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Journal Cover Fisioterapia & Saúde Funcional
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  This is an Open Access Journal Open Access journal
   ISSN (Online) 2238-8028
   Published by Universidade Federal do Ceará Homepage  [23 journals]
  • OS AVANÇOS E DESAFIOS DA PUBLICAÇÃO CIENTÍFICA COM
           REVISÃO POR PARES

    • Authors: Simony Lira Nascimento, Camila Ferreira Leite
      Abstract: Este Editorial discute o processo de publicação científica por meio da revisão por pares, seus princípios, importância e desafios. Além de divulgar os recentes avanços da Revista Fisioterpia & Saúde Funcional, com a Classificação no Qualis-periódicos na área 21 da CAPES como B3 da Revista. Nesta Edição, além dos artigos originais e revisão sistemática, também apresentamos os resumos aceitos e apresentados no I Simpósio de Fisioterapia Neurofuncional: Evidências Científicas no AVE, que ocorreu na Universidade Federal do Ceará, Fortaleza-CE.
      PubDate: 2017-01-20
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
  • Avaliação da função pulmonar, força muscular respiratória e
           qualidade de vida no pré-operatório de cirurgia cardíaca

    • Authors: Ana Irene Carlos de Medeiros, Araceli da Silva Oliveira, Suzana Katia Alves Costa, Meireanny Lima Barbosa, Georges Willeneuwe de Sousa Oliveira
      Abstract: Introdução: As doenças cardiovasculares representam a primeira causa de morte no Brasil, de forma que ocorreu um aumento no número de cirurgias cardíacas nos últimos anos. A Fisioterapia atua na avaliação e cuidado do paciente nos períodos pré e pós-operatório, traçando o perfil do paciente antes da cirurgia e facilitando os cuidados da equipe posteriormente. Objetivos: Avaliar a função pulmonar, força muscular respiratória e a qualidade de vida de pacientes no pré-operatório de cirurgia cardíaca. Metodologia: Foi realizado um estudo transversal, com indivíduos submetidos à Revascularização Miocárdica ou Cirurgia cardíaca valvar eletiva. A avaliação pré-operatória ocorreu um dia antes da cirurgia, através da Manovacuometria, Espirometria e Questionário de qualidade de vida (Medical Outcomes Study 36-item Short-form Health Survey-SF-36). Resultados: Houve presença de distúrbios respiratórios obstrutivos (27,5%), restritivos (6,8%) e misto (3,4%), com redução dos valores de VEF1 (1,86±0,61l/min), CVF (2,38±0,81l/min) e VEF1/CVF (78,86±14,59%). Foi encontrada força muscular inspiratória normal (PImáx=-93,17±37,13cmH2O), mas fraqueza muscular expiratória (PEmáx=84,79±29,46cmH2O). Não houve alteração da função hemodinâmica antes e após a realização dos testes respiratórios (PAS= 119,3 vs 122,0 mmHg, p=0,389; PAD= 76,6 vs 76,6 mmHg, p=1; FC=59,6 vs 59,5 bpm, p=0,918). Na avaliação da qualidade de vida, os domínios mais afetados foram “limitação por aspectos físicos” (12±19), “aspectos emocionais” (41±46) e “dor” (43±29). Conclusão: Foi observado redução da função pulmonar, da força muscular expiratória e da qualidade de vida. A avaliação pulmonar no pré-operatório se mostrou eficaz e segura, por não interferir na hemodinâmica dos pacientes.  
      PubDate: 2017-01-20
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
  • Medidas antropométricas de idosos residentes em instituição de longa
           permanência: revisão sistemática

    • Authors: Brenda de Couto Andreotti Raimundo, Ariana Oliveira Santos., Verônica Porto Freitas, Naiara Andrade do Carmo, Claudinéia Matos de Araujo, Luciana Araújo dos REIS
      Abstract: Introdução: A antropometria é um recurso que permite avaliar o estado nutricional do indivíduo, uma vez que, identifica os riscos nutricionais de forma precoce e contribui para o estabelecimento de programas de intervenção em idosos residentes em ILP, seja para a recuperação ou promoção de sua saúde. Objetivo: Analisar as medidas antropométricas de idosos residentes em instituição de longa permanência por meio de uma revisão sistemática. Material e métodos: Trata-se de estudo descritivo com abordagem qualitativa, do tipo revisão sistemática de literatura, na modalidade integrativa, referente a artigos publicados em português, nas bases de pesquisa Scientific Eletronic Library Online - Scielo e Bireme, no período de 2010 a 2015. A seleção foi baseada no cruzamento dos descritores: instituição de longa permanência, idosos e medidas antropométricas. Na amostra final foram selecionados 14 artigos. Resultados: A partir do levantamento dos estudos identificou-se que a maior parte dos idosos institucionalizados erado sexo feminino, que o envelhecimento induz ao declínio de massa muscular e que os parâmetros antropométricos IMC em conjunto com CMB, CP, PCT obtiveram boa correlação com os indicadores de risco nutricional. Conclusão: De acordo com a análise dos artigos observa-se a necessidade de mais estudos antropométricos que permitam definir padrões de referência que auxilie a comparação entre os dados, já que eles são bons instrumentos de avaliação nutricional.
      PubDate: 2017-01-20
      Issue No: Vol. 5 (2017)
       
  • Aceitação do uso de cicloergômetro e seus efeitos cardiorrespiratórios
           em idosos em estado crítico

    • Authors: Marco Aurélio Ferreira de Jesus Leite, Ana Paula Soares, Cesar Augusto França Abrahão, Gisélia Gonçalves de Castro, Virgínia Figueiredo Barata
      Abstract: Introdução: Idosos em estado crítico tendem a apresentar complicações de saúde e dificuldades para recuperação devido ao tratamento e período de acamamento. Assim novas estratégias devem ser exploradas com intuito de otimizar a recuperação desta população. Objetivo: Verificar a aceitação da estratégia de tratamento bem como as alterações cardiorrespiratórias após uso de cicloergômetro para membros inferiores (MMII) em idosos em estado crítico. Métodos: Participaram do estudo nove homens e duas mulheres idosas (73,9±9,11 anos)em estado crítico. Foi mensurada a frequência cardíaca (FC), frequência respiratória (FR), saturação periférica de oxigênio (SpO2), volume corrente (VC), pressão arterial sistólica (PAS) e diastólica (PAD) antes e após o término de uma única sessão de exercício no cicloergômetro para MMII e também foi verificado o índice de satisfação. O protocolo foi composto por 10 minutos contínuos de movimentos cíclicos e dinâmicos de MMII. Os pacientes foram orientados a pedalar o mais rápido possível até o final da sessão. Resultados: A desistência foi registrada em alguns participantes (n=5),sendo  que a fadiga muscular foi a principal queixa. Entretanto todos se satisfizeram com a intervenção. Após a sessão de exercício no cicloergômetro houve aumento de 2,58% na PAS, 2,66% na FC, 7,92% na FRe 12,61 no VC. Conclusão: A sessão de 10 minutos de exercício no cicloergômetro para MMII induziu alterações cardiorrespiratórias não comprometedoras para integridade do paciente idoso crítico e teve boa aceitação para utilização na reabilitação. Assim, o uso de cicloergômetro parece ser viável como estratégia adjuvante na recuperação dessa população. 
      PubDate: 2016-12-27
      Issue No: Vol. 5 (2016)
       
  • A percepção do cuidador sobre a atuação do fisioterapeuta no
           atendimento domiciliar de pacientes acamados

    • Authors: Hévila Nascimento Gomes, Maria Iracema Capistrano Bezerra
      Abstract: Introdução: A atenção domiciliar inclui a reorganização do processo de trabalho pela equipe de saúde e as discussões sobre diferentes concepções e abordagens à família. Espera-se que os profissionais sejam capazes de atuar com criatividade e senso crítico, mediante uma prática humanizada, competente e resolutiva, que envolva ações de promoção, prevenção, recuperação e reabilitação. A participação ativa do usuário, família e profissionais envolvidos na assistência domiciliar constitui um traço importante para a efetivação dessa modalidade de atenção. Objetivo: Avaliar a atuação do fisioterapeuta do Núcleo de Apoio a Saúde da Família (NASF) no atendimento domiciliar de pacientes acamados, sob a visão do cuidador. Métodos: Trata-se de um estudo transversal de caráter quantitativo. A pesquisa foi realizada a partir de um questionário aplicado no período de janeiro a março de 2016 aos cuidadores de pacientes acamados, no município de Horizonte (CE). Resultados: Foi observado que, no geral, os cuidadores se mostram satisfeitos com o serviço prestado pelos profissionais de fisioterapia, onde 55% consideram importante a presença do fisioterapeuta na recuperação do paciente e todos recomendariam este serviço para amigos e familiares. Conclusão: Observa-se através do estudo que os fatores interpessoais colaboram para que haja um melhor vínculo entre cuidador e fisioterapeuta, ocasionando uma melhor adesão ao tratamento domiciliar, tendo em vista que a necessidade de fortalecimento do vínculo com a equipe de saúde é essencial para a comunicação entre o fisioterapeuta e o cuidador, e para a recuperação plena do paciente. 
      PubDate: 2016-12-27
      Issue No: Vol. 5 (2016)
       
  • EFEITOS DE UM PROGRAMA AQUÁTICO VOLTADO PARA PREVENÇÃO DE QUEDAS EM
           IDOSOS DE COMUNIDADE

    • Authors: Rebeca de Paula Freire, Talita Andrea Bordini Malaman, Priscila Lopes Santamarina Silva
      Abstract: Introdução: Alterações corporais, como diminuição da força muscular, da velocidade de contração muscular e alterações posturais, influenciam a mobilidade e o equilíbrio em idosos. Essas alterações causam alguns prejuízos, como o aumento no risco de quedas. Os exercícios aquáticos auxiliam na melhora do equilíbrio, porém há carência de protocolos específicos para trabalhar preventivamente com idosos. Objetivo: O objetivo desse estudo foi avaliar o equilíbrio estático e dinâmico de idosos antes e após um programa fisioterapêutico aquático voltado para prevenção de quedas. Metodologia: A amostra foi de 14 idosos de comunidade, com idade média de 67±3,53, de ambos os sexos. Os idosos foram submetidos a um programa de dois meses com sessão de 50 minutos de exercícios aquáticos para equilíbrio e força muscular de membros inferiores, de baixa a moderada intensidade. A análise dos resultados foi realizada por meio do software Graphpad PRISM®, adotando p < 0,05, sendo utilizado o teste de Kolmogorov Smirnov e de Wilcoxon. Resultados: A média pré na Escala de Equilíbrio de BERG foi de 47,42±0,93 e pós-intervenção de 55,35±0,74, o que indica melhora clínica do equilíbrio significativa (p=0,002).No Índice de Marcha Dinâmico a média pré foi de 19,42±3,22 e a pós de 23,5±0,75, também com ganho significativo (p=0,0022). Em um circuito teste, o tempo médio de execução pós-intervenção caiu 16,16’’ (pré 29,68’’ e pós 13,52’’), sendo um resultado extremamente satisfatório (p=0,0012). Conclusão: O programa aquático foi eficaz para aumentar o equilíbrio em solo dos idosos estudados, o que contribui para redução de quedas. 
      PubDate: 2016-12-27
      Issue No: Vol. 5 (2016)
       
  • ASSISTÊNCIA FISIOTERAPÊUTICA NA DOENÇA DE PARKINSON:
           REVISÃO INTEGRATIVA

    • Authors: Thayanne Gomes Neves, Joseane da Costa Oliveira, Luciana Saraiva Cartaxo, Sarah Correia Pinto Freitas, José Nilson Rodrigues de Menezes, Luciana Dias Belchior
      Abstract: Introdução: A Doença de Parkinson (DP) se caracteriza pela degeneração progressiva dos neurônios dopaminérgicos da substância negra. Os sinais clínicos mais encontrados são o tremor de repouso, bradicinesia, rigidez, distúrbios de equilíbrio e postural. O tratamento deve ser multidisciplinar e de acordo com o comprometimento, visando a melhora e o retardo dos sintomas. A fisioterapia possibilitará a maior independência funcional possível para os indivíduos com DP. Objetivo: Analisar as produções científicas acerca da Fisioterapia na Doença de Parkinson. Métodos: Trata-se de uma revisão integrativa, realizada de setembro a outubro de 2015, nas bases de dados eletônicas SCIELO, LILACS, MEDLINE PubMed, COCHRANE no período de 2005 a 2013, empregando-se, de forma associada, os descritores “Doença de Parkinson and Fisioterapia” e “Parkinson Disease and Physico Therapy”. Resultados: A amostra foi composta por 17 artigos, os quais abordaram as alterações mais comuns na Doença de Parkinson assim como suas terapias. Quando analisados em relação ao tema principal abordado, oito estudos discutiam prevalentemente sobre a capacidade funcional, três sobre o equilíbrio e 5 sobre as terapêuticas nos sintomas motores. Conclusão: Evidenciou-se, portanto, que a fisioterapia contribui beneficamente para a melhora dos sintomas motores, equilíbrio e consequentemente na capacidade funcional das pessoas com DP.
      PubDate: 2016-12-27
      Issue No: Vol. 5 (2016)
       
  • PRÁTICA MENTAL COMO RECURSO COMPLEMENTAR DE TRATAMENTO NA REABILITAÇÃO
           DE PACIENTES PÓS-AVE

    • Authors: Lívia da Silva Simões, Thaisa Vieira Miranda, Vanessa Rocha de Menezes, Maria Gracielly Silva de Castro, David Santos Pontes, Adriana Ponte Carneiro de Matos
      Abstract: Introdução. A prática mental (PM) consiste em um método de treinamento no qual a reprodução interna de uma determinada ação motora é repetida diversas vezes a fim de promover aprendizagem ou aprimoramento de uma habilidade motora, podendo ser utilizada para auxiliar a recuperação funcional após acidente vascular encefálico (AVE). Objetivo. Observar na literatura nacional estudos que abordem a utilização da PM na reabilitação de pacientes com sequelas de AVE. Metodologia. Trata-se de um estudo de revisão sistemática onde foram coletados e analisados estudos científicos feitos no Brasil, publicados nos 10 últimos anos. A pesquisa foi realizada nas bases de dados eletrônicas (SciELO, MEDLINE, LILACS e IBECS), utilizando-se os descritores: prática mental, reabilitação e acidente vascular encefálico; de acordo com os critérios de inclusão: (a) publicação entre 2006 e 2016, (b) pacientes com sequelas de AVE, (c) utilização da prática mental no tratamento, (d) desfecho, (e) textos completos; excluídos os artigos de revisão. Resultados. Foram coletados 17 artigos, dos quais apenas 6 preencheram os critérios. Os resultados atestam que a repetição exaustiva da tarefa motora associada ao treino mental gera modificações corticais em virtude da ação cognitiva intensa, havendo repercussão na plasticidade cerebral e na recuperação motora em pacientes pós-AVE. Conclusão. A PM pode ser considerada um recurso terapêutico complementar, capaz de aprimorar o desempenho motor e acelerar a recuperação da função. Apesar dos resultados satisfatórios, os estudos brasileiros publicados até o momento se restringem a abordagem de membros superiores, sugerindo a necessidade de mais evidências cientificas sobre a técnica.
      PubDate: 2016-12-27
      Issue No: Vol. 5 (2016)
       
  • IMPLEMENTAÇÃO DE UMA TECNOLOGIA EDUCATIVA LEVE NA PREVENÇÃO PRIMÁRIA
           DO ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL

    • Authors: Thaisa Adrielly Ribeiro Farias, Lorainy dos Santos Carvalho, Juliana Lima Fonteles Magalhães
      Abstract: Conforme dados da Organização Mundial de Acidente Vascular Cerebral (AVC), dentre seis indivíduos um será diagnosticado com AVC ao longo da vida. Sendo o estilo de vida em que estão inseridos um dos principais fatores para o desfecho do AVC. A interferência das tecnologias aplicadas à educação em saúde proporciona novos elos, unindo profissionais e indivíduos, e apresentando resultados positivos. O objetivo foi comprovar a eficácia da utilização de tecnologia leve na prevenção de AVC. Trata-se de uma pesquisa qualitativa e descritiva, realizada em um Projeto de Responsabilidade Social do Centro Universitário Estácio do Ceará. A amostra inicial constou de 16 idosos, entretanto somente 9 mantiveram-se assíduos no decorrer da tecnologia. A intervenção deu-se de 15 encontros educativos, coleta de dados por entrevistas e a análise baseada na Análise de Bardin. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa SESA-CE sob o protocolo de nº1.182.420. Ao observarmos a categoria “conhecimento e prática para autocuidado na prevenção de AVC”, os relatos a seguir nos mostram resultados positivos: “...eu estava zero no meu autocuidado...depois que eu conheci o sistema, os ensinamentos de vocês, to vendo que eu não fazia nada pela minha pessoa, mas já estou procurando fazer...”(HSM, 72 anos), “...aprendi muito...eu to mudando meu estilo de alimentação, to passando a comer frutas, verduras, que eu não comia...”(AFB, 67 anos). Concluímos que a inserção de uma tecnologia leve em saúde proporcionou adesão de um estilo de vida saudável em indivíduos propensos ao AVC, contribuindo para diminuição de fatores de risco.
      PubDate: 2016-12-27
      Issue No: Vol. 5 (2016)
       
  • ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO HEMORRÁGICO X PRESSÃO INTRACRANIANA:
           Prática clínica da Fisioterapia e estratégias ventilatórias

    • Authors: Luiz Ricardo Garcez, Karoline Sampaio Nunes Barroso, Mariana Lima Fernandes
      Abstract: O Acidente Vascular Encefálico Hemorrágico (AVEh) é uma das maiores causas de morte nas unidades de terapia intensiva (UTI) do país. O emprego de modalidades ventilatórias seguras são importantes para garantir o não agravamento do paciente. O objetivo desta pesquisa foi conhecer as decisões ventilatórias utilizados pela equipe de Fisioterapeutas para monitorar e evitar o aumento da pressão intracraniana dos pacientes internados em UTI com diagnóstico de AVEh. Consiste em uma pesquisa quantitativa, transversal, observacional em um hospital da rede pública de Fortaleza-Ce. Foi realizado uma entrevista com 10 fisioterapeutas sobre as estratégias ventilatórias e manejo da pressão intracraniana (PIC) em pacientes com AVEh. Obteve-se como resultados a ausência de monitoramento da PIC. A ventilação controlada a volume é a mais utilizada para ventilar os pacientes com AVEh. Os fisioterapeutas preferem ventilar os pacientes com PCO2 entre 25-30 mmHg. Os profissionais utilizam a Pressão Positiva Expiratória Final (PEEP) que oferte a melhor saturação de oxigênio com menor fração inspirada de oxigênio. O uso da PEEP é limitado em caso de PIC elevada. Embora sem monitorização da PIC, os fisioterapeutas evitam o uso das técnicas Bag Squeezing e aspiração traqueal nos pacientes internados por AVEh. Os profissionais da Fisioterapia procuram realizar as técnicas e manobras neste pacientes com segurança e eles possuem o conhecimento da relação existente entre as técnicas e o possível aumento da PIC, mesmo sem a correta monitorização.
      PubDate: 2016-12-27
      Issue No: Vol. 5 (2016)
       
  • A MÚSICA NA REABILITAÇÃO DO ACIDENTE VASCULAR
           ENCEFÁLICO

    • Authors: Ana Helena Pereira Jacó, ketyllen Kariany Silva Almeida, Cecília Figueiredo Meireles, Taryjane Abreu De Souza, Daniella Mara Lopes Coelho, Selene Maria de Oliveira Schramm, Francisco Edanios do Nascimento Belchior
      Abstract: INTRODUÇÃO: O acidente vascular encefálico (AVE) é uma doença crônica que representa a terceira maior causa de morte nos países desenvolvidos, estando associado a um alto risco de incapacidades físicas, déficits neuropsicológicos e desordens emocionais. A fisioterapia visa reduzir as limitações funcionais e aumentar a reintegração social. A música quando utilizada na intervenção pode ser um elemento facilitador quando bem escolhida, atuando no bem estar do paciente.  OBETIVOS: Destacar o benefício da música no processo de aceitação e permanência do paciente vítima de AVE na fisioterapia.  RELATO DE CASO: paciente, gênero feminino, 77 anos, hipertensa, com diagnóstico recente de AVE isquêmico chegou acompanhada por familiares a uma Clinica Escola de Fisioterapia em Fortaleza/CE.  Apresentava desvio da comissura labial para o lado direito e hemiplegia esquerda, prejuízo cognitivo, disfasia e desequilíbrio de tronco. A paciente mostra-se apática e não colaborativa. Foi introduzida a música como recurso facilitador, tendo o cuidado de escolher um repertório popular, parte da cultura nordestina. Houve a mudança no ânimo.  Em bipedestação com apoio, a paciente marcava o ritmo. Dançando e cantando trabalhava membros superiores, realizava dissociação de cinturas escapular e pélvica, além de aceitar a realização de outras condutas fisioterapêuticas. Ao final de quatro meses de fisioterapia associada à música, deambulava com menos dificuldade, falava com mais clareza e realizava parcialmente suas atividades de vida diárias. CONCLUSÃO: A música apresentou-se como um excelente recurso facilitador na reabilitação do AVE.
      PubDate: 2016-12-27
      Issue No: Vol. 5 (2016)
       
  • ASSISTÊNCIA FISIOTERAPÊUTICA EM PACIENTES COM ESCLEROSE MÚLTIPLA:
           REVISÃO INTEGRATIVA

    • Authors: Luciana Saraiva Cartaxo, Thayanne Gomes Neves, Joseane da Costa Oliveira, Sarah Correia Pinto Freitas, Luciana Dias Belchior, José Nilson Rodrigues de Menezes
      Abstract: Introdução: A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença neurológica crônica e progressiva que afeta as fibras do sistema neural central (encéfalo e medula espinhal).. Em consequência da desmielinização, acontecem desordens no movimento e distúrbio de marcha (8).Os pacientes são encaminhados para a Fisioterapia, podendo atuar no tratamento de sintomas específicos favorecendo a funcionalidade. Objetivo: Analisar as produções científicas acerca da Fisioterapia na Esclerose Múltipla (EM). Métodos: Realizou-se uma revisão integrativa em setembro e outubro de 2015. Foram inclusos artigos publicados entre 2005 e 2015; nos idiomas português, espanhol e inglês; indexados nas bases de dados SCIELO (Scientifc Eletronic Llibrary Online), LILACS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da saúde), MEDLINE/PubMed (US National Library of Medicine/National Institutes of Health) e COCHRANE (The Cochrane Library), combinando os seguintes descritores Esclerose Múltipla, Fisioterapia, Tratamento. Resultados: A pesquisa resultou em quatorze artigos, onde pode-se destacar principalmente reabilitação vestibular em pacientes com EM, um sobre a equoterapia nas alterações posturais, três relatam a importância de exercícios resistido para esses pacientes, um analisa as complicações respiratórias, dois se tratavam de uma revisão dos diversos tratamentos fisioterápico. Conclusão: Conclui-se que os pacientes consideram preventiva e satisfatória a atividade desenvolvida pelo fisioterapeuta, tendo em vista que foi citado o bem estar adquirido após a prática do referido programa, bem como a sensação de conforto e segurança frente a possíveis intercorrências.
      PubDate: 2016-12-27
      Issue No: Vol. 5 (2016)
       
 
 
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