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  This is an Open Access Journal Open Access journal
   ISSN (Online) 2358-3428
   Published by Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Homepage  [12 journals]
  • Frontspício

    • Authors: Hugo Mari
      Pages: 1 - 6
      PubDate: 2017-06-30
      Issue No: Vol. 21, No. 41 (2017)
       
  • Apresentação

    • Authors: Hugo Mari
      Pages: 7 - 20
      PubDate: 2017-06-30
      Issue No: Vol. 21, No. 41 (2017)
       
  • De perceptos a frames: cognição ecológica e linguagem

    • Authors: Paulo Henrique Duque
      Pages: 21 - 45
      Abstract: Neste artigo, proponho uma abordagem ecológica de cognição e linguagem, demonstrando que os processos de conceptualização parecem emergir da interação organismo-ambiente. Tal abordagem cognitiva exige a coordenação dos dois extremos dessa emergência e a consideração de que o uso da linguagem inevitavelmente envolve tanto os processos iniciais de interação do organismo com o ambiente quanto as estruturas e os processos que emergem dessas interações. De acordo com a abordagem aqui proposta, desenvolvemos conceitos e reorientamos nossos pensamentos sobre o mundo por meio de um mecanismo conhecido como framing, isto é, o recurso discursivo-cognitivo de que dispomos para (re)modelar circuitos neurais (ou frames).
      PubDate: 2017-06-30
      Issue No: Vol. 21, No. 41 (2017)
       
  • Linguagem e experienciação cognitiva: da memória corporal
           à narrativa

    • Authors: Maíra Avelar Miranda, Paulo Henrique Aguiar Mendes
      Pages: 47 - 68
      Abstract: Neste texto, pretendemos abordar a questão das relações entre linguagem e experienciação cognitiva do ponto de vista da sua construção interacional, a partir de práticas discursivas efetivas, que envolvem a corporificação do conhecimento, engendrada em processos multimodais. A integração organismo/ambiente, ecologicamente fundamentada em função de processos intersubjetivos, será focalizada, de modo a destacar a forma como fenômenos relacionados à memória, à intersubjetividade e à construção do self emergem qualitativamente no fluxo narrativo, partilhados durante a interação.Palavras-chave: memória corporal, multimodalidade, narrativa, semiótica cognitiva
      PubDate: 2017-06-30
      Issue No: Vol. 21, No. 41 (2017)
       
  • A leitura hipertextual: da percepção visual às
           operações cognitivas

    • Authors: Fernanda Franco Tiraboschi, Francisco José Quaresma de Figueiredo
      Pages: 69 - 87
      Abstract:                 Resumo: Neste texto, de caráter teórico, temos como objetivo discutir os elementos articulados no processo de leitura tanto de texto impresso quanto hipertextual no intuito de contribuir para as discussões envolvendo o hipertexto. Para tanto, nos apoiamos nas abordagens ascendente, descendente e sociointeracionistas de leitura (CARREL et al., 1995; DURAN, 2009; FAIRCLOUGH, 1989; GOODMAN, 1976; HUDSON, 2007; LEFFA, 1999), no intuito de discutir as mudanças relacionadas aos fenômenos envolvidos no processo de compreensão leitora. Discutiremos, também, as características do hipertexto, bem como sua leitura a partir da abordagem ecológica da cognição (LÉVY, 2004), confrontando, também, as visões de autores como Snyder (1998) e Xavier (2002). Desse modo, procuramos abordar aspectos relacionados ao processo de leitura, em especial o de hipertextos, considerando os fatores incidentes tanto no sistema de percepção visual quanto no processamento cognitivo de informações relacionadas à linguagem verbal escrita. Por fim, consideramos que nenhuma leitura é linear, uma vez que a cognição humana funciona por meio de associações. Portanto, a leitura tanto de textos impressos quanto de textos virtuais pode ser considerada hipertextual. 
      PubDate: 2017-06-30
      Issue No: Vol. 21, No. 41 (2017)
       
  • Análise de um infográfico à luz da Teoria da Mesclagem Conceptual e da
           Semiótica Plástica greimasiana: a interdisciplinaridade a serviço da
           compreensão de um texto sincrético

    • Authors: Aline Nardes dos Santos
      Pages: 89 - 108
      Abstract: Este trabalho tem por objetivo aproximar o aparato teórico da Teoria da Mesclagem Conceptual (FAUCONNIER; TURNER, 2002) às categorias de análise da Semiótica Plástica ou Visual (GREIMAS, 2004), de modo a compreender a construção de significados em um infográfico, cujo tema é a dificuldade de acesso ao aborto legal por mulheres pobres no contexto estadunidense. Por infográfico, entende-se um gênero sincrético que conjunge informações visuais e escritas, organizadas de modo a consolidar uma unidade de comunicação autônoma (CARVALHO; ARAGÃO, 2012). De modo geral, a análise empregada é qualitativa, compreendendo identificação das mesclagens conceptuais emergentes e verificação dos elementos visuais do infográfico que se relacionam a essas mesclagens a partir das categorias topológica, eidética e cromática.  Como os resultados indicam, foi possível enriquecer a descrição das mesclagens conceptuais a partir do emprego das categorias plásticas greimasianas, visto que a própria mesclagem que estrutura o infográfico dá-se por meio da conjunção entre texto e imagem.
      PubDate: 2017-06-30
      Issue No: Vol. 21, No. 41 (2017)
       
  • Música, linguística e cognição

    • Authors: Naíssa Carvalho Rajão
      Pages: 109 - 128
      Abstract: As pesquisas sobre a psicologia cognitiva da música têm se focado prioritariamente na música tonal e a escola cognitivista da década de 1980 buscou formular uma teoria do comportamento humano em termos de sistemas de competências (musicais). Neste artigo faremos uma leitura do artigo “Music, linguistics, and cognition”, de Imberty (2011), no qual este autor analisa a obra de Lerdahl e Jackendoff mostrando as possibilidades e limitações de sua teoria, a GTTM (Teoria Gerativa da Música Tonal).  Além disso, ele destaca os aspectos da obra de Jonh Sloboda, que também analisa a GTTM, e discute seus conceitos e implicações. Lerdahl e Jackendoff foram influenciados pela obra de Chomsky, que traz as concepções de inatismo, a assim propõem uma abordagem generativa para o estudo cognitivo da música. Imberty mostra os questionamentos de Sloboda a respeito da teoria de Lerdahl e Jackendoff e traz à tona as limitações da corrente destes autores. Para explicitar as características da GTTM e a fim de exemplificar esta teoria, faremos também uma análise da canção “Garota de Ipanema”, ícone da música brasileira, de acordo com as categorias propostas pelos autores.  
      PubDate: 2017-06-30
      Issue No: Vol. 21, No. 41 (2017)
       
  • Mapeamento de estudo em psicofísica da música e percepção: processos
           de aquisição da linguagem visual

    • Authors: Fabiana Oliveira Koga, Miguel Claudio Moriel Chacon
      Pages: 125 - 142
      Abstract: A Psicofísica da música é considerada uma importante área de estudo relacionada à maneira pela qual os seres humanos recepcionam o evento sonoro e o interpretam. Utilizando medidas matemáticas e concepções da Audiometria e Psicofísica, a Psicofísica da música visa mensurar o quanto um indivíduo é capaz de perceber mudanças nos estímulos sonoros, ou simplesmente ser capaz de julgar a qualidade, mudança, localização ou identidade de um som. Diante disso, optou-se por buscar na literatura trabalhos que utilizaram o método psicofísico aplicado a sons musicais. Mais que isso, objetivou-se também, buscar trabalhos que abordassem a percepção, de modo geral, mas com enfoque nas representações musicais internalizadas. Para isso utilizou-se o procedimento metodológico de revisão sistemática da literatura. Os dados foram analisados qualitativamente estabelecendo o uso de frequência na organização deles. Concluiu-se que poucos trabalhos fazem uso da Psicofísica e da percepção em termos de estímulos sonoros. Também, são poucas as áreas do conhecimento dedicadas a esse tipo de estudo. Diante dos dados encontrados, inferiu-se que, caso as áreas como, por exemplo, da Educação Musical ou da Educação fizessem uso dos conceitos psicofísicos e da percepção, muitas estratégias e recursos pedagógicos e didáticos poderiam ser beneficiados.
      PubDate: 2017-06-30
      Issue No: Vol. 21, No. 41 (2017)
       
  • Percepção de pausa em fronteira prosódica

    • Authors: Geovana Soncin, Luciani Ester Tenani, Larissa Berti
      Pages: 143 - 164
      Abstract: Este artigo trata da relação entre produção e percepção de pausas em fronteira de frase entoacional do Português Brasileiro a partir de resultados obtidos por meio de teste experimental de percepção auditiva de pausa e de variação de frequência fundamental. A percepção de fronteira de frase entoacional é relevante por esse constituinte linguístico exercer papel de importância primária no processamento de enunciados. Dentre os resultados obtidos, destacamos que tanto a combinação entre pausa e sequência tonal H+L* L% no contexto fonológico da fronteira de frase entoacional quanto a sequência tonal H+L* L% sem a produção de pausa na fronteira de frase entoacional leva à percepção de pausa. Com os resultados apresentados, este artigo apresenta subsídios para questionar o que seja a pausa do ponto de vista da percepção e defende que a identificação de pausa depende também da variação de frequência fundamental característica de frase entoacional.
      PubDate: 2017-06-30
      Issue No: Vol. 21, No. 41 (2017)
       
  • A percepção auditiva e visual das fricativas do Português Brasileiro
           diante da manipulação do sinal acústico

    • Authors: Audinéia Ferreira-Silva, Vera Pacheco, Luís Carlos Cagliari
      Pages: 165 - 183
      Abstract: Neste artigo, nosso objetivo é avaliar o papel das informações auditiva e visual na percepção das fricativas do Português Brasileiro, quando apresentadas com ambiguidade/manipulação do sinal acústico.  Para tanto, montamos um corpus de palavras dissílabas, com estrutura silábica C1V1.C2V2, onde C1 é uma das fricativas, C2 é a oclusiva surda e V1 eV2 são uma das vogais/a/, /i/ ou /u/. Após a gravação do corpus, o sinal acústico das fricativas foi manipulado em termos de duração do ruído e frequência do espectro. Nossos resultados evidenciam que os índices de identificação das fricativas foram, de maneira geral, maiores quando elas apresentavam a informação audiovisual. Nossos achados atestam que, quando as fricativas têm seu sinal manipulado, em termos de duração e frequência, seu desempenho perceptual aumenta nos casos em que a informação visual é apresentada com a auditiva, ou seja, diante da manipulação do sinal, as fricativas apresentam médias de recuperação mais altas com a informação audiovisual do que com a informação, apenas, auditiva. Esses resultados corroboram os tradicionais estudos de Sumby e Pollack (1954) e McGurk e MacDonald (1976), que afirmam que, na percepção, os ouvintes integram visão e audição. Assim, e considerando os pressupostos do FLMP de Massaro (1987), nossos resultados evidenciam que, na percepção da fala, cada fonte de informação é mais influenciável, na medida em que a outra fonte é mais ambígua.
      PubDate: 2017-06-30
      Issue No: Vol. 21, No. 41 (2017)
       
  • Deficiência Visual, Interação e Desenvolvimento da
           Linguagem

    • Authors: Fabiana Kaodoinski, Fernanda Ribeiro Toniazzo
      Pages: 185 - 203
      Abstract: Este trabalho pretende refletir sobre a importância da interação de crianças cegas congênitas com os objetos de conhecimento, com o espaço e com o outro para a promoção da aprendizagem e para o desenvolvimento do pensamento e da linguagem do indivíduo com essa deficiência. Nesse estudo teórico, entende-se a relação intersubjetiva como constitutiva do eu, conforme postulados benvenistianos. Além disso, considerando a premissa de Leonhardt (1992) de que a visão é responsável por integrar e organizar a experiência proveniente dos outros sentidos, destaca-se que o cego, por não dispor da percepção visual, pode ter dificuldades de formar conceitos – segundo pressupostos de Vygotski. Diante disso, busca-se explicitar, com base em estudos de Autor, a complexidade inerente à configuração da relação enunciativa “eu-tu” no processo de formação de conceitos em crianças com cegueira congênita, destacando-se a necessidade da constante mediação do cuidador para a promoção do desenvolvimento da cognição e da linguagem. A partir deste estudo, foi possível perceber que há um processo sistêmico no desenvolvimento do cego congênito, ou seja, linguagem, pensamento, cognição e interação estão interligados e são indissociáveis.
      PubDate: 2017-06-30
      Issue No: Vol. 21, No. 41 (2017)
       
  • O que Saussure nos teria a dizer'

    • Authors: Virgínia B. B. Abrahão
      Pages: 205 - 212
      Abstract: Resenha comentada.
      PubDate: 2017-06-30
      Issue No: Vol. 21, No. 41 (2017)
       
  • Em busca da ipseidade musical: A música e o inefável, de
           Vladimir Jankélévitch

    • Authors: Clóvis Salgado Gontijo
      Pages: 213 - 225
      Abstract: Reflexão sobre a obra "A música e o inefável", de Vladimir Jankélévitch, que será publicada proximamente pela editora Perspectiva, em volume traduzido e prefaciado pelo autor da resenha. Como linha condutora da reflexão, pretende-se examinar a ipseidade da arte sonora a partir dos eixos fundamentais da Estética (a saber: a obra, a criação, o receptor e o intérprete), nos quais se verificam distinções fundamentais entre a música e a linguagem verbal de cunho demonstrativo.
      PubDate: 2017-06-30
      Issue No: Vol. 21, No. 41 (2017)
       
 
 
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