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Revista Poiesis
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ISSN (Print) 1519-9150 - ISSN (Online) 2448-3095
Published by Universidade Estadual de Montes Claros Homepage  [14 journals]
  • Sumário

    • Authors: Dossiê Jacques Derrida /Outros artigos
      PubDate: 2018-06-15
      Issue No: Vol. 15, No. 2 (2018)
       
  • Editorial

    • Authors: Antônio Wagner
      Pages: 01 - 04
      PubDate: 2018-06-15
      Issue No: Vol. 15, No. 2 (2018)
       
  • DO PENSAMENTO DO SER AO PENSAMENTO DO RASTRO – DERRIDA LEITOR DE
           HEIDEGGER

    • Authors: Fernanda Bernardo
      Pages: 05 - 52
      Abstract: Na mui grata memória da edição simultânea de De la Grammatologie (1967), de L’écriture et la différence (1967) e de La Voix et le Phénomène (1967), 2017 assinalou os 50 anos do pensamento da différance de Jacques Derrida (1930-2004). Mas, assinalou também o retorno ruidoso de um clima de injúrias endereçadas aos chamados «filósofos heideggerianos franceses», no eco do retorno da velha questão do antissemitismo de Heidegger no prosseguimento da edição mais ou menos recente dos seus Schwarze Hefte. Ora, para bem compreender a singularidade do inaudito evento filosófico chamado Desconstrução, ligado ao pensamento, à obra e ao nome de Jacques Derrida, não é obviamente possível contornar Freiburg – mas será a Desconstrução derridiana apenas um mero «heideggerianismo francês»' Heidegger mais o estilo de Derrida, como alguns pretendem' Tendo em conta que a Auseinandersetzung foi a constante da Grundstimmung da relação de Derrida-leitor a Martin Heidegger (1889-1976), Do pensamento do ser ao pensamento do rastro propõe-se perscrutar o alcance, os desafios, as implicações e as manifestações filosóficas (filosóficas, (meta-)éticas e políticas !) desta constante Auseinandersetzung, tentando mostrar como, para além de qualquer heideggerianismo ou anti-heideggerianismo, mas também não sem honrar a grandeza e a fecundidade inspiradora do pensamento filosófico de Heidegger, ela se encontra na origem de um novo idioma filosófico – o da Desconstrução derridiana, justamente. Assim se logrará talvez mostrar que Heidegger em França foi, do ponto de vista do pensamento filosófico, um acontecimento incomparável.
      PubDate: 2018-06-15
      Issue No: Vol. 15, No. 2 (2018)
       
  • LENDO POESIA COM JACQUES DERRIDA: MARK STRAND E A CONTEMPORANEIDADE

    • Authors: Alcides Cardoso dos Santos
      Pages: 53 - 70
      Abstract: Neste artigo partimos das reflexões de Jacques Derrida sobre o papel da literatura e, mais especificamente, da poesia na desconstrução do modo binário de ver e pensar o mundo. Como pensador do contemporâneo, Derrida propõe que o paradoxo não seja lido como incidental na poesia ou na literatura, mas como sua marca, sua assinatura. É a partir deste modo de ler poesia que faremos a leitura do livro de poemas Dark Harbor, do poeta norte-americano Mark Strand, cuja poesia mostra uma percepção inequívoca da natureza contraditória do mundo contemporâneo.
      PubDate: 2018-06-15
      Issue No: Vol. 15, No. 2 (2018)
       
  • O HORROR DA TEXTUALIDADE

    • Authors: Aparecido Donizete Rossi
      Pages: 71 - 82
      Abstract: O presente artigo tem por objetivo investigar, sob a perspectiva da Desconstrução derridiana e do pós-estruturalismo, a hipótese de que o horror da Textualidade — aqui entendido como a possibilidade, em si mesma assustadora, de que o jogo de (auto)referências (inter-/con-/trans-/meta-/sub-)textuais a que a ficção, a teoria e a realidade empírica atuais têm se atido revele que não há fora-de-texto — seja, ao mesmo tempo, a Textualidade ou gramatologia das Trevas, o modo como tem se dado a estetização ou emolduração das Trevas por meio da ficção gótica na contemporaneidade e na tradição; e um paradigma existencial tornado literatura, arte, filosofia etc. por meio desse mesmo fazer ficcional, o que equivale a afirmar que o gótico é um modo de pensar, uma forma de conhecimento, e que as Trevas são a Existência.
      PubDate: 2018-06-15
      Issue No: Vol. 15, No. 2 (2018)
       
  • COMO SE NÃO FOSSE LITERATURA: DERRIDA, NIETZSCHE E A QUESTÃO DOS
           ESTILOS

    • Authors: Carla Rodrigues
      Pages: 83 - 96
      Abstract: O objetivo deste artigo é articular a concepção de linguagem no pensamento de Jacques Derrida com a que aparece na filosofia do jovem Nietzsche. Estilos de linguagem, como o uso da metáfora no texto filosófico, e o recurso das aspas para a suspensão da verdade, serão para Derrida problemas filosóficos como já haviam sido para Nietzsche, e abrirão ao filósofo francês, em diálogo com o estruturalismo linguístico dos anos 1970 na França, a possibilidade de unir de forma radical a filosofia e a literatura.
      PubDate: 2018-06-15
      Issue No: Vol. 15, No. 2 (2018)
       
  • ALTERIDADE EM CENA: A QUESTÃO DO ANIMAL EM “AU HASARD
           BALTHASAR”, DE ROBERT BRESSON

    • Authors: Geraldo Magela Cáffaro
      Pages: 97 - 104
      Abstract: Este ensaio aborda a questão do animal no filme “Au hasard Balthasar” (1966), de Robert Bresson. A discussão proposta inspira-se em reflexões do filósofo Jacques Derrida no livro O animal que logo sou (1999), e também nos estudos de Maria Esther Maciel sobre animais e animalidade. A partir da análise do filme, é possível argumentar que Bresson apresenta uma forma diruptiva de representação do animal, optando por manter a alteridade do burro Balthasar e se se recusando a tratá-lo como mera metáfora para o humano. O ensaio se estrutura com base em alguns pontos do texto derridiano, a saber, os que dizem respeito à nomeação, à linguagem, ao olhar, e ao sofrimento.
      PubDate: 2018-06-15
      Issue No: Vol. 15, No. 2 (2018)
       
  • JACQUES DERRIDA, A DESCONSTRUÇÃO E A NÃO IDENTIFICAÇÃO ENTRE O
           DIREITO E A JUSTIÇA

    • Authors: Heiberle Hirsgberg Horácio
      Pages: 105 - 115
      Abstract: Este ensaio visa explorar alguns argumentos basilares da obra Força de Lei: o fundamento místico da autoridade (1994) do filósofo argelino Jacques Derrida, quais sejam: a imprescindibilidade da insurgência contra a identificação entre justiça e direito, pela possibilidade de uma justiça que escape ao direito, que mantenha com o direito uma relação de estranhamento; a necessidade da desconstrução do dogma que funda o direito na justiça; a revelação do fundamento místico da autoridade do direito e a exposição de que o direito se funda em uma violência instauradora e performativa; a indispensabilidade da desconstrução do direito pela justiça, que é indesconstrutível.
      PubDate: 2018-06-15
      Issue No: Vol. 15, No. 2 (2018)
       
  • A PRODUÇÃO/FABRICAÇÃO DA MENTIRA PELAS TELETECNOLOGIAS MIDIÁTICAS DE
           COMUNICAÇÃO: A PSEUDO-VERDADE

    • Authors: José Olimpio dos Santos Neto
      Pages: 116 - 127
      Abstract: O objetivo deste artigo é mostrar como se dá o processo de produção/fabricação da mentira pelas empresas jornalísticas que utilizam as modernas tecnologias midiáticas de informação. Nossa abordagem do tema pretende chegar ao resultado da mentira não como uma pós-verdade, termo em voga atualmente, mas como o que denominamos pseudo-verdade. Estabeleceremos as relações entre a mentira e a performatividade, e analisaremos os seus efeitos. Finalmente, estabeleceremos uma conclusão baseada em alguns conceitos, conversões e descrição de efeitos.
      PubDate: 2018-06-15
      Issue No: Vol. 15, No. 2 (2018)
       
  • DERRIDA E O PAI: A DESCONSTRUÇÃO NO HORIZONTE DO PENSAMENTO
           HEIDEGGERIANO

    • Authors: Paulo César Silva de Oliveira
      Pages: 128 - 149
      Abstract: Este trabalho estuda as relações de Jacques Derrida com o pensamento de Martin Heidegger. Parte das condições críticas do pensamento da desconstrução derridiana em relação à figura de Heidegger, último pai da metafísica, de acordo com o filósofo francês, e pontua o percurso das ideias do filósofo alemão, desde os escritos iniciais, passando pelo Sein und Zeit, até chegar ao memento em que erige a questão do espírito (Geist) como homóloga ao espírito alemão. Essa mirada serve para Derrida mostrar que no pensamento heideggeriano uma monstruosidade de origem estaria nele inscrita e revelaria não somente uma insistente retomada da metafísica, mas um pensamento de supremacia, que Derrida denuncia e condena. Esta perspectiva se conjuga aos postulados da crítica desconstrutora de Derrida, que se quer política, a despeito da acusação de ahistórica ou alienada. O embate com a obra de Heidegger revela estratégias de análise textual e de crítica cerrada, que nosso referencial procura retraçar, de forma a dar ciência ao leitor de como opera a questão da différance na condução de uma crítica opositiva e provocadora dos binarismos.
      PubDate: 2018-06-15
      Issue No: Vol. 15, No. 2 (2018)
       
  • O LUGAR DO SUJEITO NA DESCONSTRUÇAO DERRIDIANA

    • Authors: Rozângela Gontijo
      Pages: 150 - 163
      Abstract: O termo “desconstrução” nasceu em um momento da filosofia francesa no qual as discussões sobre o sujeito eram norteadas por uma situação de hegemonia centralista. A questão primordial sobre qual lugar deve ocupar um indivíduo para ser sujeito quase sempre desemboca na finalidade do ser humano sendo, portanto, uma questão posta sobre várias vertentes de pensamento como a antropologia, a psicologia, a ética e a linguagem. Em outubro de 1968, em um colóquio internacional cujo tema era “Filosofia e Antropologia”, Derrida inicia sua conferência com três epígrafes nas quais cita Kant, Sartre e Foucault para abrir a intenção de uma fala sobre “os fins do homem”, deixando claro a ambiguidade da palavra “fim” como finalidade e como término. Mais de duas décadas depois, em entrevista a Jean-Luc Nancy publicada em “Points de Suspension”, sob o título “Il faut bien manger ou le calcul du sujet”, Derrida em certo momento diz: “Le sujet est une fable” (DERRIDA, 1992, p. 279). Duas premissas da discussão contemporânea instigaram essa conclusão: 1) a questão “quem vem após o sujeito'” e 2) a discussão sobre a “liquidação do sujeito”. Assim, como já existe uma opinião expressa na primeira premissa, pois nesta se denota a pressuposição sobre a existência de um sujeito ou qualquer coisa nomeada de sujeito, verifica-se que certas opiniões difundidas fortemente na França se dividem quanto ao diagnóstico de liquidação do sujeito. O debate permanece em aberto, pois longe de ser apenas um problema levantado pelos intelectuais franceses de uma época, assistimos hoje a um crescimento político e uma efervescência popular na qual a questão sobre o lugar do sujeito no mundo torna-se urgente.
      PubDate: 2018-06-15
      Issue No: Vol. 15, No. 2 (2018)
       
  • O EXCESSO DE SENTIDO: PAUL RICOEUR INTERPRETANDO MERLEAU-PONTY

    • Authors: Anelito de Oliveira
      Pages: 164 - 170
      Abstract: Este texto tem como objetivo apresentar uma reflexão sobre o lugar da interpretação na produção filosófica contemporânea, sobretudo a produção de língua francesa. Considera como caso muito interessante para uma visão sintética sobre esse tema a recepção da obra de Maurice Merleau-Ponty realizada por Paul Ricoeur em alguns pequenos ensaios publicados sobre o autor de La phénoménologie de la perception. A noção de um sentido excessivo, que não pode ser contido pela linguagem, é destacada por Ricoeur como aspecto singular do pensamento de Merleau-Ponty. Esse aspecto tem uma relação com a vida mesma do sujeito histórico que, para mim, é a razão fundamental do excesso de sentido, de uma impossibilidade de limitação do sentido, de um sentido absolutamente determinado.
      PubDate: 2018-06-15
      Issue No: Vol. 15, No. 2 (2018)
       
  • A UNIVERSIDADE NA ERA DA TÉCNICA SEGUNDO HEIDEGGER

    • Authors: Antônio Wagner
      Pages: 171 - 183
      Abstract: A partir dos textos O que é metafisica' (Was is Metaphysik') e A auto-afirmação da universidade alemã (Die Selbstbenhauptung der deutschen Universität), o presente artigo analisa a situação da universidade que em plena época do progresso da técnica encontra-se relacionada, na concepção heideggeriana, ao esquecimento do ser e ao encobrimento da verdade originária, formando, deste modo, uma comunidade de pesquisadores, professores e estudantes a serviço da razão calculadora. Devido à sua forma de organização em que predomina a dispersão das ciências e das técnicas, a universidade teria desconsiderado definitivamente o pensar originário. Assim, os saberes técnicos advindos da tradição metafísica acabaram prevalecendo sobre a noção de saber enquanto alétheia.
      PubDate: 2018-06-15
      Issue No: Vol. 15, No. 2 (2018)
       
  • A CRÍTICA DESCOLONIAL EM ENRIQUE DUSSEL: DESMITIFICAÇÃO DA
           MODERNIDADE EUROPEIA

    • Authors: Cristina Borges
      Pages: 184 - 195
      Abstract: O presente artigo trata da crítica à modernidade empreendida pelo filósofo Enrique Dussel. Situa a reflexão dusseliana na perspectiva descolonial em sintonia com o grupo latino-americano Modernidade/Colonialidad. Mesmo não usando o termo colonialidade , que aparece em finais dos anos de 1990, Dussel se afina ao grupo quando propõe a superação da modernidade via transmodernidade. Proposta ética da sua filosofia da libertação que anuncia ser o seu pensar descolonial.
      PubDate: 2018-06-15
      Issue No: Vol. 15, No. 2 (2018)
       
  • ANÁLISE DA FICÇÃO OU PEÇA ALEGÓRICA SOBRE DEUS E A REVELAÇÃO, DE
           JEAN-JACQUES ROUSSEAU

    • Authors: José Benedito de Almeida Júnior
      Pages: 196 - 215
      Abstract: Este trabalho tem por objetivo analisar um pequeno texto escrito por Jean-Jacques Rousseau que recebeu o título de Ficção ou peça alegórica sobre Deus e a Revelação, porém não pelo próprio autor, mas por alguns estudiosos de sua obra que o encontraram no espólio, anos depois de seu falecimento. Segundo Rousseau a filosofia e o racionalismo são limitados quando se trata de livrar as pessoas das ilusões do mundo, restando, somente à religião este papel, porém há sempre o risco de falsas religiões iludirem as pessoas e ao invés de lhes revelar a verdade, as faz crer e adorar em falsos deuses. No caso da Ficção trata-se especificamente de uma concepção de cristianismo no qual a relação direta do fiel com Deus é mais importante do que as instituições religiosas, ou igrejas, que pretendem fazer papel de intermediárias nesta relação. Sabemos, por meio de outros escritos, que Rousseau não descarta a importância social das instituições religiosas, mas nessa obra, seu objetivo é denunciar as falsas religiões e demonstrar os limites espirituais dos sistemas filosóficos. Um tema recorrente da Ficção é a transparência: durante todo o texto, vemos o autor descrevendo cenas nas quais o principal aspecto é sempre o desvelamento. Rousseau elabora uma parábola cujo tema central é, sem dúvida alguma, o da transparência em lugar do obstáculo. Os sistemas filosóficos, com seus eternos debates sobre a verdade, não fazem mais do que lançar dúvidas no espírito humano, causando mais angústia do que certezas; as falsas religiões induzem ao fanatismo.
      PubDate: 2018-06-15
      Issue No: Vol. 15, No. 2 (2018)
       
  • EPISTEMOLOGIAS NATURALISTAS COMO MEIO DE SUPERAÇÃO DA ABORDAGEM
           NORMATIVA DO CONHECIMENTO

    • Authors: Valdirlen do Nascimento Loyolla
      Pages: 216 - 239
      Abstract: O artigo pretende destacar as principais contraposições epistemológicas contemporâneas entre a abordagem prescritiva e a abordagem descritiva acerca do conhecimento científico, a primeira com foco nas epistemologias de cunho normativo e a segunda centralizada nos aspectos naturalistas da cognição.
      PubDate: 2018-06-15
      Issue No: Vol. 15, No. 2 (2018)
       
 
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