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   ISSN (Online) 2525-4022
   Published by Universidade do Estado do Rio de Janeiro Homepage  [34 journals]
  • A CIÊNCIA FICÇÃO QUE NOS OLHA E A DIALÉTICA ENTRE COGNIÇÃO E
           ESTRANHAMENTO

    • Authors: Luana Barossi
      Abstract: Este artigo tem como foco discutir as teorias da ciência ficção, em especial as que propõem como traço marcante desse tipo de narrativa a dialética entre cognição e estranhamento. Além disso, discute-se sobre a escolha do termo ciência ficção, no lugar de ficção científica, bem como os possíveis efeitos estéticos desse tipo de narrativa no processo de leitura, efeitos responsáveis por esse “olhar” da obra para o leitor.
      DOI : 10.12957/abusoes.2017.30273
      PubDate: 2017-11-28
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
  • O FANTÁSTICO COMO ELEMENTO TRANSGRESSOR DO DISCURSO EM HISTÓRIAS
           DE ALEXANDRE

    • Authors: Lilliân Alves Borges
      Abstract: Nesta proposta, buscaremos analisar de modo que a irrupção do fantástico funciona como agente de transgressão discursiva na narrativa, possibilitando, assim, que a personagem principal da obra, Alexandre, saia do silêncio, ganhando voz. Assim, buscaremos mostrar que, na obra Histórias de Alexandre de Graciliano Ramos, todas as personagens pertencem a um lugar de silenciamento discursivo, porém Alexandre, ao verificar a desigualdade social em que vive e seu consequente silenciamento, escapa de (re)criar sua vida e a si mesmo a partir de um discurso permeado por acontecimentos fantásticos.
      DOI : 10.12957/abusoes.2017.30279
      PubDate: 2017-11-28
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
  • ELEMENTOS GÓTICOS E ALEGÓRICOS NO CONTO “O
           LADRÃO”, DE GRACILIANO RAMOS

    • Authors: Erick da Silva Bernardes
      Abstract: Este artigo propõe uma abordagem acerca dos elementos alegóricos e de traços do góticos no conto “O ladrão” (2012), de Graciliano Ramos. Discutiremos a questão dos recursos alegóricos em contraposição ao símbolo, enfatizando na narrativa artística e satírica o posicionamento intelectual do autor e menos um engajamento de cunho retórico-político. Contextualizaremos brevemente a obra considerada fundadora do gótico literário, O castelo de Otranto, de Horace Walpole, sob viés da desconstrução da simbologia cristã. A leitura de Mikhail Bakhtin (2010) atentará as possíveis facetas que o discurso alegórico assume.
      DOI : 10.12957/abusoes.2017.27934
      PubDate: 2017-11-28
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
  • A TRAVESSIA EM OUTRA VOLTA DO PARAFUSO: UMA ANÁLISE DO ELEMENTO
           FANTÁSTICO NO ROMANCE DE HENRY JAMES

    • Authors: Ivan Lucas Borghezan Faust, Rodrigo Alexandre de Carvalho Xavier
      Abstract: Este trabalho propõe uma análise da obra Outra volta do parafuso, de Henry James, em que se debate os argumentos do teórico formalista Tzvetan Todorov, o qual defende que o romance objeto desta análise seja considerado como um tipo particular de literatura, denominado Fantástico Puro. Esta proposta inclui observar, dentro de um recorte da obra, a simbologia da travessia de um lago, a qual pode denotar a passagem de um mundo para outro, sobretudo quando comparada a outras obras literárias, especialmente as da mitologia grega. Como resultado, verifica-se que o romance Outra volta do parafuso pode ser categorizado como Fantástico-maravilhoso.
      DOI : 10.12957/abusoes.2017.30286
      PubDate: 2017-11-28
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
  • O SONHO DE GREGOR SAMSA

    • Authors: Lívia Penedo Jacob
      Abstract: Neste artigo, empreenderei uma leitura crítica sobre “Samsa Apaixonado” do escritor japonês Haruki Murakami, conto que se encontra em Homens sem Mulheres, livro homônimo a um título de Ernest Hemingway e cuja contextualização cultural buscarei explicar a partir das conclusões publicadas em The Fantastic in Japanese Modern Literature de Susan Napier.  Em “Samsa Apaixonado”, um inseto acorda metamorfoseado em Gregor Samsa durante certa manhã. A intertextualidade explícita com A Metamorfose de Franz Kafka enseja uma série de reflexões sobre as implicações de um texto fantástico construído a partir de referências textuais canônicas da própria ficção fantástica.  Procuro explicitar, então, o significado desta meta-metamorfose, correlacionando-a com estudos de Todorov e Roas sobre esse gênero literário e a partir das leituras referenciais à obra kafkiana feitas por alguns autores tais como Camus, Flusser, o próprio Todorov, dentre outros.
      DOI : 10.12957/abusoes.2017.30049
      PubDate: 2017-11-28
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
  • JANELAS DE EXPERIÊNCIAS: ENTRE OBRAS E LAGARTOS

    • Authors: Angeli Rose Nascimento
      Abstract: Este artigo apresenta um exercício de leitura crítica do conto “O Lagarto” de José Saramago com ilustrações de J.Borges,tendo como operador o conceito de experiência em Larrosa(1996), num viés dialógico(Bakhtin,2003) em que a narrativa infanto-juvenil é apresentada tanto na perspectiva histórica como atual.As categorias de experiência de leitura e leitura como experiência norteiam os encaminhamentos dados à leitura significativa do conto literário ,articulado à narrativa visual e plástica do artista Borges.Justifica-se tal exercício através de breve relato de experiência com a circulação do literário em espaços e grupos sociais diversos que em práticas de leitura também  diversas deram a ver a potência desta narrativa e da contação de histórias,se antecipando a esta produção sistematizada. Para tanto,lançou-se mão de aspectos referentes à estruturação de narrativas(Todorov,1970)e à caracterização da produção literária contemporânea portuguesa(Ramos,2016)em que o premiado autor português se insere reafirmando alguns traços estilísticos e culturais. Em seguida,explora-se o conceito de “maravilhoso” tensionado com o conceito de “fantástico”,de maneira a sugerir uma aproximação temática,no conto de referência,entre poesia e extraordinário.Ao final,considera-se que o texto saramaguiano reafirma a noção de ‘polifonia”,tanto na constituição da subjetividade leitora como na de autoria.
      DOI : 10.12957/abusoes.2017.30299
      PubDate: 2017-11-28
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
  • O MUNDO NO CÍRCULO DE FOGO: QUESTÕES DA VISÃO EM TOLKIEN

    • Authors: Amanda Laís Jacobsen de Oliveira, Adriana Yokoyama
      Abstract: Culturalmente, a luz é sempre associada com o bem, e a escuridão, com o mal; entretanto, como se constroem essas concepções' Ao pensarmos na sua compreensão, perceberemos que elas têm relação com as apreensões das imagens e com as sensações percebidas pela visão. Nesse sentido, o trabalho aqui apresentado investiga a obra The Lord of the Rings (1954), de J. R. R. Tolkien, no que concerne a preocupação textual em constituir as antíteses imagéticas entre luz e sombra, visível e invisível. Além disso, toma-se a representação do olho na obra, como elemento importante dentro das concepções semânticas, efetuando o estabelecimento de relações que compõem o significado todo do texto. Para a pesquisa, utilizamos as reflexões de Alcides Cardoso, com respeito à representação do olho e da visão na literatura e na arte em geral; sendo essas aprofundadas com as percepções visuais tratadas por Maurice Merleau-Ponty. Ademais, para auxiliar na compreensão da simbologia utilizada pelo autor, tomamos de autores como Chevalier e Mallon. Por fim, a partir desse estudo, percebemos como o autor efetua um jogo de significados, que se estabelece através das imagens paralelas.
      DOI :10.12957/abusoes.2017.30298
      PubDate: 2017-11-28
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
  • UMA ABORDAGEM SOCIOCOGNITIVA DA NARRATIVA FANTÁSTICA

    • Authors: Fábio Lucas Pierini
      Abstract: O estudo da narrativa fantástica passa, desde seus primórdios, por várias dificuldades metodológicas que podem ser resumidas à estratégia dos pesquisadores de evitar confrontos com sistemas de crenças do mundo real. No entanto, se situarmos o fantástico em seu contexto de consolidação, o Romantismo europeu do século XIX, perceberemos que sua função social é a de defender um sistema de crenças que sustentava um modo de vida originário do neolítico frente a sua destruição por parte da revolução industrial. Essas narrativas, porém, só se tornam inteligíveis na medida em que encontram respaldo na mente humana, a qual evoluiu desde o pleistoceno para detectar padrões no meio ambiente e daí extrair relações de causa e efeito que permitam sua sobrevivência. Uma das conclusões à qual a mente humana chega quando da verificação desses padrões é a agência, ou seja, que alguma entidade invisível intencionalmente agiu, visando um determinado objetivo. Por outro lado os seres humanos enxergam a realidade por meio de narrativas sempre dentro da estrutura universal: Personagem + Problema → Perspectiva de solução do problema; o que lhes permite personalizar eventos de causa desconhecida e torná-los compreensíveis. No entanto, como a noção do real é modificada na medida em que a ciência e a tecnologia progridem, nossa competência de verossimilhança se torna mais exigente e a saída encontrada pelos autores da época foi tratar de temas e motivos populares da Idade Média a partir de um discurso científico e ou estilo jornalístico, conferindo plausibilidade aos eventos narrados. Por essa razão, o estudo da narrativa fantástica depende de uma abordagem que leve em conta tanto os aspectos socioculturais da coletividade em que se manifesta quanto nossa capacidade de enxergar a realidade por meio de estruturas narrativas e dar sentido aos padrões detectados no meio ambiente. Trata-se, portanto, de uma abordagem sociocognitiva.
      DOI : 10.12957/abusoes.2017.29885
      PubDate: 2017-11-28
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
  • A MORTE VAI À FESTA: DAS RELAÇÕES ENTRE O CARNAVAL E AS
           DANÇAS MACABRAS

    • Authors: Juliana Schmitt
      Abstract: A fabulação da morte invadindo as festas dos homens, como o Carnaval, interrompendo abruptamente a atmosfera de júbilo e prazer e trazendo a dor e a tragédia, faz parte do imaginário ocidental desde pelo menos o fim da Idade Média. Ela se encontra inúmeras vezes com o gênero das danças macabras, surgido no século XV, que ensina a universalidade e a imprevisibilidade do óbito. Nesse artigo, buscamos essas convergências, evocando obras literárias e autores que trataram do tema, notadamente o poeta e escritor alemão Johann W. von Goethe (1749-1832), entre outros.
      DOI : 10.12957/abusoes.2017.29721
      PubDate: 2017-11-28
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
  • LINGUAGENS DO INSÓLITO: A CONSTRUÇÃO ESTILÍSTICO-TEXTUAL DO GROTESCO
           NA FICÇÃO DECADENTE

    • Authors: Daniel Augusto Pereira Silva
      Abstract: Tanto a literatura gótica quanto a ficção fantástica empregaram técnicas características das poéticas do grotesco para criar personagens e situações não apenas sobrenaturais, mas também capazes de causar horror e repulsa como efeitos de recepção. Por gerar seres disformes, sem unidade aparente e de difícil subsunção a categorias racionais, a arte grotesca é, de fato, pródiga em produzir tanto a hesitação própria ao fantástico quanto o medo essencial às narrativas de horror. No final do século XIX, a ficção decadente, tributária dessas duas tradições literárias, em sua busca por experiências estéticas originais e intensas, valeu-se sistematicamente de procedimentos típicos do grotesco literário. Este trabalho irá se centrar na descrição dos elementos grotescos no plano estilístico, como a partir do uso recorrente de neologismos e de palavras raras, de construções sintáticas inesperadas, além de inversões na ordem típica das estruturas sintagmáticas. Ao contrário do que a crítica muitas vezes apontou, tal estilo de escrita não foi fruto de uma erudição vazia ou de simples diletantismo artístico; na verdade, sua utilização foi intencional, voltada exatamente para intensificar a fruição estética. A fim de demonstrar o emprego dessas estratégias textuais e estilísticas empregadas pela ficção decadente, analisamos trechos do romance Là-bas (1891), de J.-K. Huysmans, e o conto “Agonia por semelhança”, publicado por Gonzaga Duque em Horto de mágoas (1914).
      DOI : 10.12957/abusoes.2017.30141
      PubDate: 2017-11-28
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
  • NOS SUBSOLOS DA ÓPERA: UMA REFLEXÃO TEÓRICA ACERCA DO FANTÁSTICO NA
           NARRATIVA O FANTASMA DA ÓPERA, DE GASTON LEROUX

    • Authors: Jhonatan Rodrigues Peixoto da Silva, Ana Cristina dos Santos
      Abstract: O presente artigo possui o escopo de realizar algumas ponderações acerca da narrativa O fantasma da ópera (1911), de Gaston Leroux. Compenetra-se em discussões estritamente teóricas ao apresentar-se a teoria do Fantástico, concernente à literatura, sob as perspectivas teóricas de dois dos mais insignes estudiosos deste eixo temático: David Roas (2014) e Tzvetan Todorov (1980), com o intuito de demonstrar as confluências e discrepâncias entre um e outro autor. Também há uma exposição sumária da obra literária O fantasma da ópera a fim de contextualizar o leitor que não tenha lido o romance.   Encerra-se o ensaio em uma reflexão minuciosa sobre o estatuto fantástico/maravilhoso na obra supracitada, partindo da premissa, respaldada pelos argumentos de Roas e Todorov, de que, para ser literatura fantástica, é necessário que haja a presença de um elemento sobrenatural que porá em dúvida a percepção da realidade do leitor.
      DOI : 10.12957/abusoes.2017.30084
      PubDate: 2017-11-28
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
  • O CASTELO DE ANDRÉ BRETON: O FANTÁSTICO E O MARAVILHOSO NO
           SURREALISMO

    • Authors: Marta Dantas Silva
      Abstract: A aventura surrealista é aquela da busca pela liberdade; ela não deve ser tomada como um fim em si mesma, mas como um ponto de partida para o homem, uma iniciação que pretende devolver ao homem tudo aquilo que o império da razão e o reinado da lógica nos fez perder; em outras palavras, o Surrealismo se propõe a reencantar a vida. Para tanto, propõe arrancar o homem de si mesmo e recuperá-lo naquilo que nela há de mais profundo e obscuro e despertá-lo para a experiência singular do Amor e da Poesia, numa realidade revelada por meio da descoberta do seu ser múltiplo e da afirmação de sua inquietude. Nessa aventura, guiada e dinamizada por três vetores capitais ─ o amor, a poesia e a liberdade ─, a imaginação é a grande protagonista que ora se reveste de fantástico e que descobre o maravilhoso.  Destarte, esse artigo visa apresentar como a liberdade, o fantástico, a imaginação e o maravilhoso estão intrinsicamente ligados e, ao fazê-lo, esclarecer a própria noção surrealista do maravilhoso.
      DOI : 10.12957/abusoes.2017.30314
      PubDate: 2017-11-28
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
  • PERSONAGEM E FENÔMENO FANTÁSTICOS: A DIALÉTICA DE JOËL MALRIEU EM
           FERIADO DE MIM MESMO, DE SANTIAGO NAZARIAN

    • Authors: Márcio Henrique de Almeida Soares
      Abstract: Joël Malrieu, em Le fantastique (1992), atribui o núcleo da narrativa fantástica à dialética, o embate, entre uma personagem regular e um fenômeno extraordinário que com ela entra em contradição. Partindo desse pensamento e do pressuposto de que o fantástico, segundo o modelo estudado por Malrieu, ainda se faz presente na contemporaneidade, buscamos investigar a manifestação dessa dialética no romance Feriado de mim mesmo (2005), de Santiago Nazarian. Para tal, nos utilizamos, além do aparato teórico, de uma análise comparativa entre a obra em questão e diversos textos fantásticos do século XIX, época de maior projeção desse tipo de literatura. Assim, esperamos compreender as implicações da dialética de Malrieu em Feriado de mim mesmo, bem como em que grau o romance de Nazarian se aproxima ou se distancia desse modelo tradicional, e, finalmente, a validade de se classificar ou não essa obra como narrativa fantástica.
      DOI : 10.12957/abusoes.2017.30282
      PubDate: 2017-11-28
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
  • UMA LEITURA ALEGÓRICA DA UNIFORMIZAÇÃO DAS IDENTIDADES ATRAVÉS DA
           FIGURA DOS SÓSIAS EM FIGUEIREDO E SARAMAGO

    • Authors: Fernanda Martinez Tarran
      Abstract: O presente trabalho pretende proceder a uma leitura alegórica da uniformização das identidades por meio da figura dos sósias em duas obras literárias contemporâneas: “Nos olhos do intruso”, de Rubens Figueiredo, e “O homem duplicado”, de José Saramago. Para isso, começamos por traçar um rápido histórico da mencionada figura literária, passando à análise de elementos do gênero fantástico que cercam o mito do duplo e à interpretação alegórica em torno da questão da identidade. Em seguida, após uma breve retrospectiva da história recente da identidade individual, analisamos o contexto das identidades culturais nos tempos pós-modernos e buscamos, nas obras mencionadas, os elementos que se relacionam com o tema. Temos como objetivo mostrar como ambos os textos possuem características comuns que os encaminham à mesma ilustração alegórica.
      DOI : 10.12957/abusoes.2017.30301
      PubDate: 2017-11-28
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
  • EDIÇÃO COMPLETA

    • Authors: Revista Abusões
      Issue No: Vol. 5
       
  • APRESENTAÇÃO

    • Authors: Flavio García, Marisa Martins Gama-Khalil
      Abstract: Apresentação do número 5.
      DOI : 10.12957/abusoes.2017.31478
      Issue No: Vol. 5
       
  • ENTREVISTA COM ROBERTO DE SOUSA CAUSO

    • Authors: Flavio García, Marisa Martins Gama-Khalil
      Abstract: RECEBIDO EM 13 AGO 2017
      APROVADO EM 23 AGO 2017
      DOI : 10.12957/abusoes.2017.31475
      Issue No: Vol. 5
       
  • AS NUANCES DO GÓTICO: DO SETECENTOS À ATUALIDADE. JÚLIO FRANÇA E
           LUCIANA COLUCCI. 2017

    • Authors: Maurício Cesar Menon
      Abstract: RECEBIDO EM 07 OUT 2017
      APROVADO EM 17 OUT 2017
      DOI : 10.12957/abusoes.2017.31476

      Issue No: Vol. 5
       
  • TERRITÓRIOS DA FICÇÃO FANTÁSTICA. ROSALBA CAMPRA.
           2016.

    • Authors: Rita de Cássia Silva Dionísio Santos
      Abstract: RECEBIDO EM 07 OUT 2017
      APROVADO EM 17 OUT 2017
      DOI : 10.12957/abusoes.2017.31477
      Issue No: Vol. 5
       
 
 
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