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  • Páginas Iniciais

    • Authors: Estudos Internacionais
      Pages: 1 - 6
      PubDate: 2019-04-24
      DOI: 10.5752/P.2317-773X.2019v7n1p1-6
      Issue No: Vol. 7, No. 1 (2019)
       
  • Edição Completa

    • Authors: Estudos Internacionais
      Pages: 1 - 131
      PubDate: 2019-04-24
      DOI: 10.5752/P.2317-773X.2019v7n1p1-131
      Issue No: Vol. 7, No. 1 (2019)
       
  • Crisis de deuda soberanas: aproximaciones en torno al debate
           contemporáneo de los mecanismos de reestructuración

    • Authors: José Marcelino Fernández Alonso
      Pages: 7 - 24
      Abstract: Cada uno de los episodios de crisis de deuda soberana reportados desde la Antigua Grecia estuvieron atravesados por debates político-académicos respecto al modo más eficiente para sortear las externalidades derivados de la contrariedad o negativa de un Estado para afrontar sus compromisos financieros externos. Como consecuencia de las modificaciones político-estructurales acarreadas por la globalización, las crisis de deuda soberana se repitieron con mayor frecuencia, afectando cada vez más a una mayor cantidad de actores y resultando cada vez más difíciles de gestionar. Numerosas fueron las propuestas que se alumbraron en los últimos decenios para hacer frente a esta problemática. No obstante esta pluralidad de proyectos, en la práctica las deliberaciones sobre la temática se restringieron a la confrontación de dos formulaciones: por una parte, la propuesta “estatutaria” diseñada y fomentada por el del FMI entre 2002 y 2003; por la otra, la “contractual”, impulsada por entonces el Subsecretario del Tesoro norteamericano para Asuntos Internacionales, John B. Taylor.El propósito del presente artículo es analizar el estado del debate contemporáneo sobre los mecanismos de reestructuración de deuda soberana. Se entiende que el abordaje de estas discusiones resulta de vital importancia en consideración del crecimiento exponencial del nivel de endeudamiento de los Estados –de los denominados “emergentes”, en particular- durante los años recientes.  
      PubDate: 2019-04-24
      DOI: 10.5752/P.2317-773X.2019v7n1p7-24
      Issue No: Vol. 7, No. 1 (2019)
       
  • A política externa “ativa” e “altiva” do Brasil frente aos
           conflitos na Líbia e na Síria: desafiando o “cerco hegemônico”

    • Authors: Matías Daniel Avelino Ferreyra Wachholtz
      Pages: 25 - 40
      Abstract: O objetivo deste trabalho é analisar o acionar da diplomacia brasileira frente aos conflitos armados na Líbia e na Síria, no marco das crises humanitárias e de segurança aquecidas com a “Primavera árabe”, em 2011. Tais crises se iniciam quando o Brasil ocupava uma vaga como membro não permanente no Conselho de Segurança. Nesse contexto, um dos objetivos da política externa “ativa” e “altiva”, formulada pelo governo de Luís Ignácio ‘Lula’ Da Silva, e herdada, até certo ponto, pelo governo de Dilma Rousseff, era a procura por uma maior participação brasileira em matéria de resolução de conflitos dentro do Sul global. Nessa direção, são avaliados os principais posicionamentos e propostas do Brasil frente a esses conflitos armados, considerando as parcerias estratégicas com países emergentes, e o “cerco” tradicionalmente estabelecido pelas grandes potências sobre o gerenciamento das crises e conflitos do Oriente Médio.
      PubDate: 2019-04-24
      DOI: 10.5752/P.2317-773X.2019v7n1p25-40
      Issue No: Vol. 7, No. 1 (2019)
       
  • Economia política da integração regional: uma comparação entre Índia
           e Brasil

    • Authors: Fabio Luis Barbosa dos Santos
      Pages: 41 - 62
      Abstract: O objetivo deste artigo é comparar a política externa indiana no seu entorno regional durante a administração do partido do Congresso Nacional Indiano (INC) entre 2004 e 2014, com a política do governo do Partido dos Trabalhadores no Brasil para a América do Sul entre 2003 e 2016. Embora o enfoque da análise seja o caso indiano sob a administração do INC, o texto é permeado por referências à situação brasileira, nos marcos de um recorte temporal mais amplo, instigando a comparação em uma perspectiva histórica ampliada. O artigo realiza o seguinte movimento: inicialmente, reconstitui-se as linhas gerais da inflexão indiana na direção do neoliberalismo, que tem como marco original a New Economic Policy adotada em 1991. Em seguida, analisamos a dimensão política do processo, em que o distanciamento em relação aos valores associados à política nehruviana cultivados pelo partido do Congresso Nacional Indiano desde a independência, correspondeu à corrosão da sua legitimidade política, e ao ascenso da política comunal. Na terceira seção, abordamos a orientação geral da política externa indiana desde os anos 1990, focalizando o período em que o INC voltou ao poder (2004-2014). Esta análise destaca as diversas iniciativas no plano regional, estabelecendo paralelos e contrastes com a política externa das gestões petistas para a América do Sul (2003-2016). A quarta seção aborda o significado da eleição de Narenda Modi em 2014, que trouxe de volta ao poder o nacionalismo hindu. O texto encerra-se com reflexões finais, em que explicitam-se convergências mas também diferenças entre a política de integração regional seguida por Índia e Brasil, nos marcos da globalização.
      PubDate: 2019-04-24
      DOI: 10.5752/P.2317-773X.2019v7n1p41-62
      Issue No: Vol. 7, No. 1 (2019)
       
  • Representação política de mulheres: um estudo sobre a incorporação da
           agenda de gênero no âmbito legislativo do Equador (2009-2017)

    • Authors: Bárbara Lopes Campos
      Pages: 63 - 86
      Abstract: Nosso trabalho consiste em um estudo sobre a influência da representação de mulheres, em processos decisórios da política nacional, na incorporação da igualdade de gênero. Temos por objetivo analisar em que medida a representação descritiva de mulheres no poder legislativo do Equador impacta a representação substantiva de mulheres, em termos de produção de políticas públicas voltadas para questões de gênero e de direitos das mulheres. O marco teórico do trabalho é embasado em perspectivas feministas, especialmente de autoras de Relações Internacionais. Realizamos um estudo de caso exploratório sobre a representação de mulheres na Assembleia Nacional da República do Equador, analisando os projetos de lei propostos voltados para a temática de gênero e a atuação das deputadas eleitas, no contexto de pós-implementação de políticas de cotas legislativas. Nas considerações finais do trabalho, entendemos que a representação descritiva de mulheres impactou a representação substantiva de mulheres equatorianas, uma vez que a presença e atuação das deputadas, juntamente com os projetos de lei aprovados, contribuem para o processo de despatriarcalização e de transformação do sistema hegemônico masculino, no sentido da promoção da igualdade entre homens e mulheres na sociedade.
      PubDate: 2019-04-24
      DOI: 10.5752/P.2317-773X.2019v7n1p63-86
      Issue No: Vol. 7, No. 1 (2019)
       
  • Política Externa Cabo-verdiana: evolução, perspetivas e
           linhas de força

    • Authors: João Paulo Madeira
      Pages: 87 - 109
      Abstract: Perante a crescente complexidade nas relações internacionais que se carateriza por profundas mudanças no cenário internacional, mostra-se necessário proceder a uma análise da política externa cabo-verdiana, nomeadamente os eixos estratégicos que configuram as suas decisões com vista a intensificar formas de cooperação para uma maior inserção do país no cenário internacional. Com o objetivo de problematizar este estudo, adotou-se uma metodologia interdisciplinar, procedendo à triangulação de dados a partir de fontes primárias e secundárias, bem como o acesso a documentos e registos públicos. Procurou-se igualmente combinar métodos múltiplos para a recolha de dados, utilizando mais de uma abordagem teórica no sentido de os interpretar. Se a pretensão do arquipélago é a de apostar numa política de internacionalização, a sua estratégia passa necessariamente por obter a simpatia e o respeito de outros países, com o propósito de fomentar parcerias que permitam trilhar o caminho do crescimento e de desenvolvimento sustentável. 
      PubDate: 2019-04-24
      DOI: 10.5752/P.2317-773X.2019v7n1p87-109
      Issue No: Vol. 7, No. 1 (2019)
       
  • O Ministério dos Negócios Estrangeiros Português e a Integração
           Europeia (1951-1986)

    • Authors: Isabel Maria Freitas Valente, Alice Cunha
      Pages: 110 - 128
      Abstract: Após os tormentos da guerra, a Europa irá reinventar-se a si própria, sendo que uma dessas formas se reveste nos comummente designados movimentos de cooperação e de integração europeia, com os quais Portugal também se envolveria. Tendo como enquadramento a posição do Estado português para com a integração europeia, este artigo pretende analisar especificamente o papel do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) no que diz respeito quer ao afastamento quer ao envolvimento do MNE com a integração europeia, desde a Declaração Schuman, em 1951 até à adesão de Portugal à Comunidade Económica Europeia, em 1986, sobretudo através do recurso a fontes primárias, muitas delas exploradas pela primeira vez. No mesmo conclui-se que, como seria expectável, o MNE serviu as diretrizes do regime no poder, cumprindo instruções, mas também conferindo o seu cunho, o que é particularmente visível num conjunto de diplomatas pró-europeus. No geral, sempre se batalhou pela “Europa económica” e apenas após 1976 também pela “Europa política”.

      PubDate: 2019-04-24
      DOI: 10.5752/P.2317-773X.2019v7n1p110-128
      Issue No: Vol. 7, No. 1 (2019)
       
  • Resenha do Livro: China and Africa: Building Peace and Cooperation on the
           Continent

    • Authors: Marcos Valle Machado da Silva
      Pages: 129 - 131
      PubDate: 2019-04-24
      DOI: 10.5752/P.2317-773X.2019v7n1p129-131
      Issue No: Vol. 7, No. 1 (2019)
       
 
 
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