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Epígrafe
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  This is an Open Access Journal Open Access journal
ISSN (Print) 2318-8855
Published by Universidade de São Paulo Homepage  [48 journals]
  • A Epígrafe e suas epígrafes

    • Authors: Matheus de Paula Silva, Pedro José de Carvalho Neto
      Pages: 05 - 11
      PubDate: 2020-03-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v8i8p05-11
      Issue No: Vol. 8, No. 8 (2020)
       
  • O selo de Jade Imperial Taiping e o Reino do Filho Chinês de Deus

    • Authors: Victor Artuza
      Pages: 13 - 44
      Abstract: Em meio a um período conturbado (século XIX), os manchus, detentores do domínio sobre a Dinastia Qing enfrentaram grandes dificuldades, seja pelas relações estabelecidas com o exterior ou pelas agitações internas, causadas por inúmeras revoltas. No entanto, uma delas merece especial atenção, seja por sua magnitude ou pela
      reverberação tanto no exterior como também na história da China. Esta seria a Rebelião Taiping, que através de seu líder, Hong Xiuquan, toma forma e se expande juntamente com a fé cristã, estabelecida pelo mesmo. Tal rebelião assume impactante extensão, na união de um cristianismo próprio e a crença de seus fiéis seguidores para com o seu líder – o “Filho Chinês de Deus”, que reivindicava o título de “Rei Celestial” – que constituíram
      o então “Reino Celestial Taiping”. Deste modo, a descrição e o aprofundamento no estudo da Rebelião pode ser obtido através do chamado Selo de Jade Imperial Taiping (太平玉玺), trazido aqui como um objeto que em primeira instancia se traduz, para que seja passível da explicação analítica, suscitando assim um maior aprofundamento sobre as caracterizações e a compreensão do que foi esta rebelião.
      PubDate: 2020-03-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v8i8p13-44
      Issue No: Vol. 8, No. 8 (2020)
       
  • O Coração das Trevas

    • Authors: Luísa Pussieldi Moratelli
      Pages: 46 - 64
      Abstract: O objetivo do trabalho é explicitar as relações entre a obra O coração das trevas, escrito por Joseph Conrad e publicado em formato de livro em 1902, com o contexto histórico do Imperialismo, bem como a crítica realizada por Conrad a este contexto. Dessa forma, serão discutidas as relações raciais entre colonizador e colonizado, as representações de europeus e africanos e as noções de alteridade presentes no livro. Para isso, em um primeiro momento será apresentado um breve resumo do romance, bem como de seu autor, para depois partir para a discussão acerca do fenômeno imperialista do final do século XIX e início do XX, que concerne tanto ao contexto de publicação de O Coração das Trevas quanto ao próprio enredo do romance. A partir disso, será aprofundada a crítica realizada por Conrad às práticas imperialistas e de que maneira ela pode ser enquadrada no pensamento crítico romântico. Por fim, tendo como base textos de autores africanos, será apresentada a crítica pós-colonial feita à obra, colocando autor e obra em seu contexto e apresentando o alcance e limites da crítica de Conrad. A análise da obra em conjunto com a bibliografia sobre o tema permitirá demonstrar que: a) é possível enquadrar a obra e a crítica de Joseph Conrad ao Imperialismo no Romantismo Resignado, conforme a definição de Lowy e Saire; b) essa crítica realizada por Conrad chega apenas até certo ponto, qual seja, a exploração colonial em si, mas não alcança as questões raciais, intrínsecas ao Imperialismo.
      PubDate: 2020-03-25
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v8i8p46-64
      Issue No: Vol. 8, No. 8 (2020)
       
  • O Declínio de Cam

    • Authors: Lívia Baranowski Tieri
      Pages: 65 - 85
      Abstract: A grande maioria das reproduções femininas nas artes possuem um papel específico: a propaganda da perfeição doméstica e sexual perante uma sociedade machista. Porém, à mulher negra ficou relegado somente a representação sexual e, a partir do século XIX, com a ascensão das ideias científicas e biológicas, também a etnológica e a racial. Analisaremos neste artigo, então, como o cientificismo contribuiu para a construção da figura da mulher negra no Oitocentos e como a arte - usando de seu caráter épico e pedagógico - foi fundamental para validar o discurso de raça e de gênero, que visava deixar em evidência o espaço que era relegado aos negros e, mais duramente, às mulheres negras, sempre as colocando em papel de inferioridade e hipersexualização. Das aquarelas de Debret, os deformes antropológicos, a latência sexual subtendida e a ocultação dos males físicos e sociais da escravidão; ao orientalismo de Delacroix e Manet, a demonização pela cor e a influência libertina e imoral das negras; e, por fim, o realismo idealista de Modesto Brocos, que marcou a mudança de discurso artístico do último quartel do século XIX e que via na mulher negra a chave para o futuro harmonioso e branqueado do Brasil.
      PubDate: 2020-03-08
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v8i8p65-85
      Issue No: Vol. 8, No. 8 (2020)
       
  • Nordeste

    • Authors: Éverton Alves Aragão
      Pages: 86 - 109
      Abstract: Este artigo identifica e localiza o Nordeste brasileiro no campo da História Ambiental em uma perspectiva temporal a partir do paradigma dos historiadores e de seus trabalhos publicados. Utilizamos, em nossa pesquisa, livros, teses, dissertações, monografias e artigos, para auxiliar este balanço e na identificação de possíveis temáticas para a História Ambiental no Nordeste. Essas produções, em sua maioria, foram resultadas das recentes mudanças sociais e das medidas governamentais, que promoveram entre os historiadores novos olhares epistemológicos para o verde (PONTING, 1995) e para a paisagem (SCHAMA, 1996). Nesse sentido, observamos que desde a publicação dos primeiros trabalhos de História Ambiental no Brasil – já na década de 1980, há estudos que se enquadram – suas temáticas e potenciais objetos de estudos estão concentrados no eixo Sul-Sudeste do país, devido ao apoio econômico às pesquisas e à solidez da questão ambiental nessas regiões. Todavia, o Nordeste possui características que o distinguem do restante do território nacional – a exemplo de seu clima, vegetação, fauna etc. Essa região, portanto, se mostra com novos desafios teóricos, necessidades e possibilidades de diálogo intelectual – que vagarosamente estão sendo abertos nos últimos anos.
      PubDate: 2020-03-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v8i8p86-109
      Issue No: Vol. 8, No. 8 (2020)
       
  • Valentes Flecheiros

    • Authors: Wesley de Oliveira Silva
      Pages: 110 - 137
      Abstract: O final do século XVII foi marcante para a história das capitanias do norte da América portuguesa. Isso porque nesse período foi vivenciada a expansão das fronteiras oeste adentro, região mais ou menos desconhecida onde habitavam vários grupos ameríndios de diferentes culturas. Para tal, a administração portuguesa aproveitou bastante a mão de obra bélica indígena aldeada para alcançar seus objetivos, que dentre muitos se destacam a conquista da terra, da gente que nela vivia e também a instalação dos currais de gado. Desta maneira, o presente artigo tem como intensão analisar a atuação de tropas indígenas que saíam dos aldeamentos da capitania de Pernambuco entre 1660-1700, utilizando como fonte alguns relatos de cronistas e documentações encontradas na Coleção Documentos Históricos da Biblioteca Nacional e no Arquivo Histórico Ultramarino.
      PubDate: 2020-03-08
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v8i8p110-137
      Issue No: Vol. 8, No. 8 (2020)
       
  • Retórica do Arquivamento

    • Authors: Lucas Henrique Gregate
      Pages: 138 - 172
      Abstract: Ao fim do século XIX e começo do século XX, Campinas, localizada no oeste paulista, passava por profundas mudanças: um dos principais centros do comércio cafeeiro oitocentista viu um incipiente esforço modernizador se instaurar conforme a industrialização se concretizava no município. Com isso, a cidade passou por uma substancial mudança de seu centro enquanto novas construções aos moldes da linguagem arquitetônica eclética se popularizavam. Tais transformações marcam tanto a organização espacial, quanto a história de Campinas. Nesse contexto, o Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas (CONDEPACC), o departamento de história da Unicamp e a FAPESP deram início, em 2005, à produção do Inventário do Centro Histórico Expandido de Campinas, com o objetivo de catalogar esses imóveis e servir-lhes como ferramenta de preservação. No entanto, a maioria dos estudos de tombamento abertos através do Inventário foram desfigurados e arquivados. A presente pesquisa, através de estudo documental desses processos renegados, visitas de campo aos imóveis e do debate historiográfico em relação ao arquivo, ao patrimônio, à memória e ao esquecimento, passou a tratar o inventário também como ferramenta historiográfica. Como resultado, construiu-se o termo não-patrimônio como sugestão de categoria dos estudos patrimoniais para caracterizar os processos de estudo de tombamento arquivados, mas plenamente funcionais enquanto fontes narrativas da História.
      PubDate: 2020-03-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v8i8p138-173
      Issue No: Vol. 8, No. 8 (2020)
       
  • Religião e Esporte Midiatizado

    • Authors: João Guilherme Züge
      Pages: 173 - 196
      Abstract: Tendo como base teórica a História Cultural, o presente trabalho visou analisar o papel da mídia e, mais especificamente, do esporte midiatizado na constituição da identidade de Atletas de Cristo (ADC), no período entre os anos de 1994 e 2005. A organização paraeclesiástica, composta por atletas evangélicos (protestantes históricos, pentecostais e neopentecostais), tem como intuito central o proselitismo entre esportistas, sobretudo através da lógica do testemunho na mídia. Essa proposta passou a ser, então, como buscamos evidenciar neste artigo, profundamente marcada pela lógica midiática, tanto de maneira discursiva, quanto na estrutura e manutenção do próprio grupo. Esse papel da mídia foi analisado a partir de um conjunto de 12 edições do Jornal de Atletas de Cristo, principal veículo de expressão do grupo no período em questão. Dentre os resultados obtidos neste breve estudo de caso está uma possível contribuição para o estudo do papel do esporte midiatizado na construção identitária deste grupo religioso.
      PubDate: 2020-03-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v8i8p174-197
      Issue No: Vol. 8, No. 8 (2020)
       
  • Reflexões sobre a presença do Movimento Negro Contemporâneo (1960-1990)
           em Livros Didáticos (2008, 2011 e 2014)

    • Authors: Vitor Emanuel Maia Ferreira
      Pages: 198 - 235
      Abstract: Partindo das contribuições teóricas de Chartier (1991), Hall (2016) e Ricouer (2007) acerca do conceito “representação”, o presente trabalho utilizou como objeto 18 volumes de livros didáticos (e cada um destes de uma coleção distinta) aprovados e reeditados pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) nos anos de 2008, 2011 e 2014 e destinados ao último ano do Ensino Fundamental. Procurou-se identificar nestes os tratos dispensados à experiência afro-brasileira no pós-abolição, especificamente no recorte das atividades do Movimento Negro Contemporâneo aqui por nós entendido como entre 1970 e 2000. Tal adoção temporal se justifica por permitir que outras variantes de resistência sejam identificadas para além do modo institucionalizado que tem seu início marcado tradicionalmente em 1978 com o surgimento do Movimento Negro Unificado (MNU). Ademais, estende-se o recorte de análise dos livros didáticos até 1960. Tal ação se justifica por permitir que nos atentemos para as atividades estadunidenses semelhantes que se intensificam sobretudo nas décadas de 50 e 60 e, assim, apontar de que maneira a narrativa didática a aborda. Concluído tal movimento, torna-se possível sustentar algumas propostas, como: preferências sobre o que é entendido como “movimento social”, o que se desdobra na continuidade de “valores” que eram forçosamente propostos pelo Regime Militar (1964-1985) vigente no período. Assim, pretende-se apontar para a afirmação de que o Movimento Negro Contemporâneo brasileiro carece de maior espaço nas coleções didáticas para que se atribua a luta do Movimento Negro maior sentido de longevidade e continuidade.
      PubDate: 2020-03-09
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v8i8p198-235
      Issue No: Vol. 8, No. 8 (2020)
       
  • A Batalha pela memória: o papel dos anarquistas nas
           Revoluções Russa e Ucraniana

    • Authors: Davi Luiz Paulino
      Pages: 236 - 243
      Abstract: A presente resenha tem por objetivo abordar a obra Os Anarquistas Russos, os Sovietes e a Revolução de 1917, de Alexandre Skirda, propondo inseri-la no debate historiográfico acerca das Revoluções Russa e Ucraniana e tratando, principalmente, do papel desempenhado pelos anarquistas e suas referidas organizações. Partindo disso, o autor analisará temas como o desenvolvimento das comunidades camponesas russas sob o regime czarista, a constituição do pensamento anarquista e a referida atuação dos libertários durante as revoluções. O livro de Skirda dialoga com a historiografia tradicional sobre a Revolução Russa, propondo um novo olhar para atuação dos diversos grupos que participaram desse processo e amparando-se metodologicamente, a nosso ver, na concepção braudeliana de História, preocupada em compreender o impacto das estruturas de longa duração no contexto revolucionário, ao mesmo tempo em que aborda a ação dos trabalhadores e camponeses.
      PubDate: 2020-03-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v8i8p236-246
      Issue No: Vol. 8, No. 8 (2020)
       
  • Fazer aquilo que ninguém mais faz

    • Authors: Pedro José de Carvalho Neto, Matheus de Paula Silva, Letícia Oliver Fernandes
      Pages: 245 - 282
      PubDate: 2020-03-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v8i8p245-282
      Issue No: Vol. 8, No. 8 (2020)
       
  • A História Pública que queremos

    • Authors: Pedro José de Carvalho Neto, Matheus de Paula Silva, Letícia Oliver Fernandes
      Pages: 283 - 331
      PubDate: 2020-03-17
      DOI: 10.11606/issn.2318-8855.v8i8p283-331
      Issue No: Vol. 8, No. 8 (2020)
       
 
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