré-requisito para o entendimento e a compreensão das demais disciplinas da graduação na área da saúde. Como tratar, reabilitar, diagnosticar ou mesmo dar um prognóstico sem conhecer o padrão humano normal, sem conhecer o cerne da anatomia humana e suas possibilidades de estudo'
      PubDate: 2022-11-09
      Issue No: Vol. 25, No. 2 (2022)
       
 
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