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Revista Pensamento Contemporâneo em Administração
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  This is an Open Access Journal Open Access journal
     ISSN (Print) 1982-2596
     Published by Universidade Federal Fluminense Homepage  [8 journals]
  • Gerenciamento de projetos em micro e pequenas empresas

    • Authors: Cristina Dai Prá Martens, Ana Claudia Belfort, Karoline Doro Alves Carneiro, Mauro Luiz Martens
      Abstract: Esta pesquisa objetivou analisar o gerenciamento de projetos (GP) em micro e pequenas empresas (MPEs) de software à luz das áreas de conhecimento em GP. Para tanto, foi conduzida uma survey, de caráter descritivo, em 54 MPEs de software brasileiras. Os dados foram coletados por meio de aplicação de questionário eletrônico com gestores de projetos e dirigentes das empresas. A análise de dados foi realizada utilizando-se de estatística descritiva. Os resultados apontam que de maneira geral as MPEs do setor estudado utilizam o GP e respectivos processos das áreas de conhecimento, especialmente nas empresas com estrutura matricial. Alguns processos em GP destacam-se com maior incidência em empresas com menores quadros de colaboradores do que em empresas com maiores quadros, o que sugere a influência do empreendedor ou dirigente das MPEs no gerenciamento e resultados dos projetos. Contribuições teóricas e práticas são apresentadas para MPEs, GP e empresas de software.
      PubDate: 2014-09-30
      Issue No: Vol. 8 (2014)
       
  • Desenvolvimento de pessoas em um micro empreendimento do terceiro setor: a
           experiência da adesjovem

    • Authors: Robson Malacarne, Janette Brunstein, Margarete Dias de Brito, José Luiz Bedoni, Rodrigo Nascimento Rodrigues
      Abstract: O objetivo deste estudo é compreender as ações de desenvolvimento de pessoas da ADESJOVEM. A experiência do micro empreendimento social é singular, pois sensibiliza e envolve profissionais de diferentes áreas do conhecimento para atuarem com projetos de Desenvolvimento de Competências Empreendedoras - DCEs. Destaca-se, neste processo, o Programa de Incentivo a Inovação Social, Inova Jovem, e o Projeto de Educação Empreendedora, A Juventude Quer Mais. O desenvolvimento teórico se fez com base nas reflexões sobre gestão de pessoas de Davel e Vergara, nas competências preconizadas por Wiek, Withycombe e Redman e na discussão de Aprendizagem Social de Elkjaer. A pesquisa foi feita a partir das entrevistas realizadas com a diretoria e com os beneficiários dos projetos desenvolvidos pela entidade. A análise dos dados revela que o incentivo a inovação é uma estratégia que favorece o DCEs, principalmente quando associadas a projetos participativos e cooperativos.
      PubDate: 2014-09-30
      Issue No: Vol. 8 (2014)
       
  • Estratégias de incubação para minimizar as incertezas da
           ação empreendedora

    • Authors: Nayara Silva de Noronha, Thaís Cristine de Souza Santos, Cléber Carvalho de Castro, Déborah Mara Siade Barbosa
      Abstract: Este artigo tem como objetivo identificar as estratégias das incubadoras de empresas de base tecnológica para reduzir as incertezas institucionais e psicológicas que permeiam a ação empreendedora de suas incubadas, sob a perspectiva dos gestores das incubadoras. Assim, realizou-se um estudo empírico de casos múltiplos, qualitativo, com gestores de duas incubadoras, sendo uma localizada em Minas Gerais e a outra no estado de Goiás. Foram analisadas nove tipos de incertezas presentes no processo de incubação. Contudo, as incubadoras demonstram-se capazes de contribuir, de modo significativo, para minimizar a influência apenas das incertezas mercadológicas, financeiras e o excessivo desejo de mudança.
      PubDate: 2014-09-30
      Issue No: Vol. 8 (2014)
       
  • A percepção econômico-financeira do microempreendedor
           individual em Goiás

    • Authors: Maira Jessika Fernandes Silva, Moises Ferreira da Cunha, Renielly Nascimento Iara, Camila Araújo Machado
      Abstract: Resumo: Esta pesquisa teve como objetivo identificar a percepção do Microempreendedor Individual Goiano acerca das possíveis alterações em seus indicadores de desempenho econômico-financeiros decorrentes da sua formalização. A amostra utilizada foi um questionário aplicado para os Microempreendedores que procuraram o SEBRAE – Goias, em Goiânia, entre março e maio de 2013. Foram obtidos 109 questionários válidos. Os dados foram analisados através de técnicas que investigam as relações de interdependência entre variáveis, neste caso, Análise de Correspondência e Homogeneidade. Com base nessas análises, notou-se que os Microempreendedores Individuais do Estado de Goiás perceberam melhoras em seus indicadores econômico-financeiros após sua formalização.   Palavras-chave: Microempreendedor Individual; Formalização; Indicadores econômico-financeiros.
      PubDate: 2014-09-30
      Issue No: Vol. 8 (2014)
       
  • Processo de inovação na micro e pequena empresa:
           implicações e achados em empresas sergipanas

    • Authors: Glessia Silva, Antonio Luiz Rocha Dacorso
      Abstract: Dado o potencial competitivo que a inovação promove, organizações de todos os portes têm investido na inovação como forma de atuar no mercado, inclusive as micro e pequenas empresas. Com o objetivo de compreender como ocorre o processo de inovação nas micro e pequenas empresas, foi realizado um estudo de múltiplos casos em sete empresas sergipanas, de diferentes setores da economia. Como fontes de evidências foram utilizadas entrevistas semiestruturadas, análise documental e análise por registros. A pesquisa demonstrou um processo de inovação formado por um conjunto de práticas informais, direcionadas à busca por qualidade, controle e melhoria de suas atividades e processos. Esta busca, por sua vez, contribui para que os gestores identifiquem novas oportunidades de negócio e possíveis melhorias. Assim, as micro e pequenas empresas apresentam um formato peculiar em seu processo de gestão da inovação, voltado às práticas diárias que exercem e estreitamente dependente de seus integrantes para manterem um processo contínuo e dinâmico.
      PubDate: 2014-09-30
      Issue No: Vol. 8 (2014)
       
  • Práticas de inovação em empresa familiar: estudo de caso

    • Authors: Alex Fernando Borges, Juvêncio Braga de Lima, Daniela Meirelles Andrade
      Abstract: O objetivo deste trabalho consiste em compreender a construção de práticas de inovação em empresas familiares. Para tanto, foi efetuado um estudo de caso, junto a uma organização familiar do setor de cachaça artesanal, situada no Estado de Minas Gerais. A análise dos resultados permitiu verificar a construção de práticas de inovação, envolvendo um equilíbrio entre inovações de ruptura, a partir de novos produtos e métodos de produção e da exploração de novas oportunidades de negócio, e de inovações incrementais, envolvendo melhorias contínuas em atividades já desempenhadas pela empresa. Esse movimento, por sua vez, acaba por gerar possibilidades para a renovação estratégica da empresa familiar estudada, contribuindo para a sua longevidade. Conclui-se que a inovação, enquanto ação empreendedora, permite a construção de empresas familiares inovadoras, uma categoria teórica em potencial a ser explorada no campo de pesquisas sobre empresas familiares.
      PubDate: 2014-09-30
      Issue No: Vol. 8 (2014)
       
  • Características do comportamento empreendedor durante o insucesso

    • Authors: Isabel Bohrer Scherer, Italo Fernando Minello
      Abstract: Este artigo tem como objetivo analisar o comportamento resiliente e os estilos de enfrentamento de empreendedores durante o insucesso empresarial. A pesquisa caracteriza-se como qualitativa, exploratória, baseada em pesquisa empírica. Adotou-se a entrevista semiestruturada como instrumento de coleta de dados, que foi realizada com 13 empreendedores paulistas que vivenciaram o insucesso empresarial. A análise dos dados foi a partir da aplicação da Escala de Funcionamento Defensivo e da técnica de análise de conteúdo. Como resultados constatou-se que os estilos de enfrentamento mais utilizados foram identificação projetiva, atuação e afiliação, o que significa que o empreendedor durante o insucesso empresarial projeta a outro a responsabilidade pelo seu fracasso, age sem o devido planejamento ou reflexão, porém, busca ajuda para minimizar tal situação; além disso, encontrou-se o estigma do fracasso, a aliança ou apoio externo, a perturbação emocional e os aspectos econômicos, como as principais repercussões do fracasso empresarial.
      PubDate: 2014-09-30
      Issue No: Vol. 8 (2014)
       
  • Editorial

    • Authors: Joysi Moraes
      Abstract: Editorial
      PubDate: 2014-09-30
      Issue No: Vol. 8 (2014)
       
  • Competências e aprendizagem empreendedora em MPE’s educacionais

    • Authors: Marcia Aparecida Zampier, Adriana Roseli Wünsch Takahashi
      Abstract: Este estudo, realizado com proprietários e gestores de MPE’s do setor educacional privado de Curitiba, teve o propósito de analisar de que maneira as competências empreendedoras de oportunidade e administrativas foram desenvolvidas por meio de um processo de aprendizagem empreendedora. A metodologia consistiu em um estudo exploratório, com abordagem qualitativa e perspectiva temporal de corte transversal com aproximação longitudinal. Realizou-se um estudo de multicasos (nove). Como resultado, foi possível identificar o desenvolvimento das competências de oportunidade e administrativa e o processo de aprendizagem empreendedora e constatar que a competência administrativa foi desenvolvida com um grau ligeiramente superior à de oportunidade. Quanto às proposições da autora, algumas foram confirmadas totalmente, outras parcialmente e outras não puderam ser confirmadas. Além disso, foi possível apresentar uma proposta de aprimoramento do modelo conceitual utilizado.
      PubDate: 2014-09-30
      Issue No: Vol. 8 (2014)
       
  • Atitude empreendedora de proprietários visionários e
           funcionários visionistas

    • Authors: Wender Rodrigues Siqueira, Patrícia Peghini, João Bento Oliveira Filho, Lionardo Dias Souza
      Abstract: O objetivo geral desta pesquisa é identificar e comparar a atitude empreendedora de proprietários versus funcionários intraempreendedores de micro e pequenas empresas do ramo de confecção. Pretendeu-se descobrir se há diferença na atitude empreendedora de proprietários (visionários) e funcionários intraempreendedores (visionistas). A abordagem utilizada foi quantitativa, conforme Carrieri e Luz (1998), com a adoção do Instrumento de Medida de Atitude Empreendedora (IMAE), proposto por Lopez Jr. e Souza (2005). Os dados foram coletados por meio de questionário, totalizando-se 30 respondidos, e consistindo-se em uma amostra por conveniência. Os resultados demonstraram não haver diferença de atitude empreendedora, especificamente para este objeto de pesquisa, entre visionários e visionistas, dentro das dimensões estudadas. Consequentemente, não se pode afirmar que existe diferença de atitude empreendedora entre proprietários e funcionários intraempreendedores nas empresas analisadas.
      PubDate: 2014-09-30
      Issue No: Vol. 8 (2014)
       
  • Indicadores de desempenho em pequenas e médias empresas

    • Authors: Antonia Egidia Souza, HAMILTON LUIZ CORREA
      Abstract: As PMEs têm características organizacionais e de desempenho que as tornam diferentes das grandes empresas, porém nao se pode negligenciar o importante papel dos sistemas de mensuração de desempenho para qualquer tipo de empresa ou forma de gestão. Com isso em mente, a intenção deste artigo foi responder a duas perguntas importantes: as Pequenas e Médias Empresas (PMEs) empregam indicadores de mensuração de desemepnho? As características organizacionais influenciam no emprego de indicadores de mensuração de desempenho? Para melhor responder essas questões aplicou-se uma pesquisa de campo com uma amostra  não probabilística por conveniência com 87 empresas do setor calçadista de Santa Catarina. O método privilegiado foi o quantitativo e na análise dos dados aplicou-se técnicas estatisticas com o auxílio do SPSS. Os resultados revelam que as empresas pesquisadas adotam indicadores financeiros e não financeiros, porém os indicadores financeiros são mais utilizados que os não financeiros.   
      PubDate: 2014-09-30
      Issue No: Vol. 8 (2014)
       
 
 
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