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Ambiente & Educação : Revista de Educação Ambiental
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ISSN (Print) 1413-8638 - ISSN (Online) 2238-5533
Published by Fundação Universidade Federal do Rio Grande Homepage  [5 journals]
  • Expediente

    • Authors: Caio Floriano dos Santos, Carlos RS Machado
      PubDate: 2022-04-30
      DOI: 10.14295/ambeduc.v26i2.14270
      Issue No: Vol. 26, No. 2 (2022)
       
  • Editorial

    • Authors: Caio Floriano dos Santos, Carlos RS Machado
      Pages: 1 - 2
      PubDate: 2022-04-30
      DOI: 10.14295/ambeduc.v26i2.14271
      Issue No: Vol. 26, No. 2 (2022)
       
  • Educação Ambiental e Pandemia

    • Authors: Caio Floriano dos Santos, Carlos RS Machado, Simone Grohs Freire
      Pages: 3 - 19
      Abstract: O presente artigo tem como objetivo realizar algumas reflexões sobre a Educação Ambiental e a Pandemia de COVID-19. Para tanto, escolheu-se procurar levantar alguns elementos a partir das perguntas realizadas na convocatória do Dossiê. Apontamos o caminhar ao lado dos grupos subalternos como uma possibilidade para auxiliar nas mudanças necessárias frente às desigualdades sociais e ambientais, desveladas durante a Pandemia, para um mundo com justiça e equidade social e ambiental.
      PubDate: 2022-04-30
      DOI: 10.14295/ambeduc.v26i2.14272
      Issue No: Vol. 26, No. 2 (2022)
       
  • ¿A quién interpelan las plagas' Ciencia y tecnología en
           época de Pandemia

    • Authors: Guillermo Foladori Foladori
      Pages: 20 - 46
      Abstract: A esperança da biomedicina em superar a pandemia de COVID-19 não significa que outras epidemias não serão encadeadas no futuro, como mostrou o número de epidemias que surgiram no decorrer deste século. O artigo analisa o mito da neutralidade da tecnologia em relação à tecnologia biomédica, para concluir mostrando a importância dos mecanismos ideológicos e jurídicos, bem como as tendências intrínsecas da própria biomedicina para que o setor biomédico hegemônico e a indústria associada sejam aceitos por a percepção global como solução para um problema que está longe de ser passageiro.  
      PubDate: 2022-04-30
      DOI: 10.14295/ambeduc.v26i2.12990
      Issue No: Vol. 26, No. 2 (2022)
       
  • A Pandemia, o antropoceno e a educação ambiental

    • Authors: Gustavo Ferreira da Costa Lima, Lucas Passos Tomaz
      Pages: 47 - 71
      Abstract: O presente ensaio articula a relação entre a pandemia da Covid-19, a hipótese Antropoceno, o modelo de desenvolvimento da economia capitalista, a reação das políticas públicas e a Educação ambiental. Revisa a literatura das áreas envolvidas nessa reflexão e dialoga com a Ecologia política, a Educação ambiental crítica, a teoria da Complexidade e a Justiça socioambiental. Conclui que a pandemia é uma consequência do atual modelo de desenvolvimento econômico, que o governo brasileiro, por suas ações e omissões, falhou na gestão de combate à pandemia e produziu mortes evitáveis e que a Educação ambiental tem uma contribuição relevante na compreensão crítica desse processo, na formação da percepção pública do problema e na geração de informação científica de qualidade.  
      PubDate: 2022-04-30
      DOI: 10.14295/ambeduc.v26i2.13348
      Issue No: Vol. 26, No. 2 (2022)
       
  • Pestes constituindo ambientes

    • Authors: Roberth De-Carvalho
      Pages: 72 - 101
      Abstract: As inter-relações entre sujeito, ambiente e tecnociência vêm experimentando grandes desafios de projetos liberais. Isso se acirra em eventos com pestes, uma vez que estas dizimam parcelas expressivas de populações da periferia Sul global. Pela Análise de Discurso franco-brasileira, selecionamos divulgações de historiografias que abordam sobre pestes ao longo da história, para compreender as inferências sobre o imaginário daqueles ambientes, e como tais eventos promoveram o que entendemos por vigilância epidemiológica e epistemológica, constituindo outros ambientes. Das análises, depreendemos que as pestes operam importantes relações de poder e de força, deflagrando importantes sentidos para a educação tecnocientífica e ambiental.
      PubDate: 2022-04-30
      DOI: 10.14295/ambeduc.v26i2.13497
      Issue No: Vol. 26, No. 2 (2022)
       
  • Reflexos do racismo ambiental na Pandemia de COVID-19 e o lugar da
           Educação Ambiental no enfrentamento à injustiça

    • Authors: Monica Andrade Modesto, Felipe Alex Santiago Cruz
      Pages: 102 - 133
      Abstract: O artigo focaliza investigações acerca do racismo ambiental em tempos de pandemia de Covid-19. Apresenta uma pesquisa de natureza qualitativa, delineada através de revisão de literatura, levantamento de produções científicas, categorização e análise dos dados. Os resultados desvelaram os impactos do racismo e da injustiça ambiental na vida de grupos etnicamente discriminados durante a pandemia e levaram a refletir acerca da Educação Ambiental como via de enfrentamento a essa problemática socioambiental.
      PubDate: 2022-04-30
      DOI: 10.14295/ambeduc.v26i2.13501
      Issue No: Vol. 26, No. 2 (2022)
       
  • A educação ambiental e o contexto infantil e familiar durante a
           pandemia da COVID-19

    • Authors: Alice Maria Correa Medina, Marina Barreto Aviani Ribeiro, Isabela Gomes Kyrillos
      Pages: 134 - 154
      Abstract: Ao tratar sobre a pandemia, da COVID-19 é necessário considerar as mudanças advindas, sobretudo, de isolamento social, que obrigou as famílias a se isolarem dentro de casa. O estudo foi realizado com crianças e seus familiares e, apresentou como objetivo verificar a participação das crianças em atividades relacionadas às representações por meio de desenhos, acerca do desenvolvimento de uma planta e registros fotográficos durante o isolamento social, no contexto familiar.  Foi um estudo qualitativo, baseado na investigação empírica de um fenômeno contemporâneo relacionado à vida cotidiana (YIN, 2005) e caracterizado como um trabalho interpretativo (BAUER; GASKELL, 2002). Como resultado observou-se que as atividades relacionadas à educação ambiental, na infância, aliada à tecnologia, podem favorecer as relações ambientais e familiares.
      PubDate: 2022-04-30
      DOI: 10.14295/ambeduc.v26i2.13517
      Issue No: Vol. 26, No. 2 (2022)
       
  • Comorbidades socioambientais para a condição juvenil

    • Authors: Samuel Crissandro Tavares Ferreira, Alisson Souza Corrêa, Vânia Alves Martins Chaigar
      Pages: 155 - 189
      Abstract: No dia 11 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS)  declarou estado de pandemia global de Covid-19 devido ao aumento no número de casos e a disseminação da doença em todos os continentes, com transmissão sustentada de pessoa para pessoa.  A pandemia é mais um elemento da atual crise ecológica, que se configura como um dos desafios centrais que se colocam como problemas estruturais para a sociedade e nesse caso específico, para a juventude na atualidade. Pesquisadores (Krishke, 2000; Groppo, 2004; Carvalho, 2004) vem apontando que a preocupação dos jovens com as questões ambientais e com a luta ambiental, poderá estar constituindo uma nova cultura política entre esses sujeitos sociais (Dayrell, 2000). Dessa forma, o presente artigo levanta algumas reflexões referentes à experiência (Thompson, 1987; Vendramini, 2004), para fazer um debate na perspectiva de que os movimentos, e manifestações organizados pela juventude podem estar nos deixando vestígios importantes (e desperdiçados) para a construção de uma educação ambiental e popular que conteste as injustiças ambientais e as desigualdades socioeconômicas (Acselrad, 2001; Krenak; , aprofundadas pela pandemia do Covid-19. Palavras-chave: Educação Ambiental; Juventude; Ecologia; Educação Popular; Pandemia.
      PubDate: 2022-04-30
      DOI: 10.14295/ambeduc.v26i2.13525
      Issue No: Vol. 26, No. 2 (2022)
       
  • “Nós não vivemos no mesmo planeta”

    • Authors: Luciana Marcon, Maria Lúcia Castagna Wortmann
      Pages: 190 - 215
      Abstract: A partir de uma reportagem veiculada pelo programa de televisão Fantástico, da Rede Globo de Televisão, que abordava a relação entre o Antropoceno e a(s) pandemia(s), discute-se o que foi comunicado nesta matéria jornalística, com base em considerações feitas pelo filósofo/antropólogo francês Bruno Latour. Dá-se destaque aos aspectos escapistas que perpassam as manifestações oficiais divulgadas no contexto brasileiro, tanto em relação à crise sanitária que se instalou durante a epidemia do Covid-19, quanto frente ao agravamento da crise ecológica em curso no país. Examina-se, também, como têm sido delineados alguns caminhos para o enfrentamento de problemáticas relativas à Gaia, na perspectiva do autor considerado.
      PubDate: 2022-04-30
      DOI: 10.14295/ambeduc.v26i2.13590
      Issue No: Vol. 26, No. 2 (2022)
       
  • Educación Ambiental crítica y feminismos del sur

    • Authors: Mara Karidy Polanco Zuleta
      Pages: 216 - 245
      Abstract: Este artigo apresenta algumas conclusões preliminares sobre um estado da arte como metodologia de pesquisa cujo objetivo foi analisar as correntes da educação ambiental (EA) considerando alguns feminismos. Na introdução, reflito sobre a importância de uma posição crítica na EA que não permita a reprodução dos discursos patriarcais e coloniais. Posteriormente, faço uma reflexão crítica sobre dualismos opressores e colonialidade de gênero a partir do feminismo descolonial, para pensar uma educação ambiental crítica (EAC) a partir desses lugares. A seguir discuto a produção de conhecimento androcêntrico, a relação natureza-mulher e alguns feminismos em relação á EAC. Concluindo com algumas reflexões que permitem pensar e constituir uma educação ambiental feminista e descolonial.
      PubDate: 2022-04-30
      DOI: 10.14295/ambeduc.v26i2.12654
      Issue No: Vol. 26, No. 2 (2022)
       
  • a Educação ambiental na escola do/no campo numa perspectiva da
           interculturalidade crítica

    • Authors: Raquel Ramos, Ronaldo Eustáquio Feitoza Senra, João Vitor Gobis Verges
      Pages: 246 - 266
      Abstract: À luz da Educação Ambiental Crítica, buscou-se um diálogo entre a Interculturalidade Crítica na Educação do/no Campo, com ênfase nas Mudanças Climáticas, a fim de descortinar as Injustiças Climáticas. Trata-se de um artigo original, parte da dissertação de Mestrado em andamento. Para este artigo objetivou-se apresentar subsídios teóricos que possibilitaram analisar o conteúdo didático do caderno do 2º Ano do Ensino Médio no Ensino Remoto, no Estado de Mato Grosso, no intuito de observar como a Secretaria de Educação trata das questões referentes à Mudança Climática. Metodologicamente é uma pesquisa qualitativa, com estudo de caso, amparada pelos conceitos da Modernidade/Colonialidade (QUIJANO, 2005), Educação Ambiental Crítica (SATO, 2014), Interculturalidade Crítica (WALSH e CANDAU, 2009 e 2010), Justiça Climática (MEDEIRO e SENRA, 2018) e Educação do/no Campo (CALDART, 2020). O lócus da pesquisa é a Escola Estadual do Campo São José, localizada no Distrito da Água Fria, a 30 quilômetros de Chapada dos Guimarães e a 80 Quilômetros de Cuiabá, Capital de Mato Grosso. A escola atende a cerca de 700 alunos, na sede e nas cinco salas anexas, num total de 24 comunidades. É rica em diversidade ambiental e cultural, centro de inúmeras injustiças socioambientais e de vulnerabilizações sociais. Ao adotar os conceitos bases epistemológicas da pesquisa, pretendeu-se um teor político/crítico. Percebeu-se que a escola está, de comum acordo com a comunidade, em luta e resistência, seguros da diferença que há entre a Agricultura do Agronegócio e a Agricultura Camponesa, garantindo a finalidade da Educação na Escola do/no Campo, que é a capacidade de estabelecer vínculo entre o projeto educativo e a emergência da construção e consolidação da agroecologia conectada com a base camponesa, agroecologia, agricultura camponesa.   Palavras-Chave: Educação Ambiental, Educação do/no Campo, Mudança Climática, Justiça Ambiental
      PubDate: 2022-04-30
      DOI: 10.14295/ambeduc.v26i2.12795
      Issue No: Vol. 26, No. 2 (2022)
       
  • O papel do Twitter na discussão e no interesse da população sobre
           questões ambientais

    • Authors: Paulo Amorim, Raphael Igor Dias
      Pages: 267 - 284
      Abstract: Tweets contendo hashtags ambientais foram minerados e relacionados com o número de notícias sobre os temas disponíveis no Google Notícias e com a frequência de busca sobre os mesmos termos, segundo o Google Trends. Encontramos uma associação significativa entre o uso dos termos na rede social e a publicação de notícias sobre questões ambientais. Os resultados também sugerem que houve um maior envolvimento da população na busca de informações sobre a temática ambiental no mesmo período. Os resultados indicam que a rede social apresenta um enorme potencial para ser utilizada como uma ferramenta útil para educação ambiental, contribuindo para a disseminação de informações sobre meio ambiente e melhorando o engajamento da população em relação às questões ambientais.
      PubDate: 2022-04-30
      DOI: 10.14295/ambeduc.v26i2.12981
      Issue No: Vol. 26, No. 2 (2022)
       
  • O quilombo na floresta

    • Authors: Sergio Gomes da Silva, Francimeire Fernandes Ferreira, Lilian Sena Marinho
      Pages: 285 - 307
      Abstract: A história dos Quilombolas no Brasil é resultado de muitos desafios e sofrimentos, mas que ainda assim permitiram sua resistência e permanência com a formação de suas comunidades. Muitas dessas comunidades estão em áreas naturais na região norte do Brasil. Avaliamos nesse artigo a comunidade Quilombola de Santo Antônio do Guaporé, e sua sobreposição com uma Unidade de Conservação de Proteção Integral, bem como a construção de um Plano Estratégico a ser inserido na comunidade para práticas de Educação Ambiental. Nós discutimos a realidade da comunidade Quilombola e sua atual situação, bem como abordamos a Reserva Biológica (REBIO) Guaporé e sua importância. Por fim apresentamos um Plano Estratégico de Educação Ambiental que pode ser incluído na comunidade.
      PubDate: 2022-04-30
      DOI: 10.14295/ambeduc.v26i2.13117
      Issue No: Vol. 26, No. 2 (2022)
       
  • O Papel de um projeto de pesquisa na mobilização social para a
           conservação da biodiversidade na zona costeira marinha

    • Authors: Oldemar de Oliveira Carvalho Junior, Alesandra Bez Birolo
      Pages: 308 - 322
      Abstract: Para os últimos dois anos, o Projeto Lontra pautou-se em cinco macro objetivos, cuidadosamente planejados de forma transversal, com o alinhamento de políticas públicas, pesquisa, comunicação, educação e a mobilização social. Os objetivos específicos foram definidos a partir de um objetivo geral, cujo foco foi o desenvolvimento de pesquisas que pudessem auxiliar na conservação da biodiversidade e recursos naturais, por meio da determinação do valor econômico e ambiental dos serviços ecológicos prestados pela Lontra longicaudis. Para tanto foi utilizado o conceito do turismo de conservação, e a promoção de ações voltadas para a mobilização social e a educomunicação. Expedições ao longo do litoral catarinense foram realizadas da Ilha de Santa Catarina à Laguna, incluindo lagoas, lagos e rios. Foram 6 expedições às Lagoas do Sul, incluindo a APA da Baleia Franca, uma área de 115 mil quilômetros quadrados. Na Ilha de Santa Catarina a área amostral foi de 212 quilômetros quadrados, cerca de 50% da área total da Ilha. As pesquisas desenvolvidas foram integradas à educação e à água, tendo a lontra como uma espécie bandeira na conservação da biodiversidade e dos ecossistemas aquáticos, como bens comuns, e importantes ativos econômicos. Com isso em mente, foi possível atingir diretamente 2599 alunos da rede pública de ensino e 2000 alunos da rede privada, além de 503 professores. Turismo de Conservação em áreas protegidas, a conservação da água e da biodiversidade, representam os temas principais abordados na educação ambiental. Através do Programa Ecovoluntário em áreas protegidas, busca-se a co-participação e a co-responsabilidade da comunidade para com o Projeto, através de ações que possam levar a ganhos econômicos e melhoria de qualidade de vida, associados a conservação da biodiversidade e sustentabilidade.
      PubDate: 2022-04-30
      DOI: 10.14295/ambeduc.v26i2.11937
      Issue No: Vol. 26, No. 2 (2022)
       
  • Educar para a regeneração de Gaia

    • Authors: Isabela Kojin Peres, Marcos Sorrentino
      Pages: 323 - 329
      Abstract: Resenha do livro Regenerantes de Gaia de Fabio Rubio Scarano.  Editora Dantes. Rio de Janeiro. 2019. 128 p
      PubDate: 2022-04-30
      DOI: 10.14295/ambeduc.v26i2.12846
      Issue No: Vol. 26, No. 2 (2022)
       
  • A Educação Ambiental e o pensamento pós-colonial

    • Authors: Flávia Nascimento Ribeiro, Ana Paula Dias Pazzaglini Roldi
      Pages: 330 - 335
      Abstract: Não precisa para resenha. 
      PubDate: 2022-04-30
      Issue No: Vol. 26, No. 2 (2022)
       
 
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