Journal Cover Revista Brasileira de História das Religiões
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  This is an Open Access Journal Open Access journal
   ISSN (Online) 1983-2850
   Published by Universidade Estadual de Maringá Homepage  [5 journals]
  • Apresentação - Visões da Morte

    • Authors: Mauro Dillmann
      Pages: 01 - 07
      Abstract: A chamada temática Visões da Morte apresenta um conjunto de artigos, com diversas abordagens temáticas e teórico-metodológicas, demonstrando a dinâmica das possibilidades de problematizações possíveis da morte na perspectiva histórica. Espaços dos mortos, ritos fúnebres, enfermidades e morte, luto e pesar, cemitérios, morte simbólica de dadas identidades são algumas das entradas temáticas dos textos que formam o presente dossiê.Mortes físicas e simbólicas estão e estiveram presentes em distintas situações e condições sociais, como aquelas que mobilizam o interesse dos estudos dos artigos aqui apresentados. O tema morte é geralmente acionado pelos historiadores ao se realizar questionamentos sobre aspectos diversos das sociedades, isto é, as problemáticas de pesquisa acabam vinculando experiências de morte ou morrer com outras instâncias de vida social em universos culturais específicos. São variadas as compreensões das formas de morrer e de expressar a morte, de tal modo que esse tema, analisado historicamente, implica em considerar as mudanças vivenciadas pelos sujeitos em dado espaço e temporalidade, considerando ainda os elementos culturais e políticos que os constituem. 
      PubDate: 2017-08-10
      DOI: 10.4025/rbhranpuh.v10i29.38980
      Issue No: Vol. 10, No. 29 (2017)
       
  • Morrer num mundo em movimento: os ritos fúnebres e o desenvolvimento das
           Ordens Terceiras franciscanas no império português ao longo do século
           XVIII

    • Authors: Juliana de Mello Moraes
      Pages: 09 - 22
      Abstract: Este artigo analisa os ritos fúnebres e a sua gestão nas Ordens Terceiras franciscanas, no intuito de compreender as peculiaridades dessas associações no império português. Isso porque, a mobilidade dos indivíduos, incluindo tanto viagens marítimas como terrestres, originava demandas específicas. Nesse contexto, desenvolveram-se as Ordens Terceiras franciscanas, as quais garantiam aos seus associados assistência material e espiritual, inclusive durante as viagens. Isso porque a sua atuação incluía, se necessário, o sepultamento e realização de ritos fúnebres aos irmãos terceiros independente da sua naturalidade ou local de filiação. O investimento realizado em prol das almas dos irmãos terceiros foi significativo nessas associações e atendia às demandas daqueles que se deslocavam tanto na Europa quanto na América portuguesa ou entre os dois continentes. Portanto, o desenvolvimento das Ordens Terceiras de São Francisco ao longo do século XVIII deve ser compreendido a partir das suas peculiaridades. Diferentemente de irmandades e confrarias, a atuação das ordens seculares correspondia às necessidades de um império global marcado pelo movimento de pessoas, objetos e ideias.
      PubDate: 2017-08-10
      DOI: 10.4025/rbhranpuh.v10i29.37739
      Issue No: Vol. 10, No. 29 (2017)
       
  • “Deos não nos creou para vivermos eternamente neste valle de
           miserias”: rituais funerários e a unção dos enfermos nos aldeamentos
           Kiriri (1698-1702)

    • Authors: Ane Mecenas
      Pages: 23 - 41
      Abstract: Este artigo tem como objetivo principal compreender o discurso de capuchinhos e jesuítas no sertão da América portuguesa, entre 1698 e 1702, sobre os rituais funerários dos Kiriri. Por meio das descrições, a morte e as práticas dos fúnebres dos Kiriri são evidenciadas nos escritos produzidos para a conversão. O corpus documental analisado se constitui por meio de dois catecismos, elaborados com o objetivo de auxiliar os missionários na conversão dos índios: um de autoria do padre jesuíta Luigui Mamiani e o outro do capuchinho Bernardo de Nantes. 
      PubDate: 2017-08-10
      DOI: 10.4025/rbhranpuh.v10i29.37576
      Issue No: Vol. 10, No. 29 (2017)
       
  • Sepulturas e hierarquias sociais numa paróquia rural do Rio de Janeiro:
           Santo Antônio de Jacutinga entre o século XVIII e o início do XIX

    • Authors: Claudia Rodrigues, Vitor Cabral
      Pages: 43 - 77
      Abstract: Este artigo analisa a relação entre sepulturas, sepultamentos e hierarquias sociais entre os moradores livres e libertos da paróquia de Santo Antonio de Jacutinga, no Recôncavo da Guanabara/RJ, entre o século XVIII e início do XIX. Ao investigar as particularidades dos espaços destinados às sepulturas numa freguesia rural do Rio de Janeiro escravista, buscamos identificar de que forma as desigualdades e hierarquias presentes ao longo da vida numa sociedade que tinha como base características do Antigo Regime adaptado aos trópicos se expressavam por ocasião da morte e de um dos ritos mais importante da escatologia católica, que era o sepultamento em sagrado.
      PubDate: 2017-08-10
      DOI: 10.4025/rbhranpuh.v10i29.37939
      Issue No: Vol. 10, No. 29 (2017)
       
  • O IMAGINÁRIO DA “BOA MORTE” NO ANTIGO NORTE DE GOIÁS
           (1886-1940)

    • Authors: Vera Lucia Caixeta
      Pages: 79 - 95
      Abstract: RESUMO: Na tentativa de dar inteligibilidade às atitudes dos sertanejos goianos diante da morte, recorri às fontes memorialistas, em especial, ao livro Os sertanejos que eu conheci, de Frei Audrin, escrito na década de 1940 e publicado na década de 1960. O frade apresenta as singularidades do mundo sertanejo com seus modos de viver e suas atitudes diante da morte. As fontes históricas são tomadas como representações do mundo, elaboradas pelos seus autores dentro das suas condições de produção. Certamente a evocação do passado como feita por Audrin não decorre apenas das suas experiências, mas também do fato de a recordação envolver outros sujeitos e se comprovar como recurso à recordação dos outros. Ao tratar dos rituais fúnebres, compreende-se a impossibilidade da dissociação entre o imaginário e o simbólico, já que os sujeitos sociais são constituídos no e pelo simbólico. Enfim, os sertanejos representados pelo frade executam com propriedade, tanto a encomenda da alma, quanto a melhor destinação do corpo, objetivando garantir uma partida tranquila e o descanso eterno das almas, pois, antes de tudo, eles acreditam haver uma existência após a morte.
      PubDate: 2017-08-10
      DOI: 10.4025/rbhranpuh.v10i29.37664
      Issue No: Vol. 10, No. 29 (2017)
       
  • Luto, representação histórica e imaginário republicano em
           Redescobrindo o Brasil: a festa na política, de Marlyse Meyer e Maria
           Lucia Montes

    • Authors: Douglas Attila Marcelino
      Pages: 97 - 119
      Abstract: Este artigo trata de temas como luto, imaginário republicano e representação histórica por meio da análise de Redescobrindo o Brasil: a festa na política, de Marlyse Meyer e Maria Lucia Montes. Publicado logo após a morte de Tancredo Neves, o livro das duas autoras estabelecia uma interpretação singular dos funerais do político mineiro. A representação do luto que se transformava em festa configurava uma espécie de inversão paradoxal do trágico, pela qual o ato final do enredo se tornava um momento inaugural, numa espécie de catarse que não funcionava como um reequilíbrio das coisas ou como retorno a uma situação de opressão após o castigo do destino. Representando o início de um novo ciclo, a morte de Tancredo aparecia como uma redescoberta do Brasil, materializada na festividade de um povo que se tornava sujeito de sua história e cuja identidade possuía traços idênticos aos do político mineiro.
      PubDate: 2017-08-10
      DOI: 10.4025/rbhranpuh.v10i29.33108
      Issue No: Vol. 10, No. 29 (2017)
       
  • Cementerio: lugar de memoria y museo al aire libre. Educación patrimonial
           en el ámbito escolar

    • Authors: Jenny González Muñoz
      Pages: 121 - 138
      Abstract: El presente artículo pertenece a una propuesta en desarrollo, expresado con el objetivo de mostrar la importancia de incluir en la escuela el estudio del cementerio como lugar de memoria y museo al aire libre que permita comprender perspectivas del arte y simbolismo como sentido de pertenencia social hacia su salvaguarda, conservación y preservación. La metodología cualtitativo-interpretativa con observación directa, apoyo fotográfico y documental aborda el rol protagónico del cementerio como espacio común cultural, lugar de memoria (tomando las palabras de Pierre Nora) que busca recordar al que murió en los que viven, para su perpetuidad. Narra el desarrollo social de la localidad a la que pertenece desde monumentos memoriales susceptibles a ser admirados y estudiados contribuyendo al impulso de la salvaguarda, conservación y preservación del patrimonio cultural material, siendo la educación en la escuela elemento de sensibilización hacia el cementerio como lugar de la identidad de sus habitantes.
      PubDate: 2017-08-10
      DOI: 10.4025/rbhranpuh.v10i29.37212
      Issue No: Vol. 10, No. 29 (2017)
       
  • A memória e o lugar dos mortos: turismo de necrópole no extremo
           sul do Brasil

    • Authors: Daniel Luciano Gevehr, Larissa Bitar Duarte
      Pages: 139 - 163
      Abstract: Analisam-se as evidências da produção da memória, da identidade e da arte tumular do Cemitério das Irmandades de Jaguarão (RS). Com características próprias, o patrimônio cultural da necrópole se evidencia na paisagem da cidade, perpetuando a memória [dos mortos] e se apresenta como um museu a céu aberto. A partir da pesquisa de campo, procurou-se compreender o processo que envolve a produção da arte tumular, a produção do espaço cemiterial e as representações criadas nesse espaço para celebrar a morte. Discutem-se os elementos materiais do lugar, que possibilitam identificar a potencialidade deste patrimônio cultural para uma futura proposta de transformação do Cemitério das Irmandades em ponto turístico. A preservação da memória – através do turismo de necrópole – permite a valorização do acervo do Cemitério das Irmandades, ao mesmo tempo em que faz repensar sobre os mecanismos que envolvem as diferentes representações da morte, no contexto da contemporaneidade.
      PubDate: 2017-08-10
      DOI: 10.4025/rbhranpuh.v10i29.37300
      Issue No: Vol. 10, No. 29 (2017)
       
  • “A travesti morreu, mas carrego ela no caixão” e outras histórias
           vivas: conversão, transfobia religiosa e morte

    • Authors: Eduardo Meinberg de Albuquerque Maranhão Fo.
      Pages: 165 - 216
      Abstract: Apresento aqui, sinteticamente, algumas das formas como a morte está viva em narrativas de pessoas transgêneras e ex-transgêneras. Essa morte se relaciona, por exemplo, com a conversão de corpo e alma de tais pessoas, por vezes empoderada por igrejas cristãs inclusivas (dentre outros espaços possíveis), bem como com a desconversão que se conecta à reversão de corpo, sexo e gênero, operada por ministérios de “cura, restauração e libertação” da sexualidade. Essa análise sucinta, de história do tempo imediato, se fundamenta especialmente em narrativas de pessoas que se identificam como travestis, ex-travestis, transexuais, ex-transexuais e outras mobilidades generificadas, e se relaciona com um contexto marcado por sofismas como cristofobia e cura gay / travesti, por vezes fomentando episódios de transfobia religiosa a partir de um determinado dispositivo da cisnorma, que se associa a regimes de validação do crer religioso/sexual/generificado. 
      PubDate: 2017-08-10
      DOI: 10.4025/rbhranpuh.v10i29.37738
      Issue No: Vol. 10, No. 29 (2017)
       
  • Monjas y sacerdotes católicos como maestros zen. Historia de la
           escuela Zendo Betania

    • Authors: Rodolfo Puglisi, Catón Eduardo Carini
      Pages: 217 - 236
      Abstract: En este trabajo ofrecemos un panorama histórico de los procesos socio-religiosos que dieron inicio a Zendo Betania. Así, primero describimos el énfasis ecuménico  de la escuela budista zen Sanbokyodan, para luego ocuparnos de la figura de Hugo Enomiya-Lassalle, sacerdote jesuita alemán que estudió en Japón en esta escuela. Posteriormente, destacamos el rol difusor del zen que Lassalle desempeñó en Europa, para luego enfatizar la influencia que ejerció sobre la monja española Ana María Schlüter Rodés, fundadora de la escuela Zendo Betania hace tres décadas en España.   A continuación, bosquejamos la historia de su llegada a Argentina y, a partir de la investigación etnográfica y bibliográfica que hemos realizado con estos grupos, destacamos que la escuela presenta una serie de características que la vuelven única, en tanto combina prácticas rituales y representaciones cosmológicas budistas y católicas en un mismo contexto. Finalmente, el artículo concluye analizando las hibridaciones “occidente”/“oriente” involucradas en la globalización religiosa.
      PubDate: 2017-08-10
      DOI: 10.4025/rbhranpuh.v10i29.33258
      Issue No: Vol. 10, No. 29 (2017)
       
  • O direito natural na obra de Thomás Antônio Gonzaga

    • Authors: Claudia Cristina Azeredo Atallah
      Pages: 237 - 265
      Abstract: Thomás Antônio Gonzaga exerceu o cargo de ouvidor de Vila Rica, capitania de Minas Gerais, na década de 1780, envolvendo-se na malograda inconfidência de 1789. Na Universidade de Coimbra graduou-se em Leis no ano de 1766, recebendo o título de Doutor dois anos depois com a apresentação de sua tese sobre o direito natural das gentes. Propõe-se, nesse artigo, uma analise de seu Tratado de Direito Natural objetivando identificar a influência da filosofia neotomista jesuítica e dominicana em sua formação acadêmica e jurídica. O século XVIII apresenta-se, para o estudioso do tema, deveras complexo. Paralelamente às discussões acerca de um racionalismo político, persistiam discursos reveladores da importância da Igreja Católica, principalmente para as monarquias ibéricas e seus súditos. Em Portugal e em suas conquistas, os ventos do racionalismo iluminista soprariam de forma bastante peculiar, principalmente a partir do ministério pombalino. Todavia, não fortes o bastante para derrubar o tradicionalismo humanista.
      PubDate: 2017-08-10
      DOI: 10.4025/rbhranpuh.v10i29.33344
      Issue No: Vol. 10, No. 29 (2017)
       
  • “O I Congresso Catholico de Alagoas (1917)”: Catolicismo militante e
           patriotismo na República Velha

    • Authors: Irineia Maria Franco dos Santos
      Pages: 267 - 295
      Abstract: O objetivo deste texto é levantar algumas questões em torno do I Congresso Catholico de Alagoas, realizado entre 9 e 16 de setembro de 1917, na capital Maceió. O Congresso, idealizado pelo segundo bispo D. Manoel Antônio de Oliveira Lopes, tinha por objetivo “primordial tratar dos interesses catholicos da diocese, comemorando ao mesmo tempo a data de 16 de setembro de 1917, que relembra a elevação da antiga comarca a categoria de capitania independente de Pernambuco”. No contexto das relações entre Igreja e Estado no Brasil, nos primeiros anos da República, ainda conturbados, tem-se as relações “cordiais” de poder em Alagoas e a elaboração de um discurso que busca na tradição, a afirmação da identidade católica militante como a essência da nacionalidade e do patriotismo. Para esta reflexão, foram utilizadas as fontes da imprensa local e brasileira e do Arquivo da Cúria Metropolitana de Maceió, na perspectiva da História Social.
      PubDate: 2017-08-10
      DOI: 10.4025/rbhranpuh.v10i29.36469
      Issue No: Vol. 10, No. 29 (2017)
       
  • Da ‘Liga Eleitoral Católica’ a ‘Reação Nacionalista’ – o
           percurso do Catolicismo brasileiro rumo à ‘colusão’ com o Fascismo

    • Authors: Renato Amado Peixoto
      Pages: 297 - 332
      Abstract: Na década de 1930 a Igreja brasileira prosseguia no ambicioso projeto de recatolicização da sociedade, buscando influir decisivamente na cultura e na política. Neste sentido, a oportunidade de se reescrever a Constituição, levou a Igreja a não organizar um partido confessional, mas a Liga Eleitoral Católica, apoiando os candidatos que se comprometessem com os pleitos católicos, independentemente de suas agremiações políticas. Este posicionamento fragilizou a capacidade de reação da Igreja brasileira frente ao crescimento exponencial das extremas políticas e, a Igreja se viu ante a necessidade de ter de manter o seu apartidarismo e, ao mesmo tempo, discernir uma atitude em relação ao avanço das extremas na arregimentação dos católicos. Daí, permitindo a participação política daqueles católicos que não estavam envolvidos diretamente na administração da Igreja, abriu-se também a possibilidade para a transformação do catolicismo pelo fascismo.
      PubDate: 2017-08-10
      DOI: 10.4025/rbhranpuh.v10i29.33204
      Issue No: Vol. 10, No. 29 (2017)
       
  • O percurso histórico e social das práticas em torno do morrer

    • Authors: Thiago Rodrigues Tavares, Vanessa Gomes de Castro
      Pages: 333 - 337
      Abstract: No livro “Uma História Social do Morrer”, o médico e sociólogo Allan Kellehear realiza um exame vasto e profundo da história humana dos fins. O autor busca identificar e descrever os arquétipos fundamentais do morrer no decorrer da história da humanidade, destacando que as formas de lidar com o fim não são as mesmas, variando conforme a época, a sociedade, a cultura, etc. Para tanto, Kellehear (2016) realiza um levantamento bibliográfico, transitando por pesquisas em diversos campos da ciência, tais como Arqueologia, Etnografia, Antropologia, Sociologia, Psicologia, História, Economia e Ciências Médicas.
      PubDate: 2017-08-10
      DOI: 10.4025/rbhranpuh.v10i29.37666
      Issue No: Vol. 10, No. 29 (2017)
       
  • Outra África, outra Cristandade, outro Israel

    • Authors: Alfredo Bronzato da Costa Cruz
      Pages: 339 - 345
      Abstract: O estudo de história da África e das religiões e religiosidades africanas ainda é feito no Brasil quase que só de modo necessariamente vinculado à história das religiões e religiosidades afro-brasileiras e da diáspora africana no Brasil, o que é compreensível em função da história e da conjuntura particular deste tipo de investigação, mas também um tanto quanto limitador. Olhar para outros cenários socioculturais, políticos, econômicos e religiosos na história do continente que não exclusivamente os das sociedades afro-ocidentais envolvidas no ecúmeno imperial lusitano é um dos testes de maturidade para a consolidação cá entre nós dos estudos de história da África e das religiões e religiosidades africanas. Neste sentido, pode ser de grande auxílio o contato com uma obra como a do Prof. Amsalu Tefera dedicada à edição crítica e contextualização da Dǝrsanä Ṣǝyon, Homilia [em honra] de Sião, texto do século XV que nos remete a importantes questões referentes à tradição religiosa e à construção da autoridade política da Etiópia medieval.
      PubDate: 2017-08-10
      DOI: 10.4025/rbhranpuh.v10i29.37388
      Issue No: Vol. 10, No. 29 (2017)
       
 
 
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