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Journal Cover Revista de Ciência Veterinária e Saúde Pública
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  This is an Open Access Journal Open Access journal
   ISSN (Online) 2358-4610
   Published by Universidade Estadual de Maringá Homepage  [6 journals]
  • CARDIOMIOPATIA HIPERTRÓFICA EM GATO DA RAÇA PERSA: RELATO DE
           CASO

    • Authors: Andrei Kelliton Fabretti, Raquel Carolina Siqueira, Rafael Oliveira Chaves, Patrícia Mendes Pereira
      Pages: 17 - 20
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33148
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • AVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO SOBRE ZOONOSES DE ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DO
           MUNICÍPIO DE JABOTICABAL/SP

    • Authors: Ana Paula Rodomilli Grisolio, Manoela Macedo, Gabriella de Souza, Aiuna Pinheiro, Gabriel Moreira, Vinicius Góes, Maurício Iozzi, Sônia Maria, Isabela Leirão, Mirelle Picinato, Adolorata Carvalho
      Pages: 20 - 23
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33163
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • AVALIAÇÃO DA POPULAÇÃO DE CÃES E GATOS E SUA DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL
           EM RELAÇÃO À CONDIÇÃO DE RISCO DE TRANSMISSÃO DE DOENÇAS

    • Authors: Ana Paula Rodomilli Grisolio, Mirelle Picinato, Juliana Nunes, Adolorata Carvalho, Antonio Ferraudo
      Pages: 24 - 27
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33162
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • ASPECTOS DA RELAÇÃO PARASITO-HOSPEDEIRO ESTABELECIDA ENTRE Trichodina
           heterodentata E GIRINOS DE Rhinella schneideri

    • Authors: Gabriela Pala, Lindomar Oliveira Alves, Gustavo Moraes Ramos Valladão, Estevam Guilherme Lux Hoppe, Fabiana Pilarski
      Pages: 28 - 31
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33164
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA: RELATO DE DOIS CASOS

    • Authors: Andrei Kelliton Fabretti, Raquel Carolina Siqueira, Rafael Oliveira Chaves, Patrícia Mendes Pereira
      Pages: 32 - 35
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33130
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • MICROBIOTA ANAERÓBIA NO SULCO GENGIVAL DE BOVINOS, DETECTADA PELA
           REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE

    • Authors: Júlia Rebecca Saraiva, Ana Carolina Borsanelli, Elerson Gaetti Jardim Junior, Iveraldo dos Santos Dutra
      Pages: 36 - 39
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33134
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • Mycoplasma sp. em macaco-prego-dourado (Sapajus flavius) do Estado da
           Paraíba

    • Authors: Ayodhya Cardoso Ramalho, Ricardo Romão Guerra, Anna Claudia Baumel Mongruel, Odilon Vidotto, Ricardo Barbosa Lucena, Monalisa Farias Guerra, Thallithá Samih Jayme Wischral Vieira, Rafael Felipe da Costa Vieira
      Pages: 40 - 43
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33136
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • Aspergilose em gaivotas, Larus dominicanus, no litoral do Paraná, sul
           do Brasil

    • Authors: Júlia Boldrini Tinel, I. G. Domiciano, D. F. Nóbrega, A. Rocha, L. Koproski, C. Domit, A. P. F. R. L Bracarense
      Pages: 44 - 47
      Abstract: Os fungos do gênero Aspergillus são filamentosos saprófitos, considerados agentes infecciosos oportunistas que acometem o homem e outros animais, principalmente imunossuprimidos (SEYEDMOUSAVI et al., 2015). Em aves, A. fumigatus é o principal patógeno registrado em trato respiratório (TELL, 2005). 
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33139
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • LESÕES HISTOPATOLÓGICAS PROVOCADAS PELO PARASITISMO POR Lamproglena
           monodi (COPEPODA: LERNAIEDAE) EM BRÂNQUIAS DE TILÁPIA-DO-NILO

    • Authors: Gabriela Pala, Lindomar Oliveira Alves, Jaqueline Custódio da Costa, Suzana Kotzent, Thais Heloísa Vaz Farias, Estevam Guilherme Lux Hoppe, Fabiana Pilarski
      Pages: 48 - 51
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33158
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • PERFIL EPIDEMIOLÓGICO E ASPECTOS CLÍNICO-LABORATORIAIS DA TUBERCULOSE
           ENTRE CASOS NOTIFICADOS NO MUNICÍPIO DE UMUARAMA/PR, DURANTE ANO DE 2015.
           

    • Authors: Priscilla Luisa Arcego, Liliam Carla Cardoso, Gilneia da Rosa, Mayara da Silva Trentim, Ricardo Magalhães, Luiz Sérgio Merlini
      Pages: 52 - 55
      Abstract: Saúde Pública  Palavras-chave: Epidemiologia, aspectos laboratoriais, Mycobacterium tuberculosis. Introdução A Tuberculose é uma doença infecciosa e transmissível, causada pelo bacilo aeróbico Mycobacterium tuberculosis ou por qualquer uma das sete espécies que integram o complexo Mycobacterium tuberculosis. Essa espécie afeta prioritariamente os pulmões, embora possa acometer outros órgãos. A apresentação pulmonar, além de ser mais frequente, é também a mais relevante para a saúde pública, pois é a principal responsável pela transmissão da doença (SILVA et al., 2011). Há uma década, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a tuberculose em estado de emergência no mundo, onde ainda é a maior causa de morte por doença infecciosa em adultos. Segundo estimativas da OMS, dois bilhões de pessoas correspondendo a um terço da população mundial está infectada pelo Mycobacterium tuberculosis. Destes, 8 milhões desenvolverão a doença e 2 milhões morrerão a cada ano. O Brasil ocupa o 15º lugar entre os 22 países responsáveis por 80% do total de casos de tuberculose no mundo. Estima-se uma prevalência de 50 milhões de infectados com cerca de 111.000 casos novos e 6.000 óbitos, ocorrendo anualmente (BRASIL, 1999).Segundo dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação, em 2001, foram notificados 81.432 casos novos correspondendo a um coeficiente de incidência de 47,2 / 100.000 habitantes. Com relação ao encerramento do tratamento 72,2% receberam alta por cura, 11,7% representa abandono de tratamento, 7,0% de óbito, e 9,1% de transferência. As metas internacionais estabelecidas pela OMS e pactuadas pelo governo brasileiro são de descobrir 70% dos casos de tuberculose estimados e curá-los em 85% (BRASIL, 2007).  Material e métodos  Foi analisado através do controle clínico e epidemiológico os casos notificados de Tuberculose (TB) no Município de Umuarama, Estado do Paraná, com referências dos dados da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) por meio da sua Divisão Vigilância Epidemiológica, no período de janeiro  a dezembro de 2015. Foi realizado estudo epidemiológico descritivo retrospectivo, qualitativo e quantitativo, no qual foi avaliada de forma indireta a qualidade do Programa de Controle da Tuberculose (PCT), coordenado pelo serviço municipal de saúde e o perfil dos casos notificados de Tuberculose, através de análise dos dados das variáveis quantitativas e qualitativas (sexo; faixa etária; escolaridade; tipo de entrada; residência; área de residência; forma clínica; primeira e segunda baciloscopias do escarro; cultura de escarro; e desfecho) e de incidência de Tuberculose (TB) neste período, foi utilizada a base de dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/NET). Resultados e Discussão  Durante o período pesquisado, foram confirmados e notificados 79 casos de Tuberculose no SINAN, sendo 35 casos em 2013 e 44 casos em 2014. A faixa etária que observou-se maior concentração foi em adultos entre 40 a 49 anos, 22 (27,84%). Segundo à escolaridade, 16 (20,25%) possuía o Ensino Fundamental de 1ª a 4ª Série incompleto. A tuberculose teve maior frequência na raça branca com 41 (51,90%) dos casos. Houve um maior acometimento da doença na zona urbana com 74 (93,67%) dos casos confirmados seguido da zona rural com 03 (3,79%). A forma pulmonar foi a mais comum ao longo do período estudado, com 57 (72,15%) das ocorrências, enquanto 20 apresentaram a forma extrapulmonar isolada da doença, representando (25,32%) dos casos, os restantes 02 (2,53%) apresentaram a forma pulmonar mais extrapulmonar.  A baciloscopia de escarro é o exame mais indicado para confirmação do diagnóstico da tuberculose pulmonar, e foi realizada na 1ª amostra em 50 pacientes (63,29%), das quais, 12 (15,19%), apresentaram baciloscopia positiva. Apenas 36 (45,57%) dos 79 casos notificados realizaram baciloscopia de 2ª amostra, sendo encontrada positividade em 06 (7,60%) dos casos. A radiologia de tórax teve uma abrangência em 81% dos pacientes. Barros et al. (2014), em estudo transversal e retrospectivo realizado no município de Campina Grande, PB, no período de 2001 a 2010, foram notificados 214 casos de tuberculose extrapulmonar, perfil para sexo masculino (52,8%), idade entre 20 e 39 anos (48,4%), raça branca (44,4%) e com ensino fundamental incompleto (39,3%), dados que corroboram com este estudo, assim como Mascarenhas et al. (2005), em estudo no município de Piripiri, PI, verificaram predomínio da doença para sexo masculino (61,4%), adultos jovens (40,2%) e analfabetos (68,4%). A incidência foi de 82,4 casos por 100.000 habitantes, 93,1% apresentaram tuberculose pulmonar, 75,5% apresentaram resultado positivo para baciloscopia, radiologia torácica foi empregada em 34,5% dos enfermos, com evolução de 91,7% e dez casos de óbito (6,9%) e apenas um caso de abandono (0,7%). A predominância dessa forma clínica é explicada pelo fato de os pulmões serem o local preferencial para a instalação do M. tuberculosis, por apresentarem altas concentrações de oxigênio (VERONESI; FOCACCIA, 2005). Conclusões Os resultad...
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33169
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • CONDIÇÕES HIGIÊNICO-SANITÁRIAS DO COMÉRCIO AMBULANTE DE ALIMENTOS NO
           MUNICÍPIO DE UMUARAMA, PARANÁ, BRASIL

    • Authors: Gilneia da Rosa, Janaina Alves Magalhães, Simone dos Santos Carvalho, Vanessa Augusto Praça Julião, Mayara da Silva Trentim, Luiz Sérgio Merlini, Priscilla Luisa Arcego, Ricardo Magalhães, Arianne Peruzo Pires Gonçalves
      Pages: 56 - 59
      Abstract: Saúde Pública Palavras-chave: Condições higiênico sanitárias, comércio ambulante, alimentos. Introdução  O comércio de alimentos preparados e comercializados por vendedores ambulantes tem aumen­tado significativamente no Brasil, porém, essa mudança de hábito pode constituir um alto risco para a saúde dos consumidores, visto que as pessoas envolvidas nessa atividade geralmente não possuem um preparo para a manipulação adequada dos alimentos e desconhecem as boas práticas de manipulação dos mesmos, os pratos são expostos a contaminação ambiental e na maioria das vezes, armazenados sem refrigeração, não tendo garantia de inocuidade (PARISSENTI et al., 2013). A preocupação com a segurança alimentar vem crescendo nos últimos anos, assim como programas que assegurem à população produtos que não sejam prejudiciais à saúde. Essa questão, que a princípio envolvia basicamente a disponibilidade e possibilidade de acesso da população ao alimento, está sendo discutida também em função dos riscos causados por esses mesmos alimentos (MALLON & BORTOLOZO, 2004). A ocorrência de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs) vem aumentando de modo significativo em nível mundial, vários são os fatores que contribuem para a emergência dessas doenças, entre os quais destacam-se: o crescente aumento das populações; a existência de grupos populacionais vulneráveis ou mais expostos; o processo de urbanização desordenado e a necessidade de produção de alimentos em grande escala. Contribui ainda, o deficiente controle dos órgãos públicos e privados no tocante a qualidade dos alimentos ofertados as populações (BRASIL, 2010). Material e métodos Foram avaliados 28 pontos de comercialização de alimentos servidos nas ruas na cidade de Umuarama, PR, por pesquisa observacional de aspecto qualitativo, no ano de 2015. Os pontos de vendas analisados foram os mais movimentados da cidade através de análise visual e check-list, elaborado de acordo com a Resolução n°275 (BRASIL, 2002), para verificação das condições higiênico-sanitárias, referentes às edificações e instalações, manipuladores e produção dos alimentos. Para determinação dos resultados, utilizaram-se valores numéricos, onde se calculou em percentual cada item analisado de conformidade e não conformidade. Resultados e Discussão  O perfil dos vendedores ambulantes mostrou que 68% são do sexo masculino e 32% do sexo feminino, em relação à faixa etária dos entrevistados, verificou-se que 57% apresentavam idade entre 36 e 50 anos, e 43% entre 18 e 35 anos. A formação escolar dos entrevistados variou entre 1ª a 4ª série com 18%, até a 8ª série 43% e 2º grau completo com 39%. Em estudos realizados por Abreu et al. (2011), demonstram resultados semelhantes, em que, o grau de escolaridade entre os manipuladores era de 25% com ensino fundamental e 66,66% com ensino médio. Esta realidade revela uma característica importante, pois, alguns conhecimentos em relação à riscos e contaminação alimentar são adquiridos no ensino fundamental e médio.Em estudo realizado por Silva et al. (2005), evidenciaram a relação direta entre a formação dos vendedores e a condição higiênica sanitária no manuseio de alimentos e produtos comercializados, uma vez que o nível educacional configura um dos principais determinantes do risco à saúde associado à comida de rua.Verificou-se que 50% dos locais avaliados, não possuíam local adequado com água corrente para lavagem das mãos e utensílios, em 79% dos locais havia presença de insetos, seguido de procedimento inadequado de higienização do local com 68%. As falhas nos procedimentos de higienização de equipamentos e utensílios permitem que os resíduos aderidos aos equipamentos e superfícies se transformem em potencial fonte de contaminação cruzada e risco de toxinfecção alimentar aos consumidores.A limpeza de bancadas e superfícies, em 57% dos estabelecimentos, é realizada de maneira adequada. E em relação a existência de acúmulo de lixos, 65% estão em conformidade, quanto ao procedimento de lavagem das mãos, 89% estão em não conformidade, sendo que 79% não utilizam papel toalha para secagem das mãos. As mãos dos manipuladores de alimentos podem constituir fonte potencial de patógenos em serviços de alimentação (ABREU et al., 2011).Todos os ambulantes apresentavam-se em bom estado de saúde, no entanto apenas 36%, afirmaram realizar exames periódicos. Em relação à utilização de uniformes, apenas 15% utilizavam, a maioria não usava avental ou jaleco. Na avaliação do asseio pessoal, 68% apresentavam unhas curtas e sem esmalte e 79% não utilizavam adornos. Cabe destacar, que tais resultados são relevantes, uma vez que as unhas e os adornos são considerados grandes veículos de contaminação alimentar. Em se tratando do uso das luvas, 61% não utilizavam, 100% dos vendedores ambulantes não utilizavam máscaras, e 64% não utilizavam toucas, apenas 46% dos manipuladores não ma...
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33170
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • FREQUÊNCIA DE HUMANOS E CÃES COM ANTICORPOS ANTI-T. gondii EM ÁREA
           URBANA DE LONDRINA, PARANÁ.

    • Authors: Ana Carolina Miura, Aline Do Nascimento Benitez, Thais Cabral Monica, Nelson Jessé Rodrigues dos Santos, Marcelle Mareze, Fernanda Pinto Ferreira, Ana Sue Sammi, Thais Agostinho Martins, Michelini Sayhun Romanelli, Regina Mitsuka-Breganó, Roberta Lemos Freire, Italmar Teodorico Navarro
      Pages: 60 - 62
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33181
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • MICROBIOTA PSICROTRÓFICA DETERIORANTE PROTEOLÍTICA E LIPOLÍTICA DO
           LEITE CRU DA REGIÃO DE CASTRO-PR

    • Authors: Fernando de Godoi Silva, José Carlos Ribeiro Júnior, Aline Marangon de Oliveira, Francine Fernandes da Silva, Nayara Assis Augusto, Lorena Natalino Haber Garcia, Vanerli Beloti, Eric Hiroyoshi Ossugui, Ricardo Yudi Kurihara, Amanda Chagas da Silva, Pedro Irineu Teider Júnior
      Pages: 63 - 65
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33205
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • Toxoplasma gondii em roedores silvestres da Reserva Particular do
           Patrimônio Nacional Monte Sinai, Mauá da Serra, Paraná

    • Authors: Andressa Maria Rorato Nascimento de Matos, Atílio Sersun Calefi, Eloiza Teles Caldart, Jonatas Campos de Almeida, Thais Bastos Zanata, Luiz Daniel Barros, Willian Luis Cunha, João Luis Garcia
      Pages: 66 - 69
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33209
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • PRIMEIRO RELATO DE Trichodina heterodentata(CILIOPHORA: TRICODINIDAE)
           PARASITANDO GIRINOS DE RÃ-TOURO

    • Authors: LINDOMAR DE OLIVEIRA ALVES, Gabriela Pala, Estevam Guilherme Lux Hoppe, Fabiana Pilarski
      Pages: 70 - 73
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33211
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • BACTÉRIAS ÁCIDO LÁTICAS ISOLADAS DE LEITE CRU DE CABRA COM ATIVIDADE
           ANTAGONISTA A BACILLUS CEREUS E PSEUDOMONAS SPP.

    • Authors: LORENA NATALINO HABER GARCIA, FRANCINE FERNANDES DA SILVA, JULIANA MAREZE, ALINE MARANGON DE OLIVEIRA, ERIC HIROYOSHI OSSUGUI, FERNANDO DE GODOI SILVA, PEDRO IRINEU TEIDER JUNIOR, JOSÉ CARLOS RIBEIRO JUNIOR, VANERLI BELOTI, JULIANA RAMOS PEREIRA, JULIANA RAMOS PEREIRA, EDSON ANTONIO RIOS, EDSON ANTONIO RIOS, NAYARA ASSIS AUGUSTO, NAYARA ASSIS AUGUSTO
      Pages: 74 - 76
      Abstract: Introdução  O leite de cabra e seus derivados possuem um inegável apelo comercial devido ao seu status de “alimento saudável”. Essa classificação é justificada pelos seus componentes nutricionais e pela aceitação dos consumidores alérgicos ao leite de vaca. O leite caprino possui micelas menores de caseína bem como glóbulos de gordura, sendo este composto por ácidos graxos de cadeia curta, facilitando assim sua digestibilidade. Outra característica importante é a baixa quantidade de αs1-caseína no leite de cabra,que reduz a probabilidade de promover alergia aosconsumidores (RIBEIRO, 1997).O leite caprinocomo o bovino, proporciona o desenvolvimento de bactérias benéficas, como as bactérias ácido-láticas (BAL). Este grupo caracteriza-se por serem Gram positivas, não formadoras de esporos, catalase negativas, anaeróbicas, aero e ácido tolerantes, além de possuírem metabolismo fermentativo, sendo o ácido lático o principal produto final (CARR, et al., 2002).As BAL produzem diversas substâncias com características sensoriais importantes na fabricação de derivados do leite como o queijo e o iogurte, bem como substâncias antimicrobianas capazes de interferir no metabolismo de desenvolvimento e multiplicação de bactérias patogênicas, sendo as principais: os ácidos orgânicos, que diminuem o pH, peróxido de hidrogênio, CO2, diacetil e bacteriocinas, que tornam o meio desfavorável para o crescimento de patógenos e algumas bactérias deteriorantes; (O'SULLIVAN et al, 2004).Dentre as bactérias patogênicas potencialmente presentes no leite, destacam-se os Bacillus cereus, e Pseudomonas spp., que além de patógenos são importantes deteriorantes do leite, produzindo enzimas proteolíticas e lipolíticas resistentes ao tratamento térmico. BAL têm demonstrado potencial antagonista contra tais patógenos, e esse potencial tem sido utilizado no controle biológico em alimentos,As pesquisas, no entanto, são mais frequentes com BAL originadas de leite bovino, sendo escassas as pesquisas no leite de outros animais. Neste trabalho, estudou-se as BAL autóctones do leite de cabra, e o potencial antagonista destasfrente aos patógenos e deteriorantes do leite Bacillus cereus e Pseudomonas spp. Material e métodos AsBAL foram isoladas de 32 amostras de leite de cabra coletadas de 8 propriedades do estado do Paraná, com 4 repetições totalizando 247 culturas.Para verificar a atividade antagonista foi empregada a metodologia spot-on-the-lawn, com modificações (LEWUS, C.B. e MONTVILLE, T.J., 1991).Para cada amostra foram realizadas quatro placas de Lactobacilli MRS Broth (MRS, Acumedia®, USA), sendo uma duplicata para cada patógeno. Foram semeadas pontualmente, até oito culturas de BAL por placa e posteriormente incubadas a 25°C por 24h. Após este período cada duplicata de placas recebeu aproximadamente 8 ml de sobrecamada de ágar Brain-Heart Infusion Agar (BHI, Acumedia®, USA) semi sólido (0,8 % de ágar), contendo um dos patógenos, na concentração aproximada de 3 x 108 UFC/ml (escala 1 de Mc Farland). Após solidificação da sobrecamada, as placas foram incubadas a 35°C por 24h. Posteriormente à incubação, observou-se a formação de halos sem crescimento ao redor das colônias de BAL, halos bem definidos foram classificados como inibição total e halos difusos, foram classificados como inibição parcial. Resultados e Discussão  Das 247 culturas isoladas de BAL, 232 (93,93%) apresentaram atividade antagonista contra Bacillus cereus, sendo que 180 (72,87%) apresentaram inibição total, 52 (21,05%) inibição parcial e apenas 15 (6,08%) não apresentaram atividade antagonista frente a essa bactéria. Em relação a Pseudomonas spp. 224 (90,69%) culturas isoladas apresentaram atividade antagonista, sendo 193 (79,14%) de inibição total, 31 (12,55%) de inibição parcial e apenas 23 (9,31%) não apresentaram atividade antagonista frente a essa bactéria.Esse forte potencial antagonista observado, torna importante identificação genética das culturas isoladas, bem como a verificação do mecanismo antagônico utilizado por estas bactérias frente à Bacillus cereus e Pseudomonas spp., podendo ser utilizado futuramente para a produção de alimentos com bioprotetores, evitandoa incorporação de conservantes químicos, resultando numalimento de maior interesse para os consumidores por ser naturalmente preservado, apresentando-se mais saudável, seguro e com prazo de validade mais extenso. Conclusões As cepas de BAL isoladas de leite cru de cabra, utilizadas neste trabalho apresentam alta porcentagem de atividade antagonista tanto em relação aos Bacillus cereus quanto as Pseudomonas spp.São desejáveis estudos mais detalhados para a identificação de gêneros e espécies predominantes, bem como os mecanismos antagonistas utilizados pelas BAL contra os patógenos acima citados
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33220
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • PREVALÊNCIA DE ANTICORPOS ANTI-Trypanosoma spp. E ANTI-Leishmania spp. EM
           CAVALOS “BAIXADEIROS”

    • Authors: FERNANDA PINTO FERREIRA, Eloiza Teles Caldart, Danilo Rodrigues Barros Brito, Italmar Teodorico Navarro, Daniel Praseres Chaves, Eduardo Del Sarto Soares, João Luis Garcia
      Pages: 77 - 79
      Abstract: Introdução
      Baixada Maranhense está localizada na mesorregião norte do Estado do Maranhão, formada por vastas planícies baixas que alagam na estação das chuvas, criando enormes lagoas entre os meses de janeiro e julho, é também chamado de Pantanal Amazônico. Nessa região, destaca-se uma raça de cavalos nativos chamados "baixadeiros", caracterizados pelo pequeno tamanho, robustez, força e resistência para o trabalho (Chaves et al., 2015).O gênero Trypanosoma compreende espécies parasitas de peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos, transmitidos, principalmente, por vetores invertebrados hematófagos. As principais espécies causadoras de tripanossomíases em equinos são Trypanosoma equiperdum e Trypanosoma evansi, este útimo, é endêmico no Pantanal mato-grossense, devido a quantidade de animais, clima e condições ambientais que propiciam o desenvolvimento dos vetores. (Silva et al., 1995).A Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA), em cavalos, tem sido relatada em vários estados do Brasil desde os anos 50; no entanto, não há um padrão clínico característico, pápulas e nódulos, individuais ou múltiplas, lesões ulceradas, proliferativa ou crostas são descritos. No que diz respeito a leishmaniose visceral (LV), animais soropositivos foram encontrados em áreas endêmicas (FEITOSA et al., 2012). Contudo, o papel dos cavalos, como reservatório, não foi, definitivamente, elucidado (Soares et al., 2012).            Este estudo teve como objetivo determinar a soroprevalência de tripanossomíase e leishmaniose no cavalo “baixadeiro” na região Baixada Maranhense do Estado do Maranhão, Brasil. Material e métodos Um total de 138  amostras de sangue de equinos provenientes de Pinheiro, Arari, Anajatuba, Matinha, Viana e os municípios de São João Batista pertencentes à área protegida da Baixada Maranhense foram coletadas nos anos de 2011 a 2013 .Para a detecção de anticorpos anti - Leishmania spp, realizou-se a Reação de Imunofluorescência Indireta (RIFI) e o Ensaio Imunoenzimático (ELISA). consideraram-se positivas amostras com títulos superiores a 40 e com cutoff  maior que 0,3175 de absorbância, respectivamente.Para detecção de anticorpos anti – Trypanosoma spp, realizou-se, até o momento, o ELISA e foram consideradas positivas, amostras com absorbância maior que 0,327.Após o teste de ELISA, utilizou-se o programa MedCalc Statistical Software ( versão 13.2.0), para gerar a curva ROC (Receiver Operating Characteristic), e assim determinar a correção de cutoff de todas as placas.A associação estatística entre as soropositividades nos testes supracitados e as características dos equinos como gênero e idade foram analisadas com o programa Epi Info 3.4.1
      Resultados e Discussão  Dentre os 138 equinos estudados, 61,6% (85/138) eram fêmeas, com idade entre 7 meses a 10 anos (média de 49 meses).Quando testados para  Leishmania spp.,  25,4% (35/138) foram positivas no ELISA, 20,3% (28/138) na RIFI e 5,8% (8/138) nos dois testes. A frequência de animais reagentes foi superior ao encontrado em estudo com equinos na região de Araçatuba-SP, área endêmica para leishmaniose visceral, o qual observaram 14,59% de positividade nos animais testados (Feitosa et al.; 2012).Para Trypanosoma spp. 45,9% (62/138) foram reagentes.
      Estudos preliminares sobre a prevalência de T. evansi na região pantaneira foram desenvolvidos por Franke et al. (1994) e Dávila et al. (1999), os quais observaram uma prevalência de anticorpos de 9,6% e 79,2%, respectivamente.Observou-se associação estatística (p=0,0034) para Trypanosoma spp e Leishmania spp, através da técnica de ELISA, 33,12% (24/138) indicando reação cruzada entre os parasitas, ou ainda, uma possível coinfecção. A reação cruzada entre as espécies da família Trypanosomatidae é bastante comum, além de serem filogeneticamente próximos (Sundar e Rai; 2002), há também a possibilidade do cultivo desses agentes deixarem suas promastigotas menos mutáveis e com menor diferença antigênica. Conclusões Os resultados obtidos neste estudo sugerem que esta raça de cavalo está em contato com parasitas que causam as leishmanioses e as trypanossomiases, demonstrando a necessidade de uma investigação mais precisa sobre o real papel de cavalos nessas enfermidades, a fim de auxiliar nas medidas de controle da doença.
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33243
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • ALTERAÇÕES PATOLÓGICAS EM ADRENAIS DE CÃES: ESTUDO
           RETROSPECTIVO DE 80 CASOS

    • Authors: Elisângela Olegário Silva, Giovana Wingeter Di Santis, Selwyn Arlington Headley, Ana Paula FRL Bracarense
      Pages: 80 - 82
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33251
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • AVALIAÇÃO SANITÁRIA PARA LEPTOSPIROSE EM CÃES DE UM CASO DE
           ACUMULAÇÃO DE OBJETOS E ANIMAIS NO MUNICÍPIO DE CURITIBA-PR

    • Authors: Graziela Ribeiro Cunha, Evelyn Cristine Silva, Mara Lucia Gravinatti, Ana Carolina Yamakawa, Camila Marinelli Martins, Marilia Fátima Ceccon-Valente, Liana Ludielli Silva, Flavia Dias Martins, Diogo Ferraz, Dirciane Floeter, Maysa Pellizzaro, Alexander Welker Biondo
      Pages: 83 - 86
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33316
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • INIBIÇÃO DA PEROXIDAÇÃO LIPÍDICA PELO ÁCIDO FÍTICO EM EXPLANTES
           JEJUNAIS DE SUÍNOS EXPOSTOS AO DESOXINIVALENOL E FUMONISINA B1

    • Authors: Elisângela Olegário Silva, Leila Gertrudes Maidana, Juliana Rubira Gerez, Mirian S.N. Hohmann, Waldiceu Aparecido Verri, Ana Paula FRL Bracarense
      Pages: 87 - 89
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33253
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • INVESTIGAÇÃO DA FREQUÊNCIA, DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA E PERFIL DE
           ACUMULADORES DE OBJETOS E/OU ANIMAIS EM CURITIBA-PR

    • Authors: Graziela Ribeiro Cunha, Evelyn Cristine Silva, Ana Carolina Yamakawa, Camila Marinelli Martins, Fernando Ferreira, Marilia Fátima Ceccon-Valente, Liana Ludielli Silva, Flavia Dias Martins, Dirciane Floeter, Maysa Pellizzaro, Alexander Welker Biondo
      Pages: 90 - 93
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33318
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • DESCRIÇÃO DE LARVAS DE ODONATOS COMO RESERVATÓRIO DE Vorticella sp.:
           RISCO PARA SANIDADE DE CAMARÕES DE ÁGUA DOCE

    • Authors: LINDOMAR DE OLIVEIRA ALVES, Gabriela Pala, Thais Heloisa Vaz Farias, Estevam Guilherme Lux Hoppe, Fabiana Pilarski
      Pages: 94 - 97
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33322
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • PESQUISA DE ENTAMOEBA HISTOLYTICA E ANCYLOSTOMA DUODENALE EM MANIPULADORES
           DE ALIMENTOS DO MUNICIPIO DE UMUARAMA, PARANÁ

    • Authors: GILNEIA DA ROSA, VANESSA AUGUSTO PRAÇA JULIÃO, VALDECI MESSA, RICARDO MAGALHÃES, LUIZ SÉRGIO MERLINI, ARIANNE PERUZO PIRES GONÇALVES
      Pages: 98 - 101
      Abstract: Saúde Pública Palavras-chave: DTAs, enteroparasitoses, saúde única. Introdução As doenças veiculadas por alimentos são um grande problema de saúde única, estima-se que milhões de pessoas, em todo o mundo, estejam acometidas por doenças transmitidas  por alimentos, tanto nos países desenvolvidos como em desenvolvimento, tendo repercussões tanto a nível da saúde das populações como a nível do desenvolvimento econômico  dos países, pois acarretam incapacidade laboral e custos em tratamentos e hospitalizações (KÃFERTEIN e ABDUSSALAM, 1999). A maioria dessas doenças está ligada aos hábitos de higiene precários dos manipuladores, tanto pessoais como domésticos, à higienização, ao controle ambiental, entre outros (NOLLA e CANTOS, 2005).A principal forma de contaminação dos alimentos são os manipuladores, pois a microbiota das mãos e roupas podem ser provenientes do solo, água, poeira e muitos outros ambientes, e outras fontes importantes são as fossas nasais, a boca e a pele. Em condições muito  precárias de higiene, os microrganismos do trato gastrintestinal podem contaminar as mãos dos manipuladores e, consequentemente, os alimentos por eles preparados, o homem é, portanto, um dos principais vetores ou reservatório do processo de contaminação dos alimentos por microrganismos patogênicos, assim como por parasitas (SILVAet al., 2009). Material e métodos Foram realizados exames parasitológicos em 150 amostras de fezes de manipuladores de alimentos, todos do sexo feminino, com idade entre 22 a 63 anos, de 38 escolas públicas da cidade de Umuarama, PR, selecionadas aleatoriamente. Os critérios para a inclusão dos indivíduos na pesquisa foram: concordância em participar da investigação e prontificação em coletar as amostras de fezes. Cada participante recebeu o termo de consentimento livre e esclarecido, bem como uma aplicação de questionário padrão para avaliar as condições socioeconômicas, baseado em questões objetivas e de múltipla escolha de extrema relevância para o estudo:  faixa etária, sexo, renda familiar mensal, nível de escolaridade, número de pessoas residentes, condições de moradia, abastecimento de água, local das refeições, destino dos dejetos, instalações sanitárias, destino do lixo e hábito de ingerir frutas e verduras diariamente.            As amostras foram coletadas em frascos próprios para exame coprológico e conservadas temporariamente por resfriamento a 4°C. As análises foram realizadas no Laboratório de Medicina  Preventiva da Universidade Paranaense – UNIPAR, pelas técnicas de diagnóstico Hoffman, Pons e Janner, (sedimentação espontânea), em virtude de sua sensibilidade e viabilidade de execução, em seguida foi procedida a identificação ao microscópio.            Os resultados foram agrupados em tabelas, no programa Excel For Windows 2010. Foi empregado o teste Qui-quadrado,  para definir as relações entre as diversas características  relevantes da condição socioeconômica dos dois grupos e a presença ou não de parasitas. A hipótese testada baseou-se na independência entre as variáveis e o nível de significância para o teste em 5%.            Esta pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa Envolvendo Seres Humanos (CEPEH) da Universidade Paranaense (UNIPAR) sob parecer  nº 22383/2012. Resultados e Discussão  Das 150 amostras analisadas, todas apresentaram ausência de Entamoeba histolytica e Ancylostoma duodenale, 100% dos manipuladores de alimentos não usavam máscaras nem luvas, todos exerciam atividades de manipulação direta de alimentos,  como cozinheiros ou auxiliares de cozinha, em relação ao item abastecimento de água encanada e tratada, e ao destino dado aos dejetos e lixo doméstico, todos os indivíduos viviam em um ambiente provido desse saneamento básico.Diversos estudos são realizados, correlacionando enteroparasitoses com grupos de classes sociais, populações urbanas com rurais, faixa etária, sexo, e fatores de exposições para agentes contaminantes. Observa-se, na maioria desses estudos, uma maior prevalência nas comunidades com condições sanitárias precárias e em grupos de menor faixa etária (GAMBOA et al., 1998).O fato de encontrarmos ausência de enteroparasitas em nosso estudo, pode estar vinculado ao tratamento realizado na água do município, que inviabiliza as formas infectantes dos helmintos de alguns protozoários, além das condições de saneamento básico e ao intenso trabalho de controle e monitoramento domiciliar de parasitoses helmínticas efetuado, sendo o IDH (Índice do Desenvolvimento Humano) de Umuarama de 0,800, considerado alto pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e está entre os...
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33323
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • ESTUDO TRANSVERSAL DE Leptospira spp. EM CAPRINOS DO ESTADO DO
           PARANÁ, BRASIL.

    • Authors: Aline Kuhn Sbruzzi Pasquali, Roberta Torres Chideroli, Aline do Nascimento Benitez, Eloiza Teles Caldart, Fernanda Evers, Maíra Salomão Fortes, Fernanda Pinto Ferreira, Keila Clarine Monteiro, Lucienne Garcia Pretto Giordano, Roberta Lemos Freire, Júlio César de Freitas, Italmar Teodorico Navarro
      Pages: 102 - 105
      Abstract: Introdução  A leptospirose é uma zoonose de distribuição mundial provocada pela infecção por qualquer membro patogênico do gênero Leptospira, presente em praticamente todos os países. Com relação ao estado do Paraná, não há estudos epidemiológicos em caprinos, o que ressalta a importância da realização desse trabalho, tendo em vista que a leptospirose possui grande importância econômica e causa prejuízos diretos e indiretos aos animais de produção, dentre eles, os caprinos. Material e métodos  As amostras foram colhidas no período de abril a agosto de 2010, após assinaturas do termo de ciência e autorização pelos proprietários. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Uso de Animais da Instituição na qual se realizou o estudo (parecer CEUA nº 73/2009).  Todas as amostras de soro foram testadas para detecção de anticorpos anti Leptospira spp. frente a 22 sorovares de referência: Australis, Bratislava, Autumnalis, Butembo, Castellonis, Bataviae, Canicola, Fortbragg, Whitcombi, Cynopteri, Grippotyphosa, Hebdomadis, Copenhageni, Icterohaemorrhagiae, Panama, Pomona, Pyrogenes, Hardjo, Wolffi, Shermani, Tarassovi e Londrina 1 (L1). Foram considerados reagentes os soros que apresentaram pelo menos 50% de leptospiras aglutinadas a partir do título 100, e diluídos geometricamente na razão dois para determinação da diluição máxima positiva (FAINE et al., 1999). O provável sorovar infectante foi o que apresentou maior título aglutinante. Os soros que se apresentaram reagentes para mais de um sorovar na maior diluição foram considerados apenas regentes  para Leptospira interrogans. A análise estatística foi realizada com o programa EpiInfo 3.5.3 (DEAN et al., 1994). A significância estatística das variáveis foi analisada pelo teste de Qui-quadrado ou exato de Fisher, considerando-se um nível de significância de 5%. Utilizou-se como medida de associação o cálculo de Odds Ratio (OR), com intervalo de confiança (IC) de 95%. Resultados e Discussão  Dos 1055 soros caprinos analisados, 9,9% (104/1055; IC 95% 8,12-11,81%) foram reagentes para Leptospira spp. Os 104 soros reagentes apresentaram anticorpos com os seguintes títulos: 100 (72,1%; 75/104), 200 (14,4%; 15/104), 400 (10,6%; 11/104), 800 (1,9%; 2/104) e 1.600 (1,0%; 1/104). Os sorovares prevalentes mais prováveis foram Pyrogenes 21,15% (22/104), Hardjo 18,27% (19/104) e Bratislava 10,58% (11/104).Lilenbaum et al. (2007),  durante os anos de 2003 e 2004, observaram prevalência de 11,1% (111/1000) em um estudo no estado do Rio de Janeiro e Higino et al. (2012) no semiárido paraibano encontraram 8,7% (98/975) de caprinos reagentes, ambos os resultados foram próximos aos encontrados nesse trabalho.Santos et al. (2012), em Uberlândia – MG encontraram uma prevalência de anticorpos anti-Leptospira spp. em 31,30% (72/230) caprinos, sendo que 66,67% dos títulos  foram 100, resultado similar ao nosso (72,1%; 75/104 com título 100),  demonstrando a cronicidade dos animais reagentes nos estudos epidemiológicos. Esses achados, de cronicidade, mostram o risco de maior disseminação do agente a outros animais e humanos, pois estes caprinos com baixos títulos, podem ser portadores e eliminarem a bactéria ao meio ambiente, sem apresentarem sinais clínicos.No estado de São Paulo, Favero et al. (2002) observaram prevalência de 2,4% (15/616) de animais reagentes, sendo Pyrogenes o sorovar prevalente mais provável (21%), resultado similar ao deste estudo que foi 21,15%. Santa Rosa et al., (1980) isolaram este sorovar de animais silvestres no Brasil. No presente trabalho a variável presença de animais silvestres (p= 0,0095) (cervídeos p= 0,00005 e capivaras p= 0,0283) apresentou significância estatística. Sabe-se que animais silvestres são reservatórios do sorovar Pyrogenes, podendo ser fonte de infecção e disseminação do agente aos rebanhos.Martins et al. (2012) em estudo no Rio de Janeiro, observaram 42,7% dos caprinos reagentes ao sorovar Hardjo, resultados superiores ao encontrado em nosso estudo (18,27% - 19/104). O sorovar Hardjo pode apresentar como reservatório bovinos, ovinos e suínos, sendo que nesse estudo a presença de suínos apresentou significância estatística (p= 0,0003).O sorovar Bratislava foi o terceiro sorovar prevalente mais provável com 10,58% (11/104) dos caprinos reagentes, sendo que este apresenta como principais reservatórios, suínos, equinos e roedores. Lilenbaum et al. (2008), em estudo no estado do Rio de Janeiro, observaram prevalência inferior a encontrada em nosso estudo, com apenas 3,8% de animais reagentes. Pode-se concluir que os sorovares Hardjo e Bratislava estejam se mantendo nos rebanhos através da disseminação de suínos a caprinos e vice-versa, visto que, a presença de suínos apresentou significância estatística. Conclusões Neste estudo, o primeiro no estado, pôde-se observar que os sorovares prevalentes mais prováveis circulantes foram Pyrogenes e Hardjo. Estes sorovares apresentam como principais reservatórios animais silvestres e suínos respectivamente, sendo que a presença de ambos apresentou significância estatística, podendo estes serem os disseminadores dos sorovares em nosso estado.
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33255
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • ADENOCARCINOMA GÁSTRICO EM CÃO COM INFECÇÃO CONCOMITANTE POR
           HELICOBACTER SPP: RELATO DE CASO

    • Authors: Cristiane Azanha Carvalho, Giovana Wingeter Di Santis, Karriel Thandile Green, André Tobias, Brígida Kussumoto Alcântara, Pedro Luis Camargo, Alice Fernandes Alfieri, Ana Paula Frederico Rodrigues Loureiro Bracarense
      Pages: 106 - 109
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33324
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • PRÁTICA HOSPITALAR COMO FERRAMENTA PEDAGÓGICA E VOCACIONAL NA
           MEDICINA VETERINÁRIA

    • Authors: Cristiane Azanha de Carvalho, Wilmar Sachetin Marçal
      Pages: 110 - 113
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33325
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • EXPLANTES HEPÁTICOS COMO MODELOS EXPERIMENTAIS PARA AVALIAR
           HEPATOTOXICIDADE

    • Authors: Nadia Cristine Weinert, Weslem Garcia Suhett, Juliana Rubira Gerez, Leila Maidana, Ana Paula F. R.L. Bracarense
      Pages: 114 - 116
      Abstract: IntroduçãoPor apresentarem características semelhantes aos seres humanos, cada vez mais os suínos têm sido empregados como modelos animais em estudos laboratoriais. Estas similaridades são observadas em diversos sistemas orgânicos, sendo os sistemas gastrointestinal, cardiovascular e pulmonar os mais utilizados em pesquisas laboratoriais (GUILLOTEAU et al., 2010). Outros órgãos como a pele, o fígado e a vesícula biliar dos suínos também são utilizados em modelos experimentais para seres humanos (SWINDLE e SMITH, 1998).Embora apresente pequenas diferenças morfológicas, o fígado dos suínos tem um metabolismo semelhante ao dos humanos (SWINDLE e SMITH, 1998). Trabalhos relacionados à hemodinâmica hepática, metabolismo da glicose, lactato e glicerol foram desenvolvidos e validados em suínos (DROUGAS et al., 1996). Relato de caso A doença hepática em animais pode progredir rapidamente para a insuficiência, apesar da grande capacidade regenerativa do fígado. Assim, a avaliação precoce deste órgão possibilita maiores alternativas para iniciar a terapêutica necessária tanto em animais como em humanos hepatopatas. Atualmente, as micotoxinas representam um risco de contaminação ambiental, acarretando sérios prejuízos à saúde animal e consequentemente a saúde humana, principalmente causando hepatopatias. Essas toxinas podem estar presentes em diferentes tipos de alimentos, que constituem a principal fonte de exposição. As exposições podem ser monitoradas através do uso de biomarcadores, que elucidam a relação causa/efeito e dose/efeito na avaliação de risco à saúde para fins de diagnóstico clínico e laboratorial.De acordo com Sabino (1996), os alimentos estão sujeitos à contaminação por substâncias altamente tóxicas, cuja ingestão é capaz de causar sérios transtornos no organismo do homem e dos animais. Entre as diversas substâncias capazes de provocar danos à saúde estão as micotoxinas, que são produzidas em condições favoráveis e representam relevante perigo ao ser humano.A avaliação da exposição às micotoxinas constitui um importante aspecto para a saúde pública, tendo em vista a possibilidade de prevenir ou minimizar a incidência de doenças decorrentes da sua interação com o organismo.Em busca de alternativa à experimentação in vivo, desde a década de 30 estudos buscam desenvolver técnicas substitutivas ex vivo, entre estas podemos destacar o cultivo de explantes que é uma técnica ainda em aprimoramento, mas eficaz em pesquisas laboratoriais que se caracteriza pelo cultivo de fragmentos de órgãos colhidos por biópsia e incubados em situações que mimetizam as condições do organismo vivo (FELL e ROBISON, 1930; BANSAL et al.,2009; RANDALL; TURTON; FOSTER, 2011).Assim, a caracterização precoce das lesões hepáticas e distúrbios funcionais utilizando um modelo ex vivo, será realizada com a associação entre o uso de biomarcadores hepáticos e caracterização da lesão histológica. Os explantes serão colhidos de fígados de suínos em fase de terminação. Os explantes serão incubados com meio de cultura (controle), meio com micotoxinas (fumonisina e desonivalenol), meio com ácido fítico e meio com paracetamol, durante quatro horas. Os biomarcadores hepáticos (fosfatase alcalina, gama-glutamiltransferase, alanina aminotransferase, aspartato aminotransferase, albumina e proteína sérica total) serão avaliados a partir do sobrenadante nos tempos T1/2h, T1h, T2h, T3h e T4h. Posteriormente, os explantes serão fixados e submetidos ao processamento histológico para avaliação do escore lesional.Os critérios a serem avaliados são desorganização trabecular, degeneração citoplasmática, degeneração nuclear, infiltrado inflamatório, megalocitose celular, apoptose e necrose. O critério de degeneração citoplasmática e nuclear, por apresentar um fator importante no desenvolvimento da lesão quando presente terá a nota multiplicada por dois, o critério necrose por ser o estágio mais avançado da lesão quando presente será multiplicado por três. Após a avaliação dos critérios estabelecidos será realizado a soma de todas as pontuações de forma a obter um escore de lesão, possibilitando comparação entre os grupos experimentais.A utilização de explantes constitui uma técnica promissora, porém apresenta algumas limitações como o tempo de incubação do tecido, viabilidade celular e manutenção das condições existentes in vivo, portanto boa parte dos estudos com o modelo de explante busca aprimorar as técnicas de forma a superar as limitações contribuindo em diversos ramos da ciência, com utilização de diferentes tecidos (BASSO e BRACARENSE, 2013).Entre as vantagens da técnica destaca-se que a mesma permite a redução no número de animais utilizados em experimentação laboratorial, uma vez que são produzidos inúmeros explantes a partir de um único doador, conseguindo assim um maior controle ambiental para experimentação in vitro, quando comparado com o modelo in vivo. Outra possibilidade é a aplicação de doses definidas das substân...
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33326
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • CARACTERIZAÇÃO MOLECULAR DE BoHV-1.1 EM TOUROS COM BALANOPOSTITE
           PUSTULAR INFECCIOSA

    • Authors: Sarah Elizabeth Izzo Crespo, Flávia Possatti, Rodrigo Alejandro Arellano Otonel, Leonardo Matovani Favero, Luciana de Carvalho Balbo, Alice Fernandes Alfieri, Amauri Alcindo Alfieri
      Pages: 117 - 120
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33476
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • EDUCAÇÃO ESCOLAR SOBRE A IMPORTÂNCIA DA VACINAÇÃO
           ANTIRRÁBICA

    • Authors: Thalita Masoti Blankenheim, Luciano Melo de Souza
      Pages: 121 - 123
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33157
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • PERFIL DA INFECÇÃO ENTÉRICA POR ROTAVIRUS E CORONAVÍRUS EM BEZERROS DE
           CORTE LACTENTES CRIADOS EM SISTEMA EXTENSIVO NA REGIÃO CENTRO-OESTE,
           BRASIL

    • Authors: Suelen Aparecida Suphoronski, Elis Lorenzetti, Juliane Ribeiro, Thais Medeiros, Crystal Pannunzio, Flávia Possati, Fernanda Louise Pereira, Rodrigo Pelisson Massi, Vinicius Bon, Marcos Vinicius Oliveira, Alice Fernandes Alfieri, Amauri Alcindo Alfieri
      Pages: 124 - 126
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33394
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • PARASITAS INTESTINAIS ENCONTRADOS NA POPULAÇÃO DE MORADORES DA CIDADE DE
           IVAIPORÃ, PARANÁ - RESULTADOS PARCIAIS

    • Authors: Marcelle Mareze, Thais Cabral Monica, Felippe Danyel Cardoso Martins, Arthur de Souza Lima Massei, Andressa Maria Rorato Nascimento-Matos, Arthur de Souza Massei, Ricardo Luís Nascimento Matos, Winni Alves Ladeia, Áurea Rocha Carneiro, João Felipe Marques da Silva, Regina Mitsuka-Breganó, Italmar Teodorico Navarro
      Pages: 127 - 130
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33382
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • PREVALÊNCIA DE ANTICORPOS IgG ANTI-Toxoplasma gondii NA POPULAÇÃO DE
           MORADORES DA CIDADE DE IVAIPORÃ, PARANÁ

    • Authors: MARCELLE MAREZE, Fernanda Pinto Ferreira, Ana Carolina Miura, Aline Nascimento Benitez, Eloiza Teles Caldart, Juliana Mareze, Paulo Roberto Romanelli, Micheline Sahyum Romanelli, Lilian Katiane Shimabuku Silvestre, José Wander Breganó, Roberta Lemos Freire, Italmar Teodorico Navarro
      Pages: 131 - 133
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33376
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • DETECÇÃO DE GAMAHERPESVÍRUS EM EQUINOS ASSINTOMÁTICOS
           NO BRASIL

    • Authors: Alais Maria Dall Agnol, Edsel Alves Beuttemmuller, Daniela Pilz, Marcos Vinícius Oliveira, Suelen Aparecida Suphoronski, Flávia Possatti, Pedro Augusto Coelho Curti, Selwyn Arlington Headley, Alice Fernandes Alfieri, Amauri Alcindo Alfieri
      Pages: 134 - 137
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33372
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • PESQUISA DE OVOS E LARVAS DE HELMINTOS EM ÁREAS DE LAZER PÚBLICAS DO
           MUNICÍPIO DE PALOTINA, PR, BRASIL

    • Authors: Jéssica Vanessa Preussler, Marivone Valentim Zabott, Simone Benghi Pinto, Cleuza Aparecida da Rocha Montanucci
      Pages: 138 - 141
      Abstract: Atualmente, a interação entre animais de estimação e humanos tem crescido mundialmente e, nessa estreita relação os animais podem estar propensos a transmitir infecções zoonóticas. Objetivou-se no presente estudo, avaliar as principais áreas de lazer públicas da cidade de Palotina-PR, nos meses de abril e maio de 2016, a partir da realização de exames parasitológicos em amostras de fezes coletadas em praças públicas e de areia coletadas em quadras esportivas, com finalidade de verificar a ocorrência de larvas e ovos de helmintos endoparasitos. Do total de amostras de fezes de cães analisadas, 69,2% apresentavam-se infectadas, destacando a prevalência de 100% para Ancylostoma sp. e 22,2% para Strongyloides stercoralis, tratando-se de duas espécies potencialmente zoonóticas. O resultado das análises foi negativo para presença de helmintos endoparasitos nas amostras de areia das quadras esportivas. Destacam-se a necessidade de medidas preventivas para evitar a contaminação dos ambientes públicos e a infecção dos animais e dos usuários.
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33361
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • CARACTERIZAÇÃO DO GENOGRUPO III DO GENE F EM CEPAS BRASILEIRAS DO VÍRUS
           RESPIRATÓRIO SINCICIAL BOVINO

    • Authors: Fernanda Louise Pereira, Flavia Possatti, Suelen Aparecida Suphoronski, Rodrigo Pelisson Massi, Alais Maria Dall Agnol, Lucas Gabriel Dionisio Freire, Alice Fernandes Alfieri, Amauri Alcindo Alfieri
      Pages: 142 - 145
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33339
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • AVALIAÇÃO COMPARATIVA DE TRÊS TESTES LABORATORIAIS PARA O DIAGNÓSTICO
           DA PARVOVIROSE CANINA

    • Authors: Fernanda Louise Pereira, Flavia Megumi Miyabe, Ana Paula da Silva, Edsel Alves Beuttemmüller, Flavia Possatti, Luciana Carvalho Balbo, Cesar Toshio Facimoto, Leonardo Mantovani Favero, Amauri Alcindo Alfieri, Alice Fernandes Alfieri
      Pages: 146 - 148
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33337
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • Cafeína em Amostras de Água de Captação e Tratada: um Indicador
           Químico de Contaminação Antrópica

    • Authors: Laura Fernanda Condota Borba Souza, Winni Alves Ladeia, Cassiana Carolina Montagner, Cristiane Vidal, Roberta Lemos Freire
      Pages: 149 - 152
      Abstract: A contaminação da água por subprodutos humanos gera grande preocupação, neste sentido, medidas facilitadoras são estudadas para auxílio no controle da qualidade hídrica, sendo a cafeína um contaminante emergente muito viável como indicador de contaminação antrópica já que é a base para muitos subprodutos e excreções humanas. O objetivo desse estudo foi quantificar a concentração de cafeína em água de captação e tratada em uma Estação de Tratamento de Água (ETA) no município de Londrina, Paraná. Doze amostras de água de captação e outras doze de água tratada foram coletadas e extraídas para a quantificação pela técnica de Cromatografia Líquida de Alta Eficiência acoplada à espectrometria de massas (LC-MS/MS). Todas as amostras apresentaram cafeína, sendo que a água de captação apresentou valores maiores com maior variação em relação à água tratada, o que demonstra eficiência no tratamento de água. A presença de cafeína indica contaminação antrópica tanto na água de captação quanto na tratada, e essa frequência constante demonstra que maior enfoque deve ser dado à sanidade hídrica, que é fator ligado à saúde pública.
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33331
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • CHAVE DE IDENTIFICAÇÃO DE Staphylococcus spp. COAGULASE POSITIVOS E
           PERFIL DE RESISTÊNCIA À ANTIBIÓTICOS.

    • Authors: Raffaella Menegheti Mainardi, Beatriz Queiroz dos Santos, Gabriel Augustho dos Santos Ferreira, Roberta Torres Chideroli, Ulisses de Pádua Pereira, Lucimara Aparecida Alves, Hamilton Oliveira
      Pages: 153 - 155
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33330
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • ANÁLISE ESPACIAL DA LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA NO ESTADO DE
           SÃO PAULO, BRASIL

    • Authors: Eric Mateus Nascimento de Paula, Carolina Alvarenga Cruz, Ivanilton José de Oliveira, Raphaella Barbosa Meirelles Bartoli, Adolorata Aparecida Bianco Carvalho
      Pages: 156 - 159
      Abstract: Introdução  A leishmaniose visceral canina (LVC) é uma antropozoonose crônica e sistêmica causada por protozoários transmitidos por insetos vetores, que infectam animais e seres humanos (BRASIL, 2014). Do ponto de vista epidemiológico, essa enfermidade é considerada mais importante que a doença humana, pois a enzootia canina precede a ocorrência de casos humanos e a infecção em cães é mais prevalente que no ser humano (SCOTT et al., 2001). Estima-se que para cada caso humano, ocorra pelo menos 200 cães infectados (MONTEIRO et al., 1994). O SIG (Sistema de Informação Geográfica) e o geoprocessamento são recursos que, quando aplicados a questões de Saúde Coletiva, representam uma ferramenta que permite o mapeamento de doenças, a avaliação de riscos, o planejamento e a análise de ações, baseado na distribuição espacial e temporal das ocorrências (BARCELLOS; BASTOS, 1996, PRADO et al., 2011). A distribuição espacial também permite reconhecer que a frequência, a distribuição e a importância dos diversos fatores que influenciam no aumento de determinados riscos para a saúde não são, necessariamente, os mesmos em todos os grupos populacionais (BARCELLOS; BASTOS, 1996). O geoprocessamento foi utilizado em um trabalho para avaliar a distribuição espacial dos casos de LVC e LV humana, mostrando a evolução e a consolidação deste processo de urbanização no Município de Belo Horizonte (OLIVEIRA et al., 2001; MARGONARI et al., 2006). O presente estudo propõe utilizar essa ferramenta para verificar a distribuição espacial e a evolução da LVC visceral no Estado de São Paulo, no período de 1998 à 2013, com vistas a fornecer subsídios ao Programa Estadual de Controle. Material e métodos  Trata-se de um estudo descritivo, em que foram trabalhados dados secundários, cedidos pela Superintendência de Controle de Endemias (SUCEN), referentes aos casos de LVC de 1998 até 2013. Os dados foram tratados em um sistema de informações geográficas (ArcGis 1 0.1), por meio do agrupamento dos municípios em classes, utilizando-se o método “nique values”, atribuindo-se cores ordenadas para os seus atributos, e assim gerando mapas. Seguida da comparação com temperaturas e a malha viária do Estado de São Paulo. Resultados e Discussão  No ano de 1998 que ocorreu a primeira notificação de um caso canino de LV, também na cidade de Araçatuba. No período de 1998 a 2013 foram registrados 101 municípios com casos de LVC, isto porque em 2014 nenhum novo município apresentou registro da doença na espécie canina, de forma autóctone. Observou-se que 6,3 novos municípios, em média, notificaram casos da doença no cão a cada ano. Desses, somente três com notificação apenas em cães (sem registro do vetor ou de casos humanos), sendo eles Cotia, Embu e Nova Castilho. Baneth et al. (2008) lembram que grande parte dos estudos epidemiológicos realizados são baseados na avaliação sorológica; contudo, alguns cães infectados não apresentam soroconversão. Assim, a prevalência da enfermidade é sempre superior à soroprevalência. Entretanto, quando se pensa na relação de casos da doença no cão e a presença do vetor, há um montante de 98 municípios nessa condição. Verifica-se que a notificação do caso canino ocorreu de três maneiras: antes do ano de registro do vetor (9/98), depois (54/98) e no mesmo ano (35/98). Desses 98 municípios, 26 não registraram casos humanos. Por sua vez, a análise espacial permite vislumbrar uma associação entre a expansão dos casos e as áreas de temperaturas mais elevadas do Noroeste de São Paulo, a grosso modo associada à calha do rio Tietê, embora no sentido inverso ao curso do rio. A mesma associação pode ser observada com a malha viária, a exemplo da SP-300 (rodovia Marechal Rondon), que corre paralela ao rio Tietê e corta a maioria dos munícipios com registros de casos posteriores a 1998. A partir dos municípios lindeiros à rodovia, a expansão dos casos ocorre para nornordeste ou su-sudoeste, até os limites das áreas de baixas temperaturas citadas anteriormente. Conclusões No Estado de São Paulo existem dois padrões distintos da distribuição da LV. Um deles na região oeste, definido pela alta prevalência de casos caninos; o outro, representado pela região leste, casos caninos são presentes. É possível que fatores relacionados ao desenvolvimento econômico do país, tais como o aumento no transporte de mercadorias e de pessoas por via rodoviária e ferroviária, possam ter sido responsáveis pela dispersão da doença e, consequentemente, sua expansão no Oeste do Estado de São Paulo. O mais provável é que a doença tem se disseminado devido à expansão das zonas urbanas em áreas rurais ou de mata fechada. O uso de dados secundários e de notificação passiva, com a provável ocorrência de subnotificação, e o uso de delineamento ecológico são limitações do presente estudo. Apesar disso, a pesquisa permitiu descrever a expansão da LVC no Estado de São Paulo, além de apontar um padrão de evolução ...
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33329
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • ISOLAMENTO DE LEPTOSPIRA SPP DE UM CÃO ATENDIDO NO HOSPITAL
           VETERINÁRIO

    • Authors: Flavia Megumi Miyabe, Aline Benitez, Brenda Jeanfelice, Cristiane Silva, Ricardo Barboza, Andrei Fabretti, Lucienne Pretto-Giordano
      Pages: 160 - 162
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33315
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • GOTA VISCERAL EM AVES MARINHAS: RELATO DE TRÊS CASOS

    • Authors: Daniela Farias da Nóbrega, Isabela Guarnier Domiciano, Camila Domit, Ana Paula Frederico Rodrigues Loureiro Bracarense
      Pages: 163 - 165
      Abstract: As aves marinhas com ocorrência no litoral paranaense são representadas por diferentes ordens como Pelecaniformes (atobás e fragatas), Charadriiformes (gaivotas e trinta-réis), Procellariiformes (bobo-pequeno, petréis e albatrozes) e Sphenisciformes (pinguim-de-magalhães). As aves excretam o ácido úrico, um metabólito nitrogenado derivado das purinas, proveniente do metabolismo de proteínas endógenas e exógenas. A gota é uma doença causada pelo acúmulo de uratos nos órgãos de aves, répteis e seres humanos, sendo denominada articular quando acomete as articulações ou visceral quando afeta os rins, pericárdio, fígado, mesentério e sacos aéreos das aves (SILLER, 1981). A gota visceral é uma das principais afecções que acometem aves de produção, no entanto não há relatos em aves marinhas. O objetivo deste estudo foi descrever os aspectos macroscópicos e microscópicos em três aves marinhas acometidas por gota visceral. Nos três casos, foram observadas lesões histológicas compatíveis com gota úrica visceral. Os depósitos de urato e mineralização foram observados apenas no parênquima renal. A gota úrica em aves ocorre devido ao excesso de produção ou redução da excreção do ácido úrico, portanto desordens nutricionais, a desidratação, lesões renais de origem infecciosa. As causas da gota nos presentes casos não foram estabelecidas devido a pertencerem a espécies oceânicas e migratórias e a falta de histórico clínico. A gota úrica visceral pode acometer aves marinhas de vida livre e possíveis causas devem ser investigadas, pois essa doença pode indicar desequilíbrios da cadeia trófica, contaminação ambiental ou doenças infecciosas emergentes.
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33256
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • DIAGNÓSTICO SOROLÓGICO DE Leishmania spp. EM FELINOS E REAÇÃO
           CRUZADA/COINFECÇÃO COM Toxoplasma gondii E Trypanosoma spp.

    • Authors: Eloiza Teles Caldart, Fernanda Pinto Ferreira, Andressa Maria Rorato Nascimento de Mattos, Déborah Thaís Silva Cepelo Brunieri, Keila Clarine Monteiro, Marielen de Souza, Roberta Lemos Freire, Regina Mitsuka Breganó, Italmar Teodorico Navarro
      Pages: 166 - 169
      Abstract: Introdução A presença de anticorpos IgG anti-Leishmania spp. em gatos foi observada em diversos países (França, Itália, Suíça, Espanha e Brasil) (DANTAS-TORRES et al., 2006). Ainda que essa espécie animal seja susceptível e tenha contato direto com humanos, seu papel na epidemiologia das leishmanioses não está esclarecido. Felinos podem ser assintomáticos ou ter leishmaniose associada a doenças imunossupressoras (FIV e FeLV) (SHERRY et al. 2011). Mesmo em áreas endêmicas a prevalência da infecção em gatos é baixa e não está claro se isso ocorre por uma falha na detecção de anticorpos ou pelo fato de os gatos apresentarem uma resistência natural às leishmanioses (CHATZIS et al., 2014). O objetivo desse estudo foi detectar anticorpos IgG anti-Leishmania spp. em felinos atendidos por programas de controle de natalidade da Universidade Estadual de Londrina, cidade endêmica para leishmaniose tegumentar, de 2004 a 2014 e verificar a existência de reação cruzada/coinfecção com Toxoplasma gondii e Trypanosoma spp. Material e Métodos  O teste sorológico ELISA (Enzyme-linked Immunosorbent Assay) foi realizado para triagem dos animais para verificar a existência de anticorpos anti-Leishmania spp. e anti-Trypanosoma spp. Para tal teste, foi utilizado antígenos totais de L. (L.) amazonensis e de Trypanosoma cruzi (2,5µg/mL) e as amostras de soro diluídas a 1:100. Além disso, utilizou-se albumina sérica bovina a 2% para bloqueio e proteína A conjugada com peroxidase a 1:5000. Foram realizadas Reações de Imunofluorescência Indireta (RIFI) para confirmar anticorpos anti-Leishmania spp. e anti-T. gondii, dessa forma, utilizou-se formas promastigotas de L. (L.) amazonensis e taquizoítos de cepa RH para a sensibilização das lâminas, respectivamente. Foram considerados títulos positivos aqueles acima ou igual a 40 para Leishmania spp. e acima ou igual a 16 para T. gondii.    A associação estatística entre as soropositividades nos testes supracitados e as características dos gatos como gênero, raça, e idade foram analisadas com o programa Epi Info 3.4.1.      Resultados e Discussão  Dentre os 672 gatos estudados, 48,4% eram fêmeas, 89,8% não tinham raça definida, a média de idade foi 1 ano e oito meses. Para leishmaniose, foram observados resultados positivos em 291/672 (43,3%) gatos no ELISA e 99/672 (14,7%) na RIFI. Um total de 53/672 (7,8%) gatos foram confirmados sororeagentes para Leishmania spp. por apresentarem resultados positivos em ambos testes (ELISA e RIFI) (Tabela 1). A falta de concordância entre os resultados da RIFI e do ELISA também foi reportada por outros autores (SOBRINHO et al., 2012) e pode ocorrer, segundo Chatzis et al. (2014), por causa de falso-positivos devido a limitações da técnica e não tanto por reação cruzada. No ELISA para Trypanosoma spp. foram obtidos 165/672 (24,6%) gatos positivos, dos quais 84/672 (12,5%) também foram positivos para Leishmania spp. Dentre os 53 gatos confirmados para infecção por Leishmania spp., 13 (24,5%) foram positivos para T. gondii e nove (16,9%) para Trypanosoma spp. (Tabela 1).  Tabela 1. Resultados comparativos do diagnóstico de Leishmania spp. e reação cruzada ou coinfecção com toxoplasmose e trypanosomíase obtidos de 672 gatos atendidos no programa de controle de natalidade da Universidade Estadual de Londrina de 2004 a 2014.             Houve associação estatística entre felinos positivos na RIFI para T. gondii e para Leishmania spp. (p = 0,029; RP = 1,08 – 2,42) o que sugere a ocorrência de reação cruzada e/ou coinfecção. Sobrinho et al. (2012), encontrou significância estatística entre Leishmania spp. e FIV, mas não com T. gondii. Entretanto, de acordo com Zanette et al. (2014), a presença de outros agentes infecciosos, incluindo T. gondii, pode levar a reação cruzada em testes para diagnóstico sorológico de leishmanioses quando a espécie em questão são os cães. Houve associação estatística entre felinos positivos no ELISA para trypanosomíase e leishmaniose (p = 0,029; PR = 1,03 – 1,49) o que também sugere ocorrência de reação cruzada e/ou coinfecção. A reação cruzada, que pode ocorrer entre espécies da família Trypanosomatidae ou mesmo entre patógenos filogeneticamente distantes, pode ser devido à forma de obtenção dos antígenos, ou seja, de promastigotas em cultivos celulares, parasitos intactos ou de moléculas solúveis (SUNDAR e RAI, 2002). Martin (2013) observou soropositividade para Leishmania spp. em 62,7% (32/51) felinos na RIFI e 72,5% (37/51) no ELISA, e para Trypanosoma spp. 54,9% (28/55) pela RIFI e 39,2% (20/55) pelo ELISA. No entanto, observou redução no total de positivos ao usar antígeno recombinante no lugar de antígeno bruto. Conclusões Reação cruzada em testes sorológicos para leishmaniose e tripanossomíase é reconhecida e ocorre por se tratarem de parasitos ...
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33259
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • LINFADENITE CASEOSA CUTÂNEA EM OVINOS DE CORTE NO NORTE DO
           PARANÁ

    • Authors: Bruna Parapinski dos Santos, Stefany Lia Oliveira Camilo, Gabrielle Jasckstet Tolkmitt, Priscilla Fajardo Valente Pereira, Ernst Eckehardt Muller, Lucienne Garcia Pretto Giordano, Júlio Augusto Naylor Lisbôa
      Pages: 170 - 173
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33265
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • DETECÇÃO DO CORONAVÍRUS BOVINO EM BEZERROS COM DOENÇA RESPIRATÓRIA NO
           MUNICÍPIO DE OURO VERDE DO OESTE -PARANÁ

    • Authors: Janaina Lustosa de Mello, Daniela Lorencena, Ruana Renostro Delai, Andressa Fernanda Kunz, Flávia Possatti, Elisabete Takiuchi
      Pages: 174 - 176
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33345
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • Escorpionismo em Foz do Iguaçu-PR no período de 2013 a 2015

    • Authors: Giselli Maria Kurtz, André de Souza Leandro, Robson Michael Delai
      Pages: 177 - 179
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33266
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • Monitoramento de Cryptosporidium spp. e Giardia duodenalis em Amostras de
           Lodo e Água de Retrolavagem de Filtro de uma Estação de Tratamento de
           Água em Londrina, Paraná, Brasil.

    • Authors: Winni Alves Ladeia, Camila Fernada Rosolen e Silva, Felippe Danyel Cardoso Martins, Roberta Lemos Freire
      Pages: 180 - 183
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33281
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • Levantamento dos atendimentos clínicos de mamíferos silvestres e
           exóticos no Setor de Clínica e Cirurgia de Animais Silvestres do
           Hospital Veterinário, Universidade de Santo Amaro, São Paulo, no
           período de Agosto de 2012 à Agosto de 2014

    • Authors: Andressa Maria Rorato Nascimento de Matos, Celso Martins Pinto
      Pages: 184 - 186
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33283
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • AVALIAÇÃO HISTOLÓGICA E MORFOMÉTRICA DE EXPLANTES INTESTINAIS DE
           SUÍNOS SUBMETIDOS AO QUITO-OLIGOSSACARÍDEO

    • Authors: Juliana Rubira Gerez, Leila Maidana, Vitor Marutani, Felipe Pinho, Caroline Maria Calliari, Ana Paula Frederico Rodrigues Loureiro
      Pages: 187 - 190
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33285
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • PERFIL DE RESISTÊNCIA A ANTIMICROBIANOS DE DIFERENTES SOROVARES DE
           Salmonella spp. DE ORIGEM AVÍCOLA.

    • Authors: Daniela Aguiar Penha Brito, Marielen de Souza, Angélica Mayumi Saito, Maísa Fabiana Menck, Alexandre Oba, Ana Angelita Sampaio Baptista
      Pages: 191 - 194
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33286
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • PODE A HORTALIÇA ORGÂNICA SER FONTE DE PROTOZOONOSES'

    • Authors: FERNANDA PINTO FERREIRA, Ana Carolina Miura, Roberta dos Santos Toledo, Marcelle Mareze, Eloiza Teles Caldart, Felippe Danyel Cardoso Martins, Regina Mitsuka Breganó, Roberta Lemos Freire, Italmar Teodorico Navarro
      Pages: 195 - 197
      Abstract: Introdução As hortaliças são alimentos ricos em vitaminas, carboidratos, fibras e sais minerais. Apresentam fácil digestão, alto poder de saciedade, baixo valor calórico e conteúdo antioxidante que protege as células de danos oxidativos, além de inibir a síntese de substâncias inflamatórias (Winn et al., 2010). São imprescindíveis na alimentação. No Brasil, as hortaliças são produzidas, em sua maior parte, pelo sistema de cultivo convencional, contudo, nos últimos anos, observou-se um importante crescimento nos sistemas orgânicos. Crescimento relacionado, principalmente, com a busca por um alimento mais saudável, com melhor sabor, livre de agrotóxicos, que vise a preservação do meio ambiente (Archanjo; Brito; Sauerbeck; 2001). A contaminação das hortaliças pode ocorrer durante o processo de cultivo, adubação, irrigação, durante a coleta, ou ainda, no transporte, armazenamento e comercialização. Este trabalho teve como objetivo verificar a presença de patógenos e analisar o processamento realizado nas hortas e os principais pontos críticos de contaminação, afim de estimular as boas práticas de fabricação e o desenvolvimento de métodos que visem o controle de qualidade biológico das hortaliças. Material e métodosNo período de julho/2014 a maio/2016, foram coletadas 44 touceiras de hortaliças de 22 pequenas propriedades de horticultores orgânicos (duas amostras /propriedade) e as respectivas amostras de água de irrigação e solo das 11 últimas propriedades. As propriedades são localizadas nas cidades de Marilândia do Sul (7/22), Ortigueira (6/22), Rolândia (1/22), Apucarana (7/22) e Guaravera (1/22) um distrito do município de Londrina, estado do Paraná. Foram coletadas alface, rúcula, almeirão, cebolinha, chicória, acelga e espinafre. As amostras das hortaliças e solo foram acondicionadas em sacos plásticos de primeiro uso e as de água em bombonas de plástico. Um questionário epidemiológico com variáveis relacionadas ao sistema produtivo foi aplicado aos produtores. As hortaliças e o solo foram processados de acordo com Matosinhos (2012) e Oliveira (2012), respectivamente. A água foi filtrada em membrana e eluída em solução de Glicina 1M. Após processamento, as amostras foram submetidas à extração de DNA, utilizando o Kit comercial Nucleospin Tissue® Macherey – Nagel, conforme recomendações do fabricante. Na Reação em Cadeia da Polimerase (PCR) para diagnóstico de Toxoplasma gondii foram amplificados fragmentos de 529 pares de base (Homan et al.,2000), para Cryptosporidium spp. foi amplificado o gene de DNA ribossomal 18S (Xiao et al., 1999), para Giardia spp. os genes selecionados foram 18S, TPI (Triosefosfato Isomerase) e GDH (Glutamato Dehidrogenase) (Read et al., 2004). As amostras positivas na PCR para Giardia spp e Cryptosporidium spp. foram submetidas ao sequenciamento pelo método de Sanger para identificação da espécie do parasito. Resultados e Discussão Tabela 1– Relação de amostras positivas, distribuídas por propriedades e classificadas por agente etiológico, Paraná, Brasil, 2014 a 2016.Prop.Toxoplasma gondiiCrypstosporidium spp.Giardia spp. HortaliçaSoloÁguaHortaliçaSoloÁguaHortaliçaSoloÁgua1-//-//-
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33287
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • PAPILOMATOSE ORAL CANINA – RELATO DE CASO

    • Authors: Weslem Garcia Suhett, Ricardo E. Barboza, Daniele Fink Zanette, Alfredo Hajime Hasuda, Karina Keller Marques da Costa Flaiban, Amanda Lopes Hasuda, Sarah Elizabeth Izzo Crespo, Alice Fernandes Alfiere, Ana Paula Frederico Rodrigues Loureiro Bracarense
      Pages: 198 - 201
      Abstract: Introdução  A papilomatose canina é uma doença infectocontagiosa causada por vírus da família Papillomaviridae, gênero Lambdapapillomavirus.  Não existe predileção quanto a sexo, raça e sazonalidade na ocorrência da doença, sendo identificada predominantemente em cães jovens ou adultos imunossuprimidos (WALL e CALVERT, 2006).A transmissão ocorre por contato direto ou indireto. As lesões provocadas pelo papilomavírus (PV) podem apresentar consistência firme ou mole, com coloração variando de branco acinzentada a negra, sendo extremamente friáveis podendo gerar hemorragias focais. As lesões apresentam-se de forma isolada ou múltipla, localizadas principalmente na região oral, genital, cutânea e ocular (FERNANDES et al., 2009).Esta doença apresenta aspecto remissivo naturalmente de 4 a 8 semanas, entretanto pacientes imunossuprimidos ou debilitados por doenças como erliquiose, cinomose e parvovirose a papilomatose pode se tornar crônica e adquirir aspectos de malignidade (WALL e CALVERT, 2006).O diagnóstico geralmente é baseado nos aspectos clínicos do paciente associados nas características macroscópica da lesão, entretanto outros métodos complementares de diagnóstico com histopatologia, imunohistoquímica e técnicas de biologia molecular podem ser utilizadas na identificação e diagnóstico definitivo (BREDAL et al., 1996).A terapia e prevenção de papilomas é controversa, existindo uma diversidade de fármacos descritos, entretanto nenhum comprovadamente seguro e altamente eficiente com reprodutibilidade de resultados (TIZARD, 2000). Relato de Caso Foi atendido no Hospital Veterinário da Universidade de Londrina HV-UEL, no setor da Clínica Médica de Animais de Companhia um cão adulto, da raça Chow-Chow, macho, não castrado, com queixa de perda de peso progressivo, tetraparesia, secreção ocular purulenta bilateral e neoformações orais. Na anamnese os responsáveis relataram histórico de vacinação desatualizada, com histórico mórbido de quadro de papilomatose a dois meses, onde foi feito ressecção cirúrgica, e que após algumas semanas teve um quadro de recidiva apresentando lesões em toda cavidade oral.O exame de cavidade oral revelou halitose e presença de papilomas preferencialmente em lábio e gengiva. Os nódulos possuíam consistência firme, com aspecto de verrugas, não uniformes, coloração branco amarelado a enegrecida com áreas de necrose (Figura 1A). Pode-se observar também secreção purulenta próximo as áreas necrosadas e uveíte bilateral, caquexia, atrofia muscular, tetraparesia, mioclonia, além de grave desidratação.O hemograma evidenciou um quadro anêmico com hemoglobina 9,0 g/dL e hematócrito de 28,2 %, uma leucocitose com neutrofilia e linfopenia com 29500 leuc/µL. Enquanto que os exames bioquímicos não evidenciaram alterações.Foi colhido material para exame histopatológico dos papilomas e para análise citogenética. Ao exame hitopatológico observaram-se múltiplas projeções papilares de epitélio escamoso queratinizado, exibindo acentuada hiperplasia das células basais, e do estrato córneo, com aumento concomitante das figuras mitóticas e quantidade acentuada de grânulos de querato-hialina, além de quantidade moderada de queratinócitos exibindo citoplasma claro e núcleo picnótico (coilócitos); no núcleo das papilas há um tecido conjuntivo que exibe vasos sanguíneos ectáticos e infiltrado inflamatório neutrofílico e linfocítico discreto multifocal (Figura 1B).Foram utilizados na reação em cadeia da polimerase (PCR) os primers genéricos FAP59 e FAP69 de acordo com Forslund et al. (1999) e obteve se a amplificação de 480 pares de base. Os amplicons foram sequenciados na plataforma ABI3500 Genetic Analyser e a sequência obtida foi analisada no software Phred. Buscas por sequencias de nucleotídeos similares foram realizadas no GenBank usando se o software BLASTn (basic local alignment search tool). E a amostra demonstrou 100% de similaridade genética com a amostra CPV1 BR/UEL identificado no estado do Paraná em 2014 (ALCÂNTARA et al., 2014).    
                  Figura 1 -  Aspectos macroscópicos e microscópicos da Papilomatose Oral Canina. A – Aspectos macroscópico de formações verrucosas, ulceradas, difusa, firmes com coloração variando de acinzentada a enegrecida. B - Epitélio acentuadamente hiperplásico e hiperqueratótico repleto de grânulos de querato-hialina, apoiado em núcleo de tecido conjuntivo exibindo vasos ectásicos e infiltrado inflamatório misto discreto, coilócitos são evidentes (setas), HE (10X).  Mediante aos sinais clínicos e alterações laboratoriais apresentados serem compatíveis com quadro de cinomose, associado a ausência de uma adequada imunização preventiva o paciente não pode ser internado, retornando diariamente por três dias para tratamento ambulatorial co...
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33288
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • QUALIDADE DE VIDA VERSUS DIAGNÓSTICO HISTOPATOLÓGICO E PROGNÓSTICO DE
           CADELAS SUBMETIDAS À MASTECTOMIA UNILATERAL

    • Authors: Juliana Barroso Aguiar, Luiz Guilherme Corsi Trautwein, Giovana Wingeter di Santis, Anne Kemmer Souza, Angélica Bernardo Viana, Maria Isabel Mello Martins
      Pages: 202 - 204
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33290
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • FREQUÊNCIA DO USO DE REPELENTES EM HUMANOS E CÃES RESIDENTES EM ÁREA
           URBANA DE LONDRINA, PR

    • Authors: Ana Carolina Miura, Aline Do Nascimento Benitez, Thais Cabral Monica, Nelson Jessé Rodrigues dos Santos, Beatriz de Souza Lima Nino, Marcelle Mareze, Fernanda Pinto Ferreira, Eloiza Telles Caldart, Déborah Thaiz C. S. Brunieri, Arthur de Souza Massei, Roberta Lemos Freire, Italmar Teodorico Navarro
      Pages: 205 - 207
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33297
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • NOVOS DESAFIOS PARA A SAÚDE PÚBLICA VETERINÁRIA

    • Authors: Carolina Alvarenga Cruz, Marina Beanucci Delamonica Olivari, Eric Mateus Nascimento de Paula, Raphaella Barbosa Meirelles Bartoli, Karina Paes Bürger
      Pages: 208 - 210
      Abstract: Introdução  A globalização gera desafios geopolíticos, econômicos e sociais, além de novos desafios para a saúde. A primeira década do século XXI apresentou à sociedade um conjunto de realidades em que a importância dada aos animais e ao meio ambiente alcançou grande complexidade (BARCELLOS et al. 2014).No final do século XX a multicausalidade das doenças foi reconhecida. Assim, ficou relativamente claro que exercer a promoção da saúde, a prevenção de doenças e agravos, intervindo nos seus reservatórios transcende competências de uma ou de outra profissão. A saúde, de fato, necessita dos saberes de muitas profissões, dentre elas a medicina veterinária (SOUZA et al., 2011). Assim, o conceito “Um Mundo, Uma Saúde” surge visando a resolução de problemas nas populações mais suscetíveis, reforçando a capacidade de resposta às emergências mundiais de saúde (CRUZ, 2015).Nesse contexto, médicos veterinários tornam-se importantes atores para ajudar a enfrentar e resolver esses desafios (CRUZ, 2015). Considerando a demanda por Médicos Veterinários envolvidos em saúde pública e na estratégia “Um mundo uma saúde”, o trabalho teve como objetivo identificar o conhecimento de estudantes do curso de graduação em medicina veterinária do primeiro, terceiro e quinto períodos, sobre a atuação do profissional na área de Saúde Pública Veterinária. Material e métodos  A identificação das noções de estudantes do curso de graduação em Medicina Veterinária foi realizada por meio de questionários individuais semiestruturados realizados nas instituições de ensino superior (IES) da região Sudeste do Brasil.Para tanto, além do desenvolvimento de um questionário, foi desenvolvido um termo de consentimento livre e esclarecido. A aplicação dos questionários foi realizada nas instituições de ensino (IES), em salas de aula que comportavam as diferentes turmas, não havendo necessidade de nenhuma estrutura física especial. O procedimento foi rápido, durando em média de 7 a 10 minutos, sem que a rotina da IES fosse alterada. Os questionários não implicaram risco ou desconforto aos participantes. Resultados e Discussão  As questões foram enfocadas para o conhecimento dos estudantes na área da Saúde Pública Veterinária. E é interessante perceber que em todos os cursos pesquisados e em todos os anos a grande maioria dos alunos reconhece que a formação do médico veterinário o habilita a executar atividades em saúde pública. No geral, 93,77% (3.325/3.649) dos estudantes pesquisados responderam que o médico veterinário está habilitado para trabalhar em Saúde Pública, observando-se um crescimento gradativo no percentual de alunos com esse conhecimento ao longo dos anos, com 88,46% (1.335/1.509) nos primeiros anos, 91,83% (1.091/1.188) nos terceiros anos e 94,43% (899/952) nos quintos anos, o que pode ser justificado por um maior contato com as disciplinas relacionadas à saúde pública.Da mesma maneira em que a questão anterior, observa-se resultados crescentes com relação à importância da atuação profissional na Saúde Pública dos primeiros aos quintos anos. No geral, 94,33% (3.066/3.250) dos estudantes pesquisados responderam que a importância do médico veterinário na Saúde Pública é relevante observando crescimento gradativo na porcentagem de alunos com esse conhecimento ao longo dos anos, com 91,61% (1.234/1.347) nos primeiros anos, 96,27% (1009/1048) nos terceiros anos e 96,25% (823/855) nos quintos anos. Da mesma forma que Meditsch (2006), nota-se, a partir dos resultados apontados acima, que os estudantes se veem como futuros profissionais capazes de interferir na sociedade, com seus conhecimentos específicos e de ciências básicas biomédicas, para a prevenção de doenças, proteção da vida e promoção da saúde e bem-estar humanos.Estes são dados interessantes, pois apesar dos graduandos reconhecerem a importância desse profissional nessa área, ao serem indagados, em conversa informal após a realização dos questionários, sobre esse fato, poucos sabiam exemplificar como o egresso poderia trabalhar com saúde pública, demonstrando um despreparo dos estudantes.Os resultados também demonstram que, o conhecimento do aluno em saúde pública é limitado, uma vez que quando perguntados sobre o SUS, a maioria dos estudantes dos primeiros e terceiros anos não sabem se a legislação brasileira permite que o médico veterinário trabalhe nesse sistema, como demonstram, respectivamente os resultados 46,74% (631/1.350) e 47,23% (495/1.048). Já a diferença entre alunos que afirmam saber 47,94% (409/853) e que não sabem 38,34% (327/853) nos quintos anos não é tão evidente, demonstrando que mesmo esses alunos, que teoricamente já tiveram contato com disciplinas que abordam o tema, ainda não possuem conhecimento sobre as possíveis áreas de atuação do médico veterinário, resultando num profissional que desconhece sobre o assunto como apontado pelo CFMV (2012), em que 33% dos profissionais questionados afirmaram não conhecer o programa do SUS. Os resultados acima concordam com os apresentados por Bürger (2009), sobre as noções de estu...
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33302
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • ALTERAÇÕES HISTOPATOLÓGICAS E IMUNO-HISTOQUÍMICAS OBSERVADAS EM
           LEITÕES NATURALMENTE INFECTADOS POR Senecavirus A

    • Authors: Thalita Evani Silva Oliveira, Raquel Arruda Leme, Mariana Mello Zanim Michelazzo, Felipe Hideki Ogo Pinho, Jaqueline Sayuri Medeiros Watanabe, Rafael Luiz Stolf, Natalia Gattaz Gimenez, Julia Rodrigues Custódio, Alice Fernandes Alfieri, Amauri Alcindo Alfieri, Selwyn Arlington Headley
      Pages: 211 - 213
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33303
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • PREDIÇÃO IN SILICO DE ALVOS VACINAIS PROTEICOS PARA O SOROVAR HARDJO
           GENÓTIPOS HARDJOBOVIS E HARDJOPRAJITNO

    • Authors: Raffaella Menegheti Mainardi, Roberta Torres Chideroli, César Toshio Facimoto, Sarah Karoliny Rodrigues Teixeira, Alice Fernandes Alfieri, Ulisses de Pádua Pereira
      Pages: 214 - 216
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33304
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • RELATO DE CASO: COLIBACILOSE AVIÁRIA EM MATRIZES DE FRANGO DE CORTE.

    • Authors: Angélica Mayumi Saito, Alfredo Hajime Tanaka Pereira, Larissa Justino, Marielen Souza, Maisa Fabiana Menck, Vanessa Lumi Koga, Renata Kobayashi, Ana Paula Bracarense, Ana Angelita Baptista
      Pages: 217 - 220
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33305
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • ESTUDO LONGITUDINAL DA INCIDÊNCIA DE INFECÇÃO POR ROTAVÍRUS C EM
           LEITEGADAS COM ATÉ UMA SEMANA DE IDADE

    • Authors: Flávia Possatti, Joice Elaine Teixeira Campanha, Sarah Elizabeth Izzo Crespo, Bruna Letícia Domingues Molinari, Raquel de Arruda Leme, Alais Maria Dall Agnol, Rodrigo Pelisson Massi, Fernanda Louise Pereira, Alysson Coelho, Viviane Saporiti, Alice Fernandes Alfieri, Amauri Alcindo Alfieri
      Pages: 221 - 224
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33351
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • OCORRÊNCIA DE CYSTOISOSPORA SPP. E GIARDIA SPP. EM CÃES DIAGNOSTICADOS
           NO LABOTÁRIO DE PARASITOLOGIA VETERINÁRIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
           LONDRINA

    • Authors: Aline Ticiani Pereira Paschoal, Ana Clécia dos Santos Silva, Mariela Fonseca Toscano
      Pages: 225 - 228
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33295
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • OCORRÊNCIA DE TOXOCARA SPP. E ANCYLOSTOMA SPP. EM CÃES DIAGNOSTICADOS NO
           LABOTÁRIO DE PARASITOLOGIA VETERINÁRIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
           LONDRINA.

    • Authors: Aline Ticiani Pereira Paschoal, Ana Clécia dos Santos Silva, Mariela Fonseca Toscano
      Pages: 229 - 232
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33296
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • VALOR PROGNÓSTICO DE CK E CKMB EM CÃES COM DIFERENTES GRAUS DE ANEMIAS
           NATURALMENTE ADQUIRIDAS

    • Authors: Weslem Garcia Suhett, Laís Fernanda Sargi, Patrícia Mendes Pereira
      Pages: 233 - 236
      Abstract: Introdução A anemia corresponde à diminuição da quantidade de hemácias, resultando em menor oxigenação tecidual. Pode ser uma das causas de mionecrose no tecido cardíaco em consequência da diminuição de oxigênio circulante (TRALL et al., 2006). A lesão cardíaca por hipóxia pode causar alterações a nível celular, desta forma, o uso de uma avaliação mais precisa e precoce na detecção dos danos cardíacos é realizada hoje pelos biomarcadores cardíacos (ADANS et al., 1993)Nocão, a CK estápresenteprincipalmentenamusculaturaesquelética,miocárdio,cérebroeintestino(AKTAS et al.,1993). Oaumentodaatividadesérica da CKMB tem sido relatadoemcãescomcomprometimento miocárdicosecundárioà dirofilariose,endocarditee cardiomiopatiahipertrófica e trauma(AKTAS et al.,993).Os diferentes biomarcadores tem gerado perspectiva de evolução na conduta clínica de pacientes com lesão cardíaca, trazendo informações complementares para o tratamento e prognóstico (ADANS et al.,1993). O objetivo desse trabalho foi através da mensuração sérica de CK e CKMB detectar lesões em miocárdio em cães com vários graus de anemia naturalmente adquiridas e investigar associações das características clínicas com os níveis sérico de CK e CKMB como fator prognostico. Material e métodos  O estudo avaliou 111 cães que foram divididos em cinco grupos (G) de acordo com a seguinte composição e severidade da anemia: G1 (n=26) cães com VG entre 21,1 e 36% (anemia leve), G2 (n=22) cães com VG entre 16,1 e 21% (anemia moderada), G3 (n=17) - cães com VG entre 10,1 e 16% (anemia grave), G4 (n=20) cães com VG igual ou abaixo de 10% (anemia muito grave) e G6 (n=30) cães hígidos (grupo controle).Os animais foram submetidos à avaliação clínica, por meio de frequência cardíaca, frequência respiratória, temperatura retal, taxa de hidratação, coloração de mucosas, tempo de preenchimento capilar, pulso e pressão arterial e à avaliação laboratorial através de hemograma, dosagem de CK e CKMB (Kits comerciais do Dimension® clinical chemistry system - Siemens, Alemanha). Para a avaliação do prognóstico observou o período de internamento em dias, escore da doença, icterícia, hematócrito e hemoglobina no momento de alta e necessidade e número de transfusão. Os resultados foram submetidos à análise estatística pelo teste de correlação linear. Este projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética pelo processo nº 8393201305. Resultados e Discussão  FIGURA 1. Gráfico de dispersão de CK em relação à CK-MB.    A porcentagem de animais que apresentaram valores de CK superiores aos valores de referência nos grupos controle, anemia leve, anemia moderada, anemia grave e anemia muito grave foram respectivamente 31,7%, 54%, 41%, 53% e 63%, sendo os níveis de referência adotados para a espécie de 50 a 250 UI/L segundo Thrall et al. (2006). Com relação a CKMB, 16,66% dos animais do grupo controle, 92% dos animais do grupo anemia leve, 100% dos animais com anemia moderada, 82% dos animais com anemia grave e 94% dos animais com anemia muito grave, apresentaram resultados acima do valor de referência de 11 a 38,8 UI/L (THRALL et al. 2006). Através do teste de correlação linear observou que há verdadeira correlação entre CK e CKMB com nível de significância de 95% e que à medida que a doença se agrava a correlação de CK e CKMB ficam mais próximas, com exceção do último grupo analisado que apresenta dispersão maior entre os dados. Em relação ao prognostico, observou que quanto maior a gravidade da anemia, maior o nível sérico de CK e CKMB. Sendo que os pacientes com níveis altos de CKMB apresentaram maior necessidade de transfusão e também maior taxa de óbito.A CK apresentou diferença significativa entre os grupos anêmicos e o grupo controle demonstrando o aumento da atividade enzimática nos quadros anêmicos, entretanto não possibilitou distinção entre os graus de severidade da anemia. O grupo de anemia muito grave apresentou valores muito superiores ao grupo controle com um aumento de 169,81% dos níveis de CK. Semelhantemente a Franco et al. (2009) evidenciou uma tendência de aumento na concentração sérica de CKMB em relação a severidade da doença, sugerindo que uma diminuição no fornecimento de oxigênio do miocárdio é suficiente para induzir um aumento da atividade de CKMB sérica em cães. Fatores que podem interferir nas atividades enzimáticas de CK e sua isoforma CKMB são presença de hemólise podendo aumentar em 21% os resultados, lipemia que aumenta em 15% a atividade de CK e presença de diversas substâncias químicas presentes em alguns medicamentos como metotrexato (THOMAS et al., 2005). Assim não descartamos essas influências nos resultados apresentados como um ponto de restrição às interpretações. Conclusões A CK  apresentou diferença significativa entre os grupos anêmicos e o grupo controle demonstrando o aumento da atividade enzimática nos quadros anêmicos. À medida que a doença se agrava a corr...
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33239
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • AVALIAÇÃO DA PREVALÊNCIA DO Toxoplasma gondii E Neospora caninum EM
           REBANHOS OVINOS DO ESTADO DO PARANÁ – RESULTADOS PARCIAIS

    • Authors: Paulo Roberto Romanelli, Andressa Maria Matos, Fernanda Pinto Ferreira, Marcelle Mareze, Ricardo Luis Matos, Roberta Lemos Freire, Alessandro Pelegrine Minho, Antonio Cezar Cavalcante, Claudio Cesar Sobezak, Elzira Jorge Pierre, Italmar Teodorico Navarro, Eloiza Teles Caldart
      Pages: 237 - 239
      PubDate: 2016-10-06
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • PESQUISA DE GENES DE VIRULÊNCIA DE ESCHERICHIA COLI ISOLADAS DE LEITE CRU
           REFRIGERADO DA REGIÃO CENTRAL DO PARANÁ

    • Authors: FRANCINE FERNANDES DA SILVA, JOSÉ CARLOS RIBEIRO JUNIOR, LORENA NATALINO HABER GARCIA, ALINE MARANGON DE OLIVEIRA, FERNANDO GODOI DE GODOI SILVA, NAYARA ASSIS AUGUSTO, PEDRO IRINEU TEIDER JUNIOR, VANERLI BELOTI
      Pages: 240 - 242
      Abstract: A presença de Escherichia coli em um alimento indica que houve contaminação microbiana de origem fecal e, portanto está em condições higiênicas insatisfatórias. Outro aspecto a ser considerado é que diversas linhagens de E.coli são comprovadamente patogênicas para humanos (FRANCO E LANDGRAF, 2008).   E. coli produtora de toxina Shiga (STEC) é uma importante causadora de doença gastrintestinal em humanos. Tal infecção pode resultar em sequelas com risco de vida como síndrome hemolítica urêmica (SHU) e púrpura trombocitopênica (PATON e PATON, 1998). E. coli enteropatogênicas (EPEC) para humanos carregam o gene eae, responsável pela produção de uma adesina conhecida como intima, causadora da lesão chamada attaching and effacing (A/E)  (PATON E PATON, 1998), que causa uma dramática perda das vilosidades dos enterócitos (DONNENBERG et. al., 1992). E. coli enterohemorrágica (EHEC), causadora da colite hemorrágica, também é produtora de toxina Shiga e portadora do gene eae. O sorotipo de EHEC mais importante é O157:H7, mas outros sorotipos já foram descritos como produtores de citotoxinas (FRANCO E LANDGRAF, 2008).O objetivo do presente trabalho foi avaliar a presença de genes de virulência para STEC, EHEC e EPEC em isolados de leite cru refrigerado. Material e métodos Foram coletadas 20 amostras de leite cru refrigerado produzido nos municípios de Castro e Arapoti, região central do estado do Paraná,no período de novembro de 2013 a março de 2014. Todas as propriedades selecionadas tinham alto nível de tecnificação, com produção média diária de 5 a 29 mil litros/dia. O abastecimento de água de todas as propriedades era oriundo de poço artesiano próprio, a ordenha era realizada em circuito fechado, sendo uma robotizada, e em seis propriedades o leite cru passava por um resfriador em placas antes de ser armazenado em tanques de expansão. Amostras de 500 mL de leite cru refrigerado foram coletadas de maneira asséptica diretamente dos tanques de expansão das propriedades rurais, transportadas sob refrigeração ao Laboratório de Inspeção de produtos de Origem Animal (LIPOA) da Universidade Estadual de Londrina (UEL), onde se procederam as análises. As amostras de leite cru refrigerado foram avaliadas para pesquisa de coliformes totais e Escherichia coli através do método rápido Petrifilm EC 3M™. As amostras foram inoculadas e incubadas de acordo com as instruções do fabricante.  Os isolados caracterizados como E. coli foram foram repicados em caldo Brain Heart Infusion (BHI), incubadas a 36 ± 1°C por 24 horas, posteriomente acondicionadas em microtubos previamente esterilizados com 50% de glicerina e estocados a -20°C. A partir do estoque, as amostras foram repicadas para caldo BHI, incubadas a 36 ± 1°C por 24 horas. Em seguida, semeadas em Ágar Padrão para Contagem, incubadas a 36 ± 1°C por 24 horas. Foi escolhida uma colônia isolada e novamente repicada para caldo BHI, de onde foi retirada a amostra para extração de DNA por  fervura segundo Ribeiro Junior et.al.(2016). A detecção dos genes  stx1, stx2 e eae foi realizada através da Reação em Cadeia da Polimerase (PCR) (PATON E PATON, 1998) independentes. O produto amplificado foi submetido à eletroforese em gel de agarose a 2% e corado com brometo de etídio. Resultados e Discussão Das 20 amostras, 14 (70%) apresentaram crescimento de colônias de E.coli, com total de 34 colônias isoladas. Dessas, não foram observados resultados positivos para stx1 e stx2, assim como Timm et al. (2005), que pesquisou os mesmos genes em isolados de E. coli em carne moída e leite cru. Do total de isolados, cinco (14,70%) apresentaram resultado positivo para gene eae, caracterizando presença de EPEC.Uma vez que a presença de E.coli nos alimentos indica contato com contaminação de origem fecal, é possível afirmar que nas amostras de leite que compuseram esse estudo apresentam risco da presença de outros enteropatógenos como Salmonella, além dos próprios isolados de E. coli patogênicos aqui identificados  Vários surtos de HC e HUS foram rastreados para o consumo de carne bovina e do leite (DONNENBBERG, 1992). O consumo destes alimentos mal cozidos ou crus é responsável por esses surtos (TIMM et. al., 2005). Ruminantes domésticos, especialmente bovinos e ovinos, são portadores assintomáticos, des...
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33218
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • QUALIDADE MICROBIOLÓGICA E FÍSICO-QUÍMICA DO LEITE PASTEURIZADO NO
           NORTE DO PARANÁ

    • Authors: Nayara Assis Augusto, Ricardo Yudi Kurihara, Francine Fernandes da Silva, FERNANDO De Godoi Silva, Aline Marangon de Oliveira, Eric Hiroyoshi Ossugui, Amanda Chagas da Silva, Pedro Irineu Teider Junior, Lorena Natalina Haber Garcia, Daniela Bussacarini, Ana Clara Canto Souza, Vanerli Beloti
      Pages: 243 - 246
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33308
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • EFICIÊNCIA DE ALIMENTAÇÃO E RUMINAÇÃO DE CORDEIROS ALIMENTADOS COM
           DIETAS CONTENDO DIFERENTES DOSES DE ADITIVO A BASE DE PRÓPOLIS

    • Authors: Nathália da Silveira Guimarães, Fernando Augusto Grandis, Livia Galiano Mangilli, Gesley Sanches Crispim, Maria Eduarda Corrêa da Silva, Helena Alonso Panho, João Paulo Batista, José Henrique de Carvalho, Maciel Junior Pires Tristão Barbosa, Vinicius Moreno, Gabriel Salomão Doretto, Odimári Pricila Pires Calixto
      Pages: 247 - 249
      Abstract: Este trabalho tem como objetivo avaliar  o comportamento ingestivo de cordeiros confinados alimentados com o aditivo de própolis LLOSC2. Foram utilizados cordeiros com aproximadamente 100 dias de idade, da raça Santa Inês. Os animais foram delineados inteiramente ao acaso, sendo 16 machos inteiros e 12 fêmeas, totalizando 28 cordeiros com peso vivo de 19,76 ± 2,77 kg. No 46° dia foi realizado o registro de comportamento ingestivo, durante um período de 24 horas. Ao final do experimento, foi observado que o produto LLOSC2 não afeta o consumo e as eficiências de alimentação e ruminação da MS e FDN.
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33132
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • RAMPA ISOLANTE NA ETAPA DE INSENSIBILIZAÇÃO PARA PREVENÇÃO DE
           PRÉ-CHOQUES EM ABATEDOURO DE AVES

    • Authors: Ana Paula Ayub da Costa Barbon, Daniela Verardino Tiveron, Luiz Francisco Prata, Ana Maria Bridi
      Pages: 250 - 253
      Abstract: O objetivo deste estudo foi testar a eficiência do uso de uma rampa isolante instalada na entrada da cuba de insensibilização para a prevenção dos pré-choques indesejáveis que prejudicam diretamente o bem-estar animal. Verificou-se a incidência desses pré-choques antes e após a instalação desta rampa isolante logo na entrada da cuba de insensibilização. Estas avaliações foram repetidas por 12 vezes com amostragem de 300 aves por vez, tanto antes quanto após a instalação da rampa. Os resultados foram submetidos à análise não-paramétrica pelo teste do qui-quadrado. Observou-se diferença (p<0,05) após a instalação da rampa isolante para a variável pré-choque. Antes da instalação a porcentagem de aves que recebiam os pré-choques foi de 82% e após a instalação esse número caiu para 7%. Concluiu-se que a instalação da rampa isolante na entrada da cuba de insensibilização contribuiu para a prevenção de pré-choques, auxiliando no bem-estar animal.
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33138
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE SUÍNOS MACHOS NÃO CASTRADOS EM FASE DE
           TERMINAÇÃO

    • Authors: Evelyn Rangel dos Santos, Barbara de Lima Giangareli, Camila Piechnick Rogel, Edmara Rodrigues Correia, Gabriela Gentilin Cavalaro, Bárbara Roberta Almeida Trevisan, Priscila da Silva Contini, Keylla de Oliveira, Ana Carolina de Figueiredo, Laryssa Martins Silva, Caio Abércio da Silva, Ana Maria Bridi
      Pages: 254 - 256
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33140
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • DESENVOLVIMENTO TESTICULAR DE SUÍNOS NÃO CASTRADOS E
           IMUNOCASTRADOS

    • Authors: Fernanda Gonçalves Lisboa, Jesús Alejandro Botero Giraldo, Ana Maria Bridi, Caio Abércio da Silva, Évelyn Rangel dos Santos, Gabriela Gentilin Cavalaro, Jéssica Gonçalves Vero, João Paulo Batista, Maria Carolina Gonçalves de Arruda, Tatiane Marquesete de Barros, Jaine da Silva Delgado, Raphael Ferreira Nunes
      Pages: 257 - 260
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33159
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • COMPOSIÇÃO CENTESIMAL DA CARNE DE CORDEIROS ALIMENTADOS COM DIETAS
           CONTENDO ADITIVO À BASE DE PRÓPOLIS

    • Authors: HELENA ALONSO PANHO, FERNANDO AUGUSTO GRANDIS, JOÃO PAULO BATISTA, GESLEY SANCHES CRISPIM, GABRIEL SALOMÃO DORETTO, GUSTAVO ANDRÉ ZANINI SACOMAN, JOÃO HENRIQUE FARINHAS DOS SANTOS, NATHÁLIA SILVEIRA GUIMARÃES, VANESSA BORDINI BARRETO, AMANDA GOBETI BARRO, ODIMARI PRICILA PIRES DO PRADO CALIXTO, MARIA EDUARDA CORRÊA DA SILVA
      Pages: 261 - 264
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33167
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • INFLUÊNCIA DA CONTAGEM DE FOLÍCULOS ANTRAIS NA EXPRESSÃO DE GENES
           RELACIONADOS A MATURAÇÃO OOCITÁRIA E NA PRODUÇÃO IN VITRO DE
           EMBRIÕES BOVINOS

    • Authors: Camila Oliveira Rosa, Fabiana De Dio Sarapião, Lahys Tuigui Diniz, Andressa Guidugli Lindquist, Camila Bizarro Silva, Isabela Bufalo, Emanuel Victor Pereira Apolonio, Marcelo Marcondes Seneda
      Pages: 265 - 268
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33202
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • COMPOSIÇÃO DE ÁCIDOS GRAXOS DE SUÍNOS IMUNOCASTRADOS
           (VIVAX®).

    • Authors: Nayara Andreo, Ana Maria Bridi, Caio Abercio da Silva, Adriana Lourenço Soares, Louise Manha Peres, Barbara Roberta Almeida Trevisan, Edmara Rodrigues Correia, Jaine da Silva Delgado, Jessica Gonçalves Vero, Keylla de Oliveira, Maria Carolina Gonçalves de Arruda, Priscila da Silva Contini
      Pages: 269 - 272
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33208
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • Proliferação Celular de Folículos Ovarianos Multioócitos em Fêmeas
           Bos indicus

    • Authors: Fernanda Zandonadi Machado, Larissa Zamparone Bergamo, Camila Bizarro da Silva, Suellen Miguez Gonzalez, Rodrigo Alejandro Arellano Otonel, Kátia Cristina Silva-Santos, Marcelo Marcondes Seneda
      Pages: 273 - 275
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33217
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • INTERVALO DE SUBSTITUIÇÃO DO MEIO DE CULTIVO IN VITRO AFETA A
           INTEGRIDADE E O DESENVOLVIMENTO DE FOLÍCULOS PRÉ-ANTRAIS EQUINOS –
           RESULTADOS PRELIMINARES

    • Authors: Andressa Guidugli Lindquist, CAMILA BIZARRO SILVA, SUELLEN MIGUEZ GONZALEZ, ISABELA BÚFALO, FABIANA DE DIO SARAPIÃO, CAMILA BORTOLIERO COSTA, MARCELO MARCONDES SENEDA
      Pages: 276 - 278
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33226
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • EFICIÊNCIA DO MEIO MEM EM PROPORCIONAR INTEGRIDADE E DESENVOLVIMENTO NO
           CULTIVO DE FOLÍCULOS PRÉ-ANTRAIS BOVINOS

    • Authors: Camila Bizarro da Silva, Maíra Moreira dos Santos, Suellen Miguez Gonzalez, Isabela Búfalo, Lívia Aires Lisboa, Marcelo Marcondes Seneda
      Pages: 279 - 282
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33227
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • CARACTERÍSTICAS DA CARNE DE OVELHAS DE DIFERENTES MÚSCULOS DE CARCAÇAS
           SUBMETIDOS A DOIS MÉTODOS DE PENDURA

    • Authors: Nathália da Silveira Guimarães, Camila Constantino, Edson Luis de Azambuja Ribeiro, Fernando Augusto Grandis, Francisco Fernandes Junior, Natália Albieri Koritiaki, Laryssa Stephanie Andrade da Costa Silva, Maciel Junior Pires Tristão Barbosa, Guilherme Agostinis Ferreira, Dagiale Kelly de Souza Tagliatella, Louise Manha Peres, Bárbara de Lima Giangareli
      Pages: 283 - 285
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33241
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • RESPOSTA IMUNE DA MUCOSA CUTÂNEA DE PACUS (Piaractus mesopotamicus)
           VACINADOS INTRAPERITONEALMENTE E POR IMERSÃO CONTRA AEROMONIOSE

    • Authors: Thais Vaz Farias, Gabrilela Pala, Alessandra Cristina de Moraes, Ed Johnny Da Rosa Prado, Suzana Kotzent, Jaqueline Custódio da Costa, Fabiana Pilarski
      Pages: 286 - 288
      Abstract: Este estudo avaliou a resposta imune local inata e adaptativa de pacu, Piaractus mesopotamicus, após vacinação contra Aeromonas hydrophila por injeção intraperitoneal e por imersão. Os peixes foram distribuídos em quatro grupos: 1) vacinado intraperitonealmente (i.p); 2) vacinado por imersão; 3) vacinado por imersão duas vezes; 4) inoculado com 0,1mL de PBS estéril (controle). As vacinas administradas por imersão c/ booster e via i.p induziram uma forte resposta imune humoral inata e adaptativa na mucosa cutânea de pacu, no entanto apenas a via i.p proporcionou uma resposta imune local mais intensa e duradoura.
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33247
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • PARÂMETROS DE QUALIDADE DE CARNE DE OVELHAS DE DESCARTE SUBMETIDAS A
           DIFERENTES FREQUÊNCIAS DE ALIMENTAÇÃO

    • Authors: João Paulo Batista, Camila Constantino, Edson Luis Azambuja Ribeiro, Francine Mezzomo Giotto, Francisco Fernandes Junior, Lívia Galiano Mangilli, Michael Marconato, Natalia Albieri Koritiaki, Amanda Freitas Pena, Gesley Sanches Crispim, Guilherme Agostinis Ferreira, José Henrique Carvalho Silva
      Pages: 289 - 291
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33399
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • CONTAGEM DE FOLÍCULOS ANTRAIS EM OVÁRIOS DE FÊMEAS BOVINAS SUBMETIDAS
           AO EXAME MACROSCÓPICO E ULTRASSONOGRÁFICO COM PROBES CONVEXA E LINEAR

    • Authors: Ranielle Rosenthal, Camila Bizarro Silva, Camila Oliveira Rosa, Suellen Miguez Gonzalez, Emanuel Victor Pereira Apolonio, Isabela Bufalo, Lahys Tuigui Diniz, Marcelo Marcondes Seneda
      Pages: 292 - 294
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33398
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM TEMPO FIXO EM BÚFALAS COM UTILIZAÇÃO DO eCG
           DURANTE ESTAÇÃO REPRODUTIVA DESFAVORÁVEL

    • Authors: Emanuel da Silveira Faleiros, Camila Bizarro da Silva, André Luis Bastos Souza, Márcio Saporski Segui
      Pages: 295 - 297
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33367
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • CARACTERÍSTICAS DA CARNE DE OVELHAS DE DESCARTE SUBMETIDAS A DIFERENTES
           FREQUÊNCIAS DE ALIMENTAÇÃO

    • Authors: HELENA ALONSO PANHO, EDSON LUÍS DE AZAMBUJA RIBEIRO, CAMILA CONSTANTINO, FRANCINE MEZZOMO GIOTTO, FRANCISCO FERNANDES JÚNIOR, LÍVIA GALIANO MANGILLI, VINÍCIUS MORENO, GESLEY SANCHES CRISPIM, VANESSA BORDINI BARRETO, AMANDA DE FREITAS PENA, NATÁLIA ALBIERI KORITIAKI, MICHAEL NUNES MARCONATO
      Pages: 298 - 300
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33332
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • CINÉTICA E DEGRADABILIDADE RUMINAL DE CARBOIDRATOS DE DIETAS COM
           DIFERENTES TEORES DE BAGAÇO DE LARANJA ÚMIDO EM SUBSTITUIÇÃO A SILAGEM
           DE MILHO

    • Authors: Nínive de Lima Corletto, Mariellen Cristine Andrade Ribeiro, Ivone Yurika Mizubuti, Odimari Pricila Prado Calixto, João Vitor da Rosa Vicente, Fernanda Gonçalves Lisboa, Luiza Maria Hoffmann, Geisi Loures Guerra, Celso Heinzen Junior, Talita Favareto Casini
      Pages: 301 - 303
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33314
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • NITROGÊNIO AMONIACAL E CAPACIDADE TAMPONANTE DE SILAGENS DE
           CANA-DE-AÇÚCAR COM BENZOATO DE SÓDIO

    • Authors: Nínive de Lima Corletto, Celso Heinzen Junior, Mariellen Cristine Andrade Ribeiro, Odimari Pricila Prado Calixto, Alexandre Fioravanti Sampaio, Luiza Maria Hoffmann, Leonardo Lourenço Trolegi, Valter Harry Bumbieris Junior, Fernanda Gonçalves Lisboa, Fernando Luiz Massaro Junior
      Pages: 304 - 306
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33309
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • RESPOSTA IMUNE E PROTEÇÃO DE PACUS (Piaractus mesopotamicus)
           VACINADOS CONTRA AEROMONIOSE

    • Authors: Thais Vaz Farias, Gabriela Pala, Alessandra Cristina de Moraes, Ed Johnny Da Rosa Prado, Suzana Kotzent, Jaqueline Custódio da Costa, Fabiana Pilarski
      Pages: 307 - 310
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33280
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • INFLUÊNCIA DA CONTAGEM DE FOLÍCULOS ANTRAIS NA TAXA DE CONCEPÇÃO DE
           VACAS SUBMETIDAS À IATF

    • Authors: Fábio Lucas Zito de Moraes, LAHYS TUIGUI DINIZ, Camila Bizarro Silva, Fábio Morotti, Camila Oliveira Rosa, Marcelo Marcondes Seneda, Paula Alvares Lunardelli
      Pages: 311 - 313
      Abstract: Recentemente, a contagem de folículos antrais (CFA) tem sido objeto de muitas pesquisas devido a sua influência direta nos resultados obtidos a partir da utilização das biotecnologias reprodutivas em especial a produção in vitro de embriões (SILVA-SANTOS et al., 2014). Além de determinar quantativamentea disponibilidade de oócitos, a população folicular também pode exercer influência qualitativa sobre a produção embrionária.Sabe-se ainda, que a alta CFA também está diretamente relacionada a maiores índices de prenhez em vacas taurinas (MOSSAet al., 2012). Entretanto, resultados obtidos com animais Bosindicus apresentam-se contraditórios no que diz respeito a tal correlação (MOROTTIet al., 2015).Sendo assim, oobjetivo deste trabalho foi avaliar a influência da contagem de folículos antrais (CFA) sobre as taxas de concepção em vacas submetidas à inseminação artificial em tempo fixo (IATF).Foram utilizadas 736 fêmeas zebuínas, com escore de condição corporal variando de 2,5 a 3,5 (escala 1-5). Os animais foram destinados à IATF e submetidos a um protocolo padrão de sincronização da ovulação em um dia aleatório do ciclo estral denominado D0, com a inserção de dispositivo intravaginal contendo 0,588g de P4 em associação à aplicação de 2,0mg de benzoato de estradiol pela via intramuscular (IM). Após 8 dias (D8), houve remoção da P4, administração de 150µg de d-cloprostenol sódico, 300 UI de gonodotrofina coriônica equina (eCG) via IM e 1,0mg de cipionato de estradiol (ECP).A CFA de cada animal foi determinada após exame ultrassonográfico com transdutor linear transretal de 5 MHz . O par de ovários (direito e esquerdo) foi avaliado e o número total de folículos antrais (≥ 3mm de diâmetro) foi mensurado por par de ovários, como descrito anteriormente (IRELANDet al., 2008). Os animais foram divididos em grupos de alta (≥ 30), intermediária (15 a 25) e baixa (≤ 10) CFA.O número de folículos foi analisado pelo teste de Kruskal-Wallis e a taxa de concepção foi analisada pelo teste de Qui-quadrado. O diagnóstico de gestação foi realizado em todos os animais 30 dias após a data da inseminaçãoEmbora não tenhamos encontrado diferença estatística entre as taxas de concepção obtidas nas categorias de baixa (57,43%; 174/303), intermediária (50 %; 157/314) e alta (47,9%; 57/119) CFA, houve uma tendência (p = 0.09) da baixa contagem em apontar índices superiores de prenhez.No presente trabalho, os valores para CFA em Bosindicus estão próximos aos utilizados por Santos et al. (2013), que também não encontraram diferença nas taxas de prenhez em vacas zebuínas (alta, 51.67%; intermediária 48,00% e baixa CFA, 60,50%). Contudo as vacas com baixa população de folículos antrais apresentaram maior taxa de concepção quando comparadas à de intermediária (60,5% vs 48,0% respectivamente).As vacas utilizadas em nosso trabalho eram recém-paridas e em sua maioria foram apresentadas á IATF antes dos 40 dias pós-parto. Segundo Starbuck-Clemmeret al. (2007), vacas paridas podem apresentar menor contagem do número de folículos em relação a novilhas.Pode-se concluir que vacas Bosindicus submetidas à IATF não sofrem influência da população de folículos antrais no índice de gestação, indicando que a baixa CFA não é responsável por níveis inferiores de fertilidade e que a CFA não deve ser considerada como única ferramenta para a seleção de fêmeas do rebanho.
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33289
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • CINÉTICA DE DEGRADABILIDADE RUMINAL DE SILAGENS DE CANA-DE-AÇÚCAR COM
           DIFERENTES TEORES DE BENZOATO DE SÓDIO

    • Authors: Celso Heinzen Junior, Alexandre Sampaio Fioravante, Leonardo Lourenço Trolegi, Odimari Priscila Prado Calixto, Valter Harry Bumbieris Junior, Nínive de Lima Corletto, Fernanda Gonçalves Lisboa, Fernando Luiz Massaro Junior, Mariellen Cristine Andrade Ribeiro
      Pages: 314 - 317
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33320
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • CARACTERIZAÇÃO BROMATOLÓGICA DE SILAGENS DE CANA-DE-AÇÚCAR COM
           DIFERENTES TEORES DE BENZOATO DE SÓDIO

    • Authors: FERNANDA GONÇALVES LISBOA, Celso Heinzen Junior, Alexandre Sampaio Fioravante, Leonardo Lourenço Trolegi, Odimari Priscila Prado Calixto, Valter Harry Bumbieris Junior, Nínive de Lima Corletto, Fernando Luiz Massaro Junior, Mariellen Cristine Andrade Ribeiro
      Pages: 318 - 320
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33317
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • CINÉTICA DE DEGRADABILIDADE RUMINAL DE RAÇÕES COM GRÃOS DE MILHO SECOS
           POR DESTILAÇÃO

    • Authors: Celso Heinzen Junior, Alexandre Sampaio Fioravante, Leonardo Lourenço Trolegi, Odimari Priscilpa Prado Calixto, Valter Harry Bumbieris Junior, Nínive de Lima Corletto, Fernanda Gonçalves Lisboa, Fernando Luiz Massaro Junior, Mariellen Cristine Andrade Ribeiro
      Pages: 321 - 324
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33321
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • COMPOSIÇÃO TECIDUAL DA CARCAÇA DE CORDEIROS ALIMENTADOS COM DIETAS A
           BASE DE PRÓPOLIS

    • Authors: João Paulo Batista, Fernando Augusto Grandis, Lívia Galiano Mangilli, Francine Mezzomo Giotto, Vinicius Moreno, Gabriel Salomão Doretto, Helena Alonso Panho, Carolinne Feijó Palombo, Gesley Sanches Crispim, Maria Eduarda Corrêa Silva, Leticia da Silva Leite, Odimári Pricila Pires do Prado
      Pages: 325 - 327
      PubDate: 2016-10-06
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33352
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • VERTICALIZAÇÃO DA PECUÁRIA

    • Authors: Camila Bizarro Silva, Marcelo Marcondes Ceneda
      Pages: 328 - 332
      Abstract: O agronegócio é imprescindível para a sustentabilidade de uma população, visto que disponibiliza produtos de necessidade primária. Além disso, trata-se de segmento de extrema importância para as perspectivas econômicas e sociais. Em virtude desta relevância, o setor agropecuário deve ser um sistema altamente produtivo, competitivo, sustentável e economicamente viável, levando-se em conta os meios de melhoramento animal e a eficiência produtiva...
      PubDate: 2016-10-08
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33783
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
  • Sustentabilidade na produção animal

    • Authors: Cleandro Pazinato Dias
      Pages: 333 - 336
      Abstract: O conceito clássico de sustentabilidade é embasado em três pilares: meio ambiente, econômico e social. A integração destes três princípios configura uma empresa sustentável. As empresas que atuam no mercado da produção animal, bem como todas as outras empresas produtoras de alimentos...
      PubDate: 2016-10-10
      DOI: 10.4025/revcivet.v3i0.33799
      Issue No: Vol. 3 (2016)
       
 
 
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