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   ISSN (Online) 2525-4022
   Published by Universidade do Estado do Rio de Janeiro Homepage  [34 journals]
  • LOVECRAFT’S TERRESTRIAL TERRORS: MORALLY ALIEN EARTHLINGS // OS TERRORES
           TERRESTRES DE LOVECRAFT: TERRÁQUEOS DE MORAL ALIENÍGENA

    • Authors: Greg Conley
      Abstract: RECEBIDO EM 05 MAR 2017
      APROVADO EM 30 MAR 2017Lovecraft’s cosmic horror led him to create aliens that did not exist on the same moral spectrum as humanity. That is one of many ways Lovecraft’s work insists humans do not matter in the cosmos. However, most of the work on Lovecraft has focused on the space aliens, and how they are necessarily alien to humans, because they are from other worlds. Lovecraft’s terrestrial aliens, such as the Deep Ones, the Old Ones, and the shoggoths, are less alien, but just as morally strange. Lovecraft used biological horror to create his terrestrial aliens, and in turn used them to claim that morality was a product of human evolution and history. A life form with a separate evolutionarily history would necessarily have a separate and incomprehensible morality. Lovecraft illustrates that point with narrators who are ultimately sympathetic with the aliens, despite the threat they pose to the narrators and to everything they have ever known.//O horror cósmico de Lovecraft o conduziu a criar alienígenas que não existem no mesmo escopo moral da humanidade. Esta é uma das muitas formas que a literatura de Lovecraft usa para insistir que o ser humano não importa no cosmos. No entanto, a maioria dos trabalhos sobre a literatura de Lovecraft se volta para os alienígenas espaciais e como eles são considerados estranhos pelos seres humanos, devido ao fato de serem de outros planetas. Os alienígenas terrestres de Lovecraft como Deep Ones, Old Ones e Shoggoths são menos estranhos, mas tão moralmente estranhos. Lovecraft faz uso do horror biológico para criar seus alienígenas terrestres e por sua vez o usa para afirmar que a moralidade é um produto da evolução e história humana. Uma forma de vida com uma história evolutiva separada de tal conceito necessariamente possui um tipo de moralidade incompreensível e separada. Lovecraft ilustra tal ponto de vista com narradores que são em última análise simpatizantes dos alienígenas, apesar do perigo que estes representam ao narrador e a qualquer coisa que eles já conheceram.
      PubDate: 2017-06-07
      DOI: 10.12957/abusoes.2017.27816  
      Issue No: Vol. 4 (2017)
       
  • O HOMUS LOVECRAFTUS CONTRA A MODERNIDADE

    • Authors: Alexander Meireles da Silva
      Abstract: RECEBIDO EM 28 FEV 2017
      APROVADO EM 30 MAR 2017Este artigo visa analisar a presença de um homus lovecraftus dentro da ficção do escritor norte-americano Howard Phillips Lovecraft ligada às narrativas comumente chamadas de Mitos de Cthulhu. Para tanto, considera-se de que forma o pensamento de H. P. Lovecraft sobre a ostensiva presença dos imigrantes na América do início do século vinte foi traduzida em sua teratologia ficcional. Os contos “Dagon” (1917), “O Chamado de Cthulhu” (1926) e “A sombra em Innsmouth” (1927) compõem o corpus a ser analisado por meio do suporte teórico de, dentre outros, Edmund Burke (2013), Jeffrey Jerome Cohen (2000), Marshall Berman (1986) e Mary Douglas (2012). Especificamente a análise demonstrará como ao mesmo tempo em que o homus lovecraftus anuncia a inexorável chegada da Modernidade e tenta compreender seu alcance, ele se revela incapaz de suportar seu impacto sobre sua identidade.//This article aims to analyse the presence of a homus lovecraftus in the fiction of North-American writer Howard Phillips Lovecraft linked to narratives commonly called Cthulu Mythos. For this purpose, it is considered how H. P. Lovecraft’s thinking on the ostensive presence of immigrants in early twentieth-century America was translated into his fictional teratology. The short stories “Dagon” (1917), “The Call of Cthulhu” (1926) and “The Shadow over Innsmouth” (1931) compose the corpus to be analysed through the theoretical support of, among others, Edmund Burke (2013), Jeffrey Jerome Cohen (2000), Marshall Berman (1986) and Mary Douglas (2012). The analysis demonstrates specifically how at the same time the homus lovecraftus announces the inexorable arrrival of Modernity and tries to understand its limits, he is unable to bear its impact on his identity.
      PubDate: 2017-06-07
      DOI: 10.12957/abusoes.2017.27714  
      Issue No: Vol. 4 (2017)
       
  • DO INOMINÁVEL AO CIENTIFICAMENTE EXPLÍCITO: MONSTROS
           LOVECRAFTIANOS

    • Authors: Nathalia Sorgon Scotuzzi, Aparecido Donizete Rossi
      Abstract: RECEBIDO EM 19 FEV 2017
      APROVADO EM 30 MAR 2017Um dos pontos temáticos da obra de H. P. Lovecraft mais reconhecidos e comentados são seus monstros peculiares e inéditos. Cthulhu, por exemplo, é um dos monstros mais conhecidos da cultura pop dos séculos XX e XXI. Apesar disso, a crítica comumente considera apenas um grupo de seus monstros como paradigma para toda a sua obra: seres gelatinosos e tentaculares, impossíveis de serem descritos com precisão. A intenção desse artigo é demonstrar que Lovecraft apresentou, no percurso de sua carreira, diferentes tipos de monstruosidades, por vezes amorfos e inomináveis, mas por outras descritos cientificamente. Pretendemos, assim, elencar cada uma dessas categorias de monstruosidades e analisar suas implicações dentro de cada obra, a partir das reflexões de Luiz Nazário e Noël Carroll.//One among H. P. Lovecraft’s most renowned and remarked thematic points are his peculiar and unique monsters. Cthulhu, for example, is one of the highlighted monsters in pop culture of the 20th and 21th centuries. However, the critics usually consider only one group of these monsters as a paradigm to Lovecraft’s whole work: tentacular and gelatinous beings, whose accurate descriptions are impossible to be made.  We intend with this paper to show that Lovecraft presented, during his career, different types of monstrosities, sometimes shapeless and unnamable, and sometimes scientifically described. We intend, therefore, to list each of these monstrous categories and analyze their implications inside each work, based on the thinking of Luiz Nazário and Noël Carroll.
      PubDate: 2017-06-07
      DOI: 10.12957/abusoes.2017.27441
      Issue No: Vol. 4 (2017)
       
  • ALGUMAS IMAGENS DO CATOLICISMO NOS CONTOS DE H. P. LOVECRAFT

    • Authors: Alfredo Bronzato da Costa Cruz
      Abstract: RECEBIDO EM 06 MAR 2017
      APROVADO EM 30 MAR 2017Partindo da leitura de três contos de H. P. Lovecraft – Ar frio (1926/1928), Sonhos na Casa da Bruxa (1932/1933) e O assombro nas trevas (1935/1936) – procurou-se tecer algumas considerações a respeito da representação do catolicismo na obra ficcional deste autor. Concluiu-se que a marca desta é, antes do mais, uma interessante ambiguidade.//Starting from the reading of three stories by H. P. Lovecraft – “Cool Air” (1926/1928), “The Dreams in the Witch House” (1932/1933) and “The Haunter of the Dark” (1935/1936) – it was made some considerations about the representation of catholicism in this author’s fictional work. It was concluded that one main characteristic of this representation is an ambiguity.
      PubDate: 2017-06-07
      DOI: 10.12957/abusoes.2017.27819  
      Issue No: Vol. 4 (2017)
       
  • LOVECRAFT E OS MATIZES GOTICISTAS EM THE DREAMS IN THE WITCH HOUSE

    • Authors: Fernando Monteiro de Barros, Luciana Colucci
      Abstract: RECEBIDO EM 11 MAR 2017
      APROVADO EM 30 MAR 2017O conto Dreams in the Wich-House, do norte-americano H. P. Lovecraft, publicado em 1933, apresenta várias nuances goticistas em sua tessitura. Por Goticismo compreendemos aquilo que se aproxima da estética gótica. Há convergências assim como há também inovações do conto em questão em relação ao modelo gótico tradicional. Os pontos de intersecção que mais se fazem notar são o espaço da casa mal-assombrada, a figura monstruosa da bruxa, bem como de seu familiar, o peso do passado opressor que assombra o presente, a presença da tradição como potência ameaçadora, a apresentação de uma modernidade desencantada, com fortes traços decadentistas e expressionistas, estéticas aparentadas do Gótico, e a semelhança com o enredo do chamado Gótico masculino, em que o feminino avulta como força destruidora. Os diferenciais em relação ao Gótico tradicional assumem aspectos inovadores e marcadamente lovecraftianos, como os desdobramentos espaciais do locus horribilis, a ausência de uma estrutura patriarcal como em O Castelo de Otranto, e as amplificações cósmicas do horror gótico. Desta forma, muito mais do que reconhecer o conto de Lovecraft como exemplar do gênero gótico, preferimos considerá-lo como uma narrativa eivada de goticismos. Neste sentido, a topoanálise faz-se chave de investigação privilegiada para tais suposições. O fantástico no conto se consubstancia tanto na concepção todoroviana de tensão entre o real e o sobrenatural como na acepção defendida por David Roas, segundo a qual o sobrenatural tem a palavra final. E, na narrativa, fato e ficção se interpolam, uma vez que a história norte-americana é recriada ficcionalmente enquanto constructo goticista.//North american writer H. P. Lovecraft’s short-story “Dreams in the Witch-House”, published in 1933, presentes several shades of Gothicism in its fabric. By Gothicism we understand that which closely resembles Gothic literary style. Similarities as well as innovations in relation to traditional Gothic plots can be found in that short-story. The most outsdanding points in common are the setting, with its haunted house, the monster, embodied by the witch and her familiar, the weight of the oppressive past that haunts the present, the presence of tradition as a threatening force, the depiction of a decaying modernity, with traces of decadence and expressionismo, and the similarity with the male Gothic plot, in which the feminine looms as a menace. The novelties of this short story in relation to traditional Gothic plots take on innovative and lovecraftian aspects, such as the spatial unfoldings of the locus horribilis, the absence of a patriarchic structure as in The Castle of Otranto, and the cosmic amplifications of Gothic horror. Thus, we prefer to see Lovecraft’s short story as full of Gothicisms rather than consider it as an example of Gothic literature. In that direction, topoanalysis proves to be the privileged key to such investigations. The supernatural has the upper hand, and fact and fiction are intertwined, since American History is fictionalized into a Gothicist construct
      PubDate: 2017-06-07
      DOI: 10.12957/abusoes.2017.27943  
      Issue No: Vol. 4 (2017)
       
  • A ARTE MÓRBIDA: PROCEDIMENTOS NARRATIVOS, HORROR CÓSMICO E
           DESESTABILIZAÇÃO DO HISTÓRICO EM “O MODELO DE PICKMAN” DE H. P.
           LOVECRAFT

    • Authors: Ana Claudia Aymoré Martins, Pedro Fortunato de Oliveira Neto
      Abstract: RECEBIDO EM 05 MAR 2017
      APROVADO EM 30 MAR 2017O artigo trata de analisar o conto “O modelo de Pickman” (1926), de H. P. Lovecraft, tomando como ponto de partida seus principais procedimentos narrativos, de modo a observar como esses elementos se relacionam, em primeiro lugar, com a teoria lovecraftiana do horror cósmico, e, em segundo lugar, com quadros históricos de referência, mediados principalmente pelos campos da história da arte e da história cultural.//The paper examines HP Lovecraft's short story "Pickman's Model" (1926), taking as its starting point its main narrative procedures, in order to observe how these elements relate first to the Lovecraftian theory of Cosmic horror, and, secondly, with historical frames of reference, mainly mediated by the fields of art history and cultural history.

      PubDate: 2017-06-07
      DOI: 10.12957/abusoes.2017.27809
      Issue No: Vol. 4 (2017)
       
  • O DESEJO DE TRANSCENDER A MORTE: UM ESTUDO DE “AR FRIO”, DE H.
           P. LOVECRAFT

    • Authors: Daniela Pinto Vasconcelos, Sandra Sirangelo Maggio
      Abstract: RECEBIDO EM 04 MAR 2017
      APROVADO EM 12 ABR 2017O presente trabalho analisa a vontade de transcender a morte, a partir de uma leitura do conto “Ar frio”, de H. P. Lovecraft. Nessa história, o Dr. Munõz utiliza seus conhecimentos científicos para postergar a própria morte, pagando um preço caro por esse empreendimento. Nosso objetivo é discutir os motivos que fazem com que a personagem se esforce para reverter um processo irreversível, o do ciclo natural da vida. Entre os fatores considerados estão o medo do desconhecido, o receio de deixar de existir, a vontade altruísta de aperfeiçoar a própria espécie, o anseio pela expansão do domínio e do poder, a pretensão de passar do papel de criatura ao papel de criador. Na busca da longevidade, as circunstâncias do Dr. Munõz se tornam cada vez mais limitadas, acabando por transformar o viver em uma morte em vida e chegando, por fim, ao fracasso do plano da personagem, que vai então ao encontro da morte definitiva. Partindo do pressuposto de que o desejo de transcendência é intrínseco ao ser humano, buscamos identificar como esse anseio transgressor é visto na nossa cultura, na literatura e na ficção de Lovecraft.//The present work consists of an analysis of the urge to transcend death, focusing on a reading of the short story "Cold Air", by H. P. Lovecraft. In the story, Dr. Muñoz uses the scientific knowledge he has to postpone his own death, paying a high price for the endeavor. Our goal is to discuss the reasons why the character tries to reverse a process that is irreversible: the natural cycle of life. Among the factors considered, we have the fear of the unknown, the dread of ceasing to exist, the selfless wish to improve the condition of our own species, the longing for power, and the will to turn form the role of creature into the role of Creator. In this search for longevity, the circumstances of Dr. Muñoz become more and more limited, until his life turns into a living death. Eventually, there comes the failure of his plan and the character finally dies. Based on the assumption that the desire for transcendence is inherent to man, we seek to identify the ways in which such desire is seen in our culture, in literature, and in Lovecraft’s fiction.
      PubDate: 2017-06-07
      DOI: 10.12957/abusoes.2017.27758  
      Issue No: Vol. 4 (2017)
       
  • OS DESDOBRAMENTOS ESTÉTICOS DO MEDO CÓSMICO: O RISO BAKHTINIANO,
           O HORROR LOVECRAFTIANO

    • Authors: João Pedro Bellas, Júlio França
      Abstract: RECEBIDO EM 10 MAR 2017
      APROVADO EM 13 MAR 2017O artigo propõe a comparação entre as noções de “medo cósmico” formuladas por H. P. Lovecraft (2007) e Mikhail Bakhtin (2010), com especial atenção aos seus desdobramentos estéticos: no primeiro caso, o sublime de orientação burkeana observável na reflexão crítica e na ficção do escritor norte-americano; no segundo, a teoria do grotesco proposta pelo ensaísta russo a partir de seus estudos sobre a cultura popular medieval. O objetivo é demonstrar que embora o sublime e o grotesco sejam entendidos, por Lovecraft e Bakhtin, respectivamente, como consequências de um mesmo fenômeno antropológico – a percepção do papel insignificante do homem no cosmos – as duas categorias estéticas são empregadas para descrever obras artísticas que produzem efeitos de recepção tradicionalmente entendidos como antagônicos: o horror e o humor. A hipótese proposta para compreender tal paradoxo baseia-se no estudo de Noël Carroll (1999) sobre as relações de contiguidade entre o medo e o riso.//This paper proposes a comparison between the notions of “cosmic fear” formulated by H. P. Lovecraft (2007) and Mikhail Bakhtin (2010), with special attention to the different aesthetic consequences they cause: in the first case, the burkean sublime which is explicit in both the critical thinking and fiction of the American writer; in the second, the theory of the grotesque proposed by the Russian essayist from his studies about the folk culture in the Middle Ages. Our aim is to show that although Lovecraft’s sublime and Bakhtin’s grotesque are understood as consequences of the same anthropological phenomenon – the perception of man’s insignificant role in the cosmos – both aesthetic categories are employed to describe works of art that give rise to effects traditionally taken as antagonistic: horror and humor. The hypothesis proposed to help understand this paradox is based on Noël Carroll’s study (1999) about the relations of contiguity between fear and laughter.

      PubDate: 2017-06-07
      DOI: 10.12957/abusoes.2017.27933
      Issue No: Vol. 4 (2017)
       
  • DIÁLOGO ENTRE H. P. LOVECRAFT E ARTHUR MACHEN: UMA ANÁLISE COMPARATIVA
           DE THE DUNWICH HORROR E THE GREAT GOD PAN

    • Authors: Shirley de Souza Gomes Carreira
      Abstract: RECEBIDO EM 04 MAR 2017
      APROVADO EM 30 MAR 2017Em seu ensaio sobre o horror sobrenatural na literatura, H. P. Lovecraft dedica parte de um capítulo à obra de Arthut Machen, por quem nutria admiração e a quem atribuía a capacidade de elaborar um “êxtase do medo” inalcançável aos outros escritores do gênero. The Great God Pan, primeira e mais conhecida obra de Machen, foi publicada no ano em que Lovecraft nasceu e este a menciona mais de uma vez em seus escritos, admitindo publicamente que ela o havia inspirado na escrita de alguns dos seus textos. Este trabalho propõe a análise do conto “The Dunwich Horror”, de Lovecraft, e da novela The Great God Pan, de Machen, a fim de verificar os pontos de convergência entre as obras.//In his essay on supernatural horror in literature, H. P. Lovecraft devotes part of a chapter to the work of Arthut Machen, whom he admired and to whom he attributed the ability to elaborate a “rapture of fear” unachievable to other writers of the genre. The Great God Pan, Machen’s first and best-known work, was published in the year Lovecraft was born and he mentioned it more than once in his writings, publicly admitting that it had inspired him in writing some of his texts. This work proposes to analyze Lovecraft’s short story “The Dunwich horror” and Machen’s novella The Great God Pan, in order to verify the points of convergence between them.
      PubDate: 2017-06-07
      DOI: 10.12957/abusoes.2017.27771
      Issue No: Vol. 4 (2017)
       
  • SUBLIME AND GROTESQUE: THE AESTHETIC DEVELOPMENT OF WEIRD FICTION IN THE
           WORK OF H.P. LOVECRAFT AND CHINA MIÉVILLE // SUBLIME E GROTESCO: O
           DESENVOLVIMENTO ESTÉTICO DA "WEIRD FICTION" NAS OBRAS DE H. P. LOVECRAFT
           E CHINA MIÉVILLE

    • Authors: Linda Wight, Nicole Gadd
      Abstract: RECEBIDO EM 17 FEV 2017
      APROVADO EM 30 MAR 2017Weird Fiction is identifiable by its atomosphere of cosmic fear and unease which is produced through the sublime and grotesque. H.P. Lovecraft's Weird Fiction invokes the sublime through other-worldly creatures that inspire awe and terror; beyond the grasp of limited human consciousness, they are both unfathomable and unspeakable. Cosmic fear is further heightened in Lovecraft's fiction through transgressive meldings of human and animal bodies into grotesque creatures which refute the laws of nature and systems of classification by which humans understand their world. While the sublime and grotesque remain crucial elements of recent Weird Fiction, China Mieville responds to Lovecraft's oeuvre by exploring the loss of the sublime in the postmodern era and positioning the grotesque as, not only a cause for horror, but also a source of creative potential and rebellion. This essay compares Kraken (2010), in which Mieville playfully engages with the Cthulhu mythos, with four of Lovecraft's most celebrated Weird stories, "Pickman's Model" (1927), "The Call of Cthulhu" (1928), "The Dunwich Horror" (1929) and "The Shadow Over Innsmouth" (1936). In both Lovecraft's early and Mieville's more recent Weird Fiction, the sublime and the grotesque play a significant role in creating the Weird aesthetic. However Mieville's interrogation of the sublime as it appears in Lovecraft's work, as well as his exploration of the technological grotesque and framing of the grotesque as an opportunity for self-empowerment and emancipation, marks his Weird Fiction as distinctly of its own time.//“Weird Fiction” é identificável pela sua atmosfera de medo cósmico e inquietação que são produzidas pelo sublime e grotesco. “Weird Fiction” de H. P. Lovecraft invoca o sublime através de criaturas de outro mundo que inspiram admiração e medo; além da compreensão limitada da consciência humana, eles são incomensuráveis e indescritíveis. O medo cósmico é aumentado na ficção de Lovecraft através das fusões transgressivas dos corpos humanos e animais em criaturas grotescas que refutam as leis da natureza e sistemas de classificação pelos quais os humanos entendem seu mundo. Enquanto o sublime e o grotesco permanecem, elementos cruciais da recente “Weird Fiction”, China Miéville responde a obra de Lovecraft explorando a perda do sublime na era pós-moderna e posicionando o grotesco, como não somente causa de horror, mas também como fonte de potencial criativo e rebelião. Este artigo compara Kraken (2010), no qual Miéville brinca com o mito de Cthulhu, com quatro das histórias “Weird” mais famosas de Lovecraft, “O Modelo de Pickman” (1927), “O Chamado de Cthulhu” (1928), “O Horror de Dunwich” (1929) e “A sombra de Innsmouth” (1936). Tanto na “Weird Fiction” inicial de Lovecraft quanto a mais recente de Miéville, o sublime e grotesco tem um papel significante na criação estética de “Weird”. Entretanto, o interrogatório do sublime de Miéville como aparece nas obras de Lovecraft, assim como a sua exploração do grotesco tecnológico e a concepção do grotesco como uma oportunidade para auto fortalecimento e emancipação, marca sua “Weird Fiction” distintamente de sua própria época.
      PubDate: 2017-06-07
      DOI: 10.12957/abusoes.2017.27428  
      Issue No: Vol. 4 (2017)
       
  • O PAPEL DO LEITOR NO HORROR LOVECRAFTIANO: EXTRAPOLAÇÃO E SUBVERSÃO EM
           “THE INNSMOUTH HERITAGE” (1992) DE BRIAN STABLEFORD

    • Authors: Daniel Iturvides Dutra
      Abstract: RECEBIDO EM 26 FEV 2017
      APROVADO EM 20 ABR 2017O presente artigo visa analisar o universo literário de H.P. Lovecraft, conhecido como Mitos Chtulhu, sob a perspectiva do papel do leitor na produção de sentido do texto. Analisaremos, num primeiro momento, a releitura que Brian Stableford fez, em seu conto “The Innsmouth Heritage” (1992), da obra de H.P. Lovecraft. Num segundo momento discutiremos o papel do leitor, e como o conhecimento deste acerca dos Mitos Chtulhu, mais especificamente sobre a novela “A Sombra em Innsmouth” (1936) de H.P. Lovecraft, influencia a interpretação de “The Innsmouth Heritage” (1992). Para tanto utilizaremos a teoria do leitor-modelo de Umberto Eco, combinada com o trabalho de Tzevan Todorov sobre o “estranho” e “o fantástico”, para demonstrar que “The Innsmouth Heritage” pode ser lido tanto como um texto fantástico ou estranho, dependendo do quanto o leitor está familiarizado com a obra de H.P. Lovecraft.//This article aims to analyze the literary universe of H. P. Lovecraft, known as Cthulhu Mythos, throught the reader's role in the text. We will look at first at the reimagining of H. P. Lovecraft´s work by Brian Stableford in his short story "The Innsmouth Heritage" (1992). Secondly, we will discuss the role of the reader, and how his knowledge about the Cthulhu Mythos, more specifically on the novel "The Shadow over Innsmouth" (1936) by H.P. Lovecraft, influences the interpretation of "The Innsmouth Heritage" (1992). For this purpose we will use Umberto Eco´s theory of the Model Reader, combined with the writings of Tzevan Todorov on the "uncanny" and the "fantastic", to demonstrate that "The Innsmouth Heritage" can be read either as one or another, depending on the reader´s familiarity with the writings of HP Lovecraft.

      PubDate: 2017-06-07
      DOI: 10.12957/abusoes.2017.27615  
      Issue No: Vol. 4 (2017)
       
  • H. P. LOVECRAFT NO CINEMA DOS ANOS 70 E 80: DA INADAPTABILIDADE AOS NOVOS
           REINOS IMAGINATIVOS

    • Authors: Lucio Reis Filho
      Abstract: RECEBIDO EM 05 MAR 2017
      APROVADO EM 30 MAR 2017Neste trabalho, buscamos identificar em filmes de David Cronenberg, Ridley Scott, John Carpenter e outros realizadores o diálogo com a literatura de horror, mais especificamente com os contos de H.P. Lovecraft (1890-1937). Revisitando a tese da inadaptabilidade de Lovecraft, veremos como os contos do escritor estadunidense exerceram grande apelo nas décadas finais do século XX, e têm se mostrado fonte recorrente para o cinema contemporâneo. Nesse sentido, propomos observar obras-chave do cinema de horror e ficção científica dos anos de 1970 e 1980, relacionando-as aos temas filosóficos, estéticos e mitológicos elaborados por Lovecraft, dentro do momento histórico em que foram produzidas.//In this paper, we seek to identify in the oeuvre of David Cronenberg, Ridley Scott, John Carpenter and other filmmakers the dialogue with horror literature, more specifically with the short stories of H.P. Lovecraft (1890-1937). Revisiting the theory that considers Lovecraft unadaptable for the screen, we will see how the stories of the American writer exerted great appeal in the final decades of the twentieth century, and have proven to be a recurring source for contemporary cinema. In this sense, we propose to observe key works of horror and science fiction cinema of the 1970s and 1980s, relating them to the philosophical, aesthetic and mythological themes elaborated by Lovecraft, within the historical moment in which these films were produced.
      PubDate: 2017-06-07
      DOI: 10.12957/abusoes.2017.27810  
      Issue No: Vol. 4 (2017)
       
  • O INIMIGO SIDERAL: A MONSTRUOSIDADE NAS FICÇÕES CINEMATOGRÁFICAS COM
           SERES ALIENÍGENAS

    • Authors: Marcio Markendorf
      Abstract: RECEBIDO EM 13 FEV 2017
      APROVADO EM 20 ABR 2017Historicamente aquele que vem de outra localidade, o Outro, é percebido, em primeira instância, sob o jugo avaliativo do exótico e, em segundo momento, como uma alteridade potencialmente ameaçadora, um inimigo. Se no imaginário fantasioso e medieval da terra incognita, os limites do mundo conhecido eram habitados por raças de monstros, o que se pode dizer das fronteiras não mapeadas dos territórios extraplanetários' Este ensaio pretende circunscrever alguns dos qualificativos monstruosos comumente associados aos seres provenientes do espaço sideral, com ênfase na convergência do estético, do ético e do político. O texto privilegia as narrativas cinematográficas para analisar o aspecto físico, o caráter parasitário, o instinto predatório e o imperialismo invasor dos extraterrestres.//Historically, the one that comes from another location (The Other) is evaluated, at first, under the light of the exotic and, next in order, as a potentially threatening otherness. If in the fantastic medieval imagery of terra incognita, races of monsters inhabited the borders of the known world, what is to be said about uncharted, outer-space territories' This essay aims at circumscribing some monstrous characteristics commonly associated with extraterrestrial beings, with emphasis on the convergence between aesthetic, ethical and political aspects. The text takes as example film narratives seeking to analyze the extraterrestrials in terms of their monstrous physicality, parasitic character, predatory instincts and imperialist motivations.
      PubDate: 2017-06-07
      DOI: 10.12957/abusoes.2017.27368
      Issue No: Vol. 4 (2017)
       
  • O CULTO DE CTHULHU NA CIBERCULTURA: AS RESSIGNIFICAÇÕES DO CONTO DE
           H.P.LOVECRAFT NO FACEBOOK

    • Authors: Gabriela Birnfeld Kurtz
      Abstract: RECEBIDO EM 26 FEV 2017
      APROVADO EM 12 ABR 2017O grande marco do estilo literário de horror cósmico foi atribuído à publicação do conto “O Chamado de Cthulhu”, escrito por H.P. Lovecraft, na revista Weird Tales, em 1926. A narrativa não apenas influenciou outros escritores da época, como perdura até hoje na cultura pop. O deus ancestral Cthulhu, com sua cabeça tentacular, asas e garras prodigiosas, cujo nome não pode ser pronunciado por línguas humanas, ganhou um lugar de destaque na atualidade, reunindo muitos fãs. Contudo, percebe-se que há novas interpretações tanto para o conto quanto para o personagem. O objetivo do presente artigo é investigar as ressignificações e permanências existentes nos conteúdos criados por fãs acerca do conto “O Chamado de Cthulhu”. A análise é fundamentada nas teorias de fãs de Henry Jenkins, Matt Hills e Joli Jenson, e também na classificação dos contos lovecraftianos idealizada por Sunand Tryambak Joshi. Um dos ambientes mais frutíferos para a proliferação dessas criações são os Sites de Redes Sociais. Por conta disso, a análise se dá em uma página de fãs no Facebook. Por meio da realização da coleta e observação de postagens, e da criação de categorias relacionadas ao conto original, é possível compreender de que forma se dá a interpretação dos fãs.//The great milestone of the cosmic horror literary style was attributed to the publication of the tale “The Call of Cthulhu”, written by H. P. Lovecraft, in Weird Tales magazine, in 1926. The narrative not only influenced other writers in that time, as it lasts up to now in pop culture. The elder god Cthulhu, with its tentacular head, prodigious wings and talons, which name cannot be pronounced by human languages, has earned pride of place in actuality, gathering many fans. However, it is perceived that there are new interpretations both for the story and for the character. The objective of the present article is to investigate the resignifications and stays existing in fan created content about the tale “The Call of Cthulhu”. The analysis is substantiated in Henry Jenkins, Matt Hills and Joli Jenson’s fan theories and also in Sunand Tryambak Joshi’s lovecraftian’s tales classification. One of the most fruitful environments for the spread of these creations are the Social Network Sites. On account of this, the analysis takes place in one fan page on Facebook. Through the posts gathering and observation, and the creation of categories related to the original tale, it is possible to comprehend how the fans interpretation takes place.
      PubDate: 2017-06-07
      DOI: 10.12957/abusoes.2017.27696
      Issue No: Vol. 4 (2017)
       
  • EDIÇÃO COMPLETA

    • Authors: Revista Abusões
      Issue No: Vol. 4
       
  • APRESENTAÇÃO DO NÚMERO

    • Authors: Cláudio Zanini, Júlio França
      Abstract: Apresentação do Dossiê Temático Homenagem a H.P. Lovecraft nos 80 anos de sua morte​
      DOI: 10.12957/abusoes.2017.29840
      Issue No: Vol. 4
       
  • ENTREVISTA COM FILIPE FURTADO

    • Authors: Flavio Garcia, Julio França
      Abstract: RECEBIDO EM 01 ABR 2017
      APROVADO EM 30 ABR 2017
      DOI :
      Issue No: Vol. 4
       
  • ENTREVISTA COM CELSO M. PACIORNIK, TRADUTOR DE H. P. LOVECRAFT

    • Authors: Júlio França, Marina Sena
      Abstract: RECEBIDO EM 05 MAR 2017
      APROVADO EM 18 ABR 2017
      DOI :
      Issue No: Vol. 4
       
  • VOCES DE LO FANTÁSTICO EM LA NARRATIVA ESPAÑOLA CONTEMPORÂNEA. DAVID
           ROAS E ANA CASA. 2016.

    • Authors: Maira Angélica Pandolfi
      Abstract: RECEBIDO EM 03 MAR 2017
      APROVADO EM 07 ABR 2017
      DOI :
      Issue No: Vol. 4
       
  • TRIBUTE TO H.P. LOVECRAFT ADMIRÁVEL MUNDO NOVO

    • Authors: Leonardo Vidal
      Abstract: RECEBIDO EM 06 MAR 2017
      APROVADO EM 07 MAR 2017
      DOI :
      Issue No: Vol. 4
       
 
 
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