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FronteiraZ. Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Literatura e Crítica Literária
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ISSN (Print) 1983-4373
Published by PUCSP Homepage  [30 journals]
  • Fronteiraz 19 - Simone Homem de Mello - Poetas tradutores e tradutores
           poetas

    • Authors: Revista Fronteiraz
      Abstract: Simone Homem de Mello é escritora e tradutora literária. Seus poemas em português estão reunidos nos livros Périplos (SP, Ateliê Editorial, 2005), Extravio Marinho (SP, Ateliê Editorial, 2010), Terminal, à Escrita (SP, Lumme Editor, 2015) e em antologias de poesia brasileira contemporânea, dentre as quais Antologia de Poesia Brasileira do Início do Terceiro Milénio (org. Claudio Daniel; Lisboa, 2008); Tigertail, A South Florida Poetry Annual – Brazil Issue (org. Horácio Costa e Charles A. Perrone; Miami, 2008), Roteiro da Poesia Brasileira – Anos 2000 (org. Marco Lucchesi; São Paulo, 2009) e Poesia Prévia (2013). Vídeos:Gravação: TV-PUCEdição: Ana Paula Rodrigues da Silva, Thiago Fonseca (TV-PUC)Música: PIPA estúdio
      PubDate: 2017-12-04
       
  • Fronteiraz 19 - Simone Homem de Mello - Diferentes concepções de
           tradução literária

    • Authors: Revista Fronteiraz
      Abstract: Simone Homem de Mello é escritora e tradutora literária. Seus poemas em português estão reunidos nos livros Périplos (SP, Ateliê Editorial, 2005), Extravio Marinho (SP, Ateliê Editorial, 2010), Terminal, à Escrita (SP, Lumme Editor, 2015) e em antologias de poesia brasileira contemporânea, dentre as quais Antologia de Poesia Brasileira do Início do Terceiro Milénio (org. Claudio Daniel; Lisboa, 2008); Tigertail, A South Florida Poetry Annual – Brazil Issue (org. Horácio Costa e Charles A. Perrone; Miami, 2008), Roteiro da Poesia Brasileira – Anos 2000 (org. Marco Lucchesi; São Paulo, 2009) e Poesia Prévia (2013). Vídeos:Gravação: TV-PUCEdição: Ana Paula Rodrigues da Silva, Thiago Fonseca (TV-PUC)Música: PIPA estúdio
      PubDate: 2017-12-04
       
  • Fronteiraz 19 - Simone Homem de Mello - A formação do tradutor
           literário

    • Authors: Revista Fronteiraz
      Abstract: Simone Homem de Mello é escritora e tradutora literária. Seus poemas em português estão reunidos nos livros Périplos (SP, Ateliê Editorial, 2005), Extravio Marinho (SP, Ateliê Editorial, 2010), Terminal, à Escrita (SP, Lumme Editor, 2015) e em antologias de poesia brasileira contemporânea, dentre as quais Antologia de Poesia Brasileira do Início do Terceiro Milénio (org. Claudio Daniel; Lisboa, 2008); Tigertail, A South Florida Poetry Annual – Brazil Issue (org. Horácio Costa e Charles A. Perrone; Miami, 2008), Roteiro da Poesia Brasileira – Anos 2000 (org. Marco Lucchesi; São Paulo, 2009) e Poesia Prévia (2013). Vídeos:Gravação: TV-PUCEdição: Ana Paula Rodrigues da Silva, Thiago Fonseca (TV-PUC)Música: PIPA estúdio
      PubDate: 2017-12-04
       
  • Fronteiraz 19 - Simone Homem de Mello - A tradução da literatura
           brasileira no exterior: globalização e leis do mercado

    • Authors: Revista Fronteiraz
      Abstract: Simone Homem de Mello é escritora e tradutora literária. Seus poemas em português estão reunidos nos livros Périplos (SP, Ateliê Editorial, 2005), Extravio Marinho (SP, Ateliê Editorial, 2010), Terminal, à Escrita (SP, Lumme Editor, 2015) e em antologias de poesia brasileira contemporânea, dentre as quais Antologia de Poesia Brasileira do Início do Terceiro Milénio (org. Claudio Daniel; Lisboa, 2008); Tigertail, A South Florida Poetry Annual – Brazil Issue (org. Horácio Costa e Charles A. Perrone; Miami, 2008), Roteiro da Poesia Brasileira – Anos 2000 (org. Marco Lucchesi; São Paulo, 2009) e Poesia Prévia (2013).  Vídeos:Gravação: TV-PUCEdição: Ana Paula Rodrigues da Silva, Thiago Fonseca (TV-PUC)Música: PIPA estúdio
      PubDate: 2017-12-04
       
  • Apresentação

    • Authors: Leila Darin, John Milton
      Pages: 1 - 3
      PubDate: 2017-12-04
       
  • “Procuro chocar e estranhar o leitor” Grande Sertão:Veredas – A
           poética da criação e da tradução

    • Authors: Berthold Zilly
      Pages: 4 - 31
      Abstract: Este artigo, motivado pelo projeto de uma nova tradução alemã de Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa, tece reflexões sobre o texto-fonte diante de reais e possíveis estratégias em versões estrangeiras. Estas são parte da fortuna crítica e ao mesmo tempo ferramenta interpretativa, pois o traduzir permite uma abordagem hermenêutica privilegiada, rastreando, desvendando e tentando reconfigurar o “modo de designar” (Benjamin) de um texto, sua “lógica do estar-produzido” (Adorno), suas “operações formadoras” (H. de Campos). Para Rosa, a poética da criação deve guiar a poética da tradução, visando ao desvio sistemático com respeito à lingua-padrão, musicalidade, composição elíptica, efeitos de choque, estranhamento, hermetismo e sugestividade. Uma microanálise comparativa de seis frases do início do romance em nove traduções permite aventar a hipótese de que nos últimos cinquenta anos vem ocorrendo certa reorientação de estratégias domesticadoras para outras mais e estrangeirizantes, mais próximas do autor e de seu próprio texto.
      PubDate: 2017-12-04
      DOI: 10.23925/1983-4373.2017i19p4-31
       
  • A representação dos poetas modernistas brasileiros em antologias
           de língua inglesa

    • Authors: Lenita Rimoli Esteves
      Pages: 32 - 52
      Abstract: O trabalho analisa cinco antologias de poesia brasileira em inglês publicadas entre 1954 e 1972, período em que nossa poesia começou a ser difundida no exterior com maior regularidade, principalmente nos Estados Unidos, em virtude de interesses políticos desse país. Primeiramente há uma descrição de cada antologia e das condições em que ela foi produzida: se foi financiada por instituições universitárias, agências governamentais, ou alguma outra fonte. A atuação de agentes culturais específicos, como poetas e tradutores estrangeiros que se envolveram com a poesia brasileira e por ela se interessaram, também é abordada. Ao final, apresenta-se o modo como quatro poetas modernistas − Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Carlos Drummond de Andrade e Manuel Bandeira − foram caracterizados em cada antologia.
      PubDate: 2017-12-04
      DOI: 10.23925/1983-4373.2017i19p32-52
       
  • Il Guarany e Ubiraiara: os romances de José de Alencar na Itália

    • Authors: Valéria Cristina Bezerra
      Pages: 53 - 64
      Abstract: José de Alencar foi um dos autores brasileiros mais traduzidos no século XIX e seus romances tiveram versões em diferentes idiomas, como inglês, alemão, francês e italiano. Essa faceta das obras desse escritor tem sido objeto de redescoberta por meio de estudos que procuram analisar os sentidos dessas traduções em seu tempo e o impacto que causaram na imagem da literatura brasileira. Este artigo se propõe a verificar a presença dos romances de José de Alencar na Itália a fim de compreender a relevância das traduções de suas obras em um contexto internacional de circulação de impressos, durante um período em que as trocas culturais marcaram o processo de criação das identidades literárias nacionais. 
      PubDate: 2017-12-04
      DOI: 10.23925/1983-4373.2017i19p53-64
       
  • Os poetas como agentes de tradução: Uma análise a partir das antologias
           de poesia brasileira em tradução para o castelhano

    • Authors: Rosario Lázaro Igoa
      Pages: 65 - 81
      Abstract: O presente artigo releva e analisa os tradutores das quase quarenta antologias de poesia brasileira em tradução para o castelhano desde 1912 até hoje. Retomando um relevamento de corpus já publicado (LÁZARO, 2014), esse desdobramento da pesquisa procura abordar a figura dos tradutores nas “antologias de tradução” (FRANK & ESSMANN, 1990; ESSMANN & FRANK, 1991) de poesia entre o Brasil e a América Hispânica. Partimos da hipótese de que entre sistemas e gêneros literários não centrais, a relevância intercultural destes “agentes de tradução” (MILTON & BANDIA, 2009) deve ser abordada como força alternativa aos interesses meramente editoriais. Desta forma, analisam-se os perfis dos tradutores, assim como pretende-se demostrar a comum associação entre as tarefas de organizador e tradutor neste tipo de obras, levadas adiante frequentemente por poetas. Por fim, o artigo ressalta o papel dos programas e iniciativas de fomento à tradução de literatura brasileira nestas antologias. 
      PubDate: 2017-12-04
      DOI: 10.23925/1983-4373.2017i19p65-81
       
  • Tempestades da alma: a tradução como espelho

    • Authors: Marcela Lanius
      Pages: 82 - 96
      Abstract: No intuito de analisar a tradução como uma via pela qual se constrói a identidade de um escritor em outra língua, o presente artigo toma como objeto principal o volume Soulstorm, que reúne traduções para a língua inglesa dos contos de Onde estivestes de noite e Via crucis do corpo, de Clarice Lispector. O objetivo é mostrar como os paratextos desta edição auxiliam na construção de novas imagens de Clarice em língua inglesa, bem como indicar em que medida tais textos se encontram inseridos dentro de projetos maiores de tradução de Clarice para a língua inglesa.
      PubDate: 2017-12-04
      DOI: 10.23925/1983-4373.2017i19p82-96
       
  • Listas literárias e suas indicações: a divulgação da literatura
           brasileira no exterior

    • Authors: Arnon Tragino
      Pages: 97 - 110
      Abstract: Umberto Eco (2010), em A vertigem das listas, reflete que é possível estudar a literatura por meio de suas listas: o conjunto de autores e obras que atuam como indicadores de leitura para a divulgação daquilo que se tornou um legado social, na medida em que constituíram representações estéticas. Fora do Brasil, a literatura brasileira também depende de divulgações desse tipo, como em 501 grandes escritores, de Julian Patrick (2009). O artigo então investiga como essa obra estabelece uma imagem de literatura brasileira que é recomendada para o contato principalmente com leitores estrangeiros comuns, não especialistas dos estudos literários. Assim, analisamos o livro sob o prisma de Eco (2010), observando o conjunto formado por autores brasileiros; Carpeaux (2010), que pensa a relação entre a história da literatura e o cânone como indicações de leitura; e Chartier (2009), para entendermos a apropriação dos objetos culturais pelos leitores.
      PubDate: 2017-12-04
      DOI: 10.23925/1983-4373.2017i19p97-110
       
  • Livros do Brasil e a edição de romances brasileiros em Portugal
           nos anos 1940

    • Authors: Thiago Mio Salla
      Pages: 111 - 129
      Abstract: Enquanto esforço de historiografia literária e editorial, o presente artigo tem como objetivo lançar luz sobre as edições portuguesas de romances brasileiros realizadas pela editora Livros do Brasil, casa fundada em Lisboa, em 1944, por António de Sousa Pinto. A partir da recuperação de fontes primárias (com destaque para cartas e contratos), examinam-se, sobretudo, as negociações travadas entre Sousa Pinto e José Olympio no que diz respeito à edição, em Portugal, de títulos de dois importantes autores de nossa chamada geração de 1930: José Lins do Rego e Rachel de Queiroz. Mais especificamente, recupera-se o embate travado entre a atitude interventiva do editor luso, que defendia a necessidade de se ajustar o texto das obras de ambos os escritores à variante europeia do idioma, de modo a aproximá-las do leitorado português, e a recusa inicial dos romancistas, que exigiam o respeito estrito aos “brasileirismos” por eles empregados.
      PubDate: 2017-12-04
      DOI: 10.23925/1983-4373.2017i19p111-129
       
  • A tradução desobediente do poeta Douglas Diegues

    • Authors: Thais Ferreira Pompêo de Camargo
      Pages: 130 - 145
      Abstract: Este artigo buscar ampliar o conceito de tradução embasado nas teorias de Walter Benjamin, Haroldo de Campos, Néstor García Canclini e John Milton, aproximando-o da crítica cultural. Busca também, a partir do conceito aumentado de tradução, analisar a obra de Douglas Diegues, cuja poética é cuidadosamente construída e enraizada sobre bases ligadas ao conceito de tradução criativa. O poeta brasileiro escreve em portunhol selvagem (mistura entre o português, espanhol e guarani), língua literária desobediente que funciona como ponte, aproximando diversas culturas que coabitam a América Latina. Uma narrativa poética que culmina na tradução de obras canônicas para o portunhol selvagem, prática batizada por ele de transdeliração. Dessa forma, o poeta, astutamente, cria diálogo e arcabouço retóricos e subjetivos codificados na língua fronteiriça.   
      PubDate: 2017-12-04
      DOI: 10.23925/1983-4373.2017i19p130-145
       
  • Os cinco sentidos, tradução de Nelson Pimenta: reflexões sobre poesia
           surda no Youtube

    • Authors: Carla Cristina Gaia dos Santos, Vera Helena Gomes Wielewicki
      Pages: 146 - 162
      Abstract: As Comunidades Surdas encontram nas tecnologias comunicacionais atuais grandes aliados para divulgação e perpetuação de sua literatura, desconstruindo fronteiras geográficas e sociais que, muitas vezes, os isolavam uns dos outros. Se desde o advento da impressa a escrita tem assumido o papel central de transmissão e construção do conhecimento nas mais diversas áreas do saber, a época da comunicação virtual chega para nos lembrar de outras formas nem tão privilegiadas de significar e de comunicar. Através da internet os Surdos partilham suas histórias, poesias, piadas e muito mais. Baseando-nos em pesquisadores como Lévy (2015), Kress (2003) e Lemke (2010), o presente artigo objetiva refletir sobre a poesia Cinco Sentidos, tradução de Nelson Pimenta para a língua brasileira de sinais de Five Senses, do poeta briânico Paul Scott, disponível no ambiente virtual YouTube.
      PubDate: 2017-12-04
      DOI: 10.23925/1983-4373.2017i19p146-162
       
  • Antonio Candido, Eduardo Lourenço e Lino Micciché: a literatura
           brasileira no circuito da recepção externa do Cinema Novo

    • Authors: Paula Regina Siega
      Pages: 163 - 180
      Abstract: No presente trabalho, apresentamos e discutimos textos que abordam a literatura brasileira e que foram divulgados no circuito da circulação externa do Cinema Novo. Inicialmente, chamamos a atenção para a comunicação de Antonio Candido lida na mesa redonda dedicada ao movimento cinemanovista, em 1965, na Itália, assim como para textos de Carlos Diegues e Glauber Rocha. Em relação aos dois cineastas, evidenciamos como a literatura brasileira foi por eles delineada como antecedente cultural do Cinema Novo. Apoiando-nos na teoria de Jauss, entendemos a recepção crítica como evento criativo, e procuramos indicar de que forma os textos cinemanovistas funcionaram, para o crítico estrangeiro, como chave de leitura acerca das relações entre o jovem cinema e a literatura brasileira. Como exemplo desta recepção textual, tomamos em consideração os ensaios de Eduardo Lourenço e Lino Micciché sobre o Cinema Novo, publicados na Itália em 1969 e 1970, respectivamente.
      PubDate: 2017-12-04
      DOI: 10.23925/1983-4373.2017i19p163-180
       
  • A introdução de Benjamin Moser a Crônica da casa assassinada: o
           biografismo literário e a valorização da informação frívola

    • Authors: Ludimila Moreira Menezes, Breno Couto Kümmel
      Pages: 181 - 196
      Abstract: A literatura brasileira vem ganhado cada vez mais espaço no mercado internacional nos anos mais recentes. Aproveitando colocações do estudioso americano Charlie Rosen sobre as críticas de Walter Benjamin a colocar a biografia como centro interpretativo de uma obra literária, o artigo investe em uma visada de crítica às considerações interpretativas e biográficas empreendidas pelo crítico Benjamin Moser diante da publicação em inglês do romance Crônica da casa assassinada, de Lúcio Cardoso, traduzido por Margaret Jull Costa e Robin Patterson. Parte-se da apresentação assinada por Benjamin Moser para dela destacar e problematizar certo projeto que se perfaz sob o signo da escrita biográfica e de cunho personalista que pouco se detém sobre o conteúdo do romance.
      PubDate: 2017-12-04
      DOI: 10.23925/1983-4373.2017i19p181-196
       
  • A poética da noite

    • Authors: Ekaterina Vólkova Américo
      Pages: 197 - 212
      Abstract: Em primeiro lugar, pretendemos abordar a história dos estudos do texto da noite, parte integrante da teoria literária russa desde meados do século XIX, principalmente na obra de Aleksandr Vesselóvski, bem como a formação do próprio conceito de “texto da noite” nas obras dos estudiosos da escola semiótica de Tártu-Moscou na segunda metade do século XX (entre eles Iúri Lotman, Vladímir Toporov e Eleazar Meletínski), para, em seguida, analisar a presença desse texto em obras poéticas pertencentes a duas épocas diferentes: Versos compostos durante uma noite de insônia de Aleksandr Púchkin (1830); Noite. Fanal. Rua. Farmácia (1912) de Aleksandr Blok e Em minha enorme cidade – noite (1916) de Marina Tsvetáieva. Em todas as três obras há semelhanças que permitem destacar o texto da noite, mas também há diferenças, sendo que as duas últimas poesias remontam claramente aos versos de Púchkin.
      PubDate: 2017-12-04
      DOI: 10.23925/1983-4373.2017i19p197-212
       
  • O princípio da individuação em Edgar Allan Poe

    • Authors: Maria Alice Ribeiro Gabriel
      Pages: 213 - 228
      Abstract: RESUMOTematicamente, na fição de Edgar Allan Poe, o conceito de principium individuationis (princípio de individuação) é um sistema complexo de tópicos e elementos interconectados, envolvendo as noções de ser racional, identidade nacional e cultural, e papel social. O propósito deste estudo é examinar comparativamente a ideia de principium individuationis no conto Morela e em outros ensaios de Poe, segundo estudos de David Halliburton (1973), Martin Roth (1979) e Beverly R. voloshin (1996).
      PubDate: 2017-12-04
      DOI: 10.23925/1983-4373.2017i19p213-228
       
  • Anacronismo e discurso da solidariedade humana: Borges em (sobre) Poema
           conjetural

    • Authors: Gustavo Ponciano
      Pages: 229 - 252
      Abstract: Em 4 de julho de 1943, Jorge Luis Borges publica Poema conjetural, texto que segue a consciência de Francisco Narciso de Laprida, personagem histórico da independência argentina, no momento de sua morte. O poema contém uma crítica política que, no entanto, está instalada nas sutilezas da simetria de datas (o golpe militar de 1943 deu-se em 4 de junho) e do uso de um anacronismo na conjectura de Laprida, o termo sudamericano. O presente artigo observa como Borges retomou, em conferência e entrevistas, seu Poema conjetural para agregar comentários que destacam o anacronismo e a crítica política nele sugerida. Defendemos a ideia de que estes textos envelopantes revelam o desejo do autor de assinalar em seu poema a presença de um pathos, um discurso da solidariedade humana direcionada ao sul-americano. É na presença da ambivalência do discurso em (sobre) Poema conjetural que o anacronismo poema histórico/poema contemporâneo alcança potência máxima.
      PubDate: 2017-12-04
      DOI: 10.23925/1983-4373.2017i19p229-252
       
  • Para além da palavra: multissemiose e hibridismo na urdidura do
           ciberpoema

    • Authors: Anair Valênia Martins Dias, Fábio Tibúrcio
      Pages: 253 - 271
      Abstract: O presente artigo tem como objetivo principal discutir o gênero discursivo multissemiótico ciberpoema. Para tanto, propõe-se um percurso histórico para o entendimento da migração da poesia visual para o espaço virtual. Observa-se o abandono de alguns elementos estruturais da poesia canônica em detrimento de uma poesia (re)configurada num processo virtual e multissemiótico, no qual a materialidade plástica do texto vai além da palavra escrita e seu conteúdo semântico. São analisados três ciberpoemas de Augusto de Campos – Criptocardiograma, Semsaída e ininstante, bem como o ciberpoema Poemas no meio do caminho, de Rui Torres e Worthy Mouths, de Maria Mencia. Depreende-se, então, que o poeta, utilizando-se das tecnologias digitais, arrebanha no espaço virtual a integração simultânea da palavra, do movimento, do som, da imagem, a partir do momento que convoca a intervenção lúdica e inteligente do leitor para a composição e a construção de múltiplos significados a serem extraídos do ciberpoema.
      PubDate: 2017-12-04
      DOI: 10.23925/1983-4373.2017i19p253-271
       
  • “Amante de selvagem rebelião”: a figuração satânica nas profecias
           continentais de William Blake

    • Authors: Andrio J. R. dos Santos
      Pages: 272 - 290
      Abstract: Neste estudo, analiso o desenvolvimento temático da figura satânica de William Blake, a personagem Orc, nos poemas iluminados denominados de “Continental Prophecies”, compostos pelas obras America A Prophecy (1793), Europe A Prophecy (1794) e The Song of Los (1795), este dividido em duas partes, Africa e Asia. Nessas obras, Blake articula temas como apocalipse, energia, imaginação e revolução — em relação à Revolução Francesa e à Americana — e tece críticas ao pensamento político, religioso e artístico do período. Minha discussão é desenvolvida em um constante diálogo entre três instâncias: religiosa, social e artística. Tal concepção é abordada por Peter Schock (2003), tratada como “Matriz Cultural”. Este estudo explora como a arte de Blake dialoga com as revoluções do século XVIII, sobretudo a Francesa e a Americana, discuti suas influências religiosas, políticas e artísticas, além de oferecer uma concepção acerca do ideal satânico de Blake, suas reinterpretações e subversões.
      PubDate: 2017-12-04
      DOI: 10.23925/1983-4373.2017i19p272-290
       
  • Dimensões irônicas em Ricardo III, de Shakespeare

    • Authors: Pedro Piccoli Garcia
      Pages: 291 - 303
      Abstract: Analisa-se, no artigo, as diferentes formas com que a ironia se efetiva em um texto literário. Parte-se do pressuposto de que a ironia configura, ao mesmo tempo, uma figura de linguagem, como uma sentença que anula a si mesma na medida em que orienta o leitor a rejeitar seu significado literal; e uma visão de mundo, na medida em que implica uma postura de negação de uma realidade. À luz dos preceitos de D.C. Muecke e Søren Kierkegaard, busca-se identificar as dimensões irônicas da peça Ricardo III, de William Shakespeare, e refletir acerca delas.
      PubDate: 2017-12-04
      DOI: 10.23925/1983-4373.2017i19p291-303
       
  • Dialética da marginalidade: “Malagueta, Perus e
           Bacanaço”

    • Authors: Manoel Freire
      Pages: 304 - 320
      Abstract: O submundo dos marginalizados constitui matéria privilegiada nos contos de João Antonio, cujas personagens representam indivíduos que vivem à margem do processo econômico, excluídos do mercado de consumo e privados de direitos e garantias inerentes ao cidadão comum, sobrevivendo por meio de expedientes como jogo, furto, prostituição, tráfico e outros artifícios ilegais que caracterizam a malandragem. Este artigo analisa alguns modos de figuração da malandragem no conto “Malagueta, Perus e Bacanaço”, buscando entendê-la como estratégia de sobrevivência dos marginalizados. 
      PubDate: 2017-12-04
      DOI: 10.23925/1983-4373.2017i19p304-320
       
  • História da Literatura Infantil e Juvenil Galega

    • Authors: Karina de Oliveira
      Pages: 321 - 325
      Abstract: Trata-se de uma resenha do livro História da Literatura Infantil e Juvenil Galega, trabalho organizado pela professora Blanca-Ana Roig Rechou.
      PubDate: 2017-12-04
      DOI: 10.23925/1983-4373.2017i19p321-325
       
 
 
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