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Argumentos - Revista de Filosofia
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ISSN (Print) 1984-4247 - ISSN (Online) 1984-4255
Published by Universidade Federal do Ceará Homepage  [20 journals]
  • Editorial

    • Authors: Ursula Anne Mathias
      PubDate: 2018-01-02
      Issue No: Vol. 2017, No. 18 (2018)
       
  • Uma perspectiva sobre Edith Stein e a Fenomenologia

    • Authors: Juvenal Savian Filho
      Abstract: Este artigo pretende apresentar uma visão da relação entre Edith Stein e a Fenomenologia, com base em textos da própria filósofa e na compreensão de seu desejo de verdade como desejo de objetividade. Palavras-chave: Edith Stein; Fenomenologia; Verdade; Objetividade; Sentido. 
      PubDate: 2018-01-02
      Issue No: Vol. 2017, No. 18 (2018)
       
  • O percurso pela noção de força em Edith Stein

    • Authors: Maria Inês Castanha de Queiroz
      Abstract: Neste artigo temos o objetivo de apresentar a pesquisa sobre o desenvolvimento da concepção de força realizado pela filósofa Edith Stein em seus Escritos Filosóficos, Antropológicos e Pedagógicos. Este percurso na obra steiniana tem raízes na surpresa e admiração pela consistência, profundidade e atualidade de sua Antropologia Filosófica na qual elabora a descrição fenomenológica da Pessoa Humana. Ela apresenta influências aristotélico-tomistas em seu corpo teórico e na elaboração do conceito de força que tem pertinência central no dinamismo das dimensões da corporeidade, da psique e do espírito, realçadas em sua unidade. Além de ressaltar o percurso do conceito de força, temos o objetivo de propiciar reflexões sobre a manifestação da força na perspectiva da interação pessoa-comu- nidade nas vivências do mundo-da-vida. A grandiosidade e densidade do pensa- mento de Edith Stein aumentam o desejo de nos aprofundar em seu conhecimento que implica numa escuta atenta de nós mesmos e da alteridade. A concepção steiniana de ser humano revela e enfatiza sua visão de totalidade provocando res- sonâncias na Psicologia, Educação e ciências afins. Palavras-chave: Antropologia Filosófica; Edith Stein; Força; Pessoa Humana; Dinamismo. 
      PubDate: 2018-01-02
      Issue No: Vol. 2017, No. 18 (2018)
       
  • O eu a partir dos pensamentos de Edmund Husserl e Edith Stein

    • Authors: Clio Francesca Tricarico
      Abstract: Em Introdução à filosofia (Einführung in die Philosophie), Edith Stein examina a questão do conhecimento, explicitando a impossibilidade de se conhecer comple- tamente o que é individual; no caso do indivíduo humano, a investigação se es- tende para a análise da possibilidade ou a impossibilidade de se conhecer o eu. Examinando os estudos da pensadora sobre o conhecimento da subjetividade e tomando como fio condutor as análises de Edmund Husserl acerca da autoapre- ensão do ego puro, é possível destacar a importância dos papéis da evidência e da intuição do ponto de vista fenomenológico nos momentos constitutivos do ato de conhecer, especialmente, no que se refere ao caráter singular da pessoa humana. Palavras-chave: Edith Stein; Edmund Husserl; Eu; Evidência; Conhecimento. 
      PubDate: 2018-01-02
      Issue No: Vol. 2017, No. 18 (2018)
       
  • A experiência antepredicativa em Edmund Husserl e sua recepção na
           filosofia de Edith Stein

    • Authors: Eduardo Dalabeneta
      Abstract: A experiência antepredicativa foi descrita por Edmund Husserl para circunscrever a recepção passiva que constitui a vida da consciência. Segundo a descrição hus- serliana, essa é a região das afecções e da orientação primordial do ego imediata- mente anterior a toda atividade explicativa racional. É esta região que fundamenta a formação de conhecimentos por meio de atos comparativos e explicativos (pro- cessos de sínteses ativas). Essas descrições da experiência antepredicativa hus- serliana podem ser encontradas em algumas partes de escritos de Edith Stein, especialmente em Introdução à filosofia, no manuscrito Palavra, verdade, sentido e linguagem e em Ser finito e eterno: ensaio de uma ascensão ao sentido do ser. Embora Edith Stein não tenha tido acesso ao pensamento maduro de Husserl sobre esse tema presente na obra Experiência e juízo (1939), publicada postuma- mente por Ludwig Landgrebe, o acesso aos manuscritos husserlianos e às intui- ções do mestre já presentes em Lições para uma fenomenologia da consciência interna do tempo possibilitaram a incorporação da experiência antepredicativa husserliana em suas pesquisas. Palavras-chave: Edmund Husserl; Edith Stein; Experiência antepredicativa. 
      PubDate: 2018-01-02
      Issue No: Vol. 2017, No. 18 (2018)
       
  • Eu puro e empatia segundo Edith Stein

    • Authors: Joel Gracioso, Maria Cecilia Isatto Parise
      Abstract: Na investigação da vivência sui generis da empatia Edith Stein utiliza o conceito do Eu puro com um triplo propósito: (1) Demonstrar que a análise dessa vivência se dá no campo da investigação pura, que sempre se reporta aos dois polos da consci- ência: subjetivo (noesis) e objetivo (noema); (2) Diferenciar a abordagem fenomeno- lógica do ato empático de outras abordagens feitas no campo empírico (abordagem genética, psicológica, moral, ética etc.); (3) Destacar que apesar de a capacidade de apreender a vivência alheia ser constitutiva do sujeito, o Eu sempre reconhece o fluxo que pertence à sua ipseidade e o diferencia por meio da alteridade. Palavras-chave: Edith Stein. Edmund Husserl. Eu puro. Empatia. 
      PubDate: 2018-01-02
      Issue No: Vol. 2017, No. 18 (2018)
       
  • A consideração da verdade revelada na concepção da educação segundo
           Edith Stein

    • Authors: Manuel Curado, Mosés Rocha Farias
      Abstract: No último capítulo da obra Der Aufbau der menschlichen Person [A Estrutura da Pessoa Humana], Edith Stein afirma que a reflexão filosófica de orientação feno- menológica lhe permitia identificar algumas possibilidades essenciais do ser hu- mano, esclarecendo a natureza do processo educativo. No entanto, Edith Stein afirma, ao mesmo tempo, que nem a experiência nem a reflexão filosófica lhe possibilitavam responder às questões relativas à origem do ser humano (origem do mundo, origem do gênero humano e origem de cada indivíduo humano). Como, porém, as questões sobre a origem sempre interpelam o ser humano, conclui-se, segundo Edith Stein, que há a possibilidade de dedicar-se a essas questões de modo válido da perspectiva da reflexão filosófica. Trata-se da possibilidade de ver o ser humano como um possível destinatário de uma revelação divina. Por sua vez, considerado o horizonte da revelação, é também possível extrair consequências para a educação ou a formação do ser humano, tocando não apenas em aspectos universais, ligados ao gênero humano, mas também procurando principalmente enfatizar o que há de individual em cada pessoa. Desse ponto de vista, um pro- cesso educativo só será completo se chegar às particularidades de cada indivíduo e se tomar a sério a possibilidade da revelação, entendendo cada pessoa como um destinatário possível dessa revelação. Pretende-se, neste artigo, explorar esse as- pecto do processo formativo segundo Edith Stein, mostrando-se como o papel dos educadores é entendido pela pensadora como o de um desenvolvimento das di- mensões física (corpo material), psíquica (vitalidade e afetividade) e espiritual (pensamento e liberdade). É justamente pelo desenvolvimento do aspecto espiri- tual que se pode e deve considerar a possibilidade da revelação, que solicita uma resposta inteligente e livre de cada pessoa. Palavras-chave: Verdade revelada; Educação; Edith Stein. 
      PubDate: 2018-01-02
      Issue No: Vol. 2017, No. 18 (2018)
       
  • Hannah Arendt e o direito I

    • Authors: Odílio Alves Aguiar
      Abstract: O objetivo deste paper é apresentar de forma propedêutica a tese segundo a qual o refugiado funciona como um paradigma fático e conceitual capaz de iluminar o tema do direito em Hannah Arendt. Ao mesmo tempo, tentaremos mostrar como esse assunto situa a questão judaica no centro do pensamento da autora. Palavras-chave: Arendt; Direito; Refugiado; Paradigma; Questão judaica. 
      PubDate: 2018-01-02
      Issue No: Vol. 2017, No. 18 (2018)
       
  • Como pensar uma Epistemologia Feminista' Surgimento, repercussões e
           problematizações

    • Authors: Patricia Ketzer
      Abstract: A Epistemologia Feminista caracteriza-se por considerar como questões de gê- nero influenciam nossas concepções de conhecimento, nossas pesquisas e pro- duções científicas. O presente trabalho tem por objetivo apresentar o desenvolvi- mento das pesquisas em Epistemologia Feminista e suas problemáticas. A pesquisa justifica-se na medida que a Epistemologia Feminista tem levantado questões re- lativas a preconceitos de gênero no interior da produção científica nas mais di- versas áreas do conhecimento. A temática tem sido abordada desde os anos 1980, propondo modificações metodológicas e revisando abordagens conceituais a partir das quais se produz o conhecimento científico. Desse modo, faz-se neces- sário avaliar como essas análises têm repercutido na produção acadêmica. O trabalho está divido em duas partes, sendo que na primeira apresentaremos o conceito de Epistemologia, reconstruindo o caminho através do qual se fez neces- sária uma abordagem feminista da mesma, enquanto disciplina filosófica. Na se- gunda parte, abordaremos como a Epistemologia Feminista questionou as narra- tivas científicas e possibilitou uma revisão das metodologias e práticas de pesquisa, tanto nas Ciências Naturais, quanto nas Ciências Sociais. Palavras-chave: Epistemologia Feminista; Feminismo; Produção Científica; Pesquisa Acadêmica; Metodologias. 
      PubDate: 2018-01-02
      Issue No: Vol. 2017, No. 18 (2018)
       
  • Hegel: a filosofia enquanto sistema da razão

    • Authors: Fátima Maria Nobre Lopes, Adauto Lopes da Silva Filho
      Abstract: Após vários escritos filosóficos, Hegel devotou-se à elaboração do que ele deno- minou Sistema da Razão. Tal escrito é efetivado sistematicamente na sua obra Enciclopédia das ciências filosóficas em compêndio, onde ele esboça o quadro- -geral das aplicações do saber às múltiplas atividades humanas, ou seja, o saber na sua universalidade. Trata-se, portanto, da demonstração da sistematicidade do pensamento, isto é, da filosofia enquanto conceito, enquanto ciência, pois para ele a filosofia reflete todas as demais ciências e só pode ser considerada assim en- quanto sistema. Embora essa temática esteja demonstrada em toda a obra de Hegel acima referida, neste artigo nos referimos apenas à parte introdutória, cons- tituída pelos seus dezoito primeiros parágrafos. Porém, antes, faremos uma apre- sentação desta como um todo, inclusive amparados pela ótica de Bernard Bourgeois, um grande intérprete de Hegel. Palavras-chave: Ciência filosófica; Sistema da Razão; Movimento dialético. 
      PubDate: 2018-01-02
      Issue No: Vol. 2017, No. 18 (2018)
       
  • Implicações de viver o sentido: por uma aproximação de Victor Frankl
           com Ortega y Gasset

    • Authors: José Mauricio de Carvalho
      Abstract: Neste trabalho examina-se o significado que a questão do sentido adquiriu na fenomenologia da liberdade. A vida do homem passa a ser considerada como um que fazer, como um escolher em situação. Olha-se o problema como direção pois o homem caminha sempre a frente de si próprio e como compreensão, quando a direção é pensada conforme seu objeto. Toma-se o filósofo espanhol Ortega y Gasset como um dos intérpretes do assunto e aponta-se as implicações que o assunto teve na psicologia fenomenológica, mais especificamente a partir das considerações de Victor Frankl. Palavras-chave: Sentido; Liberdade; Direção; Fenomenologia; Psicologia existencial. 
      PubDate: 2018-01-02
      Issue No: Vol. 2017, No. 18 (2018)
       
  • O núcleo normativo e operacional de uma abordagem institucional a partir
           das obras de Nancy Fraser e Mangabeira Unger

    • Authors: Marcelo A. Silva
      Abstract: O clamor pela reforma das instituições ocupa grande parte do debate acerca do espaço público em nosso tempo. Este clamor se manifesta em diversas formas, seja na teoria da justiça, nos debates sobre relações étnicas e de gênero, ou na- queles sobre como superar a estagnação da forma atual da social democracia, ou mesmo naqueles sobre redistribuição e reconhecimento. Ao mesmo tempo também se faz presente de forma contínua, embora mais específica, a crítica a abordagem neoinstitucionalista das formas organizacionais e institucionais que dispomos hoje. Neste contexto, o presente texto tem por objetivo sugerir que po- demos relacionar a insatisfação com as formas institucionais atuais, com uma crítica à própria teoria que informa as reformas desenvolvidas nas últimas dé- cadas. Apresentando por fim, o argumento de que há razões para o vislumbre de uma nova abordagem institucionalista. Palavras-chave: Social Democracia; Teoria Institucional; Reforma Institucional. 
      PubDate: 2018-01-02
      Issue No: Vol. 2017, No. 18 (2018)
       
  • Do objeto ao fático: a questão do como (Wie) no pensamento do
           jovem Heidegger

    • Authors: Miguel Angelo Caruzo
      Abstract: O presente artigo visa descrever o “objeto” da filosofia no pensamento de Heidegger por meio da mudança no modo de questionar o que será investigado, a partir da conferência O conceito de tempo. Trata-se de deixar de perguntar pelo que (Was) para pensar o como (Wie). Com isso, o filósofo não desenvolve sua investigação diante de um objeto, mas no âmbito da experiência originária da vida fática. Palavras-chave: Fenomenologia; Hermenêutica; Faticidade. 
      PubDate: 2018-01-02
      Issue No: Vol. 2017, No. 18 (2018)
       
  • Origem, evolução e manutenção do comportamento moral

    • Authors: Rogério Parentoni Martins
      Abstract: À medida que estudos sobre o comportamento social de primatas avançam, cada vez mais aumenta a probabilidade que o comportamento moral tenha base evolu- tiva, apesar da discordância de certos antropólogos e cientistas sociais. Estes acreditam que o comportamento moral originou-se a partir da formação das cul- turas e evoluiu por meio do aprendizado. Todavia, há indícios de comportamento moral especialmente em chimpanzés e chimpanzés pigmeus (bonobos); estes têm parentesco genético muito próximo aos humanos e vivem em sociedades constituídas por pequeno número de indivíduos interagentes. As regras morais cumpridas pelos indivíduos diminuem a incidência de conflitos e intensificam os laços sociais. O comportamento moral surgiu por meio de mutações e os indiví- duos que as portam seriam selecionados pela sua capacidade de interagir e formar laços sociais mais duradouros. Estes além de reduzir a intensidade de conflitos, favoreceriam a estabilidade da estrutura social. Para certos filósofos, antropólogos culturais e cientistas sociais, o comportamento moral surge com a cultura, atributo que consideram pertencer exclusivamente ao humano. Nietzsche traça a origem dos conceitos bom e mau a partir da influência de nobres e sacerdotes que exer- ciam o poder sobre os pobres e ignorantes. Os primeiros eram os bons, os últimos os maus. Cientistas e filósofos, que admitem ser o comportamento moral especí- fico do humano partem do homem já evoluído; estudam a manutenção do compor- tamento moral no tempo histórico de sua existência como espécie, mas ignoram a influência de sua história evolutiva no estabelecimento de regras morais. Palavras-chave: Moralidade; Evolução; Cultura; Comportamento. 
      PubDate: 2018-01-02
      Issue No: Vol. 2017, No. 18 (2018)
       
  • Possível relação entre filosofia e literatura: considerações sobre a
           leitura de Gilles Deleuze sobre a obra de Frank Kafka

    • Authors: Luciano Silva Façanha, Flávio Luiz de Castro Freitas, Jamys Alexandre Ferreira Santos
      Abstract: A proposta do presente texto consiste em explicitar a natureza da relação entre filo- sofia e literatura no capítulo 1 Kafka: por uma literatura menor (1975), intitulado de “Conteúdo e Expressão”, cuja autoria é de Gilles Deleuze e Félix Guattari. Para tanto, postulamos que filosofia e literatura estão relacionadas por meio de um movimento que expõe o exercício de uma filosofia do desejo. O exercício de uma filosofia do desejo preconiza que o mesmo é tanto um processo quanto um procedimento. Palavras-chave: Filosofia; Literatura; Deleuze; Kafka; Desejo. 
      PubDate: 2018-01-02
      Issue No: Vol. 2017, No. 18 (2018)
       
  • Normas para publicação

    • Authors: Odílio Alves Aguiar
      PubDate: 2018-01-02
      Issue No: Vol. 2017, No. 18 (2018)
       
 
 
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