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Revista de Educação Geográfica
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  This is an Open Access Journal Open Access journal
ISSN (Print) 2184-0091
Published by Universidade do Porto Homepage  [18 journals]
  • Revista de Educação Geográfica, n.º 3

    • Authors: António Costa
      PubDate: 2018-04-27
       
  • Capa interna

    • Authors: António Costa
      PubDate: 2018-04-27
       
  • Índice

    • Authors: António Santos Costa
      PubDate: 2018-04-27
       
  • Ficha Técnica

    • Authors: António Santos Costa
      PubDate: 2018-04-27
       
  • Editorial

    • Authors: Laura Soares, Elsa Pacheco
      PubDate: 2018-04-27
       
  • (Des)Encontros com a Indisciplina

    • Authors: Paulo Lemos
      Abstract: Atualmente, a indisciplina é um dos maiores problemas das escolas. Considerada pela comunidade científica como um dos principais obstáculos do processo pedagógico, é responsável pela instabilidade emocional e profissional dos professores e compromete, grosso modo, as aprendizagens dos estudantes. Apresenta-se, por isso, como um dos fatores que mais interfere na relação pedagógica, motivando uma permanente tensão que quase impossibilita a (re)construção de um clima relacional que permita o desenvolvimento eficaz e seguro do processo de ensino-aprendizagem. Partindo destas premissas, e reconhecendo que o(s) professor(es) contribui(em) para o processo de formação e socialização dos alunos e que estes colaboram também na sua contínua formação, foi nossa intenção identificar os comportamentos de indisciplina mais frequentes em sala de aula e compreender como procedem alunos e professores perante os mesmos. Para o efeito, recorremos à aplicação de um inquérito por questionário (alunos) e de entrevistas semiestruturadas (professores).Assim, interrogamo-nos: que regras vigoram na sala de aula e quem as dita e define' Que posições adotam professores e alunos em relação à (in)disciplina' Afinal, quem é o aluno indisciplinado e como é percecionado pelo(s) professor(es)'Os resultados comprovam que a indisciplina é uma realidade socialmente construída, uma mensagem cultural. Perante esta, os professores atuam de formas muito dissemelhantes, recorrendo, normalmente a processos coercivos, que abarcam desde a repreensão ou chamadas de atenção até à expulsão do(s) aluno(s) da sala de aula. A sua principal preocupação não é entendê-la. É eliminá-la!Cientes da complexidade do fenómeno, a nossa intenção não é expor soluções para todas as situações que envolvem este fenómeno escolar e social, mas dar um novo alento a discussões que podem relevar novas possibilidades de (re)pensar a indisciplina.
      PubDate: 2018-04-27
       
  • Avaliação Externa e o Exame Nacional de Geografia A - breve
           contextualização sobre a sua pertinência

    • Authors: Júlio Rocha
      Abstract: No sistema de ensino, as questões de avaliação sempre tiveram um papel central. Quando falámos em avaliação, de facto surge-nos a ideia de que esta tem tido uma importância crescente na área da educação escolar, na vida dos alunos, mas também na vida de professores e famílias. Aliás, a avaliação surge como indispensável e inerente à escola, pois apresenta-se como forma de julgar o progresso de um aluno e de o situar relativamente aos outros e ao seu desenvolvimento individual, sendo o processo necessário para permitir que o aluno progrida. Neste sentido, começam a surgir diversas conceções ligadas à avaliação, como é o caso da formativa que se distingue da sumativa, com cariz mais rígido e que se prende não com a mediação e diagnóstico de aprendizagens, mas antes como prova de uma aquisição conclusiva de conhecimentos. Neste artigo debruçamo-nos sobre a avaliação sumativa externa, pois é a que tem dado origem a maior controvérsia. Falámos especificamente dos exames nacionais e, mais concretamente, dos Exames Nacionais de Geografia A, sobre os quais se debruçou a nossa investigação. Como conclusão mais pertinente, não contrariando a ideia de que a avaliação é fundamental no sistema de ensino, consideramos que nos moldes em que a avaliação externa, nomeadamente os exames nacionais, estão a ser implementados, rapidamente se tornam injustos e de cariz muito generalista.
      PubDate: 2018-04-27
       
  • Geografia e as suas representações por alunos do 3º ciclo
           do ensino básico

    • Authors: Hugo Peixoto
      Abstract: As representações preconcebidas que os alunos do 3.º Ciclo do Ensino Básico têm da Geografia, devem ser consideradas e (re)trabalhadas no contexto das práticas pedagógicas que o professor necessitará de implementar ao longo do ano letivo. Com efeito, as perspetivas que cada aluno foi adquirindo ao longo da sua socialização, influenciam a forma como cada um interpreta não só a importância da disciplina no seu percurso escolar como a sua relevância no quotidiano, podendo condicionar a sua motivação, desempenho e resultados. Assim, o professor de Geografia não só tem a responsabilidade de definir a(s) metodologia(s) que melhor se adeqúem à aprendizagem dos conteúdos programáticos considerando o público-alvo, como deve ser capaz de transmitir a mais-valia da Geografia na construção dos seus valores ideológicos e sociais, ajudando-os a interpretar a sociedade de uma forma mais abrangente e inclusiva. Este artigo aborda precisamente as representações dos alunos sobre a disciplina de Geografia, visando compreender a sua perceção sobre esta área disciplinar, assim como perceber a evolução de ideias pré concebidas que entretanto foram trabalhadas na sala de aula ao longo do ano letivo. Foi utilizada uma metodologia de trabalho que incidiu na aplicação de inquéritos por questionário, adicionada a outros instrumentos qualitativos aplicados aos alunos do 3.º Ciclo do ensino básico, proporcionando desta forma uma leitura mais sustentada das suas configurações sobre a disciplina. Os resultados obtidos demonstram que os alunos consideram a Geografia uma disciplina importante para a compreensão da sociedade e para a sua formação enquanto cidadãos integrados num mundo cada vez mais complexo, globalizado e desagregado.
      PubDate: 2018-04-27
       
  • Elisabete Jacinto: uma professora ‘todo-terreno’

    • Authors: Laura Soares, Elsa Pacheco
      Abstract: Geógrafa (licenciada pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 1987), pós-graduada em Geografia Via Ensino, professora (até ao ano letivo 2002-2003), co-autora de manuais escolares (1995-1998) e de dois álbuns de Banda Desenhada (2003, 2007), assim como de um livro infanto-juvenil (2010) e um de fotografias legendadas em português e inglês onde a imagem nos revela 10 anos de vivências profissionais (2012), Elisabete Jacinto (Montijo, 8 de junho de 1964) é sobretudo conhecida pela sua atividade de piloto de todo-terreno (fig.1), tendo realizado diversas provas nacionais e internacionais (desde 1993), designadamente o famoso Rali Paris-Dakar, onde participou pela primeira vez em 1998.
      A sua personalidade, assente, na vontade de “perceber que podemos ir até onde queremos, que o limite está em nós”, faz com que, mesmo os seus passatempos e experiências traduzam o seu espírito de aventura, conduzindo-a a percursos submarinos (através do mergulho recreativo), a desafios aéreos (o pára-quedismo) ou a escaladas (Monte Branco, 2008), como que respondendo à necessidade de interiorizar as várias ‘geografias’ que nos rodeiam, na procura de “uma visão mais correcta do mundo”. Porque, como se pode ler na entrevista que apresenta no seu website, “Afinal de contas sou professora de Geografia
      PubDate: 2018-04-27
       
  • A geografia é uma ciência'

    • Authors: José Braga
      Abstract: Henri Baulig (1877-1962) foi um geógrafo francês. Aluno de Vidal de La Blache, destacou-se na Geografia física (Geomorfologia) apesar de conceder sempre importância à História. Após obter o Diplôme d’Études Supérieures em Geografia (1903), estudou nos Estados Unidos da América com William Morris Davis tendo aplicado e divulgado as suas ideias em França. Foi professor nas Universidades de Rennes (1912-1919) e Estrasburgo (1919-1947).Neste texto, publicado em 1948, discorre sobre a natureza da Geografia e, partindo da sua história, após o conflito mundial, interroga-se sobre o seu futuro. Chama a atenção para a antiguidade e originalidade da Geografia, tanto na forma e conteúdo como no método, dando relevo a Ritter e Humboldt. Nota a relação entre Geografia e História, o papel da Geografia como tronco de onde brotam outras disciplinas com autonomia e a forma como o Homem influencia a superfície terrestre. Conclui afirmando a importância do estudo das inter-relações dos fenómenos à superfície do planeta, das escalas, da descrição geográfica e do mapa: «O que é então, em definitivo, a Geografia' Podemos responder que é primeiro um método, ou, se preferirmos, uma forma de considerar as coisas, os seres, os fenómenos nas suas relações com a Terra: localização, extensão, variações locais e regionais de frequência ou de intensidade. Desde logo, o mapa é um instrumento indispensável, não somente de expressão, mas também de investigação. (...) também a Geografia se aplica a pensar as coisas e os acontecimentos terrestres em função da Terra, concebida não como um suporte inerte, mas como um ser dotado de uma atividade própria (...)»
      PubDate: 2018-04-27
       
  • Ser professor de Geografia no século XXI Apontamentos da conferência
           proferida no II Encontro de Ensino de Geografia da UP

    • Authors: Emília Sande Lemos
      Abstract: Do meu primeiro dia de aulas só me lembro que levei comigo uma boneca que não pude levar no dia seguinte (...). À medida que íamos chegando entrávamos para uma enorme sala que tinha dois pólos de atracção: as janelas que davam para o jardim e os mapas que cobriam as paredes. Eu já tinha visto mapas em livros mas não mapas tão grandes como os que havia no colégio. Os nossos dias começavam por uma hora de estudo que eu ocupei sempre a olhar para os mapas...
      ANDRESEN, Sophia de Mello Breyner
      PubDate: 2018-04-27
       
  • Um story map da viagem de Lopes Mendes à Amazónia em 1882/83

    • Authors: Elsa Pacheco, António Costa, Jorge Fernandes Alves
      PubDate: 2018-04-27
       
 
 
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