for Journals by Title or ISSN
for Articles by Keywords
help
Followed Journals
Journal you Follow: 0
 
Sign Up to follow journals, search in your chosen journals and, optionally, receive Email Alerts when new issues of your Followed Jurnals are published.
Already have an account? Sign In to see the journals you follow.
Journal Cover Geo UERJ
   Follow    
  This is an Open Access Journal Open Access journal
     ISSN (Print) 1415-7543 - ISSN (Online) 1981-9021
     Published by Universidade do Estado do Rio de Janeiro Homepage  [12 journals]
  • DINÂMICA IMOBILIÁRIA EM CIDADES MÉDIAS: a expansão dos
           empreendimentos horizontais em Montes Claros/MG

    • Authors: Iara Soares de França, Maria Ivete Soares de Almeida, Ricardo dos Santos Oliveira
      Abstract:
      DOI : http://dx.doi.org/10.12957/geouerj.2014.7611

      Este artigo analisa a produção do espaço urbano na cidade média de Montes Claros/MG após a década de 2000, a partir da expansão dos condomínios horizontais e dos loteamentos fechados. Destaca-se Montes Claros/MG no contexto das cidades médias brasileiras. Trata-se de uma cidade média que, dentre outras transformações, passa por uma nova dinâmica imobiliária, processo intensificado no final do século XX, representando uma transformação no contexto urbano em sua estrutura social, econômica, política e também cultural. Montes Claros vivencia uma fase crescente de novos padrões de consumo imobiliário, quer seja com a finalidade de moradia, negócios ou ambos. A expansão urbana dessa cidade média reflete o seu atual momento econômico, o que impacta os diversos setores da economia, principalmente o terciário.
      PubDate: 2014-09-04
      Issue No: Vol. 1 (2014)
       
  • APRESENTAÇÃO

    • Authors: Glaucio José Marafon, Antonio Soares da Silva, Monica Sampaio Machado
      Abstract: A Geo UERJ foi criada, no formato impresso, no ano de 1997, com o objetivo de proporcionar melhor qualificação para o curso de Geografia da UERJ. Nesse período foram publicados 16 números, 2 por ano, com inúmeros artigos, resenhas e entrevistas.
      PubDate: 2014-09-04
      Issue No: Vol. 1 (2014)
       
  • PAISAGENS RURAIS CULTURAIS: OS NOVOS ESPAÇOS DA RESILIÊNCIA

    • Authors: Luisa Spagnoli
      Abstract:
      DOI : http://dx.doi.org/10.12957/geouerj.2014.12729

      Vivemos em uma época em que a paisagem está em todos os lugares, proposta à atenção de todos, à participação coletiva, no centro de um intenso debate disciplinar e político, em virtude do qual confrontamo-nos seja em âmbito teórico que operativo. Em particular, a partir da bem conhecida redescoberta paisagística, perfilada nas últimas décadas do século passado, colocando em evidência a valia polissêmica da categoria conceitual da paisagem, cuja “ambiguidade” semântica é reconduzível essencialmente à sua condição objetiva e subjetiva. Portanto, os novos endereços de pesquisa, assim como as novas “tendências” projetuais, mostram uma crescente sensibilidade no que diz respeito à paisagem, com a finalidade de definir programas de intervenção no território sempre mais orientados à consideração e valorização “holística” dos mesmos. Neste contexto, esta contribuição entende realçar a categoria “cultural” das paisagens rurais e individualizar medidas sustentáveis voltadas à reconfiguração das relações entre espaços urbanos e rurais. O objetivo consiste em propor atenção precípua nas paisagens agrárias, colocando em evidência as políticas e as “opções” projetuais endereçadas a estimular novas formas de desenvolvimento rural, a partir das quais propor uma regeneração dos espaços da agricultura, privilegiando o paradigma da multifuncionalidade e da integração.
      PubDate: 2014-09-04
      Issue No: Vol. 1 (2014)
       
  • LIQUENS UTILIZADOS COMO BIOMONITORES DA QUALIDADE DO AR NO PARQUE DA
           JAQUEIRA – RECIFE – PERNAMBUCO

    • Authors: Andrezza Karla de Oliveira Silva, Iwelton Madson Celestino Pereira, Nicácio Henrique da Silva, Fernando de Oliveira Mota-Filho, Eugênia Cristina Gonçalves Pereira
      Abstract:
      DOI : http://dx.doi.org/10.12957/geouerj.2014.5690O aumento da emissão de poluentes para atmosfera tem afetado a saúde humana, a biota e as oscilações climáticas. Desta forma, trabalhos que indiquem e/ou monitorem a qualidade do ar em áreas urbanas e rurais são importantes contribuições para a ciência. Organismos vivos são usados como indicadores ou monitores da qualidade do ar e, nesse contexto os liquens destacam-se por serem utilizados em diversas partes do mundo. Neste trabalho avaliou-sea qualidade do ar no parque da Jaqueira, Recife – PE a partir da flora liquênica existente. O parque foi dividido em 20 quadrantes de 60 m x 63 m, onde se determinou o Índice de Pureza Atmosférica (IPA) e quantificados pigmentos fotossintéticosda espécie Parmotremapraesorediosum. Os resultados demonstraram que em todos os quadrantes foram encontradas espécies de liquens, no entanto P. praesorediosum só foi localizada em 55% do parque, área também considerada como padrão de qualidade do ar de bom a superior. Os níveis baixo e intermediário da qualidade do ar foram detectados em locais onde predominam a construção civil e tráfego mais intenso de veículos, provocando a diminuição da diversidade liquênicapelospoluentes transportados pelos ventos através do parque.
      PubDate: 2014-09-04
      Issue No: Vol. 1 (2014)
       
  • SERTÕES DO LESTE: A construção de uma região
           geográfica

    • Authors: Ethel guedes vieites, Renato Guedes Vieites, Inês Aguiar Freitas
      Abstract:
      DOI : http://dx.doi.org/10.12957/geouerj.2014.8740Este artigo objetiva resgatar o processo de configuração territorial dos chamados “Sertões do Leste” no Brasil Colônia, recorte este de delimitação imprecisa, que compreendia essencialmente o vale do rio Paraíba do Sul, a Zona da Mata mineira e o vale do rio Doce. Buscaremos demonstrar como a abrangência do termo sertão ultrapassa a concepção relacionada aos domínios climato-botânicos do cerrado e da caatinga, sendo aqui empregado à área de ocorrência da Mata Atlântica. Voltaremo-nos também à análise de como os interesses político-econômicos da Coroa portuguesa atuaram sobre aquele domínio natural, com vistas ao controle do acesso às vias de escoamento do ouro e dos diamantes das minas. Em sequência, buscaremos evidenciar o surgimento da região geográfica resultante dos processos anteriormente mencionados, bem como a incorporação dessa porção territorial à ordem econômica cafeeira. A região em foco, resultado de processos naturais e sociais recíprocos, permite uma abordagem interacionista, sendo, assim, passível de uma análise à luz da História Ambiental.
      PubDate: 2014-09-04
      Issue No: Vol. 1 (2014)
       
  • LÓGICA FORMAL, LÓGICA DIALÉTICA: QUESTÃO DE
           MÉTODO EM GEOGRAFIA

    • Authors: Everaldo Batista da Costa, Rafael Fabrício de Oliveira, Renan Amabile Boscariol, Carolina Starling Souza, Rúbia de Paula Rúbio
      Abstract:
      DOI : http://dx.doi.org/ 10.12957/geouerj.2014.12732O presente trabalho deseja ser mais que uma resenha crítica, mas um exercício e chamado ao debate sobre método em Geografia. Também quer representar resistência à lógica formal imposta pelo atual produtivismo acadêmico, ao fazer alusão interpretativa de uma única obra, mas desenvolvida por cerca de um ano (2013-2014).
      PubDate: 2014-09-04
      Issue No: Vol. 1 (2014)
       
  • O PEQUI COMO RECURSO DE USO COMUM E PATRIMÔNIO CULTURAL SERTANEJO

    • Authors: Marcos Nicolau Santos da Silva, Maria Aparecida dos Santos Tubaldini
      Abstract:
      DOI : http://dx.doi.org/10.12957/geouerj.2014.5994Este artigo tem como objetivo analisar o pequi como um recurso de uso comum e as relações de propriedade engendradas nos territórios dos cerrados do Norte de Minas Gerais e do Vale do Jequitinhonha, bem como propor que se considere o fruto como um patrimônio da cultura sertaneja. A metodologia utilizada baseou-se na pesquisa qualitativa, em que foram realizadas entrevistas com 15 famílias camponesas nos municípios de Campo Azul, Japonvar e Minas Novas, totalizando 45 famílias. Além disso, realizaram-se registros orais e escritos no diário de campo. Os resultados apontam que o pequi é considerado um recurso de uso comum entre as populações sertanejas. Seu uso extrapola o significado da propriedade privada. A maioria das famílias coleta o pequi em suas propriedades e nas propriedades vizinhas. Além dos aspectos materiais, reconhecidos pela sua intensa dinâmica econômica, o pequi tem grande impacto na vida cultural e simbólica de toda a população sertaneja. Pela sua relevância material e simbólica, o pequi e o pequizeiro podem ser considerados patrimônios culturais sertanejos.
      PubDate: 2014-07-11
      Issue No: Vol. 1 (2014)
       
  • COMPARTIMENTAÇÃO GEOMORFOMÉTRICA DA BACIA HIDROGRÁFICA
           DO ARROIO CAVERÁ - RS

    • Authors: Paula Mirela Almeida Guadagnin, Romario Trentin
      Abstract:
      DOI : http://dx.doi.org/10.12957/geouerj.2014.10030O estudo das formas do relevo, nos últimos anos, tem adquirido novas dimensões, análisesdescritivas dão lugar a estudos integrados que consideram a complexidade da superfície terrestre.Com o advento dos Sistemas de Informação Geográfica – SIGs e o desenvolvimento de métodos de geoprocessamento é possível representar a superfície terrestre na forma de modelos numéricos ou Modelos Digitais do Terreno (MDT), os quais possibilitam a análise topográfica de uma área de interesse, assim como o cálculo automatizado de uma série de variáveis relacionadas.A parametrização do relevo refere-se à representação quantitativa das características morfológicas da paisagem descritas de forma contínua por meio de equações aplicadas a modelos numéricos de representação altimétrica, os MDTs, que derivam os atributos. O presente estudo foi realizado na bacia hidrográfica do Arroio Caverá, localizada na região oeste do Rio Grande do Sul, por meio de técnicas de geoprocessamento associadas à análise digital do relevo onde determinou-se a representação paramétrica das formas do relevo, com emprego de atributos topográficos obtidos de um MDT, elaborando-se uma compartimentação geomorfométrica. Para tal classificação utilizou-se uma proposta de mapeamento geomorfométrico automatizado apresentado por Silveira & Silveira (2013), a partir dos preceitos de Iwahashi e Pike (2007) que é realizada através do cruzamento de informações e atributos topográficos gerados por meio de um SIG e hierarquizados através de uma árvore de decisão baseada em valores pré-definidos, com base em conhecimento da área. Foram empregados quatro atributos topográficos: altimetria, declividade, perfil de curvatura e plano de curvatura que resultaram na definição de doze unidades de relevo.
      PubDate: 2014-06-04
      Issue No: Vol. 1 (2014)
       
  • ANÁLISE DE ÁREAS DE VULNERABILIDADE HÍDRICA NA BACIA
           HIDROGRÁFICA DE PEDRAS/PITUAÇU ATRAVÉS DE SIG

    • Authors: Luciana Santiago Rocha
      Abstract:
      DOI : http://dx.doi.org/10.12957/geouerj.2014.8052Os espaços urbanos apresentam carências no planejamento e no controle da ocupação do solo que tem acentuado ou criado áreas de vulnerabilidade hídrica como aquelas sujeitas a alagamentos. O objetivo deste trabalho foi analisar e mapear essas áreas através de dados referentes às notícias de alagamentos divulgadas pelo jornal A Tarde e de dados obtidos junto à Comissão de Defesa Civil do Salvador (Codesal). Por meio do SIG eles foram associados ao MDT, à declividade e a impermeabilização da área. Para aplicação do método proposto, foi adotada a bacia hidrográfica de Pedras/Pituaçu situada em Salvador-Bahia. Os resultados obtidos indicaram que não há coincidência entre os locais com ocorrências de alagamentos identificados pelos dados do A Tarde e da Codesal, e que, a forma de registros de ocorrências desse último órgão está aquém das necessidades para a realização de análises espaciais e identificação de áreas que necessitam de intervenção. Através desse indicativo pôde-se apontar a informação espacial como elemento relevante para o planejamento e gestão das áreas de vulnerabilidade hídrica.
      PubDate: 2014-05-22
      Issue No: Vol. 1 (2014)
       
  • TRANSPORTE HIDROVIÁRIO, PORTOS E TERMINAIS INTERIORES NA
           AMAZÔNIA BRASILEIRA: uma análise sobre seus papéis na
           política pública territorial

    • Authors: Jondison Cardoso Rodrigues, Jovenildo Cardoso Rodrigues, Edna Maria Ramos de Castro
      Abstract:
      DOI : http://dx.doi.org/10.12957/geouerj.2014.8197O território brasileiro vem passando por um acelerado processo de reestruturação produtiva e reestruturação regional, como resultado de novas estratégias empresariais e governamentais no sentido de intensificar conexões e inseriras regiões brasileiras ao movimento do capitalismo global. Assim, os últimos anos do século XXI constituem momento marcado por uma série de políticas públicas territoriais pautadas em investimentos infraestruturais no Brasil.Uma das áreas de infraestrutura que teve grande canalização foi o setor hidroviário,proveniente de várias políticas, planos e programas, a saber:o Plano Nacional de Logística e Transporte (PNLT);a Iniciativa de Integração da Infraestrutura Regional Sul-Americana (IIRSA) e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O setor hidroviário foi um dos setores que mais foi injetadoinvestimentos, particularmente no transporte hidroviário, nos portos e nos terminais interiores, sobretudo na Amazônia,buscando promover,além da integração física (inter)nacional e defesa do território amazônico, o aumento dos fluxos de mercadorias, a captura de capitais e a fluidez nas relações de trocas de maneira à obter divisas ao Estado-nação brasileiro. Com efeito, este artigo objetiva analisar o papel do transporte hidroviário,dos portos e dos terminais interiores na Amazônia brasileira,no âmbito das “novas” estratégias de políticas territoriais e dos projetos de infraestrutura (PNLT, PAC, IIRSA), para o “desenvolvimento sustentável”.
      PubDate: 2014-05-22
      Issue No: Vol. 1 (2014)
       
  • ESPACIALIZAÇÃO E VALORIZAÇÃO DE TERRENOS NO BAIRRO
           CAMOBI – SANTA MARIA, RS

    • Authors: Guilherme Cardoso da Silva, Marcia Xavier Peiter
      Abstract:
      DOI : http://dx.doi.org/10.12957/geouerj.2014.4743Considerando-se o visível processo de desenvolvimento em que o bairro Camobi se apresenta, juntamente com o aquecido estado das relações imobiliárias, o presente trabalho busca analisar a valorização do solo dentro dos limites do bairro Camobi, no contexto do crescimento e desenvolvimento, relacionando os fatores que interferem na atual valorização do solo local. O objetivo deste trabalho é identificar, quantificar e qualificar terrenos dentro do Bairro Camobi – Santa Maria, RS, através do mapeamento da valorização imobiliária relacionando suas possíveis causas. A pesquisa foi realizada entre as coordenadas 29°42’00” de latitude sul e 53°39'57" de longitude oeste, possuindo como foco a área urbana. A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica, aliada à análise in loco, fotografias, pesquisa junto a imobiliárias, uso de receptor de GPS – GarminEtrexLegend H, imagens de satélite e mapeamentos em geral, estes aliados ao uso de softwares, tais como: Google Earth Pro, Photoshop CS3, CorelDRAW X3, GPS TrackMakere AutoCAD 2008. Assim, foram encontrados 22 terrenos disponíveis à venda no Bairro Camobi, sendo possível uma análise das diferentes variáveis dentro do bairro, as quais permeiam a valorização do m² por unidade de área, sendo, também, possível a compreensão da valorização do solo local. Concluiu-se que o ambiente do bairro Camobi se apresenta em visível crescimento e desenvolvimento, com uma valorização imobiliária diferenciada.
      PubDate: 2014-05-22
      Issue No: Vol. 1 (2014)
       
  • DELIMITAÇÃO ESPACIAL DE UMA UNIDADE DE CONSERVAÇÃO: O
           CASO DA ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO VACACAÍ-MIRIM/RS
           

    • Authors: Dalvana Brasil do Nascimento, Eliane Maria Foleto
      Abstract:
      DOI : http://dx.doi.org/10.12957/geouerj.2014.5710A Área de Proteção Ambiental(APA)do Vacacaí-Mirimainda não foi instituída e está em processo de discussão. O objetivo geral deste trabalho é apresentar uma proposta de delimitação para a mesma, comparando à proposta de NASCIMENTO (2010). A partir do método dedutivo de pesquisa científica e da abordagem sistêmica buscou-se atingir tal objetivo por meio do conceito de paisagem, configurando-se como uma contribuição geográfica aos estudos ambientais. Os resultados demonstraram que os remanescentes de Mata Atlântica mais conservados na área de estudo encontram-se na unidade da paisagem Rebordo do Planalto. A delimitação propostaapresenta um formato mais adequado à conservação, diminuindo o efeito de borda sobre a vegetação e aumentando a abrangência da mesma, somando aproximadamente 88 km².
      PubDate: 2014-05-22
      Issue No: Vol. 1 (2014)
       
  • NATUREZA DA MODIFICAÇÃO E MODIFICAÇÃO DA NATUREZA:
           antropogênese da bacia hidrográfica da Estrada Nova, Belém
           (PA)

    • Authors: Antônio Carlos Ribeiro Araújo Júnior
      Abstract:
      DOI : http://dx.doi.org/10.12957/geouerj.2014.5234 A cidade de Belém no estado do Pará teve seu processo inicial de uso do solo e ocupação urbana restringido por conta dos corpos hídricos, os quais faziam da cidade um desafio para ocupar com qualidade seus espaços. No decorrer de sua história o espaço belenense foi intensamente modificado para não somente favorecer sua ocupação como também sua expansão para áreas consideradas de baixadas, terrenos com cotas altimétricas abaixo de 4 m. As modificações na natureza são perceptíveis em toda Belém, para tanto será destacada a bacia hidrográfica da Estrada Nova devido a partir da década de 1940 esta área sofrer intensas modificações na natureza do terreno a ser ocupado, sendo alvo de discussões acerca de como o homem-sociedade intensifica ou mesmo gera formas e processos sobre o relevo, sendo agente geomórfico ou agente antropogenético. O uso e a ocupação do solo urbano geraram demandas por melhores condições de moradia (saneamento básico, por exemplo), as quais desencadeiam novas dinâmicas sociais sobre a natureza que precisou ser alterada para melhor atender novas necessidades citadinas, por vezes eliminando problemas (inundações) ou apenas deslocando-os no espaço.
      PubDate: 2014-05-22
      Issue No: Vol. 1 (2014)
       
  • RELAÇÕES DE PODER E PRODUÇÃO TERRITORIAL: as
           contingências da vida no Assentamento Olga Benário em Ipameri
           (GO)

    • Authors: Rafael de Melo Monteiro, Vera Lúcia Salazar Pessôa
      Abstract:
      DOI : http://dx.doi.org/10.12957/geouerj.2014.6168O objetivo dessa pesquisa foi compreender as relações de poder no Assentamento Olga Benário em Ipameri (GO), refletindo-se de que maneira essas relações produziram um território. Para seu desenvolvimento, adotaram-se os seguintes procedimentos metodológicos: a) pesquisa teórica; b) pesquisa documental e c) pesquisa de campo. Na pesquisa de campo, foram utilizadas as técnicas das entrevistas e da análise do discurso. O Assentamento Olga Benário formou-se em 2005, com a aquisição do imóvel rural Fazenda Ouro Verde/Santa Rosa pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA). Com a sua criação, 84 famílias foram assentadas, sendo todas, na época, membros do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Antes de haver o parcelamento das terras, surgiram propostas para a organização socioespacial coletiva. Grande parte das famílias rejeitou a proposta, apenas seis decidiram formar o Coletivo Margarida Alves. Com o arrendamento das terras desse grupo coletivo para cultivo de soja, parcela significativa das famílias (50 no total, que permaneciam vinculadas ao MST) desvinculou-se do Movimento e fundou a Associação dos Pequenos Produtores do Assentamento Olga Benário (ASPRAOB). Além disso, destacam-se outros elementos que contribuíram para o exercício das relações de poder nesse assentamento: as trajetórias espaciais das famílias assentadas, o período de vida nos acampamentos do MST e a influência de valores religiosos.
      PubDate: 2014-05-22
      Issue No: Vol. 1 (2014)
       
  • POLÍTICAS DE CURRÍCULO E O ENSINO DE GEOGRAFIA NO ESTADO DO RIO
           DE JANEIRO

    • Authors: Saulo Cezar Guimarães Farias
      Abstract:
      DOI : http://dx.doi.org/10.12957/geouerj.2014.5639O presente trabalho realizou uma breve análise sobre a política de governo carioca que instituiu em suas escolas o currículo mínimo, com ênfase na construção do currículo de geografia. Também reconstituiu os percalços que a educação brasileira sofreu nas últimas décadas e as tentativas políticas recentes de reverter o atraso e melhorar a qualidade da educação básica no Brasil. Partindo de uma estratégia metodológica teórico-descritiva, baseou-se em documentos e experiências de professores participantes do projeto, concluindo que o mesmo se configurou em uma medida paliativa sem grandes resultados para a melhora da educação estadual.
      PubDate: 2014-05-22
      Issue No: Vol. 1 (2014)
       
 
 
JournalTOCs
School of Mathematical and Computer Sciences
Heriot-Watt University
Edinburgh, EH14 4AS, UK
Email: journaltocs@hw.ac.uk
Tel: +00 44 (0)131 4513762
Fax: +00 44 (0)131 4513327
 
About JournalTOCs
API
Help
News (blog, publications)
JournalTOCs on Twitter   JournalTOCs on Facebook

JournalTOCs © 2009-2014