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   ISSN (Print) 1518-7187 - ISSN (Online) 2316-5278
   Published by PUCSP Homepage  [30 journals]
  • Editorial

    • Authors: Edelcio Gonçalves de Souza
      Pages: 9 - 10
      PubDate: 2017-06-30
      Issue No: Vol. 18, No. 1 (2017)
       
  • Editorial

    • Authors: Edelcio Gonçalves de Souza
      Pages: 11 - 12
      PubDate: 2017-06-30
      Issue No: Vol. 18, No. 1 (2017)
       
  • O retrato pragmatista da racionalidade deliberativa de Peirce

    • Authors: Vincent Colapietro
      Pages: 13 - 32
      Abstract: Meu propósito abrangente é oferecer um esboço pragmatista da racionalidade deliberativa derivada dos textos coligidos no volumoso conjunto de C. S. Peirce. Embora em alguns casos, as formulações sejam minhas, e não de Peirce. Porém, isso não torna meu esforço um caso de ventriloquismo (colocando minhas palavras na boca dele): a posição em relação à racionalidade é dele, e não (no primeiro caso) minha. Minha tese é que, para Peirce, a razão é no fundo, um conjunto mais ou menos integrado de hábitos, possibilitando aos agentes serem deliberativos. Ou seja, para ele, a deliberação é o cerne da racionalidade. Esta é, fundamentalmente, uma capacidade agencial: aplica-se primordialmente a agentes, sendo conhecedores teóricos um papel importante desempenhado por agentes deliberativos. O que espero demonstrar neste trabalho é a razão pela qual este retrato da razão é distintamente pragmático e verdadeiramente peirciano. O que também espero demonstrar é como a posição de Peirce implica o que, na filosofia contemporânea, é identificado por Christine Korsgaard como autoconstituição, por Sabrina Lovibond como autoformação e por outros teóricos com designações outras. Agentes deliberativos são, segundo Peirce, agentes radicalmente responsáveis. São responsáveis pelos verdadeiros critérios nos quais razoabilidade e responsabilidade são definidas e desenvolvidas. A questão de maturidade e a relação entre ser moral e ser maduro são essenciais à explicação de Peirce de racionalidade. Seu retrato pragmatista da racionalidade deliberativa é, a meu ver, não só sustentável quanto convincente. Acima de tudo, isto é o que espero demonstrar neste ensaio.
      PubDate: 2017-06-30
      DOI: 10.23925/2316-5278.2017v18i1p13-32
      Issue No: Vol. 18, No. 1 (2017)
       
  • A primeira filosofia naturalizada: o lugar de Peirce na tradição
           analítica

    • Authors: Paul Forster
      Pages: 33 - 44
      Abstract: A epistemologia de Charles Sanders Peirce parece paradoxal quando comparada a de Rudolf Carnap e W.V. Quine. Como Carnap, mas diferentemente de Quine, Peirce considera que o conhecimento científico reside em princípios lógicos que devem se sustentar  para que o discurso sobre o verdadeiro e o falso tenha sentido. Ele também compartilha a visão de Carnap de que esses princípios são anteriores à, e independentes das constatações nas ciências naturais, uma visão que Quine notoriamente rejeita. Todavia, como Quine, mas diferentemente de Carnap, Peirce insiste que não há conhecimento além daquele que é obtido por meio de testes empíricos, que as verdades da lógica estão epistemologicamente a par das verdades descobertas nas ciências naturais, e que nos revelam algo sobre como as coisas são, em vez de carecerem de conteúdo fatual, como Carnap afirma. Um ar de paradoxo emerge no comprometimento simultâneo de Peirce às visões comumente consideradas próprias das teorias epistemológicas incompatíveis. A análise desse paradoxo pela comparação da concepção de conhecimento de Peirce ao de Quine e Carnap nos ajuda a apreciar melhor sua importância na tradição filosófica e na profundeza e originalidade de suas razões.
      PubDate: 2017-06-30
      DOI: 10.23925/2316-5278.2017v18i1p33-44
      Issue No: Vol. 18, No. 1 (2017)
       
  • Esclarecimentos e disposições pragmáticas no Como tornar nossas ideias
           claras de Peirce

    • Authors: Mathias Girel
      Pages: 45 - 68
      Abstract: A “prova” do pragmatismo e, em geral, a ideia que a relevância da máxima pragmatista tinha que ser “provada”, é uma questão controversa. Devemos ter cautela antes de considerá-la. Christopher Hookway dedicou um livro a essa mesmíssima questão e os argumentos, frequentemente, envolvem a consideração de ínfimos detalhes dos escritos tardios de Peirce, bem além do âmbito deste trabalho. Contentar-me-ei aqui com um enigma, lógica e cronologicamente precedente: acadêmicos assumem, há muito tempo, que Peirce aplicou, em um novo contexto lógico e metafísico, a doutrina de Bain de que uma crença era uma “prontidão para agir” e que essa aplicação forneceu o cerne do primeiro pragmatismo de Peirce. Penso que mesmo nos primeiros textos, isto não é bem assim e, contrariamente ao que é frequentemente considerado, disposições à ação não desempenham um papel tão óbvio nas Ilustrações da Lógica da Ciência. Em suma, não está claro se os exemplos de Peirce foram, na época, exemplos pragmáticos. A primeira seção deste trabalho apresenta um roteiro preliminar para aferir as diversas dimensões do pragmatismo de Peirce na década de 1870; a segunda aborda o suposto papel do disposicionalismo em Como Tornar Nossas Ideias Claras (doravante designado como HMIC); a terceira apresenta algums elementos contextuais que podem explicar o “surto” de disposicionalismo em 1878.
      PubDate: 2017-06-30
      DOI: 10.23925/2316-5278.2017v18i1p45-68
      Issue No: Vol. 18, No. 1 (2017)
       
  • Analisando a relação entre a semiótica de C.S. Peirce e os fenômenos
           transicionais e o brincar de D. Winnicott

    • Authors: Paulo Duarte Guimarães Filho
      Pages: 69 - 88
      Abstract: Inicialmente, considera-se como as possibilidades de relações entre a psicanálise e a filosofia de Peirce têm sido objeto de trabalhos de filósofos e psicanalistas. São destacadas as noções de Winnicott sobre os objetos e fenômenos transicionais e o brincar, como uma área de particular interesse para o estudo dessas relações, dadas suas ligações com a filosofia de Peirce. É, então, indicado como Winnicott faz referência às relações da simbolização (não em termos peircianos) com os objetos e fenômenos transicionais e indica como um “full understanding” dos processos de simbolização podem contribuir para o conhecimento desses fenômenos. Considerando essa manifestação de Winnicott, é examinado de que modo a semiótica de Peirce contém elementos que auxiliam o entendimento do que é chamado de “simbolização”, por Winnicott. Assim,, também permitindo a discriminação dos aspectos semióticos presentes nos objetos e fenômenos transicionais e no brincar, permitindo, assim, uma ampliação de algumas dimensões da significação das concepções de Winnicott. As questões referidas são examinadas amplamente nos casos clínicos de “Edmund” e “Diana”, citados por Winnicott e em outras duas situações clínicas apresentadas pelo autor.
      PubDate: 2017-06-30
      DOI: 10.23925/2316-5278.2017v18i1p69-88
      Issue No: Vol. 18, No. 1 (2017)
       
  • Contextualismo como representacionismo'

    • Authors: Eduardo Caliendo Marchesan
      Pages: 89 - 98
      Abstract: Este artigo aborda uma crítica feita alguns anos atrás por Avner Baz sobre o trabalho de contextualistas atuais na filosofia da linguagem. A crítica de Baz enfoca a ideia de que os contextualistas (especialmente Charles Travis) interpretaram mal o ataque feito por J. L. Austin e Wittgenstein à chamada “concepção vigente de significado”. Apesar da insistência deles sobre os fatores contextuais que determinam o contexto de uma declaração, Baz argumenta que os contextualistas ainda explicam nossos enunciados em termos das condições de verdade das sentenças que expressam e, ao enfatizarem a dimensão referencial das palavras, acabam por defender uma concepção de significado como uma entidade teórica, responsável por assinalar os objetos do nosso discurso. Portanto, para Baz, eles mantêm uma visão representacionista ainda intimamente ligada à concepção tradicional de concepção de significado. Descrevendo as bases da visão de Baz, sustento neste artigo que a ligação que ele assevera entre referência e uma teoria de significado como representação, é precisamente o objetivo de contextualistas como Charles Travis. O trabalho deles é apresentado aqui como uma tentativa de explicar a referência de palavras e as condições de verdade de uma sentença após a ocorrência de uma negação radical da noção de significado como representação. Nesse sentido, contrariamente ao que Baz afirma, estão intimamente ligados ao espírito dos pioneiros da filosofia da linguagem comum.
      PubDate: 2017-06-30
      DOI: 10.23925/2316-5278.2017v18i1p89-98
      Issue No: Vol. 18, No. 1 (2017)
       
  • A coisa à espreita sobre a coisa

    • Authors: Ivan Mladenov
      Pages: 99 - 110
      Abstract: Uma coisa pode ser qualquer coisa e nada; é impossível estruturar qualquer pesquisa sobre isso. Qualquer abordagem proposicional parece irremediavelmente predeterminada; pensar-se em uma coisa a transforma em um objeto. O objeto é “real” ou “irreal” e isto é, obviamente, uma armadilha. Quem pode discorrer exaustivamente sobre esse tema' É também uma questão de “universalia” e “particularia”; de nome e designação; um problema nominalista e fenomenológico; de semiótica e representação – uma área sem limites. Este artigo tenta escapar da “gaiola” de proposições, identificando três doutrinas filosóficas que parecem ir além da “palavra resolutiva”. As abordagens de Peirce, Husserl e Wittgenstein lidam com as capacidades de relacionar, abstrair e compreender como a coisa é vista corretamente em um ambiente ilimitado.
      PubDate: 2017-06-30
      DOI: 10.23925/2316-5278.2017v18i1p99-110
      Issue No: Vol. 18, No. 1 (2017)
       
  • Esboço de teoria da prova para a silogística

    • Authors: Frank Thomas Sautter
      Pages: 111 - 124
      Abstract: Analisarei estruturas resultantes da utilização coordenada de múltiplos silogismos, e investigarei o problema de normalização de tais estruturas.
      PubDate: 2017-06-30
      DOI: 10.23925/2316-5278.2017v18i1p111-124
      Issue No: Vol. 18, No. 1 (2017)
       
  • Paul Thagard e a inferência da melhor explicação

    • Authors: Marcos Rodrigues da Silva
      Pages: 125 - 134
      Abstract: Este artigo pretende oferecer uma apresentação à tradução para o português de “Inference to the Best Explanation: Criteria for Theory Choice”, de Paul Thagard. Neste artigo, Thagard assume a importância epistemológica do argumento da inferência da melhor explicação e postula três critérios para a escolha de teorias científicas: consiliência, simplicidade e analogia. Nesta apresentação desse artigo fundamental para o desenvolvimento da inferência da melhor explicação, reconstruímos, na primeira seção, a concepção de Thagard. Em seguida, na segunda seção, sugerimos algumas discussões filosóficas sobre a ciência a partir da proposta de Thagard. Na conclusão, situamos a contribuição de Thagard no interior do debate realismo/antirrealismo, identificando-a com uma postura epistemologicamente neutra acerca desse debate.
      PubDate: 2017-06-30
      DOI: 10.23925/2316-5278.2017v18i1p125-134
      Issue No: Vol. 18, No. 1 (2017)
       
  • Materialismo no limbo: Demócrito, Santayana e a ética da
           Metafísica

    • Authors: Jessica Wahman
      Pages: 135 - 144
      Abstract: Neste artigo, argumento que a marca de uma metafísica viável é tanto prática e ética quanto é lógica e sistemática. Para tal, analiso os Diálogos no Limbo de George Santayana, no qual ele afirma seu apoio ao materialismo atomístico de Demócrito em bases pragmáticas. Uma metafísica, ele sugere, é uma visão de mundo que acomoda uma pessoa – vista como um determinado tipo de organismo psicológico – sabiamente às forças da natureza e da melhor forma possibilita essa pessoa a levar uma vida próspera. Ao mesmo tempo, Santayana coloca sua marca no materialismo ao questionar a possibilidade da caracterização geométrica dos átomos de Demócrito ser uma explicação literal da substância material. Ele interpreta a metafísica Democritiana como uma posição poética e mitológica que desconsidera a experiência subjetiva e, em vez de, volta nossa atenção para as origens substrativas do nosso ser.
      PubDate: 2017-06-30
      DOI: 10.23925/2316-5278.2017v18i1p135-144
      Issue No: Vol. 18, No. 1 (2017)
       
  • A melhor explicação: critérios para a escolha de teorias

    • Authors: Marcos Rodrigues da Silva
      Pages: 145 - 160
      Abstract: THAGARD, Paul. The Best Explanation: Criteria for Theory Choice. In: The Journal of Philosophy, v.75, n.2, p-76-92, 1978.
      PubDate: 2017-06-30
      DOI: 10.23925/2316-5278.2017v18i1p145-160
      Issue No: Vol. 18, No. 1 (2017)
       
 
 
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