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   ISSN (Online) 2316-4786
   Published by Universidade do Estado do Rio de Janeiro Homepage  [34 journals]
  • Pareceristas Ad Hoc

    • Authors: Revista Ekstasis
      PubDate: 2017-05-22
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
  • Expediente

    • Authors: Revista Ekstasis
      PubDate: 2017-05-22
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
  • Editorial

    • Authors: Fábio Candido dos Santos
      Abstract: Editorial do vol.5 n.2 (2016)
      PubDate: 2017-05-01
      DOI: 10.
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
  • Merleau-Ponty: Para além das filosofias das certezas.

    • Authors: Eberth Eleuterio dos Santos
      Abstract: Neste artigo propomos tecer algumas breves considerações sobre determinados elementos de central relevância para o pensamento filosófico contemporâneo, em especial para o pensamento fenomenológico de Merleau-Ponty. Destacamos, de início, o termo facticidade por entendermos ser aquele que pode servir como fio condutor para nosso estudo e, assim, nos dirigir mais facilmente para o cerne daquilo que o autor da Fenomenologia da Percepção concebia por mundo, percepção, consciência e fenômeno. Deste modo, esperamos contribuir para a compreensão de uma pequena parte desse pensamento que deixou sua assinatura, na filosofia do século XX, como desmistificador da metafísica tradicional, principalmente aquela que toma a forma da filosofia cartesiana e pós-cartesiana. Neste processo de desmistificação da metafísica tradicional, a posição fenomenológica opera buscando a completa ressignificação de seus conceitos fundamentais, tais como os de essência, existência, sujeito e objeto. Essa ressignificação, por sua vez, implica e está implicada em uma reflexão que nos transporta para longe da imediata aceitação de uma visão técnica e científica de mundo que aparece, em nossa vida cotidiana, como a forma acabada da filosofia moderna.
      PubDate: 2017-04-28
      DOI: 10.
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
  • A "fenomenologia da vida" de Renaud Barbaras

    • Authors: Vinícius dos Santos
      Abstract: Uma das maiores novidades no âmbito da fenomenologia, das últimas décadas é a emergência da “fenomenologia da vida”, de Renaud Barbaras. Através dela, o filósofo francês busca renovar o campo de estudos abertos pelo pensamento de Husserl e, indiretamente, repensar algumas das linhas de força que moldaram desde sempre a racionalidade ocidental, sem abandonar o elemento delimitador da fenomenologia: o “a priori universal da correlação” entre o ente transcendente e a diversidade de suas aparições subjetivas. Com isso, Barbaras pode ainda demonstrar que uma fenomenologia consequente aponta sempre para além de si mesma: para uma cosmologia (ontologia) e, finalmente, uma metafísica. Delinear os principais movimentos dessa perspectiva é a proposta desse artigo.
      PubDate: 2017-04-05
      DOI: 10.
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
  • O fenômeno da criação poética

    • Authors: Gilmar Leite Ferreira
      Abstract: O artigo aborda o fenômeno da criação poética, o qual acontece por meio da experiência sensível do poeta com o mundo da cultura, realizando-se na fundação de um logos estético. Fundamentado na filosofia de Merleau-Ponty, mais precisamente na Fenomenologia da Percepção, interpreta-se a relação entre o poeta, seu corpo e o mundo, como um campo de criação, revelado por meio da poesia. O entrelaçamento do poeta com o mundo vivido mostra que a criação poética é um tecido bordado com as cores do perceber, do sentir, do expressar, numa transubstanciação que revela o poeta, o corpo, a cultura e a poesia, como um único Ser.
      PubDate: 2017-04-05
      DOI: 10.
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
  • A crise da medicina no imperialismo do corpo

    • Authors: João Cardoso de Castro, Murilo Cardoso de Castro
      Abstract: A crise da medicina é fruto de uma opção equivocada diante da cisão na unidade de visão do que é o humano; uma cisão no que é que se contempla como ser humano. O momento cartesiano agravou um esquecimento do ser que se prenunciava no pensamento grego antigo, tornando-o abandono do ser. O médico decidindo pelo corpo, como identidade do humano, em seu encontro com o paciente e a doença na clareira do ser, no compartilhamento desta experiência a três, vive um cinismo iluminado cercado de ciência e tecnologia, porém exilado deste aí-ser.

      PubDate: 2017-04-05
      DOI: 10.
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
  • Apontamentos sobre leituras do corpo na ciência moderna e no
           pensamento de Martin Heidegger

    • Authors: Ellen Fernanda Gomes da Silva, Jailton Bezerra Melo, Carmem Barreto
      Abstract: O corpo humano, no decorrer do tempo, foi demarcado por perspectivas que faziam parte de investigações e mensurações de uma ordem que o aprisionava. A Idade Média e o Renascimento se mostraram como momentos históricos nos quais o corpo sofreu ameaça de esquecimento em detrimento dos ideais cristãos e da consolidação das ciências. A Igreja Católica, ao demarcar normas de uma “educação do corpo”, produzia corpos que se massificavam em torno da salvação da alma, refletindo na sociedade em geral como uma “fuga” do pensamento da carne e do corpo humano mundano. As ciências da natureza, atravessadas pelo pensamento metafísico, passaram a conceituar o corpo e entendê-lo como uma máquina de funções que aconteciam em órgãos e subdivisões do corpo, sendo subscritas pelos estudos de anatomia e da arte. Tais demarcações inscreveram no corpo um distanciamento de si, enraizando-o num lugar de passividade. Ao criticar o pensamento metafísico em torno das coisas do mundo e do próprio mundo, Martin Heidegger questiona o lugar que o corpo foi colocado no passar do tempo e sinaliza que, antes de uma substância ou objeto, o corpo é um existencial, condição essencial para se compreender a tarefa imposta ao homem: existir-no-mundo-corporalmente-com-os-outros. O corporar, verbo criado por Heidegger, se mostra como um espaço de se pensar o corpo; um espaço que é possível enraizar o corpo num solo fecundo, atrelado à existência. A partir do percurso trilhado no presente artigo, pode-se dizer que o pensamento fenomenológico existencial heideggeriano pode convocar o psicólogo a compreender um corpo que não é estático e estagnado, mas que acontece-no-mundo como um existencial aclarado, permeado em metamorfoses do acontecer humano.  
      PubDate: 2017-04-05
      DOI: 10.
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
  • O corpo no limiar da razão instrumental: a hermenêutica da saúde e da
           doença no pensamento de Hans-Georg Gadamer e Martin Heidegger

    • Authors: Fernando Lionel Quiroga, Beatriz Aparecida Paolucci
      Abstract: Neste debate visamos à possibilidade de uma hermenêutica da saúde e da doença com a intenção de, partindo desta relação, adentrarmos na temática do corpo como eixo convergente. Pretendemos, a partir disso, desvelar as consequências que tal problemática impõe. Discutimos a noção de doença por meio da concepção fenomenológica de Martin Heidegger, autor de Ser e tempo, apoiando-nos nos conceitos de manifestação e fenômeno. Num segundo momento, demos destaque ao lado oculto da saúde a partir de Gadamer, noção que compreende a doença como auto-objetivante e que culmina, do ponto de vista da ciência, em separar a doença da pessoa. Finalmente, buscamos compreender as consequências da razão instrumental frente às questões que aqui apresentamos e quê argumentos práticos têm suscitado tais reflexões nos “ambientes” da saúde.
      PubDate: 2017-04-05
      DOI: 10.
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
  • O Ser Para-Outro e o Inferno em Sartre

    • Authors: Victor Hugo Marques, Jorge Henrique Lisot Camargo
      Abstract: O artigo discute a relação com o Outro na ontologia de Jean-Paul Sartre. Inicialmente retoma o conceito sartreano de Para-si, para depois apresentar a crítica feita por Sartre aos realistas e aos idealistas, bem como também a Hegel, Husserl e Heidegger, com o objetivo de mostrar o horizonte a partir do qual Sartre vê a necessidade de postular uma fenomenologia do Olhar que o permitisse fugir ao solipsismo, que segundo ele não foi superado pelos seus antecessores, e fazer despontar o Outro na consciência, não como objeto, mas como fator anterior e necessário ao próprio Cogito. Depois de atingido este objetivo de demonstrar como, segundo Sartre, o Outro pode se tornar sujeito ao Para-si, fator este que o tira da solidão ontológica, o trabalho se encaminha para explicar, fazendo um paralelo com a peça “Entre Quatro Paredes”, como esta relação entre as subjetividades se dá, de forma a esclarecer a concepção sartreana de inferno. Tendo chegado a uma conclusão de que a relação com o Outro é conflito, se averigua a possibilidade de postular uma alteridade positiva na teoria de Sartre.
      PubDate: 2017-04-05
      DOI: 10.
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
  • Da fenomenologia à significância ética: Levinas e o
           método fenomenológico

    • Authors: Fabiano Victor Campos
      Abstract: Resumo: Este artigo visa analisar a maneira como Levinas compreende e se apropria do método fenomenológico. A hipótese que o norteia é a de que Levinas, ao reter o que considera o aspecto essencial encontrado no método fenomenológico de pensar, já elabora uma significativa reelaboração conceitual deste caminho, com vista a estabelecer o primado da ética. Partindo da elucidação da análise intencional como a procura do concreto, evidenciamos o princípio que, aos olhos levinasianos, rege o modo de pensar fenomenológico. Em seguida, mediante a caracterização da análise intencional como investigação dos horizontes de sentido, mostramos que a transposição do aspecto essencial auferido do método fenomenológico para o terreno da intriga ética exige uma verdadeira subversão da conceptualidade fenomenológica e uma superação do aspecto idealista da fenomenologia. Por fim, examinamos como o princípio que rege a análise fenomenológica é posto em prática por Levinas, conduzindo à ideia de que a exasperação como método seja apresentada como a possibilidade de exprimir discursivamente a relação metafísica com o outro humano e, por esse viés, com o próprio Deus.
      PubDate: 2017-03-24
      DOI: 10.
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
  • Fenomenología de la percepción de Merleau-Ponty: La memoria como
           constitución del sentido y de la significación.

    • Authors: Egleé Josefina Belisario
      Abstract: RESUMEN La hipótesis de esta investigación es proponer que aun cuando la memoria no es un tema ampliamente discutido en la Fenomenología de la Percepción de Merleau-Ponty, cumple un papel fundamental en la conformación y constitución tanto de cada percepción específica, como del tejido gracias al cual el cuerpo dona sentido y significación a la experiencia. Se pretende  describir las conexiones y operaciones de la memoria en el pensamiento del autor; visto que se observa su presencia al distinguir las estructuras: espacio corporal-espacio temporal, tiempo actual-tiempo personal; movimiento concreto-movimiento abstracto, adquisición y sedimentación. En ellas, se observan dos modos de la memoria: como contenido de las adquisiciones o sedimentos configurados en las experiencias del sujeto y como operación de la evocación de recuerdos, una vez organizadas ciertas figuras en un contexto y en la habitud de los movimientos del cuerpo.  
      PubDate: 2017-03-24
      DOI: 10.
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
 
 
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