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Distúrbios da Comunicação
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ISSN (Print) 0102-762X - ISSN (Online) 2176-2724
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  • Revista Distúrbios da Comunicação: análise dos artigos publicados nos
           últimos cinco anos

    • Authors: Leslie Piccolotto Ferreira, Telma Dias dos Santos, Caroline Lopes Barbosa, Tatiane Ichitani, Ana Maria Hernandez, Giovana Targino Esturaro, Barbara  Cristina da Silva Rosa, Maria Cecília Bonini Trenche, Beatriz  de Castro Andrade Mendes
      Pages: 3 - 15
      Abstract: A revista Distúrbios da Comunicação (DIC) realizou sua primeira publicação em 1986. Atualmente, está disponibilizada on-line, inserida na base de Literatura Latina Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e classificada como B2 na área 21 da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Objetivo: analisar a publicação científica especificamente na categoria de artigos originais, nos últimos cinco anos da Revista Distúrbios da Comunicação, segundo a instituição de ensino, temática, tipo de pesquisa e descritores. Método: trata-se de estudo retrospectivo e exploratório. Foi realizado levantamento das publicações na modalidade artigo científico dos últimos cinco anos, considerando número da revista, volume, título, resumo, área temática, tipo de pesquisa (revisão de literatura, estudo observacional ou de intervenção), número de centros de pesquisa envolvidos e descritores. Resultados: foram avaliados 250 artigos e desses 19,2% das publicações pertencem às Pontifícias Universidades Católicas (São Paulo, Rio Grande do Sul e de Campinas), vindo a seguir a Universidade Federal de Santa Maria – UFSM (18,8%). Linguagem é a principal temática abordada (38,8%), 69,6% são estudos observacionais e entre os 250 primeiros descritores selecionados.  13.6% do primeiro descritor foi Fonoaudiologia e 8.8% foi Voz. Conclusão: Os dados evidenciaram que a revista DIC tem conseguido ampliar sua abrangência com participação expressiva de instituições de ensino de diferentes regiões do Brasil. Destaca-se a prevalência de artigos de linguagem e de estudos observacionais. A pesquisa constatou o uso generalizado e, portanto, equivocado do descritor Fonoaudiologia.
      PubDate: 2018-04-01
      DOI: 10.23925/2176-2724.2018v30i1p3-15
      Issue No: Vol. 30, No. 1 (2018)
       
  • A formação de fonoaudiólogos no atendimento de afásicos: a opinião de
           alunos e egressos da graduação em Fonoaudiologia

    • Authors: Aline Raquel Sembaluk, Juliana Marcolino-Galli, Michelly Daiane de Souza Gaspar Cordeiro, Kyrlian Bartira Bortolozzi
      Pages: 16 - 29
      Abstract: Introdução: A área da linguagem é uma especialidade da Fonoaudiologia que exige do profissional uma formação que o permita assumir um ponto de vista teórico sobre a relação sujeito-linguagem e sua correlação com procedimentos clínicos. Nesse contexto, o tratamento de dificuldades na fala e/ou escrita de pacientes afásicos impõe especificidades à prática clínica e à formação do terapeuta de linguagem. Objetivo: O objetivo desta pesquisa é apresentar e discutir a opinião dos alunos da última série e egressos do curso de Fonoaudiologia da Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO) em relação ao atendimento de afásicos. Analisou-se o discurso dos alunos e egressos sobre a relação teoria e prática, considerando a definição e sustentação de uma perspectiva teórica em procedimentos terapêuticos com afásicos. Método: Participaram desta pesquisa 21 egressos e 19 alunos da UNICENTRO. A análise foi interpretativa e descritiva, enfatizando a definição de perspectiva teórica, a experiência para atender a especificidade da afasia e a relação entre teoria e prática. Resultados: Notam-se divergências nas respostas entre alunos e egressos relacionadas à formação e à práxis. Assume-se que a prática durante a formação, articulada a uma tendência mais homogênea na posição teórica sobre a linguagem, fortalece a sustentação de uma discursividade. Conclusão: A hipótese é de que o mercado de trabalho os convoca às mudanças. E, por isso, uma reforma curricular, além de revisar disciplinas, deve considerar o aluno e suas experiências para subsidiar a formação de um profissional que possa enfrentar os desafios da profissão.
      PubDate: 2018-04-01
      DOI: 10.23925/2176-2724.2018v30i1p16-29
      Issue No: Vol. 30, No. 1 (2018)
       
  • Satisfação de fonoaudiólogos na atenção à saúde auditiva sob a
           perspectiva da remuneração e carga horária

    • Authors: Andrezza Gonzalez Escarce, Stela Maris Aguiar Lemos, Sirley Alves da Silva Carvalho
      Pages: 30 - 42
      Abstract: Objetivo: investigar a associação entre remuneração e carga horária de trabalho de fonoaudiólogos da atenção à saúde auditiva com aspectos sociodemográficos e satisfação com estrutura física, rotina e demandas administrativas. Métodos: estudo exploratório transversal, com amostra não probabilística composta por 27 fonoaudiólogos da Rede de Atenção à Saúde Auditiva de duas microrregiões de Curvelo e Sete Lagoas, Minas Gerais. A coleta foi realizada por meio de entrevista, para a qual foi utilizado questionário semiestruturado, elaborado pelas pesquisadoras. As associações foram analisadas por meio dos testes Qui-quadrado e Exato de Fisher, considerados como associações estatisticamente significantes os resultados com p≤0,05. Resultados: a maioria dos fonoaudiólogos possui pós graduação, são contratados, com faixa salarial entre dois e quatro salários mínimos e média de carga horária de 23,15 horas. Os fonoaudiólogos que trabalham entre 21 e 40 horas semanais tendem a possuir pós-graduação e a estar mais satisfeitos com a política de recursos humanos, já os que recebem maior salário tendem a estar mais satisfeitos com a população atendida. Conclusão: o estudo evidenciou que profissionais com maior remuneração tendem a estar mais satisfeitos com a população atendida. Já os fonoaudiólogos com maior carga horária tendem a estar mais satisfeitos com a política de recursos humanos.
      PubDate: 2018-04-01
      DOI: 10.23925/2176-2724.2018v30i1p30-42
      Issue No: Vol. 30, No. 1 (2018)
       
  • Privação sensorial auditiva e sua relação com os potenciais evocados
           auditivos de longa latência

    • Authors: Mirtes Bruckmann, Dayane Domeneghini Didoné, Michele Vargas Garcia
      Pages: 43 - 51
      Abstract: Objetivo: verificar se o tempo de privação sensorial auditiva de até cinco anos em indivíduos com perda auditiva neurossensorial de grau leve ou moderado pode influenciar nas respostas dos Potenciais Evocados Auditivos de Longa Latência (PEALL). Métodos: Estudo prospectivo, transversal e quantitativo. Foram avaliados 14 sujeitos, com idade entre 52 e 76 anos, com perda auditiva neurossensorial de grau leve ou moderado simétrico, que estavam na fila de espera de um programa de concessão de próteses auditivas e possuíam entre dois e cinco anos de privação sensorial auditiva. Para apresentação do PEALL foram utilizados estímulos verbais e foram analisados os potenciais N1, P2 e P300. Resultados: A média de idade dos sujeitos foi de 63,5 anos e do tempo de privação auditiva foi de 3,3 anos. Houve diferença entre o número de sujeitos normais e alterados para N1, sendo maior o número de normais, já para P2 e P300 não houve diferença. Ao comparar o resultado normal e alterado nos potenciais com a idade e tempo de privação, não houve diferença significativa. Conclusão: O tempo de privação auditiva entre dois e cinco anos em indivíduos com perda auditiva neurossensorial de grau leve ou moderado, não influenciou nos resultados dos PEALL.
      PubDate: 2018-04-01
      DOI: 10.23925/2176-2724.2018v30i1p43-51
      Issue No: Vol. 30, No. 1 (2018)
       
  • Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico com estímulos
           clique e Ichirp

    • Authors: Barbara Cristina da Silva Rosa, Carla Patricia Cesar, Aline Cabral, Mirelles Santos, Robson Santos
      Pages: 52 - 59
      Abstract: Objetivo: Analisar os traçados do Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico com o uso dos estímulos clique e o Ichirp em adultos com audição normal. Método: Trata-se de um estudo transversal, de caráter analítico, quantitativo. Foram analisados exames de Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico de 11 adultos ouvintes (2 orelhas), na faixa etária entre 20 e 25 anos, sem alterações auditivas. Esses sujeitos realizaram o registro do Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico com estímulo clique e Ichirp. O registro das latências e amplitudes da onda V foi realizado por meio do equipamento Intelligent HearingSystem – IHS, nas intensidades: 80, 60, 40 e 20 dB. Resultados: Não foram observadas diferenças estatisticamente significativas quanto às amplitudes da onda V, quando comparado os registros do Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico estímulo clique e do  Ichirp, nas intensidades de 80 dB (p= 0.11), 60 dB (p=0.14), 40 dB (p=0.96) e 20 dB (p=0.21). Em relação às latências da onda V, foram encontradas diferenças estatísticas significantes entre os estímulos Ichirp e clique, nas seguintes intensidades: 60 dB (p=0,003) e 40 dB (p=0,016). Conclusão: Foram observadas latências maiores para o Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico com o estímulo Ichirp; contudo ausência de diferença entre as amplitudes. Houve maior facilidade na marcação da onda V com o estímulo Ichirp.
      PubDate: 2018-04-01
      DOI: 10.23925/2176-2724.2018v30i1p52-59
      Issue No: Vol. 30, No. 1 (2018)
       
  • Deficiência visual x habilidades auditivas: desempenho das habilidades do
           processamento auditivo central em deficientes visuais

    • Authors: Stefano Reusch Cunha, Laura Bristot, Lenita da Silva Quevedo, Luciane Daroit
      Pages: 60 - 71
      Abstract: Introdução: Na ausência da visão, o cérebro humano necessita compensar tal deficiência sensorial se ajustando para que outros sentidos venham a equilibrar percepções externas. Objetivo: Comparar o desempenho das habilidades do processamento auditivo central entre um grupo de deficientes visuais e um grupo com visão normal. Métodos: Os participantes foram divididos em dois grupos, sendo o grupo estudo (GE), composto por 13 deficientes visuais, que posteriormente foi subdividido de acordo com o grau e tipo da deficiência; e grupo controle (GC), formado pelo mesmo número de participantes, com visão normal. Ambos os grupos foram submetidos a um questionário sobre seu histórico auditivo, meatoscopia, avaliação auditiva básica, composta por audiometria tonal e vocal e imitanciometria, sendo que os participantes com integridade e acuidade auditiva adequada passaram à realização dos testes para avaliação do processamento auditivo central (SSW, MLD, TDCV, PPS e RGDT). Resultados: Observou-se que, no geral, o GE obteve melhor resultado apenas na orelha esquerda em condição competitiva, no teste SSW. No MLD, houve diferença estatisticamente significante com média geral superior no GE. No TDCV, em atenção livre, a ocorrência de acertos geral foi maior no GC, enquanto que, em escuta direcionada, o GE obteve média geral superior na atenção direita e o GC na atenção esquerda. Nos testes PPS e RGDT, observou-se que o GE mostrou desempenho geral superior. Conclusão: Através dos testes de processamento auditivo central, foi possível comprovar que o GE obteve desempenho mais eficiente nas habilidades auditivas avaliadas.
      PubDate: 2018-04-01
      DOI: 10.23925/2176-2724.2018v30i1p60-71
      Issue No: Vol. 30, No. 1 (2018)
       
  • Sinais eletromiográficos como ferramenta de avaliação e hardware para
           comunicação alternativa

    • Authors: Edênia da Cunha Menezes, Vera Lúcia de Oliveira Ralin, Rosana Carla do Nascimento Givigi
      Pages: 72 - 79
      Abstract: O presente trabalho apresenta a interface do Eletromiógrafo como alternativa de controle positivo para escolha de recursos de Comunicação Alternativa e Ampliada (CAA). O objetivo deste trabalho foi relacionar sinais eletromiográficos como dispositivos de entrada para controle positivo para escolha de acionadores para CAA. Foi respaldado no método clínico-qualitativo e descritivo, foram selecionados três sujeitos para participar da pesquisa, dois sujeitos com diagnóstico de paralisia cerebral e um com diagnóstico de Amiotrofia Espinhal Progressiva tipo um. Apos a seleção dos sujeitos, foram realizadas avaliações utilizando o protocolo de Avaliação Neurofuncional para Comunicação Alternativa e Ampliada (ACADM). De modo que a avaliação neurofuncional utilizando o ACADM norteou a escolha do tipo e região do acionador. Após a confecção do acionador, foi realizado no dia da testagem coleta dos sinais eletromiográficos. Os achados encontrados no Eletromiógrafo confirmam o potencial do grupo muscular escolhido pelo protocolo ACADM, e indica a escolha do acionador correto. Os testes com o EMG facilitaram e confirmaram as escolhas dos acionadores com o apoio do controle positivo.
      PubDate: 2018-04-01
      DOI: 10.23925/2176-2724.2018v30i1p72-79
      Issue No: Vol. 30, No. 1 (2018)
       
  • Zumbido, qualidade de vida e questões emocionais de sujeitos usuários de
           próteses auditivas

    • Authors: Bianca Bertuol, Ana Luíza Scremin Xavier, Pâmela Mariel Marques, Laís Ferreira, Tiago de Melo Araújo, Eliara Pinto Vieira Biaggio
      Pages: 80 - 89
      Abstract: Introdução: O zumbido pode provocar diferentes reações nos sujeitos, sendo prejudicial à qualidade de vida e podendo gerar alterações emocionais. Objetivo: Avaliar a relação entre a presença de sintomas de ansiedade e depressão, qualidade de vida e gravidade do zumbido em idosos usuários de próteses auditivas. Métodos: Para o estudo quantitativo, participaram idosos, de ambos os gêneros; com queixa de zumbido; perda auditiva neurossensorial de grau até moderado e usuários de próteses auditivas. Foi realizado anamnese, avaliação audiológica básica, acufenometria, aplicação dos questionários Tinnitus Handicap Inventory, Hospital Depression and Anxiety Scale e Questionário de Qualidade de Vida SF-36, sendo os dois últimos realizados por uma psicóloga. Resultados: Oito sujeitos foram avaliados, o zumbido foi médio forte e de pitch alto, a gravidade do zumbido foi de desprezível a severo, os questionários psicológicos evidenciaram Ansiedade e Depressão moderada e maior pontuação nos componentes: Aspectos Sociais e Saúde Mental. Conclusão: Não houve correlação entre qualidade de vida, questões emocionais e grau de incômodo com o zumbido, na amostra estudada.
      PubDate: 2018-04-01
      DOI: 10.23925/2176-2724.2018v30i1p80-89
      Issue No: Vol. 30, No. 1 (2018)
       
  • A comunicação entre sujeitos surdos com diagnóstico precoce e com
           diagnóstico tardio e seus pares

    • Authors: Natália Caroline Rovere, Maria Cecília Marconi Pinheiro Lima, Ivani Rodrigues Silva
      Pages: 90 - 102
      Abstract: O diagnóstico de surdez deve ocorrer nos primeiros seis meses de vida de uma criança. Quanto mais cedo é avaliada a audição, nos casos de algum grau de comprometimento auditivo, mais cedo poderão ser iniciadas as intervenções médicas e educacionais. O diagnóstico tardio pode acarretar em atraso no desenvolvimento da linguagem oral e, muitas vezes, falta de entendimento entre pais ouvintes e filho surdo. Os objetivos do presente estudo foram observar dois grupos de crianças e adolescentes surdos que iniciaram a reabilitação precocemente e tardiamente, no que diz respeito ao uso da linguagem oral e língua de sinais e verificar como vem ocorrendo a comunicação dos sujeitos com seus familiares. Trata-se de um estudo qualitativo. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas com as mães dos surdos e observações da interação das díades mãe ouvinte e criança ou adolescente surdo. Verificou-se que alguns fatores  dificultaram o processo do diagnóstico de surdez e o início da reabilitação auditiva, tais como acesso rápido aos recursos adequados e postura profissional, pois os pais têm uma melhor assimilação do diagnóstico quando o profissional os acolhe e utiliza linguagem acessível. Observou-se também que as crianças que iniciaram a reabilitação precocemente demonstraram comunicação mais efetiva com suas mães, mas há dificuldade por parte das mães em adquirirem a LIBRAS, tendo em vista que o aprendizado de uma nova língua demanda tempo, prática e dedicação. Conclui-se sobre a importância em diagnosticar a perda auditiva precocemente, pois este diagnóstico norteará os processos de habilitação e reabilitação da criança surda.
      PubDate: 2018-04-01
      DOI: 10.23925/2176-2724.2018v30i1p90-102
      Issue No: Vol. 30, No. 1 (2018)
       
  • Queixas e hipóteses diagnósticas de pacientes avaliados em serviço
           fonoaudiológico ambulatorial

    • Authors: Marina Garcia de Souza Borges, Adriane Mesquita de Medeiros, Stela Maris Aguiar Lemos
      Pages: 103 - 116
      Abstract: Objetivo: Descrever queixas e hipóteses diagnósticas de pacientes avaliados em serviço fonoaudiológico ambulatorial e verificar suas associações com aspectos sociodemográficos e clínico-assistenciais. Método: Trata-se de estudo observacional, analítico e transversal, baseado em análise retrospectiva de prontuários pertencentes a pacientes avaliados entre 2010 e 2014. Os dados coletados constituíram as variáveis resposta número de queixas e o número de hipóteses diagnósticas e as variáveis explicativas sóciodemográficas e clínico-assistenciais. Foram utilizadas medidas de tendência central e variabilidade, distribuição de frequências e o Teste Qui-Quadrado de Pearson, para verificar associações. Resultados: Foram encaminhados para avaliação 1032 pacientes e incluídos 556 prontuários, sendo 181 indivíduos do sexo feminino e 375 do sexo masculino, com idades entre um mês e 16 anos. Em anamnese houve predomínio de duas a cinco queixas, sendo mais citadas as alterações de fala, linguagem escrita e de interação social. Na avaliação, a maioria dos prontuários dos pacientes descrevia de três a oito hipóteses diagnósticas, com prevalência das alterações na linguagem oral, nos aspectos cognitivos da linguagem e na motricidade orofacial. Houve associação com significativa estatística entre o número de queixas com faixas etárias, escolaridade do paciente e responsável pela queixa e, entre o número de hipóteses diagnósticas com faixas etárias, escolaridade materna e número de condutas. Conclusão: A não correspondência entre o tipo e o número de queixas referidas e hipóteses diagnósticas verificadas podem ser frequentes e deve-se atentar a este fato durante os processos de anamnese e avaliação.
      PubDate: 2018-04-01
      DOI: 10.23925/2176-2724.2018v30i1p103-116
      Issue No: Vol. 30, No. 1 (2018)
       
  • Relações entre autopercepção vocal e psiquismo em um grupo de
           adolescentes do sexo masculino na muda vocal

    • Authors: Lilian Lobo Damasceno, Marta Assumpção de Andrada e Silva, Ana Carolina de Assis Moura Ghirardi, Maria Claudia Cunha
      Pages: 117 - 127
      Abstract: Objetivo: Analisar as relações entre autopercepção vocal e psiquismo em um grupo de adolescentes do sexo masculino na muda vocal. Método: Estudo qualitativo em que participaram seis adolescentes com idades entre 13 anos e 5 meses e 14 anos e 11 meses na fase de muda vocal, que frequentavam a 8ª série do ensino fundamental de uma escola da rede pública na cidade de São Paulo. Os procedimentos foram: avaliação perceptivo auditiva da voz, aplicação do instrumento Termos Descritivos para a Voz (TDV) para descrever a percepção dos sujeitos em relação à voz, antes e após intervenção grupal e descrição do grupo focal que abordou os seguintes temas: adolescência e mudanças pubertárias, processo de muda vocal e suas repercussões na imagem corporal e reverberações identitárias (orgânicas, subjetivas e sociais) decorrentes da adolescência. A análise do material consistiu na categorização de núcleos de sentido cujas ocorrências foram consideradas relevantes para o objetivo da pesquisa. Resultados: Predominaram sensações de estranhamento/incômodo sobre a vivência do adolescer, geradas pelas novas demandas afetivas e comportamentais. Os sujeitos relataram dificuldades de adaptação às mudanças corporais, salientando as alterações na qualidade vocal e seu impacto negativo nos interlocutores. Nos resultados do TDV predominam os aspectos psicossociais relativos a esse impacto. Os atributos vocais negativos aumentaram na aplicação pós-intervenção. Conclusão: Os resultados evidenciam que as mudanças no padrão da voz dos adolescentes pesquisados reverberam em seu funcionamento psíquico e geram impacto na autopercepção vocal dos mesmos, reafirmando assim o caráter biopsíquico inerente à voz humana.
      PubDate: 2018-04-01
      DOI: 10.23925/2176-2724.2018v30i1p117-127
      Issue No: Vol. 30, No. 1 (2018)
       
  • Conteúdos didáticos nas intervenções de saúde vocal do professor: uma
           revisão integrativa

    • Authors: Milena Carla de Siqueira Aoki, Franciele Savaris Soria, Regina Helena Senff Gomes, Barbara Matylde Madalozzo Martins, Rosane Sampaio Santos, Alcione Ghedini Brasolotto
      Pages: 128 - 139
      Abstract: OBJETIVO: Fazer uma revisão integrativa dos conteúdos didáticos abordados nas intervenções preventivas coletivas dentro da área de saúde vocal do professor. MÉTODO: Para a realização do estudo, os autores seguiram os critérios sugeridos pela Cochrane Handbook. O passo inicial foi a formulação de uma pergunta, seguida da localização e seleção criteriosa dos artigos. Em seguida, ocorreu a avaliação crítica de cada estudo, finalizando com a análise, interpretação e apresentação dos achados encontrados. No portal da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) foram consultadas as plataformas/bases de dados Bireme, Pubmed, SciELO, Cochrane, Scopus e Web Of Science, com a utilização dos descritores “voz e professor” e “voz e educador”, em inglês, português e espanhol. REVISÃO DE LITERATURA: A primeira busca eletrônica contabilizou 530 trabalhos científicos, dos quais 20 foram eleitos por se tratar de práticas coletivas preventivas voltadas à saúde vocal do professor, as quais descreviam os conteúdos didáticos aplicados. CONCLUSÃO: A análise dos estudos demonstrou que existe grande variabilidade na metodologia e nos conteúdos didáticos abordados. Nos conteúdos teóricos, quase a totalidade das intervenções aborda o tema da higiene vocal. Nos conteúdos práticos, os temas aplicados foram heterogêneos.
      PubDate: 2018-04-01
      DOI: 10.23925/2176-2724.2018v30i1p128-139
      Issue No: Vol. 30, No. 1 (2018)
       
  • Websites em português sobre disfagia orofaríngea no idoso

    • Authors: Camila de Castro Corrêa, Danila Rodrigues Costa, Giédre Berretin-Felix
      Pages: 140 - 146
      Abstract: INTRODUÇÃO: Recursos de Telessaúde são importantes para a transmissão do conhecimento sobre as disfagias orofaríngeas no idoso. OBJETIVO: Localizar, avaliar a qualidade e abrangência de websites em português sobre as disfagias orofaríngeas no idoso, voltados à população em geral. MÉTODOS: Foi utilizada a ferramenta de busca Google, com as palavras-chave “disfagia orofaríngea” AND “idoso” e ‘’orientação’’ AND ‘’disfagia orofaríngea’’ AND ‘’idoso’’. Foram considerados como critérios de inclusão: sites e blogs em português que disponibilizassem informações e/ou orientações sobre disfagias orofaríngeas no idoso decorrente do envelhecimento e/ou de doenças neurológicas ou oncológicas. Os websites selecionados foram analisados quanto à qualidade por dois juízes, utilizando o protocolo Health On the Net Code (HON Code), quanto à abrangência (assuntos abordados), utilização figuras/vídeos e seu objetivo central. RESULTADOS: Dezenove websites foram selecionados, observando baixa pontuação do protocolo HON Code para os itens: atribuição (fonte das informações publicadas) (média 0,8) e atualizações (informações quanto às datas de atualização do assunto abordado) (média 0,6), apresentando a pontuação geral média de 7,87, além de observar restrita abrangência dos assuntos. Quanto à disponibilidade de ilustrações, observou que 90% dos websites não apresentaram figuras e 89% não apresentaram vídeos para facilitar a retenção do conteúdo. Quanto ao objetivo central do website, a disfagia foi o tema central em 6% dos websites. CONCLUSÃO: Os websites apresentaram uma qualidade parcial segundo os critérios éticos, com uma abrangência restrita, não apresentaram a disfagia orofaríngea como tema central, além da não utilização de ilustrações no decorrer do conteúdo. Desta forma, sugere-se o aperfeiçoamento dos websites já existentes sobre as disfagias orofaríngeas no idoso.
      PubDate: 2018-04-01
      DOI: 10.23925/2176-2724.2018v30i1p140-146
      Issue No: Vol. 30, No. 1 (2018)
       
  • Doença pulmonar obstrutiva crônica: análise da deglutição em
           pacientes hospitalizados

    • Authors: Flavia Caroline Fontoura Aguiar, Simone Lourenço Vale, Laélia Cristina Caseiro Vicente
      Pages: 147 - 157
      Abstract: Objetivos: investigar a ocorrência de disfagia e o risco de broncoaspiração em pacientes hospitalizados com doença pulmonar obstrutiva crônica,  e verificar se há associação com as características sociodemográficas, clínicas, do sistema estomatognático e da dinâmica de deglutição. Métodos: estudo descritivo observacional e retrospectivo com coleta de dados no prontuário eletrônico. Foram avaliados 27 prontuários de pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica, internados em um hospital público de Minas Gerais no período de julho de 2012 a julho de 2015 e com avaliação de deglutição. Para verificar a presença de disfagia e o risco de broncoaspiração foi utilizado o protocolo The Mann Assessment of Swallowing Ability. Foram consideradas associações estatisticamente significantes aquelas cujo p-valor foi ≤ 0,05 e intervalo de confiança de 95%. Resultados: Dos 27 pacientes avaliados pela equipe de fonoaudiologia, 41,7% tinham disfagia, sendo a gravidade leve mais prevalente (82%) e 19% tinham risco de broncoaspiração. Não houve predomínio de alguma fase da deglutição alterada. Houve associação entre presença de disfagia e a cooperação do paciente, e o risco de aspiração com o tempo de trânsito oral. Conclusão: Os resultados mostraram relação entre disfagia e risco de aspiração em pacientes internados com doença pulmonar obstrutiva crônica, sugerindo a necessidade de investigação da dinâmica da deglutição durante a hospitalização.
      PubDate: 2018-04-01
      DOI: 10.23925/2176-2724.2018v30i1p147-157
      Issue No: Vol. 30, No. 1 (2018)
       
  • Construção de um instrumento para avaliar a compreensão da linguagem
           oral de crianças de 2 a 6 anos

    • Authors: Tassiana Barbeiro Fragoso de Sá, Ricardo Franco de Lima, Taís de Lima Ferreira Mattar, Sylvia Maria Ciasca
      Pages: 158 - 169
      Abstract: Objetivo: Descrever a construção de um instrumento para avaliar a compreensão da linguagem oral de crianças de 2 a 6 anos e obter evidências de validade baseadas no conteúdo. Método: A pesquisa consistiu em: levantamento e caracterização de instrumentos nacionais e internacionais destinados à avaliação da compreensão da linguagem oral de crianças; elaboração do instrumento; e análise do instrumento por cinco juízes. A análise estatística envolveu cálculo da porcentagem de concordância, razão de validade de conteúdo e índice de validade de conteúdo. Resultados: Foram levantados 19 instrumentos que avaliam a compreensão da linguagem oral utilizando palavras isoladas, ordens simples ou complexas e textos. Posteriormente, foi elaborado instrumento composto por oito fases com oito itens cada. A tarefa consiste na manipulação de figuras pela criança, conforme as ordens do avaliador com nível crescente de dificuldade. A análise dos juízes indicou resultados satisfatórios para os índices calculados para o instrumento como um todo. Os itens com índice insatisfatório foram revisados para compor a versão final do instrumento. Conclusão: O estudo descreveu a primeira etapa do processo de construção do instrumento e foram obtidas evidências de validade baseadas no conteúdo. Estudos posteriores serão conduzidos para obtenção de outras fontes de evidência de validade.
      PubDate: 2018-04-01
      DOI: 10.23925/2176-2724.2018v30i1p158-169
      Issue No: Vol. 30, No. 1 (2018)
       
  • Distúrbio de Voz Relacionado ao Trabalho: proposta de uma ficha de
           notificação individual

    • Authors: Léslie Piccolotto Ferreira, Helenice Yemi Nakamura, Eliane Zampieri, Ana Carolina Constantini
      Pages: 170 - 178
      Abstract: Introdução: a exemplo de fonoaudiólogos de outras regiões do país, um grupo de fonoaudiólogas do Estado de São Paulo resolveu elaborar uma Ficha de Notificação Individual (FNI) que pudesse nortear a identificação de qualquer distúrbio de voz que tivesse sua relação com o contexto de trabalho. Objetivo: descrever o processo de elaboração da FNI, com detalhamento quanto ao seu preenchimento. Esta proposta poderá contribuir para maior visibilidade a todos os profissionais da saúde que possam ter a sua frente um trabalhador com alteração de voz. Ainda, poderá incentivar outros estados ou municípios do país para que se possa ter, em futuro próximo, um levantamento oficial do Distúrbio de Voz Relacionado ao Trabalho.
      PubDate: 2018-04-01
      DOI: 10.23925/2176-2724.2018v30i1p170-178
      Issue No: Vol. 30, No. 1 (2018)
       
  • Fonoaudiologia no Sistema Único de Saúde do Estado de São
           Paulo

    • Authors: Camila Lima Nascimento, Helenice Yemi Nakamura
      Pages: 179 - 185
      Abstract: O SUS é uma conquista do povo brasileiro e trouxe com a sua criação um novo paradigma de saúde, deslocando o olhar da doença para o sujeito e seu contexto, que levou à reorganização do sistema de saúde, e a uma reflexão sobre a formação dos profissionais da área. A Fonoaudiologia está em processo de construção da sua identidade para atuação no sistema público de saúde, uma vez que é uma profissão com regulamentação recente, por volta de 30 anos, ainda em expansão. Dessa forma, é de grande importância a discussão sobre o dimensionamento dos profissionais dessa categoria dentro do SUS. O Estado de São Paulo concentra o maior número de profissionais de Fonoaudiologia e de cursos de graduação na área. Neste panorama surge o interesse em pesquisar a distribuição de profissionais de Fonoaudiologia no SUS do Estado de São Paulo para compreender a inserção desta categoria no serviço público. Foram analisados dados secundários dos bancos de informações públicos do Ministério da Saúde e do IBGE relativos ao porte dos municípios paulistas e ao número de profissionais de Fonoaudiologia atuando no SUS em cada um deles. É possível observar que não há lógica na distribuição dos profissionais, havendo relação inversamente proporcional entre o porte dos municípios e o número de fonoaudiólogos atuando no sistema público de saúde. O dimensionamento de profissionais de Fonoaudiologia pode ser instrumento importante para melhora na organização da oferta destes profissionais para a população.
      PubDate: 2018-04-01
      DOI: 10.23925/2176-2724.2018v30i1p179-185
      Issue No: Vol. 30, No. 1 (2018)
       
  • REPRESENTAÇÕES DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO PARA O FONOAUDIÓLOGO
           EDUCACIONAL

    • Authors: Luciana Figueiredo, Ivonaldo Leidson Barbosa Lima, Hosana Silmara Eleuterio Silva
      Pages: 186 - 193
      Abstract: A atuação fonoaudiológica educacional surgiu no início do século XX e passou por mudanças conceituais e práticas ao longo do tempo. Atualmente, tenta-se fortalecer práticas voltadas à promoção da saúde e busca da integralidade do cuidado na rede escolar, reduzindo perspectivas centradas em ações preventistas e curativas. Desse modo, esse trabalho objetivou analisar as representações de profissionais da Educação acerca da atuação do fonoaudiólogo educacional. Esta pesquisa foi avaliada e aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da instituição de origem. Ela se caracteriza como qualitativa, longitudinal e etnográfica, na qual a coleta de dados foi realizada a partir da observação participante, entrevistas e escrita no diário de campo. Após a análise dos diários de campo, pode-se observar que o fonoaudiólogo educacional, para os profissionais da educação pesquisados, é considerado como o responsável pelo tratamento de estudantes com necessidades especiais e com distúrbios de aprendizagem na escola,
      PubDate: 2018-04-01
      Issue No: Vol. 30, No. 1 (2018)
       
  • Impacto da Política Nacional de Humanização na Estratégia Saúde da
           Família e na Rede de Saúde

    • Authors: Grasiela Cristina Reis-Borges, Edinalva Neves Nascimento, Daniel Martins Borges
      Pages: 194 - 200
      Abstract: O modelo assistencial contemporâneo tem como foco principal o paciente em toda sua complexidade. A Estratégia de Saúde da Família (ESF) faz parte da Rede de Saúde e preza pela visão holística no trabalho coletivo e, assim, a Política Nacional de Humanização (PNH) torna-se uma ferramenta de estruturação do trabalho na Saúde Pública. Neste sentido, o presente trabalho tem como objetivo identificar as principais mudanças que a PNH influenciou na ESF e na Rede de Saúde, a fim de identificar as contribuições prestadas. Foi realizada Revisão Bibliográfica de Literatura, por meio da análise de artigos da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e documentos oficiais do Portal do Ministério da Saúde. Para a busca na BVS foram utilizados os descritores “Estratégia de Saúde da Família”, “Política Nacional de Humanização” e “Atenção Básica”.  Foram selecionados 10 artigos pertinentes ao tema do estudo. Os resultados mostraram que sendo a PNH uma nova forma de se pensar em saúde, oferece ferramentas capazes de auxiliar nas ações e na tomada de decisão nos serviços de saúde. Concluiu-se que a ESF e a Rede de Saúde passam por uma continua transformação e que a PNH contribuiu com ferramentas de trabalho, qualificando a atenção prestada ao usuário, bem como proporcionando reflexão ética, política e compartilhada entre gestores, trabalhadores e usuários.
      PubDate: 2018-04-01
      DOI: 10.23925/2176-2724.2018v30i1p194-200
      Issue No: Vol. 30, No. 1 (2018)
       
  • Peculiaridades do uso da voz por professores de educação física
           escolar: origem e função interativa

    • Authors: Vagner José Pedersen, Maria Lúcia Suzigan Dragone
      Pages: 201 - 207
      Abstract: Introdução: Professores de educação física têm a voz como recurso de trabalho com peculiaridades que os diferenciam de outros professores: uso vocal como incentivo à atividade física de seus alunos em meio a aspectos organizacionais e ambientais diferenciados dos encontrados em sala de aula. Há poucos estudos sobre a origem histórica do uso vocal desses profissionais. Objetivo: Discorrer sobre a origem militar da educação física como determinante do estilo vocal adotado por grande parte dos professores e das peculiaridades relacionadas ao uso da voz por esses profissionais. Método: Trata-se de um artigo de revisão bibliográfica envolvendo busca de textos teóricos e documentos oficiais sobre a origem da educação física, comunicação oral e voz do professor de educação física em livros, dissertações, teses e artigos científicos específicos das áreas da Educação e da Fonoaudiologia. Resultados: Os dados encontrados salientam a característica incentivadora da voz desse profissional que busca desencadear e manter o movimento corporal dos alunos, em meio à concorrência sonora das atividades práticas e ruidosas das aulas de educação física, na maioria das vezes em ambiente de grande amplitude, ou em locais improvisados com poucas condições apropriadas ao uso vocal. Discussão: Os dados alertam para uma prática profissional com uso vocal em forte intensidade. O não reconhecimento dos professores como profissionais da voz favorece o pouco cuidado e treinamento vocal. Conclusão: Reforça-se a ideia de que professores de educação física necessitam de formação para o adequado uso da voz, tanto na graduação como no decorrer do exercício profissional.
      PubDate: 2018-04-01
      DOI: 10.23925/2176-2724.2018v30i1p201-207
      Issue No: Vol. 30, No. 1 (2018)
       
  • Entrevista Motivacional como uma ferramenta no processo de reabilitação
           auditiva de pacientes com queixa de zumbido

    • Authors: Camila Dayane Ferreira da Silva, Kelly Cristina Lira de Andrade, Grazielle de Farias Almeida, Katielle Menezes de Oliveira, Pedro de Lemos Menezes
      Pages: 208 - 211
      Abstract: Zarenoe R, Soderlund L, Andersson G, Ledin T. Motivational Interviewing as an Adjunct to Hearing Rehabilitation for Patients with Tinnitus: A Randomized Controlled Pilot Trial. Journal of the American Academy of Audiology, 2016; 337(1): 89-95.
      PubDate: 2018-04-01
      Issue No: Vol. 30, No. 1 (2018)
       
  • Discriminação auditiva em lactentes

    • Authors: Ranilde Cristiane Cavalcante Costa, Kelly Cristina Lira de Andrade, Maria Cecília dos Santos Marques, Aline Tenório Lins Carnaúba, Pedro de Lemos Menezes
      Pages: 212 - 214
      Abstract: Gilley PM, Uhler K, Watson K, Yoshinaga‑Itano C. Spectral-temporal EEG dynamics of speech discrimination processing in infants during sleep. BMC Neurosci. 2017;18(34).
      PubDate: 2018-04-01
      Issue No: Vol. 30, No. 1 (2018)
       
  • Maturação cortical em crianças com implantes cocleares: correlação
           entre medidas eletrofisiológicas e comportamentais

    • Authors: Ysa Karen dos Santos Macambira, Denise Costa Menezes, Ana Claudia Figueiredo Frizzo, Karina Paes Advíncula
      Pages: 215 - 218
      Abstract: Silva LAF, Couto MIV, Magliaro FCL, Tsuji RK, Bento RF, de Carvalho ACM, et al. (2017) Cortical maturation in children with cochlear implants: Correlation between electrophysiological and behavioral measurement. PLoS ONE.12(2): e0171177.
      PubDate: 2018-04-01
      Issue No: Vol. 30, No. 1 (2018)
       
  • Melhora na amamentação após a liberação de frênulo da língua e do
           lábio: um estudo prospectivo de coorte

    • Authors: Hellen Medeiros, Daniele Cunha, Luciana Nunes, Saulo Freitas, Hilton Justino
      Pages: 219 - 220
      Abstract: Chuop M, Mace JC.  Breastfeeding improvement following tongue-tie and lip-lie release: a prospective cohort study. Laryngoscope 2017 May;127(5):1227-3.
      PubDate: 2018-04-01
      Issue No: Vol. 30, No. 1 (2018)
       
  • Dissertações

    • Authors: Distúrbios da Comunicação
      First page: 221
      PubDate: 2018-04-01
      Issue No: Vol. 30, No. 1 (2018)
       
  • Teses

    • Authors: Distúrbios da Comunicação
      First page: 222
      PubDate: 2018-04-01
      Issue No: Vol. 30, No. 1 (2018)
       
 
 
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