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  This is an Open Access Journal Open Access journal
   ISSN (Online) 2358-3428
   Published by Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Homepage  [13 journals]
  • Frontspício

    • Authors: Priscila Campolina de Sá Campello, Cláudio Braga
      Pages: 6
      PubDate: 2017-10-23
      Issue No: Vol. 22, No. 42 (2017)
       
  • Exílios, diásporas e seus desdobramentos imprescindíveis na
           pesquisa literária

    • Authors: Priscila Campolina de Sá Campello, Cláudio R. V. Braga
      Pages: 7 - 13
      Abstract: Apresentação do volume sobre exílio e diáspora na literatura.
      PubDate: 2017-10-23
      Issue No: Vol. 22, No. 42 (2017)
       
  • O papel do exílio na configuração do nacionalismo de
           Gonçalves Dias

    • Authors: Renata Ribeiro Lima
      Pages: 14 - 35
      Abstract:  Resumo: Este trabalho propõe uma breve passagem pela biografia e pela obra do poeta Gonçalves Dias, com ênfase nos textos em que trata do exílio, analisando-os à luz de estudos sobre o Exílio e dos Estudos Pós-coloniais. Investiga-se a maneira como os sucessivos exílios a que foi submetido o poeta afetaram a sua forma de perceber e de atribuir valores aos lugares. Verifica-se como, nas representações do nacional em Gonçalves Dias, construídas a partir do duplo olhar do exilado, materializam-se conflitos de identidade, cruzando-se olhares do colonizado e do colonizador num amálgama de que era testemunha viva a própria pessoa do poeta.Palavras-chave: Exílio. Identidade. Consciência exílica. Romantismo. Nacionalismo.
      PubDate: 2017-10-23
      Issue No: Vol. 22, No. 42 (2017)
       
  • Os caminhos e os sentidos do exílio na poesia brasileira

    • Authors: Marcélia Guimarães Paiva
      Pages: 35 - 55
      Abstract: O exílio é uma questão universal e pode ser vivido dentro da própria pátria ou da comunidade – o aqui chamado exílio existencial, íntimo ou interior – e/ou vivido fora delas como o que se verifica com os deslocamentos humanos que ocorrem em toda a História, com destaque para os trágicos movimentos migratórios no século XXI. Comumente associado à situação resultante de deslocamento geográfico, o exílio também ocorre em lugares/espaços não geográficos, no interior do indivíduo. Esse indivíduo é banido de seu grupo social por não aderir aos valores compartilhados pela maioria, com isso torna-se um exilado. Na dimensão literária, existe uma tradição de poemas de exílio. Neste artigo, são analisados poemas que compõem a tradição brasileira de poesia de exílio. Para determinar a escolha e a análise dos poemas considerados “de exílio”, foram levados em conta a presença, na cena poética, dos seguintes aspectos: o exilado está fora de casa, tem consciência do exílio, é um ser sozinho, deseja um paraíso e passou por uma experiência de exílio anterior. As análises desses poemas são orientadas especialmente pelas reflexões teóricas de Denise Rollemberg, Edward Said, Homi K. Bhabha, Paul Ilie e Paul Tabori. 
      PubDate: 2017-10-23
      Issue No: Vol. 22, No. 42 (2017)
       
  • Jorge de Sena e o Minotauro: ao desterro, sempre!

    • Authors: Alessandro Barnabé Ferreira Santos
      Pages: 56 - 76
      Abstract: Este ensaio trata do modo pelo qual se articula o testemunho poético de Jorge de Sena a partir do tópico da paisagem. Poeta, ficcionista e professor universitário, Sena – “nascido em Portugal, de pais portugueses, / e pai de brasileiros no Brasil [...]” será “[...] talvez norte-americano quando lá estiver” – descreve com fôlego sua peregrinação infecta pelo Brasil e pelos Estados Unidos. Os versos prosaicos de “Em Creta, com o Minotauro” tematizam a peregrinação infecta do poeta e obrigam-nos a pensar de que forma as paisagens ali servem como indícios das visões que teve o poeta acerca dos espaços de exílio pelos quais transitou. Para tanto, recorre-se aos estudos dialogantes entre poesia e paisagem, de Michel Collot, e a perspectiva fenomenológica da Geografia Humanista-Cultural.
      PubDate: 2017-10-23
      Issue No: Vol. 22, No. 42 (2017)
       
  • Trânsitos e vivências nos romances de Mia Couto

    • Authors: Daniela de Brito
      Pages: 77 - 97
      Abstract: O que caracteriza o lugar da identidade na obra de Mia Couto é a viagem, visto que seus romances, geralmente, encenam a pluralidade de etnias, crenças, idiomas, devido à multiplicidade decorrente de trocas contínuas, realizadas ao longo do período de colonização e descolonização de Moçambique. A proposta deste artigo é investigar três romances desse autor, com a finalidade de verificar como os deslocamentos se interligam à questão da identidade, atentando para a configuração da personagem estrangeira como viajante, cujo deslocamento espacial e contato com o outro promovem trânsitos que podem, ou não, desalojá-lo da posição de estrangeiro, e também para as que são originárias do país, mas vistas como estrangeiras por seus conterrâneos.
      PubDate: 2017-10-23
      Issue No: Vol. 22, No. 42 (2017)
       
  • Exílio e (re)construção da identidade em “A Question
           of Power”

    • Authors: Renata Santos de Morales, Noeli Reck Maggi, Juliana Figueiró Ramiro
      Pages: 98 - 116
      Abstract: A autora sul-africana Bessie Head, em sua obra “A Question of Power”, apresenta a problemática de um sujeito do sexo feminino fruto da sociedade sul-africana em épocas de Apartheid. Na narrativa, a personagem principal, Elizabeth, oferece uma visão retrospectiva de sua “jornada para o inferno”, desde a África do Sul até seu exílio no vilarejo de Motabeng – a terra de areia de Botswana. Nessa caminhada, a personagem depara-se com um processo de desintegração e reconstrução da sua identidade, que a leva a descobrir sua própria totalidade. O texto proporciona ao leitor a experiência da jornada interior de Elizabeth, marcada pela discriminação, pelo isolamento e por conflitos culturais. O presente artigo tem como objetivo refletir, a partir da análise de trechos da narrativa de Head, sobre a condição de migrante da personagem, as relações de poder e a alteridade que condicionam sua existência como exilada, e o modo como essa condição perpassa seu processo de (re)identificação pessoal. A análise será feita com base na teoria foucaultiana, no que toca às questões de alteridade e relações de poder. Utilizou-se como metodologia a Estrutura Simbólica do Poder, proposta pelo semioticista Harry Pross, que diz da forma pela qual os indivíduos atribuem sentido às suas experiências e vivenciam a alteridade.
      PubDate: 2017-10-23
      Issue No: Vol. 22, No. 42 (2017)
       
  • Identidade e construção de Autoria em uma Língua Adicional: as
           memórias ou autobiografias de linguagem

    • Authors: Valéria Silveira Brisolara
      Pages: 117 - 133
      Abstract:  Grande parte da literatura contemporânea é escrita em uma língua adicional. Muitas dessas obras produzidas em língua inglesa são de cunho autobiográfico ou memorial, enfatizando aspectos relacionados ao aprendizado de uma língua adicional e a posterior transformação dessa língua em uma língua de escrita, ou seja, à construção de uma autoria em uma língua adicional. Essas narrativas revelam e discutem o efeito de uma língua adicional sobre a primeira e sobre a identidade do sujeito ao tematizar o exílio e fazer dele matéria prima para a escrita. Nesse contexto, este artigo tem por objetivo apresentar e discutir o conceito de memórias ou autobiografias de linguagem e exemplificar tal conceito a partir da obra: Lost in Translation da escritora canadense Eva Hoffman.  
      PubDate: 2017-10-23
      Issue No: Vol. 22, No. 42 (2017)
       
  • A viagem como experiência traumática na ficção Paisagem de Porcelana
           de Cláudia NIna

    • Authors: Bruno Cardoso
      Pages: 134 - 155
      Abstract: Resumo:O artigo analisa a representação da experiência de deslocamento no romance Paisagem de Porcelana da escritora carioca Claudia Nina. A leitura da obra focaliza os expedientes narrativos empregados pela autora no objetivo de figurar a viagem da protagonista-narradora a Holanda sob uma moldura traumática e dramática. Assim, o enredo se constrói sob uma perspectiva memorialista, conforme Cury( 2016), comumente utilizada em narrativas de viagem. A hipótese de leitura assume que a narradora, ao passo que rememora os acontecimentos traumáticos ocorridos em sua experiência de viagem a Amsterdã, produz um discurso de ficção reparando as arestas deixadas pela experiência traumática. Em consequência disso,, a possibilidade de superar a experiência traumática de viagem se viabiliza, no romance, por intermédio da criação de uma escrita ficcional sobre ela,o que se  revela como estratégia narrativa crucial para a construção do enredo.
      PubDate: 2017-10-23
      Issue No: Vol. 22, No. 42 (2017)
       
  • Viagem ao centro de si mesmo: exílio, busca da identidade e autoria em A
           chave de casa e Opisanie Swiata

    • Authors: Erica Rodrigues Fontes
      Pages: 156 - 170
      Abstract: ResumoO artigo examina os romances A chave de casa, de Tatiana Salem Levy e Opisanie Swiata, de Veronica Stigger, duas obras recentes da Literatura Brasileira cujo foco é o deslocamento de protagonistas que previamente já passaram pela experiência de desenraizamento. As narrativas salientam a necessidade de uma nova viagem para os dois personagens. No primeiro romance o avô da protagonista sugere a ela que vá até a sua casa em Esmirna, Turquia, entregando-lhe a chave da porta da frente da residência. Na segunda obra, Natanael, filho brasileiro do protagonista polonês solicita a ele, através de carta, uma visita em seu leito de morte, o que faz o pai, Opalka, vir de navio da Europa até a América do Sul. No entanto o propósito das viagens é alterado ainda antes do destino final. Os protagonistas têm seus objetivos iniciais frustrados, mas também experimentam uma epifania causada pelo próprio ato de se deslocar. Descobrem-se pessoas diferentes daquelas que iniciaram a viagem. Essa experiência é uma clara ilustração do que defende Michel Onfray no seu Teoria da viagem:  “a viagem nos faz saber de nós mesmos”. (p. 75).  Ir à Esmirna e à Amazônia brasileira é uma forma tanto de intensificar quanto de amenizar as feridas do exílio anterior que nunca poderão ser, de fato, esquecidas. É, acima de tudo, uma tentativa de reconexão, de profunda ligação consigo mesmo, com a família e a sociedade ao redor. 
      PubDate: 2017-10-23
      Issue No: Vol. 22, No. 42 (2017)
       
  • O romance A casa da água e a representação dos afro-brasileiros na
           África em finais do século XIX

    • Authors: Édimo de Almeida Pereira
      Pages: 171 - 195
      Abstract: RESUMO:  No ano de [1889]1900 ocorreu a viagem de retorno da ex-escravizada africana Catarina Pereira Chaves, e de seus familiares brasileiros à cidade nigeriana de Lagos. Esta viagem foi recriada pelo escritor Antonio Olinto, nas linhas do romance A casa da água (1988).  Nesta obra, a narrativa da experiência de brasileiros descendentes de ex-escravizados, na condição de estrangeiros na África, envolve temáticas como a estranheza, a hospitalidade e os conflitos decorrentes do ingresso desses indivíduos na ordem social, política e econômica das cidades da Costa dos Escravos, de onde anteriormente haviam sido trasladados, durante a diáspora, os seus ascendentes. Em Lagos, a comunidade brasileira organizou-se em torno dos seus grandes homens, negociantes ricos com quem se abasteciam e de quem dependiam as famílias mais desfavorecidas, constituindo uma rede de clientela, cujo sentido de unidade veio a resultar na organização e na ocupação de um bairro brasileiro denominado Brazilian Quarter. Nesse sentido, abordamos  a relação entre os afro-brasileiros e os africanos que os receberam, sob o ponto de vista do binômio estranheza/hospitalidade. Tal abordagem se dá com base nos apontamentos de Jacques Derrida, a partir das noções de hospitalidade e de “hos-ti-pitalidade”, termo criado pelo filósofo para se referir às circunstâncias em que a hospitalidade é pervertida pela hostilidade. Com base nesses elementos, a partir da narrativa da mencionada obra olintiana, discorremos sobre os percursos de brasileiros na cidade de Lagos.
      PubDate: 2017-10-23
      Issue No: Vol. 22, No. 42 (2017)
       
  • Nomadisme et exil dans l’œuvre d’Abdourahman A. Waberi

    • Authors: Alice Botelho Peixoto
      Pages: 196 - 216
      Abstract: Ce travail d’analyse littéraire prétend, à travers les thèmes du nomadisme et de l’exil, percer un chemin d’interprétation dans l’œuvre de l’écrivain contemporain Abdourahman A. Waberi. La première partie tente de comprendre la représentation qui est faite du nomadisme comme un mode de vie traditionnel de la Corne de l’Afrique, dont Djibouti est une métonymie. Ensuite, il s’agit de comprendre l’exil comme un phénomène qui consiste dans l’abandon de la terre natale vers l’ailleurs. Finalement, l’auteur met en scène un genre de migrant cosmopolite. En outre, certaines questions de style ou de forme sont également abordées dans ce travail, comme la prose poétique ou l’expression d’une voix narrative unique qui relie les œuvres étudiées.
      PubDate: 2017-10-23
      Issue No: Vol. 22, No. 42 (2017)
       
  • Fatal Hieroglyph: Mexico for Writers of Exile Malcolm Lowry and William
           Burroughs

    • Authors: María DeGuzmán
      Pages: 217 - 235
      Abstract: :This essay explores the representation of Mexico in the work of British modernist writer of exile Malcolm Lowry and of U.S. Anglo-American post-war, postmodern writer of exile William Burroughs. Lowry’s Under the Volcano (1947) and Burroughs’s trilogy The Soft Machine (1961), The Ticket that Exploded (1962), and The Nova Express (1964) represent Mexico as a land of fatal hieroglyphs, as itself a fatal hieroglyph. Theoretically, a hieroglyph, as a condensation of space and time, is always already fatal—“an anticipation of the end in the beginning” [Jean Baudrillard]. The fatal sign constitutes an attempted exorcism of conventional reality governed by the status quo. For Lowry and Burroughs, Mexico as place and text is the locus of the exorcism of demons, personal and cultural. In turning Mexico into a fatal hieroglyph of doom, both modernist and postmodernist writers draw on a long tradition of stereotyping primitivizations of Mexico. However, in the cases of Lowry and Burroughs, these stereotypical primitivizations also function as alternative modes of knowledge, symbol-making, and anti-narration, deliberate plumbings of the non-linear, irrational, and trans-temporal to deliver a backhanded blow against the European and Gringo colonizer / conqueror in Lowry’s case and the malaise of Anglo-American military-industrial capitalism in Burroughs’s. 
      PubDate: 2017-10-23
      Issue No: Vol. 22, No. 42 (2017)
       
  • Lutar com palavras entre ruínas: narrativa e errância em flores
           artificiais, de Luiz Ruffato

    • Authors: Marcela Ferreira Silva
      Pages: 236 - 258
      Abstract: A narrativa brasileira contemporânea tem problematizado a relação do sujeito com o espaço de diferentes maneiras, com destaque para a tematização do trânsito nos grandes centros urbanos e as inúmeras viagens realizadas pelas personagens. Esses “não lugares” (AUGÉ, 1994) têm sua relevância garantida por meio da construção de personagens transeuntes, andarilhos, viajantes, turistas, migrantes e imigrantes, que não conseguem se fixar em lugar nenhum, tampouco estabelecer relações de intimidade e pertencimento com os espaços por onde transitam. À luz dessas constatações, discutiremos o entrelaçamento dos temas da errância e da narrativa no romance Flores Artificiais, de Luiz Ruffato, publicado em 2014, visto que, nesse romance, além da referida problematização do sujeito com os espaços, questiona-se, também, as fronteiras da narrativa no contexto da contemporaneidade.
      PubDate: 2017-10-23
      Issue No: Vol. 22, No. 42 (2017)
       
  • Cruzando fronteiras linguísticas, culturais e geográficas: narrativas
           diaspóricas na ficção de Julia Alvarez

    • Authors: Tito Matias-Ferreira; Jr.
      Pages: 259 - 273
      Abstract: Este artigo objetiva investigar a maneira em que sujeitos diaspóricos ficcionais negociam o embate entre duas culturas, já que, aparentemente, espelha “a dor daqueles que se encontram divididos entre terras natais e línguas maternas”. As implicações desta negociação na vida do imigrante são questões relevantes na escrita de Julia Alvarez, assim como na de outros escritores contemporâneos. Para tanto, a significância da escrita das reminiscências do âmbito familiar é observada como um meio de apresentar a coletividade da escrita imigrante e, mais importante, como um meio que escritores imigrantes de diferentes lugares usam para possivelmente se sentirem conectados uns com os outros. Do mesmo modo, leva-se também em consideração a questão linguística na construção da identidade imigrante, visto que a língua é um fator chave na negociação que as personagens diaspóricas agenciam para buscar entender onde se posicionam no mundo contemporâneo.
      PubDate: 2017-10-23
      Issue No: Vol. 22, No. 42 (2017)
       
  • “O profeta”, de Samuel Rawet: moldura narrativa, corte
           cinematográfico e cena expressionista

    • Authors: Maria Isabel Edom Pires, Maria Zilda Ferreira Cury
      Pages: 274 - 294
      Abstract:  Este artigo trata dos modos de construção do conto “O profeta”, de Samuel Rawet, a partir da leitura de algumas referências intermidiáticas. Analisam-se a epígrafe, como um procedimento antecipatório e modular do conto; as imagens que convidam à leitura de elementos picturais, como as que sintetizam a viagem do imigrante e as visões da guerra oriundas do domínio expressionista, em comparação com a obra do pintor Lasar Segall; e os cortes e a montagem que indicam procedimentos cinematográficos. Tais processos apontam, segundo esta análise, para a forma seccionada como é visto o imigrante, para a disrupção da sua figura na sociedade receptora e para a dificuldade que ele encontra de partilhar a experiência da guerra. O conto enfatizaria a impossibilidade de reconhecer a inteireza do estrangeiro na condição de imigrante por meio de recursos elípticos e sinedóquicos.Palavras-chave: Conto. Imigração. Intermidialidade. Artes plásticas.
      PubDate: 2017-10-23
      Issue No: Vol. 22, No. 42 (2017)
       
  • Entrevista com Pauline Kaldas

    • Authors: Priscila Campolina de Sá Campello
      Pages: 295 - 300
      Abstract: Entrevista com a escritora egípcio-estadunidense Pauline Kaldas.
      PubDate: 2017-10-23
      Issue No: Vol. 22, No. 42 (2017)
       
  • Caminho como uma casa em chamas, de António Lobo Antunes

    • Authors: Cid Ottoni Bylaardt
      Pages: 301 - 304
      Abstract: Objeto da RESENHA: ANTUNES, António Lobo. Caminho como uma casa em chamas. Lisboa: Dom Quixote, Outubro de 2014, 357 páginas.  Quem lê o romance Caminho como uma casa em chamas, de Lobo Antunes, depara-se com vinte e cinco narrativas que poderiam muito bem ser lidas como contos. Contos contemporâneos, desvinculados das noções convencionais de trama (conflito-clímax-desenlace), ainda que conflitos e tensões não faltem às narrativas.
      PubDate: 2017-10-23
      Issue No: Vol. 22, No. 42 (2017)
       
 
 
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